História Estupro - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Part 1


Você conhece o ditado que diz: "Quando o gato sai os ratos fazem a festa"?

Ele se aplica perfeitamente a esse momento. Senhor e senhora Martins saíram como de costume para visitar os pais, era assim quase todos os finais de semana, só que dessa vez foi diferente, eles resolveram deixar sua filha mais nova em casa.

Luan, o filho mais velho do casal ficou encarregado de cuidar da irmã de quatorze anos, sendo sete anos mais nova. Sempre que possível Luan fazia uma festa quando os pais estavam ausentes e esse sábado não seria diferente.

Luan logo tratou de mandar um torpedo avisando todos os seus amigos, principalmente Pedro, Rodrigo, Cris, Marcos e Andy os quais consideravam como seus irmãos.

Luan teria que pensar em uma maneira de fazer com que a caçula não desça durante a festa e o mais importante, que não conte para os seus pais. Ele conhecia a regra: Nada de festas!

Ele subiu até o quarto de sua irmã vendo-a deitada na cama cantarolando baixinho uma musica qualquer, ele caminhou até a mesma sentando-se ao seu lado que assim que sentiu uma parte do colchão ficar mais funda, sentou-se retirando os fones.

Maria: Oi Lu! – sorriu

Luan: Oi mana... Preciso de um favor seu. – olhou em seus olhos

Maria: Pode falar! – concentrou toda a sua atenção no mais velho

Luan: Eu vou fazer uma pequena reunião com meus amigos... E queria que você guardasse isso em segredo. – pediu cauteloso

Maria: Sim, mas eu posso ir? – perguntou animada

Luan: Você não vai poder ir... – o sorriso da garota sumiu – Mas se quiser eu posso deixar meu notebook com você. – tentou anima-la

Maria: Você sabe que o papai não me deixa usar a internet. – disse ainda tristonha

A verdade é que o senhor Martins protege a filha de tudo, sendo a mais nova e única filha menina dele, Maria tem que seguir regras mais rígidas que seu irmão. Nada de internet, celular, chegar em casa tarde, sair com os amigos a noite e uma porção de outras coisas, ela só é liberada a usar um MP4 que Luan insistiu o pai a dar.

Luan: Ele não está aqui e nem precisa saber. - Maria assentiu freneticamente voltando a sorrir

Já tendo convencido a irma mais nova, Luan partiu para o mercado e comprou vários tipos de bebidas e alguns salgados caso Marcos tente assaltar sua cozinha. Voltou para casa e começou a recolher da sala tudo de vidro que pertencia a sua mãe, vasos e porta retratos foram guardados em lugares seguros onde nenhum adolescente bêbado poderia chegar.

Na hora marcada com seus amigos, Luan trancou os quartos e obrigou Maria a dizer que em hipótese alguma desceria até a sala. A companhia tocou e ele foi até a porta abrindo-a, vendo varias pessoas atrás de Andy.

A festa rolava animada e a maioria das pessoas já estavam alteradas por conta da bebida, o som extremamente alto e os vizinhos não ousavam atrapalhar, pois não queriam ser alvo de adolescentes arruaceiros.

Maria que estava jogando alguns jogos na internet, ouvia a musica que tocava no andar de baixo e se perguntava como seria uma festa de pessoas mais velhas que ela, já que as únicas festas que foi eram os aniversários das suas amigas da escola.

A curiosidade rondava a garota que acabara de fechar o notebook, andando em passos lentos foi até a porta, a abriu em uma fresta vendo que o corredor estava vazio e acabou por abrir a porta por inteiro, cautelosa andou até a ponta da escada e viu a sala cheia de pessoas, forçou as vista e viu o irmão encostado em uma parede beijando uma garota. Maria arregalou os olhos e levou a mão até a boca como se nunca imaginasse ver aquilo em sua vida e essa cena a fez perder a noção e ficar ali os olhando sem nem perceber.

Cris já estava fora de si, bebeu tanto que eu até poderia dizer que esqueceu seu próprio nome, em quanto passava os olhos sobre as pessoas viu a menina encolhida para não ser vista na escada. Um sorriso cheio de malicia se abriu no rosto do garoto que agora pensava coisas diabólicas, seu olhar poderia queimar o corpo da garota de tanto que ele a encarava.

Mesmo zonzo Cris caminhou até a escada e quando percebido pela menina, ela correu de volta para seu quarto fechando a porta, ele sorriu pelo ato infantil da garota e continuou subindo. Ao tentar girar a maçaneta, percebeu que a porta estava trancada e deu três toques na mesma.

Cris: Maria? É o Cris, amigo do Luan. – disse alto contra a porta por conta do som

Maria: O que quer? – perguntou desconfiada, nunca havia falado com os amigos do irmão a não ser 'oi'.

Cris: Eu não conto para o seu irmão que eu te vi na escada se você abrir a porta. – chantageou sabendo que ela abriria

Maria mesmo relutante caminhou até a porta girando a chave em seguida, se o Luan soubesse que ela o desobedeceu ele ficaria muito bravo ou até mesmo chateado e ela não queria o ver triste. Assim que abriu a porta se afastou vendo o Cris entrar e a fechar logo depois.

Maria: O que você quer aqui Cris? Papai disse que meninos não podem entrar no quarto de meninas. – disse inocente

Cris: Eu só quero brincar um pouco. – sorriu perverso – Você quer brincar comigo? - Maria negou 

– Não tem problema... Eu brinco sozinho!

Cris andou até a garota que estava sentada na beirada da cama e a fez deitar, Maria com medo do que ele poderia fazer tentou se levantar e foi empurrada bruscamente de volta a cama.

Cris que ainda estava em pé abriu a calça e colocou seu pênis para fora, levou suas mãos as pernas da garota separando-as, levantou sua saia e desceu a calcinha até seus pés. Maria amedrontada com que estava acontecendo deixava lágrimas silenciosas descerem pelo seu rosto, ela não conhecia nada sobre sexo, para ela a palavra "sexo" era um palavrão que em momento algum poderia ser dito em voz alta.

Com a visão da intimidade de Maria, Cris se masturbou até que seu pênis estive pronto para a penetração e assim que isso aconteceu, ele se pós no meio das penas da garota e a penetrou sem nem pensar nas consequências de seus atos, Maria gritou ao sentir a dor dilacerante e seu hímen ser brutalmente rompido. A cada estocada a dor da garota aumentava.

Maria: Não faça isso, para por favor, eu te imploro, para!

Cris: Fique quietinha, eu estou quase lá.

Em um ato de desespero ela gritou alto o nome do irmão e logo lhe foi deferido um tapa no lado esquerdo do rosto.

Cris: Calada... Mesmo que grite o mais alto que puder ninguém vai te ouvi. – segurou seu rosto com as duas mãos e levou os lábios até os dela, que tentou virar o rosto e outro tapa estralou no mesmo lugar que o primeiro – Acho bom você ser uma boa menina.

Com o rosto tomado pelas lágrimas Maria decidiu não mais tentar se esquivar do Cris já que todas as suas tentativas só geraram mais dor.

Mais algum minutos a penetrando e Cris se sentiu satisfeito após preencher a garota com seu gozo, se levantou ajeitando seu pênis dentro da calça e saiu como se nada tivesse acontecido deixando uma garota aos prantos depois de ter todos seus sonhos e inocência destruídos por seu ato sujo e desprezível.

 



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