História Eta Carinae - Capítulo 2


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Personagens Originais
Tags Baekyeol, Chanbaek, Menção Fluffy
Visualizações 39
Palavras 3.064
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 2 - Sob as estrelas


Porque quando é amor verdadeiro,

nem a maior distância ou o tempo destrói


Capítulo Dois


Verão sempre foi a estação preferida de Baekhyun. No intervalo de aulas no ensino médio ele adorava ficar na sombra de uma árvore e observar todo o colégio, desde os garotos do time de futebol na quadra aos nerds conversando sobre algo que ele não entendia, mas o que mais chamava a sua atenção naquele lugar cheio de jovens era o garoto alto da sua sala, de cabelos bem pretos, as orelhas salientes e de sorriso grande. Ele sempre estava sentado a uma mesa disposta no pátio, como tantas outras, e ficava ali lendo livros, desenhando em grandes folhas e resolvendo cálculos.

Park Chanyeol era o nome dele.

Depois de muitas tentativas de conversas sutis, Baekhyun descobriu que ele era apaixonado por Astronomia, que desejava ser um pesquisador e descobrir diversos novos astros pelo Universo ou apenas viajar por ele, como um astronauta. O modo como falava sobre estrelas e planetas era lindo, e como ele explicava como ocorria um eclipse fascinava Baekhyun.

- Essa noite eu vou acampar para observar as estrelas já que o tempo está ótimo – disse Chanyeol, enquanto os dois voltavam para a sala de aula. – Se você quiser ir, me liga ou manda mensagem antes das oito da noite. – Entregou um pedaço de papel para Baekhyun e foi se sentar. Por nunca terem convivido ou conversado antes, eram completos estranhos e se sentavam longe, e pela primeira vez Baekhyun sentia que podia confiar naquele rapaz alto.

Ele sorriu ao ver os números tortos e o nome meio rabiscado no papel. Certamente aquela noite prometia. E quando ela chegou, Baekhyun ficou maravilhado com o lugar que eles estavam, era um morro campestre, com poucas árvores e que ventava muito, e mesmo com o casaco grosso ele ainda sentia um pouco de frio.

- Gosto de vir aqui sempre, principalmente quando o tempo está bom, fica tudo limpinho assim – comentou Chanyeol olhando para o céu.

- Eu nunca tinha visto algo assim, é lindo. – Sorriu bobo.

O céu naquela noite estava livre de nuvens e repleto de estrelas, tão brilhante e lindo que Baekhyun se permitiu tirar algumas fotos e tentar algumas selfies que não deram muito certo.

O Park tirava do jipe de seu pai um telescópio azul com detalhes dourados, tão bonito quando o dono.

- Juntei dinheiro por muito tempo até ter condição de comprar essa belezinha aqui – disse sorrindo orgulhoso. O montou e observou por um tempo as estrelas através daquele objeto que tanto gostava. – Pode ver também e admirar a beleza do universo.

Baekhyun sorriu tímido pela primeira vez em muito tempo.

- Tão lindas, como será que se formam? – indagou enquanto observava as estrelas.

Naquele momento Chanyeol ficou paralisado enquanto encarava Baekhyun, e sem o outro perceber ele tirou uma foto sua. As estrelas ao fundo davam um brilho especial à beleza de Baekhyun.

- As estrelas são compostas de hélio e hidrogênio, e quando estão juntos formam este lindo espetáculo que vemos. – Baekhyun concordou, entendo um mínimo da explicação. – Mas o maior de todos os espetáculos está dentro dos seus olhos.

O olhar dos dois se encontraram e o Byun ficou sem palavras diante daquela declaração. Ele e o Park nem se conheciam direito e ele já dizia coisas bonitas assim, o deixando constrangido e com o coração quentinho.

- Obrigado – respondeu, comprimindo os lábios. Ele queria dizer algo mais, porém do nada havia travado.

- Desculpa falar isso, não consegui segurar.

- Tudo bem. – Riu nervoso.

Chanyeol correu até o jipe e tirou um pano grande e uma sacola com comidas leves da carroceria. – Vamos deitar um pouco, e caso tenhamos fome, temos isso. – Disse dando a sacola para Baekhyun e estendendo o pano no chão, logo arrastando o telescópio para perto.

- Foi muito gentil de sua parte ter me convidado para vir aqui. – Baekhyun sentou-se sobre o pano, ao lado de Chanyeol.

- Sabe, eu sempre notei você me encarando enquanto eu fazia meus cálculos, mas eu estava tão mergulhado em meu mundo que não fui até você.

- Mas eu não tinha um mundo e consegui conversar contigo.

- Então quer dizer que agora você tem um?

- Talvez... – riu.

Park cruzou os braços abaixo da cabeça e deitou, sendo seguido por Baekhyun.

- Faz muito tempo que você vem aqui? – O mais baixo perguntou.

- Desde que as brigas entre meus pais começaram a ficar desgastantes. Eu precisava respirar sem toda aquela energia negativa em casa, então saí andando por aí e achei essa preciosidade em forma de paisagem – respondeu melancólico.

- Eu nunca conheci minha mãe, meu pai sempre foi de boas comigo, então não entendo você – Baekhyun sorriu singelo –, mas eu lhe desejo forças, sei que é algo difícil de aguentar.

E aquela foi a primeira noite que passaram juntos, contemplando as estrelas e querendo estarem abraçados.


~88~



- Chanyeol... – lágrimas começaram a escorrer. Seu Yeollie estava ali, a um braço de distância, mas parecia tão longe. Os cabelos estavam compridos e bagunçados, a roupa com alguns furos bem visíveis e toda aquela altura que ele sempre amou em conjunto com as orelhas proeminentes, tão lindo.

- Quem é você?

E foi aí que seu mundo desabou.

- Sou o Baekhyun, não se lembra, realmente, de mim? – perguntou, o medo estampado em sua face. Como assim seu grande amor não se lembrava de si? Que tipo de brincadeira era aquela?

- Para falar a verdade eu me lembro vagamente de poucas pessoas, mas você eu não faço a mínima ideia de quem seja. – Chanyeol caminhou para longe de Baekhyun, o vendo gélido da brisa do mar bagunçando os cabelos castanhos descuidados, ele ia em direção à uma cabana de palha entre duas enormes pedras, Baekhyun nem havia percebido ela ali e apenas o seguiu.

A pequena cabana era bem simples e aconchegante, algumas almofadas estavam espalhadas sobre um pano azul, um rádio à pilha e algumas marmitas estavam em um canto e uma sacola amarela em outro, Baekhyun cogitou a ideia de Chanyeol morar ali.

- Você... – o Byun não sabia bem o que dizer, não queria parecer invasivo já que o outro afirmava que não o conhecia.

- Admito que você é bem bonito, vestido nesse terno, seu cabelo tão pretinho e um topete, tem cara de rico – riu fraco e deitou no pano –, mas não sei o que quer aqui e nem sei o motivo de gritar que me ama e sente minha falta. Você não é do tipo que corre atrás dos outros.

- Tem razão, eu não corro atrás. – Olhou o local, desconfortável por ficar em pé, Chanyeol observou-o e notou o desconforto.

- Pode sentar, eu passo minhas noites aqui, então espero que se sinta bem como eu.

- O que você faz? Trabalha? – perguntou esbaforido, precisava saber sobre a vida dele.

- Vez ou outra faço uns bicos por aí, lavo uns pratos em restaurantes em troca de comida. Vou vivendo.

Baekhyun aquiesceu, observando a água do mar chegar até a areia e voltar, assim como suas lembranças do passado.

- Me diz – o mais alto comentou, sentando-se e olhando Baekhyun nos olhos –, o que eu sou seu? Ninguém nunca veio aqui e do nada você aparece gritando e chorando daquele jeito.

- Você... – No fundo ele não conseguia dizer nada sobre si, falar na lata e assustar Chanyeol estava fora de cogitação. – Você já amou alguém?

- Sinto que sim, mas não lembro quem.

O coração do empresário se aqueceu, nem tudo estava perdido.

- Você ainda ama essa pessoa?

- Sempre sonho com ela, mas não consigo ver seu rosto, eu realmente não sei o que sentir.

- O que aconteceu para você estar morando aqui?

- Você está fugindo da minha pergunta – Chanyeol disse sério.

- Desculpe, mas é difícil dizer isso.

- Então é melhor ir embora. – Levantou e foi para fora, pegando palhas que usava como porta da cabana, olhando o outro em um pedido mudo que queria ficar sozinho. – Eu estou cansado e você ficar enrolando sobre o que quer, quem é e ficar perguntando sobre minha vida não está me fazendo pensar que por debaixo dessa beleza toda existe um homem íntegro e que não vai me fazer mal. Desculpe, mas eu não conheço você e já falei demais da minha vida.

- Você está certo, eu sou um desconhecido e você ainda não confia em mim. – Baekhyun levantou e foi para fora da cabana. – Desculpe novamente por isso, eu... só quero que saiba que não quero lhe fazer mal algum.

- Apenas aprendi a não confiar tanto assim nos outros.

- Eu sou presidente da Nature, empresa de cosméticos, se você... – Suspirou, deveria ir embora. – Até mais, Chanyeol.

Saiu e o outro não falou nada. Não iria obrigar alguém a falar, por mais que fosse muito suspeito tudo aquilo.

Tentou não pensar muito, logo fechando a cabana e pegando uma sacola com roupas doadas, escolhendo a roupa de sempre para dormir: um blusão verde musgo e uma calça grossa de moletom preta por causa do frio.

Enquanto já na Avenida, Baekhyun chorava e soluçava, o motorista apenas o olhava com pena, e com um mínimo de curiosidade, querendo saber o que tanto havia por detrás daquelas pedras para serem capazes de fazer seu chefe chorar.

Seguiram para o apartamento do empresário, este logo ficando sozinho naquele lugar grande e chorando mais ainda. Era um burro, queria ter falado toda a verdade logo e levado Chanyeol para morar ali, dar-lhe um banho e roupas quentes para dormir, depois aconchegar-se em seus braços e dizer o quanto o amava e sentia sua falta mais uma vez. Mas querer não é poder e se martirizava por ter perdido aquela chance. Não sabia o porquê de ter travado, tudo entalado na garganta e pronto para ajudar o amor que nunca esqueceu.

Chorou até dormir, pouco se importando com a camisa social o sufocando ou os sapatos em seus pés, queria apenas afogar-se em lágrimas e lembrar-se do homem que mais amava na vida.

E quando acordou tarde naquela manhã fria de inverno, com resquícios de suor pelo travesseiro e camisa, soube mais do que nunca que não deveria deixar Chanyeol escapar por entre seus dedos. Ele estava vivo, passou tanto tempo o procurando, deveria tirá-lo daquele lugar – belo – e o levar para sua casa, dar um emprego para ele em sua empresa e amá-lo todas as noites.

Levantou da cama, aos tropeços foi para o banheiro tomar um banho e escovar os dentes, por mais que não tivesse que trabalhar por uns três dias por ter dado folga para todos, arrumou-se e procurou o mesmo perfume que Chanyeol havia lhe dado, perfume esse que mesmo depois de tantos anos ele continuava a comprar, amava o cheiro e sempre sorria ao lembrar que era tudo culpa do namorado ser um amante daquele perfume.

Não estava com fome e queria acabar com aquilo logo; pegou seu carro e dirigiu à caminho da praia, do refúgio de Chanyeol. Do lugar que um dia foi o ninho de amor dos dois.

Suspirou aliviado ao encontrá-lo na cabana aberta, sentado e observando o mar, logo pondo os olhos em si e ficando confuso. Baekhyun se aproximou apressado e sentou na almofada ao lado dele.

- Bom dia – cumprimentou-o.

- Bom dia – Chanyeol respondeu acuado. – O que faz aqui?

- Precisamos conversar.

- Ah, claro que precisamos – disse sarcástico –, você ainda não respondeu minha pergunta.

- Você não esqueceu mesmo, né?

- Eu fiz isso ontem, mas ao olhar o mar eu sem querer fiquei me perguntando várias outras coisas sobre você.

- Tipo qual?

- Primeiro responda a que fiz ontem, o que eu sou seu?

Baekhyun revirou os olhos, mesmo com a perda de memória Chanyeol não deixou de ser teimoso e querer ter a resposta de tudo.

- Pode parecer meio estranho... na verdade vai ser estranho para você. – Eles se encararam, a brisa daquela manhã bagunçando ambos os cabelos e trazendo uma pequena paz aos corações. – Você é meu namorado que ficou seis anos desaparecido. E mais que isso... você é o homem que eu mais amo.

Chanyeol o encarou atônito. Era muita informação em pouco tempo e que fazia sentido. Ele sabia que havia namorado alguém e já fazia seis anos que morava na rua, vagando de hotel em hotel, rua em rua e no fim parando naquele lugar que lembrou existir. Um homem baixinho habitava em seus sonhos quase todos os dias, os dois trocavam juras de amor e depois ele acordava. Por muito tempo estava sendo assim e naquela noite que Baekhyun apareceu, seus sonhos com o homem baixinho se tornaram nítidos e por um momento cogitou a ideia de ser Baekhyun a pessoa que amava. Mas ao vê-lo ali, ao seu lado, não conseguia sentir nada, uma estranheza em relação ao outro habitava em si.

- Olha, isso é bem estranho. – Sorriu e negou com a cabeça. – Na verdade é algo que faz tanto sentido que fico assustado.

- Para você eu ainda sou um desconhecido, mas eu te procurei por tanto tempo, em todos os dias de Natal e Ano Novo eu venho aqui, com a esperança de te encontrar e te levar para casa e não te deixar ir embora da minha vida nunca mais.

- Seis anos é muito tempo, e talvez o destino quisesse que a gente não se encontrasse, já que durante todo esse tempo eu sempre arrumava um bico em restaurantes e ficava o tempo todo lá. – Chanyeol via nos olhos de Baekhyun a verdade estampada, ele sentia que podia confiar, mas era muito cedo para isso.

- Eu vinha aqui outras vezes também, te procurei em outros lugares e até mesmo contratei pessoas para te achar, mas nunca dava certo. – Uma lágrima escorreu, todo o sofrimento e angústia que passou ainda vivos na memória. – Onde você esteve esse tempo todo?

- Migrando de um lugar para o outro, era assim que eu ficava, talvez fosse esse o motivo de ninguém me achar. Faz pouco tempo que passei a viver aqui, e quando saí do hospital eu só sabia meu nome e idade por causa do laudo médico.

- Eu soube que você sofreu um acidente dois meses depois do ocorrido, então quando fui ao hospital você já tinha recebido alta.

- Os médicos não souberam me informar quem me levou e o que de fato ocorreu para eu estar ali, todo quebrado e sem memória, me disseram apenas que foi um acidente de carro, porque um homem tinha me levado pra lá e dito isso.

Baekhyun então se lembrou do que o pai de Chanyeol havia dito, a briga de anos atrás como um trauma em sua vida.

- Foi seu pai que o levou pra lá – disse olhando para as mãos, tremendo ao lembrar. – Ele queria que você tivesse morrido, mas teve algum sentimento e te levou para o hospital. Eu procurei você na sua casa e ele me falou coisas horríveis sobre nós dois, coisas que eu prefiro esquecer.

- Eu lembro vagamente de brigas, gritos e vidros quebrados em uma casa, minha cabeça sempre dói quando me vem isso. – Ele passou os dedos sobre os olhos, a barriga roncando logo em seguida. Riu envergonhado. – Preciso sair para procurar algo, tenho alguns trocados guardados.

Baekhyun o olhou levantar e andar até pela cabana à procura de algo, os cabelos desgrenhados na altura do ombro o deixavam tão belo aos seus olhos, e aquela roupa em seu corpo só o deixava com mais vontade de abraça-lo, querendo a todo custo sentir seu cheiro e fazer um cafuné.

- Eu ainda não comi nada, podemos tomar café da manhã em algum lugar por aí ou na minha casa – disse, saindo de seus pensamentos sonhadores.

- Não quero ficar devendo favores para você – respondeu, com resquícios de mau humor, o Byun sabendo que era culpa da fome. – Por mais que eu esteja entendendo tudo o que me diz e confiando um pouco em você, eu ainda estou com um pé atrás.

- Isso não se trata de um favor, e sim de uma gentileza. Não ficará me devendo nada.

- E quem me garante que quando eu sair daqui você não vai me sequestrar? – disse com uma sobrancelha arqueada.

- Se eu tivesse que fazer algo de mal, eu já tinha feito nesse lugar secreto seu, só que a única coisa que quero fazer no momento é te beijar e dizer que te amo.

Chanyeol ficou estático e Baekhyun assustado, nenhum dos dois esperava aquilo. As palavras saíram tão rápidas e verdadeiras que a confusão foi mútua, os corações sem querer se aceleraram e quiseram ficar unidos.

- Eu deveria manter você longe de mim, mas por algum motivo eu não consigo te afastar e sua beleza é algo que eu não consigo suportar – comentou Chanyeol, sendo sincero com tudo.

- Por que você não me dá uma chance de te mostrar que realmente te amo e só quero seu bem? – Baekhyun pediu suplicante.

- Você disse que eu sou seu namorado, você nunca me esqueceu por que realmente me ama, nisso eu não tenho dúvidas já que tudo se encaixa e não teria como eu duvidar visto que eu te achei aqui e ainda gritando para mim. – O mais alto o encarou sério, tentando esconder o sorriso que queria surgir em seus lábios. – Se eu te der uma chance, o que vai acontecer? Eu já notei que me ama, mas meus sentimentos sobre você são nulos. A confiança é mínima e eu ficaria totalmente na defensiva.

Baekhyun sorriu aberto, cheio de esperanças e rindo bobo de como o outro nunca mudou, conhecia-o muito bem para saber o que havia por trás de suas palavras.

- Eu te conheço há tempo suficiente para saber que você não vai ficar tão na defensiva assim, certo que você pode ter mudado já que passamos tanto tempo longe um do outro. Se você me der uma chance eu vou te levar para morar comigo. – Lágrimas começaram a cair e Chanyeol se desesperou, nunca deixando de ser um coração mole. – Eu vou cuidar de você, te dar carinho e muito amor. Quero fazer comidas deliciosas para você e dar um cargo na minha empresa porque sei o quanto é inteligente e esforçado.

- Mas e se eu me apaixonar por outra pessoa?

- Você não vai, por que a gente se ama desde o nosso primeiro encontro sob as estrelas, por que quando eu vi uma estrela cadente naquela noite anos atrás, eu pedi para ela que você me amasse o tanto quanto eu te amo. E mesmo que passe muito tempo, eu sempre vou te amar Chanyeol, e vou fazer você se apaixonar por mim quantas vezes for necessário, porque no fundo do seu coração tem uma chama pequena pronta para aumentar e nos incendiar.


Notas Finais


agora que tô trabalhando e minhas aulas na facul voltaram, eu só vou ter tempo de escrever no sábado, então até próxima terça ❤


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