História Eternal Flame - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Saga Crepúsculo
Tags Jacob Black
Visualizações 50
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Tyler Lockwood


A primeira aula passou tão rápido que eu mal percebi. Levar advertência do professor por que estávamos conversando, no primeiro dia de aula, não era nada legal e provavelmente eu ouviria minha mãe reclamar. Por outro lado, eu e Jacob conseguimos conhecer melhor um ao outro. Como a vida não é um mar de rosas, para o meu azar a segunda aula não era com ele, nem com Renesmee ou Nahuel.

Consegui chegar a tempo de pegar a ultima mesa vaga, sem ninguém nela. Não era meu plano ser anti-social ou coisa do tipo, só não queria atrair a atenção, mais do que já estava. Afinal, eu era a garota que andava com dois garotos morenos e bombados que nem pareciam serem reais, e também com um casal estranhamente bonitos demais, daquele tipo que acabou de sair de um livro.

– Oi! – uma garota loira sentou ao meu lado.

– Oi. – respondi sorrindo.

– Qual seu nome? – perguntou. – Me chamo Caroline, mas pode chamar de Car.

– Katherine, ou Kath. – ela sorriu.

– Olha, na verdade, eu já tenho dupla, então não vou tomar muito do seu tempo, só pensei que seria legal conhecer você. – ela tagarelava sem parar, parecia até uma certa hibrida que eu conheço. – Sou capitã das lideres de torcidas e vi seu nome escrito lá.

– Ah, hum. Eu já fazia parte do time na antiga escola, pensei que fosse ser uma boa.

– Claro!!! Estávamos mesmo precisando, o time anda decaindo mais a cada jogo – ela suspirou – Mas, pelo visto, vamos nos dar bem. E, acredito que você se encaixe perfeitamente no que precisamos.

Ela não era a típica patricinha que geralmente encontrávamos nas lideres de torcida. Caroline era loira, com os cabelos um pouco a baixo do ombro, ondulados, olhos esbugalhados e pele bem branquinha realçando o sorriso que ela não fazia nenhuma menção em esconder. Simpática do tipo que tenta ajudar a todo mundo o tempo todo, suponho.

– Obrigado. – respondi sorridente.

– Já roubou meu melhor amigo, vai querer roubar meu lugar também? – perguntou o garoto parado na nossa frente com um sorriso no rosto.

– Não enche Tyler! – Caroline respondeu, rindo. – Deixa eu te apresentar, essa é a Kath. – levantou da cadeira ficando em pé ao lado dele. – Kath, esse é o Tyler.

Ele sorriu e eu retribui. Tyler era alto, moreno e mal aparentava estar no segundo ano do colegial.

– Agora caí fora, barbie. – a loira deu a língua e saiu desfilando. – Ah, avisa pro Matt que a festa ainda tá de pé.

– Até parece que ele vai! – gritou de volta e ele riu em quanto sentava ao meu lado.

– Kath de Katherina? – neguei.

– Kath de Katherine. – ele assentiu. – Você disse que esse lugar era seu, tem mas alguém aqui? – perguntei referindo a minha cadeira.

– Não, na verdade. Era o lugar do Matt, mas a barbie roubou. – eu ri. – Vai rolar uma festa lá em casa, é só pra veteranos, mas você ... é uma exceção. – foi a vez dele de rir. – Tá afim?

– Hoje? – perguntei fazendo careta.

– Uhum. Qual é, não vai negar né?

– Ok, vou tentar ir, mas não prometo nada! – falei.

– Tudo bem, já é um começo. – rimos.

Tyler era um cara legal, mas tinha algo nele que me intrigava muito, não sei de certo distinguir o que era, certamente perguntaria a minha prima-leitora-de-mentes depois. O filho mais novo do prefeito Lockwood, o atual da cidade. Era estranho, mas eu me sentia bem perto dele. Mas uma aula perdida por conversas atoa, e não me arrependo nada disso.

Assim que bateu o sinal pegamos nossas coisas e fomos em direção a porta, o Seth estava na sala ao lado então ficou parado apenas me olhando, ou, encarando o Tyler de uma maneira nada legal, não entendi, mas o mesmo pareceu perceber e retribuiu o gesto.

– Te vejo depois? – perguntou sem tirar os olhos do lobo. Assenti. – Ótimo. – me deu um beijo no rosto e saiu. Não me incomodei, afinal, conversamos tanto que poderíamos facilmente virar melhores amigos.

Quem pareceu se incomodar foi o Seth, que permaneceu parado encarando o Tyler até que Jacob chegasse perto dele o cumprimentando. Eles conversaram impacientes sobre algumas coisas que eu não consegui ouvir e depois olharam na minha direção sorrindo. Tá legal, isso foi meio estranho.

– Aconteceu alguma coisa? – perguntei chegando perto deles que negaram. – Vocês estão bem estranhos, sabiam disso né?

– Considerando que somos lobos, não tem nada de errado aqui. – Jacob respondeu sem tirar o sorriso do rosto.

– Tá bom. Então, com fome?

– SEMPRE! – Seth respondeu rindo.

***

Nada demais aconteceu depois disso, a não ser que eu conheci o tal Matt, Jeremy e Bonnie. Todos tocaram no assunto da festa comigo e eu não sabia dizer se ia ou não, fala sério, mal os conheço. Mas também, o que poderia acontecer? Eu havia me tornado próxima deles o suficiente pra não ser aquele tipo de garota que fica parada no canto da festa sem dizer, ou fazer nada.

Assim que cheguei em casa conversei com a minha mãe sobre tudo o que havia acontecido hoje, eu estava dentro das lideres de torcida, teria feito novos amigos, e a festa. Ela estranhamente me deu a maior força pra ir, dizendo que seria bom. Insisti pela milésima vez que era uma festa para veteranos, e eu não era uma.

Mas, que mal tem? Ele te convidou, ué!

Quando Roselie Halle resolve ser insistente não à quem aguente! Resolvi topar depois de inúmeras ligações da Caroline tentando me fazer mudar de ideia, e por fim, ela quase me deixou surda quando ouviu a resposta final. Depois, vieram as mensagens de Tyler certificando-se de que eu realmente estaria lá essa noite. E por ultimo, a hora do milagre com Roselie e Alice.

– Isso tudo não é um pouco exagerado demais? – perguntei me olhando no espelho, elas teriam feito um ótimo trabalho.

– De jeito nenhum. Você tá linda e vai arrasar, Jacob vai babar! – lancei um olhar mortal e duvidoso pra Alice, ela disse Jacob?

– Ela quis dizer Tyler, não é Alice? – minha mãe tentou concertar o erro com um sorriso no rosto.

– Não. Vocês pirara, enlouqueceram de vez. Caso de internação! – eu disse arregalando os olhos.

– Ah filha, tenta!

– Mãe, Jacob é meu amigo! – falei pausadamente, ela bufou.

– Tô falando do Tyler. – completou.

– Prefiro o Jacob. – a fada disse.

– Você nem conhece o menino! – minha mãe rebateu se referindo ao Tyler.

– E nem você!!! – rebati. Meu celular apitou em cima da cama, mensagem da Caroline.

Acabei de chegar, E CADÊ VOCÊ?????

Eu ri e respondi:

Saindo de casa, te vejo em breve.

– Eu vou indo, e vocês duas, parem! Jacob e Tyler são meus amigos! – dei um beijo nas duas e desci as escadas. – Pai, me leva? – ele me olhou de cima abaixo.

– Onde você vai assim?

– Pra casa dos Lockwood! – respondi.

– AHÁ! Dia de semana mocinha, pode subir e tirar esse pedaço de pano!

– Se você não levar, eu a levo, Emmett! – minha mãe apareceu na ponta da escada e os olhos do meu pai quase saíram pra fora.

– ROSE ... – ele ia começar a argumentar mas minha mãe pegou as chaves e indicou que eu a seguisse com a cabeça.

****

Havia muita gente estranha na festa, muita mesmo, grande parte eu não conhecia. Me senti uma completa intrusa assim que cheguei. Fiquei tentando achar alguém que eu acabara de conhecer nessa manhã mais nenhum sinal de vida.

Foi impossível não abrir um sorriso quando Tyler e Matt vieram na minha direção, também sorrindo.

– Que isso, hein? – Matt disse, me dando um meio abraço, rindo. – Que a Caroline não me escute, mas você tá linda!

– Vocês também! Nem parecem os mesmos caras que saíram mortos do treino! – respondi rindo.

– Er ... – Matt olhou pro Tyler e depois pra mim. – Vou avisar a Car que você chegou! – e saiu sem falar mais nada.

– Vem, preciso falar com você! – Tyler disse me puxando escada à cima, entrando em uma sala que eu pressupus ser a de seu pai.

– Aconteceu alguma coisa? – ele parecia tenso.

– Só quero fazer uma pergunta. – breve pausa. – Sabe Kath, eu não me importo muito com isso ou coisa do tipo, me aproximei de você por acaso, mas ... eu preciso saber.

– Do que você tá falando, Ty? – perguntei.

– Você anda com lobisomens e vampiros, mas, não consigo ver nenhum indicio de que você não seja humana. E sei que sabe desses segredos. Só me diz o porque!

Meu corpo gelou por inteiro. O que eu faria?!



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