História Estupidamente arrogante; adoravelmente sexy. - Capítulo 1


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Got7, Jackbam, Jackbum, Jackjae, Jinson, Markson, Políamor, Yaoi, Yugson
Visualizações 229
Palavras 1.500
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi anjos. será uma fic curtíssima de cinco ou seis capítulos e sim, com todos envoltos.
a personagem principal é o Jackson e ele quem se envolve e envolve os garotos em um relacionamento mútuo. a fanfic baseia-se no poliamor e caso não gostem, não leiam.
Desta vez, eu preferi definir um espaço certinho, para não me atrapalhar futuramente e acabar me contradizendo. Sem contar que falar da cultura americana é bem mais fácil do que falar de uma cultura que eu não conheço e não tenho o menor interesse em conhecer. tentei não fugir tanto e localizei na América própria, em homenagem ao Markzito <3
eles vivem em uma faculdade interna em Los Angeles e como aqui é um universo "irreal" e alguém diga que talvez possa não existir, eu o faço. Se provém da minha imaginação, existe sim, certo? e eles de envolvem por lá também.
ao decorrer, tento deixar claro mais coisas, está bem? explicar tudo direitinho.
as idades são comuns de jovens que estão indo para a faculdadei de 18 à 20 anos e os professores, que eu ainda verei ao certo qual idade dar para eles. enfim.
Espero que curtam e divirtam-se, uhh?
Sejam bem vindos a mais uma coisa minha, espero que curtam, ah.

Capítulo 1 - As bagunças que regem a minha vida.


Eu havia entrado para o clube de leitura três semanas após entrar na faculdade, para o curso de psiquiatria. Como estrangeiro, as pessoas passavam a ter extrema curiosidade em mim e eu havia sido assunto dos fofoqueiros de plantão durante duas longas semanas. Fora a coisa mais chata que havia me acontecido após três meses tendo apenas respostas boas. E eu não havia aprendido a lidar corretamente.

Minha mãe havia dito que aquela transferência era importantíssima para o meu crescimento cultural, mas como normalmente acontecia, eu não dei atenção alguma para ela e aceitei me mudar após algumas chantagens emocionais que deixaram seus lábios em uma manhã quente de domingo.

Eu podia ser um perfeito filho da puta. Podia ter a reputação mais suja que a bunda de um bebê que acaba de deixar um presentinho na fralda e ser um insensível às vezes. Todavia, haviam alguns fatos controversos em minha personalidade que não batiam corretamente com o meu eu interior. E ceder a quaisquer chantagens emocionais, era uma delas.

Papai me chamava diariamente de arrogante e dizia que eu acabaria debaixo da ponte, com um cigarro entre os lábios e as roupas rasgadas. Entretanto, eu nunca dei a atenção necessária para os blefes dele e vivia minha vida comedidamente; dia após dia. Superando obstáculos ou apenas chutando-os para longe de mim.

Eu sabia da minha conduta arrogante e convivia confortavelmente com ela. Não estava disposto a mudar e achava que não o faria. Mas, haviam sempre surpresas mal vindas e eu sabia que algo grande tiraria a minha estabilidade emocional em alguma época da minha vida, mas não estava preparado para tal. Nunca estaria.

Não era comum para um garoto de 19 anos, ter mais chifres do que podia contar e eu podia bem afirmar que todos eles eu havia conquistado com muita luta e determinação, — não que houvesse necessidade —. Entretanto, me tornava cada vez mais amargo e minha aversão por pernas longas, finas e lisas apenas crescia. Mas, eu seguia firme. Namorava algumas garotas quando elas me chamavam atenção e ficava com aquelas que eu sentia atração ou achava bonita, às vezes.

Minha mãe sempre me dissera que eu não curtia o que fazia. Mas, eu optava por fechar os olhos para as verdades tão claras e explícitas, que geralmente, alojavam-se bem debaixo do meu nariz. Ainda em meu país natal, quando cursava o último ano do ensino médio, eu havia presenciado uma cena que desencadeara milhares de pensamentos, que na época, me perturbaram imensamente.

Enquanto encostado na porta do anfiteatro do colégio, eu assistia uma cena, que até então,  era totalmente incomum para mim. Dois garotos agarravam-se, trocavam beijos fogosos e quentes. As mãos de ambos eram firmes e apalpavam partes indecentes dos corpos. Eram dois garotos se pegando, de verdade! E eu, o estranho que os olhava com curiosidade e visível estranhamento.

Eu não havia tido uma reação preconceituosa, mas havia sido comigo mesmo quando meses mais tarde, uma curiosidade imensurável despertou em mim. Eu sentia imensa vontade de beijar um garoto e queria ainda mais provar para a minha mãe que eu não curtia daquela fruta. Ela me zombava e ria altamente, gozando-me. Porque ela sim sabia que eu estava contando mentiras a mim próprio por uma não aceitação idiota.

O primeiro beijo que dei em um garoto, havia sido em Im Jaebum, o professor de história da faculdade a qual eu frequentava haviam pouquíssimas semanas. Ele era quente e me mostrara muito mais do que apenas beijinhos. Eu havia me encantado com suas adoráveis pintas acima dos olhos pequeninos e sorriso presunçoso. Mas, ele queria ir além e acabamos nos desentendendo porquê eu ainda era o garoto inexperiente que testava a sua própria sexualidade.

Eu não era hétero. E percebi meses mais tarde que minha virgindade muito bem guardada se devia à minha aversão a garotas. Porque se eu gostasse de me relacionar com elas, teria transado com Seogji em minha casa, no dia do aniversário dela de dezessete anos. Coisa que ela queria, mas eu não.

Eu ainda tinha quinze e havia perdido a virgindade da boca há minutos atrás, na escada da casa dela e Seogji sabia disso, todavia, ela afirmava que eu era a pessoa certa porque ela me amava. Eu não consegui e menos ainda me excitei com seu lap dance em meu colo. Naquele tempo eu ainda achava-me ingênuo demais e havia vivenciado os momentos mais constrangedores de minha vida, que fora quando ela, se tocara a minha frente. Sua intenção era me excitar, mas eu me senti enojado e quando a deixei no quarto, vomitei todos os docinhos que havia ingerido aquela noite.

Meu segundo beijo em um garoto, havia vindo com uma nova amizade e eu me sentia extremamente confortável com Park Jinyoung para beijá-lo quando quisesse. Mas, assim como Jaebum, ele queria mais e eu não podia dar. O achava legal, mas não bom o bastante para ter-me de corpo. Na minha cabeça, era estranho pensar que sexo já regia a vida de pessoas tão jovens. 

Ir para Los Angeles e ficar em uma faculdade de onde só se saía aos fins de semana não me ajudava em nada. Mas, eu queria continuar porque precisava provar para o meu pai que eu não era um ignorante incapaz e também porque queria enfiar o meu diploma garganta abaixo, para que ele engolisse. Minha dúvida eterna sempre seria o quão deplorável era a situação da minha mãe quando havia optado por se casar com ele. Pois, em minha cabeça não tinha nexo. Quem aguentaria aquele velho rabugento que apenas sabia reclamar?

Junto das minhas próximas ficadas com garotos, havia vindo o meu grupo de amizades. Bambam era um tailandês que havia ido por meio de uma bolsa de estudos para a faculdade. Ele era bonito. Imensamente bonito. E bom, nossa ficada havia sido um acidente. Eu havia tropeçado em meio aos meus próprios pés e ele, como o rapaz educado que era, havia me segurado. Nossos lábios se esbarraram e o magricela apenas empurrou a porta do quartinho do zelador e me beijado, violentamente. Eu aprovei o ato e retribui.

Mark Tuan era americano. Era magro, mas não tanto quanto o tailandês. Sua expressão séria e olhar repreensor havia me parado em uma aula de história, a qual ele falava sobre o nazifascismo e eu absorvia conteúdo. Mark era inteligentíssimo e estava naquela faculdade por ser filho do dono e por punição. Ele era rebelde e eu não havia feito nenhum esforço para resistir as suas investidas estúpidas. Havíamos ficado na sala de informática, em um dia chuvoso. E com Mark, eu desejei extrapolar nos limites, mas fomos parados por Youngjae, o namorado de Mark.

Youngjae era bonito. Parecia aqueles rapazes que saem diretamente de capas de revistas. Seus cabelos eram negros e enquanto seus olhos faiscavam de raiva, eu admirava sua beleza exuberante, não evitando compará-lo com um anjo. Seu relacionamento com Mark era aberto, todavia ele era ciumento o suficiente para sentir-se irritado quando uma outra boca encontrava com a do loiro. O moreno havia me procurado durante uma palestra que tivera e havia me beijado no corredor dos quartos. Youngjae era afobado, mas eu não me incomodava, até gostava.

Yugyeom era um professor fofo que eu havia conhecido após um esbarrão no corredor. Ele havia me "protegido" de Frida quando ela me insultou na sala e ainda conversou comigo sobre psicologia reversa. Eu o achei simpático e quando ele me convidou para ver alguns livros em seu quarto, que ficava no pavilhão dos quartos para professores que moravam longe, que eu soube que havia muito mais do que aparentava ter naquele convite.

Nos beijamos em seu quarto, com eu sentado na escrivaninha e ele entre minhas pernas. Eu também senti que podia extrapolar com o Kim, mas não queria parar. E foi então que pela primeira vez, eu deixei que alguém me tocasse intimamente. E por meio daqueles encontros de dentes e mãos ágeis, eu tive o primeiro e mais constrangedor orgasmo da minha vida. Fora intenso e eu havia gostado.

As pessoas achavam que éramos amigos comuns, mas com o passar dos meses, eu me vi em um beco completamente sem saída. Mark me procurava. Bambam me procurava. Jaebum estava à espreita. Youngjae era mais claro com seus desejos e sempre me beijava na sala do zelador. Jinyoung era meu colega de quarto, dormiamos agarradinhos. E Yugyeom satisfazia minhas vontades carnais e estávamos juntos quase todos dias, ele era meu professor.

Era estranho, mas eu sentia enorme carinho por todos eles e me sentia um puto. Mas, eles afirmavam ser comum. Estávamos aos poucos nos ligando. Youngjae namorava Mark. Jinyoung era ficante de Mark. Bambam gostava de Yugyeom. Jaebum já havia tido algo com Youngjae. Yugyeom era o mais afastado. Todavia, ainda tinha ligação.

E em meio aquela bagunça, eu seguia a minha vida, temendo não só sair dali com um diploma para o meu pai engolir e sim também, seis namorados. E me divertia imensamente ao imaginar o quão pasmo ele ficaria quando eu o contasse sobre o meu namoro grupal.



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