História Eternal Trail - Capítulo 17


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, One Direction, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Harry Styles, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Larry, Suspense, Terror, Zouis
Visualizações 127
Palavras 8.836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leiam as notas finais ✝
Vão entender por eu estar postando hoje ✝

Boa Leitura Eternals, segurem as pregas do cu✝

Larry is Real 💙💚

Capítulo 17 - Infernum


Fanfic / Fanfiction Eternal Trail - Capítulo 17 - Infernum

Louis✝

Fui tomar banho para poder ir ao tal encontro, no pátio, não sei o que a Selena está planejando, mas pressentia que boa, com toda certeza. Coloquei as mãos apoiadas na parede e fechei meus olhos por alguns segundos, deixando a água levar toda a tensão do meu corpo. Tanto a que me deixou excitado quanto a que me deixou com medo.

Meus lábios tremiam com a passagem de vento dentro do banheiro, as imagens voltam, Harry me beijando tão intensamente, de modo que me enlouquecia. O amor dele me enlouquece, sinto ainda seu toque na minha pele, o amor dele é como uma droga para mim, em constância, não quero deixar, quero me viciar e por assim ficar. Suas mãos eram pesadas e grandes, mas quando passavam pelo meu corpo eram suaves.

Queria que ele não parasse com aquilo, que Harry continuasse a me enlouquecer com seus toques, suas mãos e seus beijos, cujo me vício a cada dia que passa.

Quando estou com ele, é como se perder no espaço de tempo, você flutua, não você mais nada, somente o que quer ver, somente o que pode ver. Harry faz com que esses problemas, sumam, apenas por alguns instantes. Instantes importantes para mim.

O chupão que ele havia me dado no pescoço e lábios, podia sentir a pressão deles ainda na minha boca. Pensar no que aconteceu, me deixou duro, de modo que não esperava ficar, eu olhei para o meu membro ereto, precisava me aliviar, porque os pensamentos insanos, estão sendo meu verdadeiro inferno no momento.

Voltei a fechar os olhos, deslizando a mão pelo meu abdômen, roçando os dedos na minha V-line, até está segurando meu membro. Mordi os lábios pois ele estava latejando, compulsivamente, fazendo até mesmo as minhas veias contraírem.

Tudo que pensei naquele instante, foi no Harry possivelmente entrando nesse banheiro, fechando o box atrás de mim e abraçando-me por trás. Distribuindo beijos pelos meus ombros, mordendo o meu pescoço. Ombros. Orelha. Em seguida me girando e batendo minhas costas brutalmente na parede de cerâmica branca. Segurando-me pela cintura, deslizando suas mãos pela lateral do meu corpo e arrancando todo meu ar e minhas estribeiras com aquele ato sensual.

Movimentei minhas mãos para cima e para baixo, sincronizando-os a medida que estava sendo saciado mentalmente.

— Oh Harry! – Murmurei, ainda com as minhas imaginações insanas.

Estava me contraindo em pé, sem abrir os olhos, não posso perder esse meu encanto, não posso perder esse visão, que estou me proporcionando. Não posso parar de me masturbar, até que esteja gozando debaixo dessa água que bate nas minhas costas.

Pensei no modo como ele aperta a minha bunda e sussurra palavras safadas, com aquela voz rouca e linda. Como seria ter ele penetrando dentro de mim, enquanto a água se envolvia no meio de todo aquele sexo.

Eu sinto que parece tão errado fazer isso, mas por que me sinto tão bem?

Acho que faria isso, várias e várias vezes. Porque eu realmente me sinto bem. Estou flutuando nesse prazer e é tão bom.

Estão queimando pelas pernas e o resto do corpo. Aumento a velocidade com a mão, gemendo em repetidas séries, é seu nome que sai da minha boca, como um gemido abafado, necessitado e carente do seu toque.

— Oh!

Comecei a sentir minhas pernas tremerem, estavam bambas e só não cai, porque apoiei a minha mão no box de vidro. Mordi os lábios, erguendo a cabeça para cima, como se Harry estivesse puxando meu cabelo e me satisfazendo, como horas atrás.

Poderia dizer seu nome em três dos melhores lugares do mundo, gemendo.

Oh Caramba, meus dedos batiam na minha glande, puxando toda a pressão do tesão que estava sentindo. Fui ficando sem ar, a medida que meu clímax se aproximava, podia estar molhado mas sabia que suava, genuinamente.

— Harry!

Gritei seu nome, após liberar todo meu gozo, sorri contente por masturbar e por ser pensando em Harry. Estava ofegante mas e não conseguia respirar pelo nariz, somente pela boca, aquilo foi tão bom.

Será que Harry sabe a proporção de sentimentos que me faz sentir?

 

-x- -x-

Terminei de vestir, olhando para o meu reflexo no espelho: camisa branca de gola V, mangas curtas, calça preta colada, meus adoráveis tênis Adidas, cujo ganhei dos meus pais, quando passei um ano implorando por um presente como aquele, já que sempre ganhando apenas cartas de ambos — não estou sendo muito ruim, ou hipócrita até mesmo ingrato, mas era a única coisa que pedi a eles, quase implorando —, minhas tatuagens velhas e novas estavam esboças para qualquer um ver. Arrumei meu colar no pescoço e ainda continha morfina, da vovó.

Desde que saí da sua casa, fiquei preocupado e pensativo. Sinto que algumas coisas irão acontecer, a partir de agora. Espero estar preparado para o que estar por vir.

Como intuição, caminhei até a porta e a abri, dando de cara com Harry parado com os punhos fechados, prontos para baterem na minha porta. Como sempre, ele estava lindo: blusa preta, bandana amarrada no pescoço, calça preta bem apertada, sua nota masculina, nos pulsos uma das suas pulseiras de couro. Seu cabelo estava jogado para trás de um modo sensual, embora fosse noite, ele estava com óculos de sol na cabeça. E o modo como sua camisa estava, definia os músculos dos seus bíceps, deixando-me babar um pouco mais fora do normal.

E tudo ferra, quando ele abre aquele sorriso maroto, esboçando suas mais belas covinhas e quando seus olhos se espremeram. Harry sabe ser bonito, mesmo não querendo ser.

— Oi amor, está preparado? – Ele deslizou sua mão até encontrar a minha palma.

Em pensar que acabei de me masturbar pensando saliência com o meu namorado gostoso. Minhas bochechas começaram a esquentar, a medida que olhava em seus olhos e as cenas passavam como filme na minha cabeça. Talvez se Liam não tivesse atrapalhado, eu não precisasse me sentir envergonhado como agora.

“Valeu mesmo, Payno”

— Tudo bem, Lou? – Harry perguntou.

Balancei a cabeça afirmando vagamente.

— Vamos enfrentar o nosso carma. – Interlacei nossos dedos, fechando a porta atrás de mim.

Ele deu uma risadinha, concordando.

 

-x- -x-

Nunca imaginei ver a morada como estava vendo agora, com toda a certeza, aquilo não é mesmo algo bom...

Os guardas esquisitos, estavam espalhados nas saídas que tinham no refeitório, tudo que sinto perto deles são calafrios e uma escuridão profunda. De repente, quando encaro um, a marca no meu braço, em carne viva começou a vibrar. É como se você tentasse alguma coisa, eles vão estar ali, eles vão sugar sua alma até não sobrar mais nada dela.

Todos os alunos estavam em grupos conversando, com as feições confusas querendo entender o que acontecia.

E incrivelmente eles não estão nessa sozinhos...

Harry, com nossas mãos interlaçadas me guiou pela multidão, até que estivéssemos perto o suficiente do nosso grupo de amigos, que por incrível que pareça não incluía Zayn no meio, pois ele não estava em lugar nenhum.

— Então, terminaram a suruba à dois? – Niall zombou com o canudo entre lábios, me olhando com malícia.

“Mereço isso mesmo”

Atrás estava Liam e Luke, rindo de toda essa situação. Como se realmente fosse engraçada.

— Isso não é da sua conta, não acha? – Indaguei.

— Sempre delicado, Tomlinson, admiro isso em você! – Niall gargalhou, ele realmente não se abalava com nada, em seguida me estendeu o copo com canudo e sangue, só de encará-lo, salivei.

Só que diferente das outras vezes, eu estava faminto, como se aquilo fosse uma veia que eu estaria prestes a dilacerar. Tomei o copo do Niall, bebendo o sangue como se minha vida dependesse daquilo.

— Eita que ele está com sede! – Luke segura a risada.

— Tem motivos...– Liam o cutuca com o cotovelo.

Apenas ergui a minha mão, mostrando o dedo do meio para eles.

Concluí que pareciam mais hienas do que qualquer outra coisa, porque só ficam rindo isso me irrita pra caralho.

Do outro lado, Camila depositou um beijo nos lábios da Lauren, em seguida veio até mim, com um olhar preocupado.

— Não estou sentindo algo bom...– Sussurrou para mim e o Harry.

— Ninguém aqui, de nós três está. – Harry assentiu.

Olhei para os lados, à procura de Zayn, mas acabei encontrando o rosto de Selena, no palco feito no refeitório. Ela sorri, acenando, fiz o mesmo, esboçando minha cara de falso. Senti uma ânsia e voltei-me para Camila.

— Aonde está o Zayn?

Antes que ela me respondesse, alguém mexeu no microfone, chamando a atenção dos alunos.

— Silêncio todos! – Selena falou, em um tom ponderado e sério. É claro que todos da morada a obedeceu.

Harry me abraçou por trás, Interlacei nossos dedos e de certa forma me senti protegido. E ao olhar para frente, Selena cravava o olhar duro sobre nós dois. Um Louis, do meu passado, conseguiu sair de dentro de mim e controlar minhas cordas, quando sorri para ela, com deboche e cheio de possessão em relação ao Harry ser meu e de mais ninguém.

Nojo, me aguardem casal”, li seu pensamento.

Enrijeci o corpo, apertando mais os dedos de Harry. O que ela vai fazer agora?

— Vocês devem estar se perguntando, por qual motivo, acabei fazendo essa reunião. Não queria tomar tamanhas decisões, mas não vi escolha. Estamos nessa morada, não mantemos regras porque achamos isso humano demais, só queremos que respeitem os motivos para que os humanos não venham aqui. Por isso pedimos para que não saiam da morada, não matem outro humano, já tivemos problemas com um. – Selena me encara, senti a indireta mas apenas arqueei a sobrancelha em desafio — Descobrimos que alguns de vocês fugiram da morada, desafiaram uma simples tarefa. E agora, todos irão pagar!

Urros de protestos começaram, todos diziam “Puna aqueles que fizeram”, sei qual é o jogo dela, sei também que ela está amando fazer isso. Está querendo jogar na minha cara, que sou o culpado por estragar tudo. Disse isso duas vezes “morte humana” e “fugir da morada”. Mas ela está enganada, se me afeta com essas palavras.

— Silêncio! – Ordenou e todos se calaram, mantendo o olhar sobre mim e Harry, ela puxa o sorriso de lado — Eu não vou entregar os culpados, não estamos aqui para expor. E quero que fique cientes que qualquer um pode querer dá uma escapadinha, conhecemos vocês alunos. Por isso, vamos nos precaver de problemas, não vai ser punição. Apenas vamos monitorá-los...

Connor a entregou a pistola prata puro, cujo na ponta tinha uma agulha.

— Aqui, tem Chips, vamos implantá-los em cada um, monitorar os passos de vocês e quem tentar sair. Irá pagar, sozinho! – senti o olhar frio dela sobre mim. — Não queríamos isso, mas é para o próprio bem de cada um. Assim que implantado, podem voltar para as atividades normais da morada. Façam filas, os professores vão aplicar o chip.

Com poucos múrmuros, os alunos assim fizeram o que foi pedido, intercalei meu olhar com Camila e Zayn, nós três sabíamos que algo bom relacionado aos Chips não ia vir.

— Se antes me sentia preso nesse lugar, imagina agora? – Niall murmurou, rolando os olhos na fila.

— Não sei pra quê isso, não era assim antes... – Liam disse, cruzando os braços — Parece que aquela pistola é uma arma. Não acredito que vou ser obrigado a isso.

— Com medo da agulha, Payne? – Luke provocou.

— Vai se foder! Eu não tenho medo de agulha.

Olhei para o lado, vendo dois alunos – um garoto e uma garota – andando para longe da muvuca, provavelmente fugindo. E depois tudo foi tão rápido, os seguranças da morada, macabros, jogaram os dois no chão com um empurrão e os imobilizou, quando dois professores correram com a pistola para aplicar o chip nos mesmos.

Em seguida, os alunos desacordados foram levados para a enfermaria.

— Isso está fora de controle! – olhei para Harry, quando a fila andava. — A gente tinha que fazer uma coisa. E aonde está o Zayn, quando mais se precisa dele?

Harry apenas ergueu o olhar, olhando para frente, seguida seu olhar, vendo o meu amigo se aproximando, ele passava por alguns alunos, esbarrando sem pedir desculpas. Consegui ficar mais tranquilo, estava preocupado com ele, não posso o perder e nem Harry, na verdade nenhum daqueles que criei um laço. Meu olhar desviou um pouco para Selena, que cravava o olhar sobre mim, podia ver o prazer em seus olhos castanhos, em como será divertido quando aplicarem a merda do chip no meu pescoço. Como estava acontecendo com os outros alunos, eu a odeio tanto, odeio odiar, mas naquele caso, não conseguia evitar. O ar que respiro junto com aquela mulher é tóxico e impregna a minha alma, com muita amargura e crueldade. Seu olhar penetrante, faz com que a marca em meu braço queime e eu segure para não fazer uma careta, deixar com que ela se divirta com a minha dor. Nossos olhares se desviam, quando sou pego de surpresa com Harry e Zayn, pareciam dialogar mentalmente e atrás de mim vi Harry bufando e balançando a cabeça discretamente. Em seguida, ele dá um passo para trás e solta esse pensamento: “Não abusa Malik”.

Meu namorado virou o rosto, no momento em que Zayn parou na minha frente, não estava entendendo o que estava acontecendo, sem mais precedentes, Zayn envolveu suas mãos ao redor da minha nuca e juntou nossos lábios. Nesse instante apoio a minha mão no seu peito, para o afastar, mas ele me prende e diz mentalmente: “Não lute, Harry permitiu para mim passar algo para você sem que a Selena veja! Confia em mim, doce!”

Então não lutei, senti a língua de Zayn pedindo passagem e concedi, ele desce dia mão livre pela minha cintura. Dos seus lábios não consigo sentir o que sinto quando beijo Harry, mas é algo bom. A nossas bocas estavam em um único movimento, até Zayn colocar a mão por dentro da minha blusa, aonde estava a minha costela, em seus dedos estava algo pontudo metálico, mas ela seus anéis.

Ainda nos beijando, seguro seu ombro e da sua boca, sinto algo, como uma pílula na minha boca.

— Chega! – Harry empurra Zayn, para longe.

Sem ar, fecho a minha boca, encarando meu amigo, sem acreditar que nos beijamos e que o Harry deixou isso. Os lábios de Zayn estavam inchados e ele sorria, acho que sabia o porquê.

Engole a pílula”, ele disse.

E assim fiz, quase engasgando.

Olhei para meus outros amigos, que estavam boquiabertos a cena, se eu estivesse no lugar deles, também estaria. Harry segurou a minha cintura e rosnou para Zayn.

— Não faça mais isso! – Alertou Zayn.

— Eu sei que não vai. Mas valeu a pena! – piscou pra mim — Agora – encara Harry — Prometo que vou ficar longe da boca tentadora do Lou.

Zayn se aproxima de mim e me abraça, senti suas mãos se movimentando atrás de mim, assim como Harry.

— Tudo bem? – meu amigo perguntou.

— Estou... acho!

— Depois conversamos, okay? – Assenti.

Ele sorri e balança a cabeça para Harry.

Minha vontade de perguntar o que esses dois, era grande, olhando discretamente vi Harry com um comprimido na mão também, era azul bem claro, percebi que ele precisava engoli-lo, assim como eu. Sem pensar muito, me aproximei dele, segurando na sua após me virar de frente, eu sei que a Selena estava nos observando, acompanhando cada movimento nosso, eu tinha que ser discreto, segurei o cumprimido.

— Estou com medo! – Falei ao Harry que me segura, pois a fila andava e eu estava de costas para ela.

Vejo ele morder os lábios, apreensivo.

— Vou estar aqui com você. Okay?

Balancei a cabeça. “Posso colocar na boca?”, pensei, mantendo o pensamento somente para Harry.

Como resposta, Harry umedeceu seus lábios. Entendi àquilo como um sinal positivo, rapidamente coloquei a pílula na boca e juntei nossos lábios, em um selinho demorado, passando a pílula azul para Harry, em seguida nos afastamos e ele me fez um carinho com a palma no nosso rosto.

— Ela está nos encarando. – sem olhar para Selena, ouvir ele dizer — Vamos tentar manter a calma.

— Tudo bem. – juntei nossos lábios novamente.

Atrás de Harry estava Camila e Lauren, também se beijando, desconfiei que Zayn também tivesse dado a pílula para ambas, agora estava Liam e Luke, fazendo o mesmo, quando Niall e Zayn estavam no fim da fila. Vi meu amigo, olhar desacreditado para tudo.

— Vem cá, isso não é legal, está bem? Só porque eu não estou podendo fazer isso.

— Não seja por isso, gracinha!

Zayn como um verdadeiro galanteador, segurou Niall pela cintura, juntando os seus lábios. O que pegou Horan de surpresa, o beijo deles foi uma verdadeira tensão, Niall estava faminto pelos lábios de Zayn, quanto o moreno estava dele. Vi mãos bobas ali, depois que os outros quatro se afastaram eles continuaram naquilo, talvez fosse estranho, para quem estivesse vendo, afinal Harry e Zayn me beijaram, de repente acontecia o mesmo com Niall e Zayn. Apenas segurei a risada, quando eles se afastam, Niall com os lábios inchados e vermelhos, Zayn sorrindo sem parar a ele. Ambos trocaram um olhar que diziam “Tudo bem, entendi o que está acontecendo em relação a essas bocas se beijando”.

— Uau! – Niall se abanava sorrindo — Zayn que boca! Que pegada!

Rir, me virando para frente.

Era a minha vez, Connor estava na minha frente com aquela pistola, ao seu lado, Selena vazia questão de sorri. Dei um passo para trás, olhando o tamanho da agulha, o que fez Connor gargalhar e eu me enfurecer. Com certeza ele tem uma ligação com a Selena de maldade pura. Por cima do meu ombro, encarou ao Harry e ao Zayn, lá no fim, que conversava com Niall.

— Parece que hoje foi um bom dia para você, sr. Tomlinson! – Exclamou.

Era só o que me gálata mesmo.

— E você, o que tem haver com isso? – respondi, cansado de me verem como um brinquedo, ou alguém que eles podem pisar.

— Louis, isso são modos? – Selena, me olhou feio.

Obviamente, minha vontade de lhe dar uma resposta direta não faltou, tive que morder a língua para evitar isso.

— Mil desculpas, suprema, mas odeio que queiram se meter na minha vida, ainda mais com comentários e ações desnecessárias. – Encarei Connor — Por que não enfia logo essa merda no meu pescoço? Pra mim não ter que ver a sua cara tão perto assim.

— Um pouco rebelde meu jovem...

— As pessoas me fazem ser assim. – Respondi.

— Certamente.

Connor se aproxima, apoiando a mão no meu ombro, mantive meu olhar fixo na parede a minha frente, sinto a agulha entrando em mim e soltando o chip dentro, foi rápido como um estalo, quando Connor apertou o botão.

— Talvez essas pessoas, não sejam o que elas pareçam ser, garoto! – Ele sussurrou bem baixo, após se afastar.

Indo para o lado, pois ia esperar por Harry, fitei Connor que apenas ria, tentando decifrar o que ele queria dizer com aquilo. Mas nada faz sentido, ele aplicou o chip em Harry que veio para perto de mim.

— Nos vemos na aula, Louis e Harry! – Cinicamente, Connor acenou para mim.

— Comportem-se queridos! – Selena sorri, “docemente”.

Sorri mais forçado que pude.

— Sim, nós vamos.

Fui me afastando com o Harry, meu pescoço doía devido a pressão que Connor usou quando enfiou a agulha em mim, massageei para a dor ser mais leve.

— Amor, você tem que se controlar... A Selena, ela não está aqui para brincadeira...

— Nem eu, estou cansado. Está bem? Ninguém tem o direito de pisar em mim, ninguém.

Harry passou a mão ao redor do meu corpo e beijou minha testa.

 

* * *

Após a sessão “Estamos sendo marcados ou algo do tipo”, deram se inícios as aulas. Eu não queria assistir porcaria nenhuma, mas não tinha como fugir, o chip grudado no meu pescoço estava deixando tudo mais explícito. E também, estava me dando náuseas olhar para a cara do Connor que falava muitos “blá, blá, Blás” pro meu gosto.

Fechei os olhos, aspirando o cheiro do jardim da morada, ficava ao lado da quadra, o vento soprou bagunçando a minha franja, fazendo com que as folhas do meu caderno fizessem um barulho e saíssem da página.

Resultando na minha caneta, batendo contra o chão da arquibancada. Tive que me abaixar para poder pegar, resmunguei esticando a minha mão, olhei para baixo, no espaço aberto que mostrava o que tinha debaixo da arquibancada.

A ventania forte se soprou para perto de mim, quando mantinha meu dedo preso na caneta, meus olhos vidraram na parte escura que fitava agora, parecia que a sombra se movia, pisquei um pouco mais, vendo dois olhos vermelhos me encarando e um risada de criança. Empalideci e voltei para meu lugar, com falta de ar, tremendo com o que acabei de ver.

— Lou, o que viu? – Zayn e Harry perguntaram ao mesmo tempo.

— Olhos vermelhos. – respondi ofegante, quase não conseguindo parar de tremer.

Os vi lançarem um olhar para o outro, quando Harry abriu a boca para me dizer alguma coisa, é interrompido:

— Louis, venha aqui! – Connor me chamou, quando todos os olhares se voltaram para mim.

Foi quando deixei meu caderno tombar para frente, minha sorte foi que Zayn o pegou. Eu não estava assustado com o fato de Connor estar me chamando, mas porque uma entidade, algo maligno apareceu para mim. Acabei me levantando quase tropeçando nos meus próprios pés, passei pelos alunos, que estavam rindo como se acabassem de contar uma boa piada para eles.

Isso me deixou irritado, não consegui ficar calado como da primeira vez:

— Qual é a piada, estou mesmo querendo rir um pouco? – Indago para os mesmo.

— Como se você não soubesse... – Um dos alunos comentou.

Me virei para encarar bem, o garoto de cabelos coloridos junto com um baixinho, musculoso de cabelos negros. Eu o conheci por vista, nas aulas, um dos melhores alunos o tal de Michael Clifford e seu amigo aplicado Josh Devine. Que engraçado, não sentir que eles eram tudo isso.

— Com certeza, se eu soubesse, não estaria perguntando seu tolo. Mas – dou um sorriso cínico para ele — tenho a certeza que se trata de mim, então é bom saber que sou importante, não é? Embora ache exagero, estar ouvindo meu nome ou algo a meu respeito, na boca de gente tão podre.

— Engraçado você em, Louis! – Josh bateu palmas fazendo alguns alunos rirem.

— Sabe o que eu acho engraçado? – Indaguei, logo sendo respondido:

— Que você não está com a bola toda, ou que está com a fama de puta aqui? – Mike rir.

Na arquibancada Harry e Zayn se levantaram, rosnando e eu podia a pupilas negras deles, assim como os punhos cerrados.

— Acho engraçado as pessoas se preocupem demais com a minha vida do que a de si próprias. Mas até entendo, tenho muito mais emoção que qualquer um aqui, então, como a vida de vocês é tão sem graça que o único motivo que tem é pra cuidar de uma mais interessante. Posso ter uma vida de puta, mas sou a puta mais sortuda dessa morada, já que o Harry e o Zayn, são bons partidos. Coisa que você e nenhuma garota serão capaz de ter. Então se querem rir ou falar de mim, falem, podem ter certeza que não vou perder mais um segundo com vocês. Agora se me dão licença!

Sorri forçadamente para cada um ali, caminhando para perto de Connor que nem abriu a boca, para soltar uma piadinha para mim. Esse não era eu, sentia que era um dos meus Louis saindo da toca. Embora pareça, não me sinto sozinho, quando sinto os outros que fui no passado, agindo dentro de mim.

— Estou vendo, que está apto para fazer as aulas práticas, não é?

— É, como não é cego e pode ver... – Olhei para mim mesmo da cabeça aos pés.

Como nada provável, Connor rir balançando a cabeça.

— Acredito que esteja passando por muito estresse meu caro – ele passa o braço pelo meu ombro, me guiando até a quadra — O que acha de descontar sua raiva, ver sua força?

Apontou para a porta que balançava, Justin, o lobisomem batia contra a mesma. Eu não estava com medo dele, eu apenas senti meu coração apertar, porque acho que ele me odeia por ele ter se transformado em Lobisomem. E eu não queria lutar com ele, porque eu sinto esse sentimento de irmão por ele. Droga!

— Com medo Louis? – Connor me provocou.

Mas eu acabo de ter uma ideia, por mais louca que fosse, acho que seria melhor do que ter que lutar com Justin. Lancei um olhar desafiador para Connor com um sorriso debochado esboço nos lábios.

— Pelo contrário, estava pensando em pedir para você me deixar dentro daquele lugar – apontei para onde Justin estava preso — por dez minutos com o lobisomem.

— O quê? – Connor, Zayn e Harry, disseram ao mesmo tempo.

— É claro que ele está falando isso, para parecer forte, Connor! – Mike comenta.

— Nunca falei tão sério, Mike, aposto que você se borraria inteiro se fosse mesmo com você, não é? – Ele se calou e gostei daquilo. Me volto para Connor, que estava pálido na minha frente — Então, não vai me deixar entrar?

— Não posso deixar que os alunos se arrisquem e...

— Estou desafiando você, aposto que consigo ficar dentro daquele cubículo por dez minutos! – Insisti.

“O que esse garoto tem na cabeça?”

Apenas sorri, porque ele não parecia alguém que recusasse participar de um desafio.

— Tudo bem. – Após alguns minutos ele concordou.

— Você não pode ouvir ele, não vê que é perigoso? – Harry parecia revoltado.

“O que você está fazendo, Lou”

“Por favor, vai ficar tudo bem”, respondi mentalmente.

“O Justin, não é mais o mesmo”

“Quero ter a certeza disso”

Connor parou a caminhada, quando me encara, apenas balancei a cabeça, como se estivesse dando o sinal verde.

— Cinco minutos. É o meu tempo máximo para você, Louis!

— Se assim prefere. – Dei de ombros.

Connor respirou fundo, colocando a mão na porta, ele sussurrou algumas palavras, que fez o barulho parar, Justin já não batia contra a porta. Eu respirei fundo, ficando ereto, quando ela foi aberta e ninguém saiu, estava tudo escuro, com alguns fachos de luzes fracos espalhados. Não fiquei pensando, isso só ia piorar tudo, dei meus passos rápidos, entrando no... quarto escuro? Parecia mais um porão com um cheiro azedo de sangue e mofo.

— Cinco minutos! – Connor falou, após fechar a porta.

Tudo ficou escuro, eu tive que abraçar meu corpo no intuito de proteção, não queria me mover até então, para não fazer Justin pular em mim e cravar suas unhas no meu corpo. E nossas últimas experiências não foram muito boas, não as duas primeiras, mas a outra, quando ele me salvou da entidade, pude ver que ele não me odiava cem por cento.

Podia ouvir as gotas de água pingando sobre uma poça, se assim fosse mesmo água e não sangue.

Deixei meu olfato trabalhar, aspirando o cheiro, senti que era mesmo sangue, mas não de alunos ou humano, mas de um animal....

Sabia de quem era, por isso fiquei apreensivo.

Um ruído no canto, me fez encarar distante que se mexia, dei alguns passos para trás, até que as minhas cotas batessem contra a porta gélida. Aguardei como das outras vezes até que ele aparecesse, porque se Justin tem ódio de mim, vai me atacar e quero olhar em seus olhos, quando ele fizer isso.

Primeiramente, vi pela festa a folhagem que do escuro passou para o claro, um rosnado conhecido que me fez tremer o corpo inteiro, segurei minha respiração para não perder o controle. Segundamente, estava com um pouco de medo, mas não arrependido de fazer aquilo, estar no mesmo lugar, do lobisomem amaldiçoado e que tem comigo a ligação do passado.

Tirando as minhas conclusões mentalmente, vejo a pelagem escura na minha frente, os olhos claros como mel, começaram a chamuscar ódio, eu estava o sentindo novamente. Justin rosnou, correndo na minha direção, não fiquei parado, algo dentro de mim cansou de correr, cansou de apanhar. Também corri na sua direção, em disparada.

Senti o baque forte, meu corpo rodopiou para o lado e cai em cima da poça de sangue, fechei os olhos gemendo de dor. Mas apoiei a mão no chão, para poder me levantar e ficar de pé, antes que eu fizessem isso, Justin me empurrou e fui arremessado para o outro lado, novamente caindo no chão.

Tossi colocando as mãos nas minhas costas doloridas, respirei com calma e ergui meu olhar, encarando Justin, de repente tive uma vaga lembrança do passado, que me fez ficar de pé, com um olhar duro e com saudades, esse já não era eu, mas o Louis amaldiçoado trabalhando por mim.

— Pode vir! – Rosinei para ele.

O lobisomem correu o mais rápido que pode, como se fosse a melhor coisa da sua vida me matar. Mantive meu pé a frente, com o olhar fixo ao seu, não vou recuar. Quando ele parou na minha frente, me vi dizendo:

— Lembra você disse que eu ia ser seu irmãozinho pra sempre?! – engoli em seco — Que apesar de qualquer coisa iríamos sair de um problema? Que seria para sempre essa conexão que temos um com o outro? – Ele rosnou — Pois eu lembro, estou recuperando a minha memória, você faz parte dela Justin, faz mesmo. Você é o meu irmãozão, eu não queria que isso estivesse acontecendo com você, que tivesse que apanhar desses vampiros todos os dias. – Encarei suas feridas — Eu não sei o que está acontecendo, mas, sinto sua falta e dos seus conselhos!

Respirei com dificuldade, as memórias iam e viam, eu sabia que era o outro Louis agindo dentro de mim.

— Se quer me matar, então faça isso! Eu não importo!

Foi quando fechei os olhos e aguardei o pior. O vento pouco que tinha ali, passou por mim, apertei a minha mão na coxa, dessa vez sem medo algum. Mas não aconteceu nada. E abrindo meus olhos lentamente, vi o enorme lobisomem que estava de pé, recuar um passo para trás e choramingar em miadas.

E não sei porquê, mas me vi comovido, algo dentro de mim tocou e eu comecei a entrar em prantos. Acredito que estava sentindo a sua dor, porque estava doendo mais que a física, a dor interna, ela destrói você. Por mais que seja a pessoa mais fria de todas, nada é pior do que essa dor interna.

Abracei Justin, ou o que estava dele agora, senti suas feridas abertas, os cortes, ele não merecia isso, ninguém merecia o que estava acontecendo.

— Me desculpe, me desculpe está passando por isso! – Funguei, dando um passo para trás e o encarando nos olhos.

Eu estava com raiva, você não tem culpa do que ela me fez”, ouvi seus pensamentos.

Claramente me causando espanto e um olhar arregalado. A sua voz era suave, calma e ao mesmo tempo destemida, forte.

— Consegue, me entender.... – levei as mãos nos lábios — Porque não disse nada antes?

Não sabia como era essa sua nova versão, também estava consumido por um ódio descomunal, as pessoas dessa morada acabam comigo todos os dias. Tudo o que eu pensava era em acabar com quem viesse até mim.”

Olhei para os lados em seguida para Justin.

— Não temos muito tempo. Eu tenho tanto pra conversar com você!

Justin olhou para o meu braço marcado, e lambeu soltando um lamento em forma de choramingo.

— Você sabe, não é? O que vai acontecer comigo. – O encarei com um sorriso triste — É por isso que vim aqui, eu já imaginava que um dia isso fosse acontecer, que me mandariam te enfrentar, mas não sou capaz de fazer isso, mesmo depois de descobrir quem realmente você é.

Olhei para o animal na minha frente, podia ver a lágrima escorrendo pelo canto do seus olhos.

— Quero te pedir uma coisa e também vim fazer com que seu tormento, chegue ao fim! – Ouvi o barulho da fechadura se mexendo.

Farei tudo irmãozinho, tudo o que quiser, eu queria que tivéssemos tempo!”

Suspirei.

— Acho que a certas coisas da vida que acontecem quando é tarde demais. Mas tudo bem, agora eu prometo fazer tudo certo. – Coloquei a mão no bolso. – Confia em mim, você não precisará ser mais humilhado por ninguém.

Puxei uma faca, do bolso, ele era prata puro e brilhava. Justin rosnou mas baixou seu corpo, deitando-se no chão. Fiz o mesmo, mas mantendo os meus joelhos no chão sujo. Antes de tudo, conversei sobre exatamente tudo o que tinha que ser conversado com Justin, uma despedida, talvez....

Não me decepcione, okay?”

Sorri passando os dedos no seu pelo.

— Posso até ter feito isso, uma vez. Mas não pretendo repetir o erro. Justin – Liberei as lágrimas — Eu amo você demais!

“Eu também te amo, irmãozinho. Mas preciso que faça logo isso, antes que Connor abra a porta” , ele fechou os olhos.

Ouvi o barulho da tranca mais uma vez, então eu fiz...algo que nunca pensei fazer na minha vida inteira.

 

* * *

Levantei do meu lugar, assim que vi a luz das luzes que iluminavam a quadra. O meu corpo estava coberto de sangue, na minha mão carregava a faca, também coberta pelo sangue. Atrai os olhares de todos do lado de fora, alguns arregalaram os olhos, outros simplesmente empalideceram. Eu vi Harry e Zayn, atrás de Connor, confusos com o que realmente estava acontecendo.

Comecei a mancar, porque ainda não havia me curado da panaca que levei, da surra que Justin me deu.

Justin...

Respirei fundo, porque eu prometi para ele que não iria chorar, não na frente daquelas pessoas orgulhosas e ruins. Aquelas pessoas que o machucam e se divertiram com isso, enquanto meu irmão, sofria.

Com raiva, olhei para Connor que estava boquiaberto. Sem dizer se quer uma palavra, coloquei a faca banhada com sangue na sua mão.

— Acabou! – Foi o que disse, olhando dentro do seus olhos azuis.

Em seguida, me afastei dele, mancando lentamente até o meu namorado e Zayn. O céu trovejou no mesmo instante em que a chuva caiu fortemente, escorrendo pela minha pele como fogo, mas lavando – não sendo suficiente – o que me deixava podre.

Mentalmente, pedi para Harry e Zayn me levarem para longe dali. Mas antes, de qualquer coisa, olhei para cima vendo que o tempo se fechava mais rápido que o amanhecer de um dia bom.

Olhando para o lado, avistei uma sombra na mata, a mesma que vi antes, ela sorri macabramente. Os olhos eram tão vermelhos que se destacavam na escuridão, ela batucou o dedo no pulso “tic-toc, tic-toc”. Arrepiei meu corpo, engolindo em seco.

Me apoiei em Harry, ignorando a sensação esquisita e o fato daquela marca no meu braço está queimando a carne por dentro.

 

——————— ✝ ———————

As aulas foram mais uma vez suspensas, após descobrirem que o lobisomem da morada, estava morto. Todos obviamente ficaram em choque com a notícia. O que não era de se esperar, fiquei no meu canto, no meu quarto com os meus amigos e namorado me encarando, esperando o que eu falasse alguma coisa do ocorrido quando simplesmente me calei.

Não é algo que quero entrar em detalhes, ninguém ia entender os meus motivos. E não foi somente eu, que tomei essa decisão, havia outros Louis conturbados dentro de mim que estavam cansados, eu posso sentir cada um deles, ao mesmo tempo.

Também estou sendo corrompidos por pensamentos mórbidos, pensamentos maldosos, coisas que estão me fazendo corroer internamente. Coisas macabras e o desejo de morte, mas não minha...

Na minha garganta, sinto algo subindo como se fosse ânsia, mas não era, mas estava doendo e rasgando-a.

— É agora! – Zayn olhou para Luke, que rapidamente pegou o balde.

E eu nem sabia que tinha um balde ali...

Harry segurou as minhas costas, enquanto eu forçava a minha barriga, para liberar algo de porte pequeno instalado da garganta, coloquei meu corpo para frente, quando vomitei sangue sem parar, ele havia empurrado algo metálico para fora, isso acabou me fazendo colocar a mão na boca, vendo o chip inserido na minha garganta horas atrás, piscando na minha mão.

Encarei a todos ali, boquiaberto, assustado.

Queria falar alguma coisa mas estava fraco e quase caí de cara, no balde com sangue que saiu da minha boca..

— Pegue! – Harry colocou as presas para fora, esticando sua mão para que eu sugasse seu sangue.

Não podia negar, por mais que quisesse.

Segurei seu braço, sugando o sangue que me deixava mais forte, ele apertou o lençol da cama soltando um gemido abafado, fechei meus olhos, ficando de joelhos e gemendo de prazer. Eu queria mais, muito mais, queria que Harry me tocasse e todos saíssem do meu quarto.

— Chega Lou! – Zayn me segura pela cintura, tirando a minha boca do pulso de Harry.

Rosnei para ele, me dei conta, de que rosnei para o Zayn. Deixei meu corpo cair para trás, com as costas no seu peito. O que estou me tornando afinal?

— Desculpe! – disse envergonhado. — Eu...

— Não tente explicar, entendo como deve ser. – Afagou meus braços.

Encarei o chip na minha mão.

— Como ele saiu?

— O Zayn deu pílulas para nós! – Niall falou — Elas causam vômito, mas antes disso tudo, elas se espalham pelo seu corpo, procuram o que não faz parte dele, nesse caso do chip, fez seu sangue e os músculos internos, levarem ele até seu estômago. Você colocou para fora, como todos aqui fizeram.

— Aquela desgraçada da Selena mentiu quando disse que queria monitorar os alunos da morada. – Liam chutou a parede — Descobrimos que ela está querendo transformar todos em seus escravos, hipnotizados.

Arregalei os olhos, lembrando da visão que a Camila teve do meu futuro. Nossos olhares se encontraram, nesse momento e ela assentiu.

— Eu disse que minhas visões nem sempre, são realmente visões que vão se concretizar! – Ela sorri.

— Por isso todo mundo se beijou. – Olhei para Zayn.

Ele assentiu.

— Então vocês sabem do meu passado? – Voltei meu olhar para meus amigos.

— Em partes, Zayn e Harry não nos contou tudo. Mas prometeram que melhor em outra hora! – Luke me lançou uma piscadela.

Fiquei sem reação, literalmente estava tremendo com aquilo. Olhei para o meu namorado, esticando meu corpo para ir até o seu, e com a mão, puxei Zayn para se juntar.

— Vocês dois tem que ser mais coletivos, são bons quando fazem isso, sabia? – Indaguei, intercalando meu olhar sobre os dois — Droga, parem com as brigas, eu amo cada um de vocês.

Abracei os dois, meio desajeitado e senti a retribuição quando cada um deles enterrou o rosto no meu pescoço. Olhando para a janela do meu quarto, vi a garota com a boca costurada, soltando uma risadinha macabra.

— O que foi isso? – Niall perguntou.

— V-Você também ouviu? – Indaguei assustado.

Voltei a encarar a janela, não tinha mais ninguém ali. Me desvencilhei de Harry e Zayn, com o corpo trêmulo, meu pulso estava ardendo ainda pior do que antes.

— Todos nós ouvimos. – Liam abraçou Niall, que estava assustado como eu.

— Lou, estou aqui, eu amo você, não tenha medo! – Harry me abraçou.

Fechei os olhos, me permitindo sentir seu carinho.

Tudo o que eu precisava era me sentir seguro, embora, tenha a sensação que isso vai acabar a qualquer instante. Procurei não pensar muito sobre isso, não quero nem cogitar nessa possibilidade.

— Eu não quero mais ficar nessa morada, não interessa o que eu tenho que me descobrir, não quero ficar sob o mesmo lugar que a Selena. – Olhei nos olhos do Harry. — Por Favor!

Sinto seu polegar acariciando minha bochecha, fechei os olhos, liberando as lágrimas que me neguei deixar sair antes.

— Ele está liberto, agora, o Justin! – Comecei deslizando minha mão até a cintura dele, ainda com os olhos — Nos falamos brevemente, estava cansado de vê-lo sofrer.

— Eu acredito que fez a coisa certa. – Harry me puxou para outro abraço — Ele está em um lugar melhor agora, meu amor, assim como nós todos vamos. Após sair daqui...

Segurei seu rosto, fitando aqueles pares de olhos verdes e o beijei como nunca antes, entreguei todo o sentimento ao Harry. Não era somente um Louis que estava fazendo isso, eram todos os que um dia o amou, incondicionalmente e constantemente. E o quão, sabemos que ele é mais que importante na nossa vida. Terminando o beijo, colei nossas testas, me afastando para pegar a mochila com os meus diário do passado, eles seriam importantes.

— Preciso que você fique responsável por isso, Liam! – Estiquei a mochila para o meu amigo.

Sua reação foi a mais pura confusão e surpresa.

— Eu? – A pegou, mantendo o olhar sobre mim — Por que eu?

— Porque eu sei que você é bom, em proteger as coisas. Você é um dos Biffords! – Sorri para ele.

Liam assentiu com a cabeça, jogando a mochila nas costas.

— Precisamos sair daqui, agora! – Encarei a todos — É nossa chance e...

Parei de falar, quando barulho de passos, começou a ecoar no corredor. Meu coração acelerou descompensado, Zayn e Harry estavam ao meu lado, tão rápido quanto criança atrás de doce. O vento frio soprou para dentro do meu quarto, a chuva ainda estava forte, os raios mais fortes do que costuma serem. Andei lentamente até a porta, com o ar quente saindo da minha boca a medida que meus passos se misturam com outros passos.

Abri a porta, vendo os alunos saindo de seus dormitórios, todos em hipnose e pareciam zumbis, Liam estava certo, Selena implantou o chip para que pudesse controlar cada um ali, com toda a certeza, eles tinham magia negra envolvida.

— Ah merda! – Luke xingou. — Isso é uma porra de uma merda!

— Cara, não tem necessidade de colocar dois palavrões na mesma frase e... – Lauren comentava se aproximando da porta — Caralho, isso é uma merda mesmo!

As luzes da morada começaram a piscar, rapidamente como se fossem apagar a qualquer momento, voltei a olhar para o corredor, os alunos haviam sumido.

— Mas o quê? – Zayn indagou, ao meu lado.

— Ela sabe... – Encarei a todos — Selena sabe que nosso grupo não está sob hipnose e agora, as coisas vão começar a acontecer. Se quisermos sair daqui, vamos ter que ser rápidos!

— Vamos logo! – Niall disse em desespero.

Foi somente ele dizer isso, e todos nós sairmos do quarto que as luzes se estouraram, deixando a morada sob uma imersão onda de escuridão.

— Harry! – O chamei, logo senti as mãos grandes segurando as minhas.

— Estou aqui..

Ela está fazendo um jogo, sabe que o escuro é o que me causa medo, ela vai fazer de tudo para me enlouquecer.

— Estão todos bem? – Zayn ligou a luz da lanterna do seu celular.

— Estamos. – todos nós acendemos as nossas.

— Fiquem atentos, juntos. – Harry falou.

Andamos pelo corredor extenso, mas ouvíamos mãos batendo três vezes nas paredes, gritos fantasmagóricos e que causam arrepios por todo o corpo.

“tic-toc, tic-toc”

A voz de uma garota passou perto do meu ouvido, dei um pulo, mirando a lanterna para o lado. Não havia ninguém.

— É magia, ela está brincando com a sua mente! – Zayn sussurrou.

Não sei porque tenho medo do escuro, nem porque criei um trauma na infância, talvez seja por causa do fantasma que me atormentava e literalmente, a casa era assombrada. Mas é um pavor, que sou incapaz de dizer em palavras. Porque não adianta você se esconder debaixo do cobertor, não adianta você ir dormir com alguém, nem mesmo encostar as costas na parede e achar que assim estará protegido, o mal ele sempre está com você. Ele pode estar sentado na ponta da sua cama, olhando para você, ao seu lado, quando estiver olhando para o escuro, atrás da sua cama segurando a cabeceira e olhando pra você.

Não tem como fugir, porque querendo ou não, ele está aí.

Eu sei que tem almas aqui, meus calafrios estão apenas aumentando. A luz da lanterna iluminava os cômodos, todas as portas dos quartos estavam abertas e a cada passada de luz, podia achar que via alguém parado ali.

— Gente, estou com medo. Sou um vampiro, não vampiro, com medo. – Niall murmurou enquanto andávamos.

E agora podia ser ouvido passos atrás de nós e uma risada macabra, o vento chicoteava nossos tímpanos, deixando tudo ainda mais medonho. Paramos, Liam iluminou o corredor atrás. Em pé, tinha uma sombra, um corpo, uma garota com trajes cobertos por sangue e cabelos negros.

tic-toc, tic-toc... – Ela rir com várias vozes ao mesmo tempo — Vocês querem brincar comigo?

Ninguém respondeu nada, ouvi Niall choramingando e Luke o segurando na mão.

Vocês querem brincar comigo?

Estalos dos seus ossos foi ouvido, Liam foi abaixando a lanterna e quando fez isso, como eram os pés da garota sendo iluminados, eles estavam mais próximo, literalmente na frente de Liam.

— Não ilumine o rosto dela! – Zayn falou, indo para o lado do Zayn.

— Ela não é real! – Liam respondeu.

— Li, não ilumine... – Niall e eu pedimos em desespero. — Vamos embora!

Vocês não querem brincar comigo?

— Chega dessa porra!

Liam ergueu a lanterna para cima, não adiantou que um de nós ousássemos protestar. Ele assim fez, mas a garota havia sumido e por uma fração de segundos deixei uma respiração ofegante sair dos meus lábios.

— Cadê ela? – Luke perguntou.

— Não vamos ficar aqui pra saber! – Niall falou.

Virei para o caminho a frente, me deparo com a garota na minha frente.

“Sua alma”, ela sussurrou na minha mente.

Corri o mais rápido que pude, em direção contrária, mas Harry me segurou, avançando na garota, mas ela havia sumido. As luzes dos celulares apagaram, eles estavam pifando, negando-se a ligar novamente.

— Era só o que me faltava mesmo! – Liam resmungou.

— Vamos continuar descendo. – Lauren falou.

Harry segurou meus dedos, quando chegamos perto dos degraus, estava ficando sem ar, cada vez que ele me puxava. E como aconteceu antes quando estava no quarto que um dia me pertenceu: uma chuva de sangue, começou a banhar cada um ali.

O céu trovejou e o barulho me assustou, eu sei que além dos nossos amigos, alguém nos observava. Algo maligno estava se aproximando e estava vindo me pegar. Segurei-me o máximo para não chorar e entrar ainda mais em pânico que me encontrava.

— NÃO! – ouvi Niall gritar.

— O que está acontecendo? – Camila perguntou.

— Niall, aonde está você? – Zayn o chamou. — Porra!

Paramos já no andar de baixo. Tudo estava um breu e o que eu sentia era as mãos do Harry interlaçando nas minhas.

— Estou com medo. – Camila sussurrou.

Passos de pessoas correndo era possível de ser ouvido, não tinha como evitar tremer e sentir calafrios por toda a extensão do meu corpo. As mãos batendo na parede começaram a ficar mais constante, eu não queria mover meu corpo, não queria olhar para trás e ver o que não queria.

Barulhos de canetas batendo sobre a mesa, ecoou pelo andar que estávamos, eu estava preocupado com o Niall, iria me culpar se alguma coisa acontecesse com ele, sei que ele assim como eu, era não um transformado.

Sinto uma respiração ofegante à minha frente, que me fez dá um pulo.

— N-Niall? – Indaguei. — Niall é você?

Estiquei a mão lentamente para frente, soltando a de Harry, para ver se tinha alguém aqui, tremi, pois algo pingava na minha mão, cada vez que a respiração passava por ela.

 

-x- -x-

Chalé dos Tomlinson

Vovó Constance e Johannah

 

— Mas mãe, por que está me mandando ir ao mercado, a essa hora da noite? – Johannah balançou os papéis na mão, com lista de algumas comidas para comprar.

— Não faça perguntas, Jay, apenas se apresse porque o mercado vai fechar! – a senhora empurrava a filha até a porta.

— Está bem, nossa... Depois quero que me explique direito aquela história que tive a alucinação de ver o Louis aqui! – falou parando do outro lado da varanda.

Constance suspirou tristemente, ela sentiu o coração apertar porque sabia, o que estava realmente acontecendo, coisas ruins estavam atormentando-a e os cosmos estavam agitados àquela noite quase madrugada. As árvores balançavam, de modo sombrio, medonho e assustador. O vento estava mais melancólico do que o normal, os céus, eles estavam em guerra com os raios e trovões.

A chuva que se crepitava deles, estavam beijando o chão, de maneira violenta e ilícita. A pobre senhora teve ideia do que estava por vir.

Ela olhou para seu amuleto, a pedra da lua original que havia ganhando do seu esposo, tirando-o e colocando em Jay, em seguida, escondido, colocou em sua bolsa, o livro amarelo de Latim e algo, em uma caixa marrom.

— Quero que cuide do seu filho, como eu e seu pai fizemos com você. Sabe muito bem, que Louis só precisa que seja a mãe que eu estava sendo para ele. Entendeu? – Constance segurou as mãos da filha — Pense nisso, quando chegar, conversaremos mais sobre esse assunto.

Jay, que não era boba nem nada arqueou as sobrancelhas.

— A senhora está novamente, estranha...

— Cale a boca, ande logo Jay!

— Tá bom, cuidado! Eu te amo, daqui a dez minutos volto com as compras! – Jay a beijou na bochecha, saindo encolhida até o velho primas 1999, de Ben.

Constance acenou, vendo sua filha partir com o carro, até está longe o suficiente para que ela fechasse a porta. Mas antes de fazer isso, viu alguém parado próximo do jardim que Ben, um dia arrumou.

A senhora de idade bateu a porta, fazendo o sinal na cruz, trancando cada tranca que ali tinha. Jogou sal na entrada, como fazia toda vez que ia dormir, andando em passos rápidos até seu quarto. O barulho da chuva era uma tormenta, assim como os trovões gritando no céu, dessa forma, fizeram as luzes da casa se apagar.

Constance entrou em seu porão, levando consigo a lamparina que deixara acesa, sabendo que quedas de Louis em sua casa era mais que comum em dia de chuva. Segurou-se no corrimão, lentamente até correr até debaixo da escada, aonde havia uma porta velha, a abriu, entrando rapidamente, quando ouviu o som da porta da sala que bateu contra o chão, no andar de cima.

Trancou-se ali, sentando-se no fundo do lugar pequeno e abafado. Ela fechou os olhos, ouvindo os passos no andar de cima, não era humano, não era vampiresco, era uma alma atormentada, que a queria.

Os cosmos estavam ainda mais agitados com ela, deixando a pobre senhora, em pânico...

 

-x- -x-

Morada The Dark Night Dwelling

 

— Oh merda! – Choraminguei quando recuei um passo para trás com Harry. — Quem é você?

Meu corpo suava em excesso, estava prendendo o ar. Quando tentei puxar a minha mão a coisa a segurou com força, podia sentir as unhas dentro do meu braço, o céu relampeou junto com os raios. Mostrando quem me torturava, lá estava ela, olhos revirados, cabelos loiros e podres, o corpo cheio de deformação e feridas abertas, a pele podre e unhas gigantes. Era Anastácia, a garota que Harry havia matado, a bruxa aprendiz que disse que ia me ver em breve.

Vim te buscar, Louis, feliz em me ver? – saíram várias vozes da sua boca.

— Você! – Harry segurou a minha cintura.

Não, sou a vadia da sua mãe, filho da puta!

Em seguida senti ela me morder na mão, puxando-me com uma força maior que a de Harry.

— SOCORROOOO! – gritei quando me vi afastando.

— Lou! – Camila e Zayn gritaram.

— SOLTA ELE! – Harry gritou.

Meu corpo bateu contra o chão, assim como a minha boca, comecei a tossir descompensado. Pelas luzes dos raios, vi que Harry estava transformado como da primeira vez que o vi na morada, lutando com bastante raiva atrás da garota. Mas ela estava banhada por magia negra.

A vi erguer as mãos para cima, levitando Harry e o jogando contra a parede, até o corpo dele cair sobre o chão.

Me arrastei, dizendo baixinho “deixe ele em paz”, olhei para o escuro, vendo que ela havia sumido. Entrei em desespero indo na direção do Harry, não sabia aonde estava os outros e eu estava com medo.

— Harry?! – estava sendo difícil falar.

Meu trauma estava voltando. Sinto alguém atrás de mim, comecei a ir mais rápido, aonde lembro de ter visto Harry cair, os passos se aproximando de mim, eu sabendo que estava sendo observado, quero fugir mas estou preso nesse pesadelo real.

Senti as mãos nas minhas pernas e gritei.

— Lou, sou eu! – Niall estava ofegante e tremia muito, na sua mão, uma lanterna.

— O que aconteceu? Aonde estão os outros? – pergunto em lágrimas.

— Eu não sei, me puxaram, eu cai em algum lugar. Acho que fui distração para pegarem você assim! – Ele me ajudou a levantar.

Peguei a lanterna da sua mão, mirando aonde a bruxa jogou Harry, mas ele também não estava ali. Droga!

— Harry!

— L-Lou.... – Niall cutucou com o dedo no meu ombro. O encarei e vi que ele apontava para algum lugar.

Segui seu olhar, juntamente com a lanterna na mão. Ergui para aonde estava as cortinas e avistei, os pés da garota de cabelos pretos, que me marcou, àquela que estava com a boca costurada, dessa vez com o rosto mais deformado ainda.

Vocês querem brincar comigo? – Ela disse em várias vozes.

— Vamos embora daqui!

— Eu vou achar vocês amiguinhos!

Niall e eu nos pusemos a correr, eu preciso do Harry, dos meus amigos, estou com medo, preciso sair desse lugar....


Notas Finais


✝ perdão pelos erros :-/
✝ Estão ansiosos pelo próximo, tenho uma grande surpresa para vocês...

O que acharam do capítulo?

✝O que acham que vai acontecer? Acreditam que o Lou matou o Justin? E esse beijo Zouis? Oque fariam no lugar do Louis, se vissem uma entidade? ✝

✝Não postei Segunda, porque estava pensando em como fazer isso, colocar as palavras no capítulo, porque eu sabia como seria, então me perdoem se demorei ✝

Se você chegou aqui e não esperava por esses tiros, comentem "Que tiro foi esse?"

✝Até segunda feira ❤


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