História Et Magia regnum - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Elfos, Fadas, Reino Mágico
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Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá pessoas lindas, bom essa é uma história de minha autoria espero que gostem. Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 01


Um raio corta o céu enquanto uma forte chuva caia, uma pequena fada corria pela flores,  estava fugindo de algo, precisava encontrar ajuda logo, antes que suas forças acabassem. Uma de suas mãos estavam na barriga sobre o ferimento que não parava de sangrar.

Não conseguia ver o caminho a sua frente por causa da tempestade, com isso escorrega por um barranco e desce rolando. Quando para a mesma abre osuas olhos vendo um par de botas masculina. Pragueja baixo, não tinha tempo para dar respostas precisava correr seu reino dependia disso. 

Levanta-se com um pouco de dificuldade, ignora a pessoa se preparando psicologicamente para correr, acaba cambaleando para frente. Com isso sente um braço forte a segurando. 

—Me solte! Não chegue perto! —Ela rosna.

—Irei lhe ajudar —uma voz grave diz ao seu ouvido, no mesmo instante ela sente seu corpo relaxar. 

—Não preciso de ajuda —a garota ainda estava na defensiva tentando se soltar.

—Esta sangrando —ele a observa mais atentamente. A garota era pequena, o cabelo loiro cheio de lama assim como todo o resto, os olhos azuis vivos, e o vestido com uma mancha enorme de sangue na altura do abdômen.

—Esse sangue não é meu —ela retruca, era mentira, mas não ia dizer que estava ferida a um desconhecido. 

—Tudo bem, pode ir— o mesmo a solta.

—Se me der licença... —Ela se vira para continuar seu caminho, mas suas pernas fraquejam, a adrenalina abandona seu corpo, começa a sentir todo o cansaço e o ferimento pesar, acaba caindo de joelhos.

—E agora? Ainda não precisa de ajuda? —O garoto é sarcástico. 

—Não,  eu preciso ir —era teimosa, provavelmente preferia morrer do que dar o braço a torcer. 

A fada sente seu ferimento ficando pior, não consegue se levantar, seria esse o seu fim? Morrer em uma floresta sem conseguir ajudar o seu povo? Não podia deixar isso acontecer, lutaria até suas forças se esgotarem. 

—Não vou te machucar —ele diz se aproximando, a mesma só deixar ser carregada. —Não se preocupe eu conheço alguém que pode ajuda-lá. 

—Onde irá me levar? 

—A uma amiga minha. 

—Juro pelos deuses que se me fizerem algo irão se arrepender. —Ela ameaça. 

Ele ri, mesmo quase desmaiando a garota era arisca e fazia ameaças. 

—De nada. Agora durma, irá lhe ajudar a recuperar energia, confie em mim, ninguém irá lhe fazer mal algum mais.

A pequena garota fecha os olhos,  não tinha mais forças para responder. 

Ele vai direto para o castelo dos elfos por sorte não era muito longe dali. Ao entrar ele segue para o seu quarto desviando dos guardas que faziam ronda. Não queria perder tempo tendo que explicar o que fazia com uma garota ali, ainda mais estando ferida daquele jeito.

Ao entrar no quarto a deposita na cama. Tranca a porta por precaução e vai até o quarto da amiga batendo na porta.

—Thalion o que está fazendo aqui? —Uma elfa com longos cabelos negros e os olhos brancos atende a porta com cara de poucos amigos. Era óbvio que estava dormindo por suas vestes. 

—Desculpe Priyla... Preciso da sua ajuda. 

Ela olha para ele, os cabelos negros estavam molhados assim como suas vestes, estava sujo de lama e sangue e seus olhos verdes mostravam sinceridade e talvez... medo?

—O que você aprontou agora?

—Só venha comigo e lhe explico tudo no meu quarto. —Thalion a puxa. 

Priyla sem escolha segue o amigo, só esperava que ele não tivesse se metido em uma enrascada novamente. Ele vivia arrumando briga com outras criaturas por causa do seu ego. 

As vezes trazia algumas garotas para seu quarto e depois precisava de ajuda para dispensa-las e sempre sobrava para ela fazer o papel de noiva traída. 

Ao chegar no quarto dele o mesmo destranca, isso a deixa preocupada,  ele nunca tinha precisado trancar seu quarto, afinal era o guarda mais forte do rei. 

Priyla entrou no quarto e ficou surpresa, ao ver uma fada deitada na cama do amigo com as vestes cheia de lama, e ao chegar mais perto sentia a energia da mesma indo embora, precisava rápido fazer alguma coisa.

—Eu a vi descer um barranco rolando, parecia fugir de alguma coisa. Ela ignorou o ferimento. Foi quando ficou sem forças para continuar e desmaiou nos meus braços...—Ele fala para a amiga.

—Precisamos tirar ela daqui, mas primeiro tenho que cuidar desses ferimentos e limpar ela. Você pode procurar isso para mim? —Ela diz fazendo uma lista do que precisava. —Tem tudo no meu quarto. 

Ele assente pegando o papel e saindo. Priyla pega a fada e leva até a banheira, precisava da fada limpa para poder avaliar melhor seus ferimentos. Ao tirar a roupa da mesma fica pasma ao ver o corte, com certeza tinha sido feita por uma lâmina de ferro puro.

Depois de a banhar pega uma camisa do amigo no armário, por hora iria servir.

Assim que a termina de vestir, Thalion entra no quarto com as coisas que ela pedira. 

—Thalion preciso que fique de costas.

O mesmo obedece.

Priyla estava estudando para ser sacerdotisa e por isso tinha conhecimento de magias de cura. Ela coloca a mão sobre o ferimento da fada recitando umas palavras, enquanto segurava um cristal na outras utilizando a magia do mesmo. 

As fadas tiravam suas energias da natureza e dos cristais, por isso Priyla utilizava ele na cura.

Após alguns minutos ela para, e vai para perto do amigo.

—Ela vai ficar bem, e assim que isso acontecer você irá até o rei e contar o que aconteceu. 

—Obrigado Priyla, amanhã de manhã eu irei contar ao rei.

—Eu deixei algumas poções para a fada recuperar energia, e vou ver se arrumo algo para ela vestir.

—Eu não ligo dela usar minhas camisas —ele da um sorriso cafajeste. 

—Vê se toma jeito —a morena da um tapa na cabeça do amigo saindo do quarto o deixando sozinho com a fada.


Notas Finais


E aí o que acharam? Querem que eu continue?


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