História Estupro - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Part 2


Cris acordou no outro dia com uma dor de cabeça horrível, levantou-se da cama e caminhou vagarosamente até o banheiro onde se despiu e entrou no box. Ao ligar o chuveiro e entrar de cabeça em baixo da água gelada, fechou os olhos e forçou-se a lembrar o que havia feito noite passada, apenas se lembrava em pequenos fleches de estar bebendo e olhando descaradamente para as pernas das meninas que dançavam com suas saias extremamente curtas.

Como uma pancada no estômago a cena em que violentava a garota passou claramente em sua mente, arregalou os olhos e entrou em desespero. Como ele pode praticar um ato tão sujo contra a irmãzinha de seu melhor amigo? Onde ele estava com a cabeça? O que o Luan faria quando o encontrasse? Provavelmente o mataria.

Cris terminou de tomar seu banho, enrolou-se na toalha e começou a andar pelo quarto de um lado para o outro pensando no que faria, iria até a casa de Luan e imploraria por perdão ou simplesmente fingiria que nada aconteceu e fugiria para algum lugar bem longe dali?

A primeira opção parece assustadora, Luan se quer o ouviria, seria o típico caso do mata primeiro e pergunta depois, já a segunda opção era a mais sensata para se fazer no momento, esperar a poeira abaixar e então voltar e se explicar.

Sem demora Cris começou a arrumar sua mala jogando as roupas nela sem ao menos dobrar, não teria tempo para ficar arrumando as coisas quando ele estava em uma corrida contra o tempo. Vestiu a primeira coisa que viu em sua frente e desceu puxando a mala fazendo sua mãe que estava na sala o olhar confusa.

Anne: Vai viajar querido? Você ao menos me avisou.

Cris: Decidi de última hora, mãe... - forçou um sorriso - Eu preciso de um tempo para mim sabe?! Quero um tempo para pensar, então será que a senhora poderia não contar para ninguém?

Anne: E para onde você vai? - perguntou preocupada - Até parece que esta fugindo. - brincou e o garoto ficou tenso

Cris: Só não conte a ninguém, por favor, mãe. - largou a mala e andou até a mulher sentada no sofá - Eu vou sentir sua falta. - disse deixando lagrimas caírem e Anne levantou-se para abraçar o filho, mal sabia ela que ele não estava chorando por conta da saudade que sentiria e sim por ter que carregar o fardo da culpa sozinho e não poder desabafar com alguém.

Anne: Não fica assim filho... Eu não sei o motivo da sua viagem repentina, mas eu estou ao seu lado para qualquer coisa ok?! - disse ao filho, de alguma forma ela sabia que havia algo errado.

Cris: Eu te amo mamãe, ligarei todos os dias. - beijou o rosto da mulher que também chorava

Anne: Eu também te amo meu amor... Vai com Deus e me ligue quando chegar. - beijou a testa do filho que se afastou pegando a mala e saindo de casa.

[...]

UM ANO E MEIO MAIS TARDE

Luan estava na sala de sua casa com uma criança chorando em seu colo, não sabia mais o que fazer, ela não tinha feito cocô, não estava doente, então ela só pode estar com fome.

Luan: Eu acho que ela esta com fome. - disse esperando que a garota sentada do outro lado da sala fizesse algo, mas nenhuma reação pode ser notada.

Sophia: Deixa que eu cuido dela. - pegou a bebê e foi até a cozinha

Luan ficou no mesmo lugar em que estava antes e a lembrança do passado que tanto queria que não tivesse acontecido vieram a sua mente.

FLASHBACK ON

Depois que todos foram embora sobrando apenas a Sophia e Luan se pagando no sofá, isso já quase amanhecendo, Luan resolveu ir até o quarto da caçula como é de costume fazer a noite.

Ao entrar no quarto da irmã pode ver que ela estava encolhida no canto da cama e ouviu soluços altos vindo da mesma, se aproximando mais reparou que a peça intima da irmã estava descida até os joelhos. Assustado virou a garota para si e pode ver seus olhos inchados pelo choro e uma grande marca vermelha de mão em seu rosto.

Luan: Maria o que houve? - perguntou em prantos e a garota só chorou mais - Quem fez isso com você pelo amor de Deus? - não conseguiu segurar o choro vendo o estado da irmã

Sem obter resposta alguma, Luan então desceu correndo para chamar Sophia, o estado desesperado de Luan impediu que ele conseguisse formular coisa com coisa para explicar a namorada, ele apenas a puxou pela mão e levou-a até o quarto. Sophia levou a mão até a boca em espanto, ela só de olhar já sabia o que aquilo significava.

Sophia: E- eu vou dar um banho nela... - aproximou-se da garota - Você pode leva-la até o banheiro, por favor?

E assim Luan o fez, pegou a caçula delicadamente em seu colo e colocou-a na banheira, saindo logo em seguida e deixando Maria sobre os cuidados de Sophia.

Depois do banho Maria se deitou e chorou até dormir, Sophia tentava consolar Luan que até então não sabia o que tinha acontecido, apenas sabia que independente do que ocorreu o culpado era ele por dar uma festa sem seus pais saberem e com sua irmã em casa.

Depois de dias a única coisa que conseguiu arrancar da caçula foi um nome "Cris", ele procurou-o e tudo que soube foi que Cris havia sumido. Maria acordava a noite gritando e chorando por conta dos pesadelos, Luan contou para os seus pais mais ou menos o que havia acontecido e depois de uma visita ao médico veio a confirmação, Maria tinha sido violentada.

Jefferson colocou toda a culpa do ocorrido em Luan, chegando até a dá-lo uma surra e para não ver o estado vegetativo da filha, ele e Karen se mudaram deixando-a com o Luan e exatos dois meses depois em um exame descobriram que ela havia ficado grávida.

FLASHBACK OFF

 



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