História Eternal Trail - Capítulo 25


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, One Direction, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Harry Styles, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Larry, Suspense, Terror, Zouis
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Palavras 4.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey, hey
Cheguemo again❤🔱

Desculpem a demora e os erros....
Boa Leitura!

Capítulo 25 - Chapter Five


乂 Harry Styles 乂

— Mais um corpo que Louis acaba. — Ian chutou alguns dos móveis quebrados da casa de Daniel. 

— Isso é estranho. — Kristen caminhou lentamente aonde estava o sangue seco, que escorreu do olho de Daniel. — As digitais são todas de Daniel, não existe DNA do Louis aqui. 

— Ele não agiu com as próprias mãos. — Robert mascou o chiclete. — Louis manipulou a mente de Daniel, o fez se suicidar. 

— Mas como demônio, ele não seu importa de mostrar rastros. — Ian falava. 

— Nessas circunstâncias, é preciso, não acham? Com a Selena atrás dele e enlouquecida...

Deixei os falando e fui andando pelos cômodos da casa, simplesmente não estava suportando aceitar que aqueles seres estivessem falando do Louis como se 100% de tudo fosse a sua culpa. Habita-se um demônio dentro dele e temos que arranjar uma forma de acabar com isso, antes que a Selena acabe com ele. E não é o que quero.

Entrando na cozinha, olho para as milhares de garrafas de cerveja espalhadas e tudo sujo, como se o que Daniel fizesse era entrar em casa, encher a cara e ficar por assim até o outro dia. A mobília estava empoeirada e com teias de aranha. Tão velha quanto a casa parecia ser. 

Passei os dedos na pia de mármore e olhei pela janela, vendo olhos negros me observando entre os arbustos. Eu poderia reconhecê-lo de algum lugar e eu sabia que todas as minhas cartas voltam-se para o Louis. Sai em uma só velocidade, entrando no meio dos arbustos, tinha a sensação de estar sendo observado. 

— Louis! — o chamei. 

Uma movimentação a minha esquerda, fez com que eu move-se até onde vinha, mas não tinha nada. E eu estava ficando obcecado em descobrir a existência do demônio de Louis, para poder ao menos ter a certeza de que ele não seria encontrado pela Selena, aquela porra me deixa no limite. 

Uma risada macabra entoa no meio daquela mata, que me faz arquear a coluna, procurando por quem fazia tal barulho e nada conseguia encontrar. 

Porra, “aonde você está Louis?” 

— Aqui Babe! — Disse uma voz e meus pés foram puxados, bati com a cabeça e fui puxado pelas pernas. 

Tentei me livrar das mãos da coisa mas suas garras eram tão afiadas que cravaram no meu calcanhar e sinto uma pancada forte me dominar, meus olhos apagam por alguns minutos. 

 

.....

Minha cabeça latejava, e tudo estava em uma tremenda escuridão, sinto correntes presas na minha perna, me impedindo de ir mais adiante, qualquer movimento que eu fizesse soltaria a verbena que canalizaria a minha pele em chamas torturantes. Tentando me concentrar naquela escuridão, vejo que estava em uma cama embaixo de uma escada velha e podia ouvir gotas de água ligando como fundo. O cheiro do lugar me lembrava depósito e um porão velho. 

Tinha caixas espalhadas, coisas que as pessoas já não usavam para algo, móveis esquecidos. Perto de mim, estava a mochila com os diários de Louis do passado. Eu não fazia ideia de quem havia me trago à aquele lugar, como achou as minhas coisas mas eu tinha a certeza que deveria sair dali. 

Abaixando meu corpo, ia tocando nas correntes para arrebentá-las quando ergo meu olhar para a escuridão mais abaixo da escada e vejo parede de olhos me observando. Dei um pulo e encarei bem, quase que espremendo os olhos: 

— Não reconhece mais seu namorado? — Louis surgiu pata perto luz. 

Imaginei meu coração acelerando e quase saindo pela boca. Embora seu estilo gótico venha ser novo para mim; aquele pincerg no canto dos lábios me deixava insano, porque aquele demônio estava se aproveitando do corpo de Louis. 

— Por que me trouxe aqui? — rosnei. 

— Porque você vai acabar fodendo com meus planos, amor. — disse o mesmo com um sorriso no seu rosto. — Sabemos aqui que você era a carta na manga daqueles idiotas, uma hora eu ia ter que aparecer para você e eles iam me pegar, e toda a merda que acontecesse seria a sua culpa. 

— Do que você está falando? — Louis rolou os olhos e passou os dedos na minha coa. 

— Gostou do sonho erótico comigo? — sua língua brincava no pirceng e voltava para os lábios superiores. 

Tentei avançar para cima dele, mas Louis me empurrou contra a cama e a verbena começou a queimar a minha pele; Louis pensou em tudo para me manter preso aqui. 

— Vai se ferrar! E saia do corpo do Louis! 

Sua garganta fora tão macabra que arrepiou meus pelos. 

— Eu vou. Mas com você daqui a pouco. — ele sorriu. — Você vai ficar bonitinho aqui, babe, porque não quero estragando tudo. 

— É maluco, se a Selena te achar? 

— Eu morro e todos se forem. 

Louis tocou no meu rosto e passou as unhas sob meu peito, rasgando meu peito sem piedade alguma. Quando o sangue escorreu por ele, Louis passou a língua e desceu a mão no meu membro. Soltei um gemido involuntário e tirei sua mão de lá. 

— O bom é que vou poder brincar muito com você. — seus olhos foram tomando a cor negra e fria, que até mesmo um vampiro sem alma, sentia-a voltar. 

Abri a boca para dizer algo a ele, quando uma silhueta feminina e o cheiro podre invadem nossas narinas. 

— Olá vadia! — Louis deu in pulo, estralando os ossos do corpo. — Você é mesma a próxima da minha lista de “fodidos que tem que pagar por não morrerem logo”. 

Vejo a Anastácia dando um passo a frente com os punhos cerrados, mas como ela estava viva? Eu a matei, sei que matei. 

— Isso é triste, porque você é quem está fodido na minha mão. — Ela mexeu as mãos e disse em Latim: — cruciatu. 

O corpo de Louis foi arremessado contra os degraus da escada e ele estava se agonizando, estava sob tortura da magia negra da bruxa. Anastácia parecia estar se divertindo com os gritos de agonia do demônio. Por mais que eu quisesse ele longe, não podia deixar ela acabar com Louis. Levantei ignorando a dor de ser queimado pela verbena e segurei no seu pescoço com o braço, tentando quebrar seu pescoço. Mas aquela desgraçada já esperava pelo meu ataque: 

Dolor! 

Comecei a sentir bichos entre as minhas entranhas e era como se eles estivessem devorando meus órgãos internos, não paravam até então. Cai de joelhos gemendo de dor e logo sendo queimando pela chamas da verbena, sangue saia dos meus lábios, olhos e ouvidos. 

— Não é gostoso sentir dor? — Anastácia sorri, andando pelo cômodo e saciada pelo olhar daquela que estava tendo a sua vingança. — Vou matar seu namoradinho primeiro para que assista de camarote e depois, seremos só eu e você, porco imundo Styles. 

Eu não conseguia me mover, com a sua magia, ela travou meu corpo e deixando com que todo tipo de dor. Olhei para Louis se revirando nas escadas e o suor escorrendo pela sua testa. Ele mantém o olhar macabro sobre mim e sorri em meio a dor: 

Quod rursus lumina!

Todas as luzes explodiram e se antes estava escuro, agora estávamos abraçados pela escuridão, eu senti meu corpo prender e ser arremessado contra a parede. 

 

ψ Louis Tomlinson ψ

 

— Está fugindo, Tomlinson? — Anastácia gritava no meio da escuridão que a rondava. 

Era possível ouvir as risadas demoníacas vindo de todos os lados, o vento soprando morbidamente e de modo que jogava os cabelos dela para trás. 

— Aparece... 

Com sua magia, Anastácia invocou uma luz azul, que capitava qualquer tipo de movimento e marcas não vista por à olho nu. Caminhando lentamente para aonde havia deixado Harry, viu que o vampiro não estava mais ali, muito menos Louis na escada. A bruxa, assim caminhou ainda mais para frente, percebendo que havia um ser em pé, próximo do armário caído. Ergue a luz para cima da silhueta mas quando tomava esse ato, a pessoa sumia, retomando a baixar a luz, ela estava ali parada. 

— Você acha que pode fazer esse jogo psicológico comigo.... Está muito enganado. — rir em deboche. 

Voltou a mirar a luz na direção da silhueta que desaparecer, sem deixar com que desviasse do foco. Assim que estava próxima o suficiente, foi baixando a luz lentamente e não encontrou mais nada ali. 

— Boa tentativa. — Sussurrou a bruxa. 

Voltando para aonde estava, girou o calcanhar e uma figura desfigurada estava na sua frente, gritou e a jogou no chão. Anastácia pôs a gritar, erguendo a mão para cima, na tentativa de se defender do que a atacava. Abriu os olhos vendo que nada tinha ali. 

— Eu vou matar você, Tomlinson! — berrou a bruxa, com os cabelos desgrenhados. 

Ela deu um passo a frente, assim que levantou e arrumou a sua roupa. Mas risadas a fazia soltar seus feitiços mas que não a ajudava a sair daquela. Louis queria a ver com pavor, para poder saborear da sua doce vingança, aquilo se tratava de algo além do pessoal. 

Ele queria sentir o sabor da Vitória, de se estar matando e aniquilando cada filho da puta que o fez sofrer. Que brincou com a sua mente e que de certa forma brincou com Harry. 

Estava mais sanguinário e queria seu corpo banhado por cada sangue; de cada morte que listou. Anastácia poderia ser uma bruxa negra, mas Louis era o demônio em si; muito mais forte e mais obcecado do que ela. Ele também sabia sobre os medos dela, que por mais que tenha vendido sua alma para Lúcifer, a bruxa vivia com eles. 

Ele brincaria com a sua presa antes de matá-la, do mesmo modo que as orcas faziam com os peixes e humanos. Afinal, o que seria a morte sem a diversão? 

— Aonde você está, seu idiota? — Anastácia corria em círculos, a procura de Louis. — Está com medo? Seu babaca! 

Ela parou, assim que viu parada diante de si, vários manequins sem rostos, pra sem roupas e com partes derretidas. Ao seu lado havia um interruptor e ela fora “esperta” ao ligá-lo, acendendo a luz do corredor daquele lugar abandonado. Andou em passos curtos, por cada um, com as costas arqueadas pois ela lembra que quando sua mãe a levava para comprar algumas roupas, uma das bonecas de manequim caiu em cima de si, e parecia estar a encarando, de modo que os olhos mexeram para ela. Anastácia ouviu risadas e nunca mais comentou sobre seu medo de manequins. 

Ironicamente, estava entre eles e parecia que todos a observava. Ela manteve as palavras para serem ditas, caso acontecesse algo, a medida que atravessava o “corredor”, olhou para três. Vendo um cabelo negro se movendo entre os manequins também. 

Anastácia sentiu o corpo suar e apressou o passo, olhando para trás aonde os cabelos se moviam, e o barulho de plástica era assim escutado, as luzes começaram a falhar, e ela se encontrava em pavor. E gritos sonoros saiam dos seus lábios, em constância ela sabia que aquela coisa queria atacar. 

Em um movimento errado, ela caiu dentro de um buraco e sentiu os ossos da costela, se espatifando dentro de si, ela não poderia se mexer, nem mesmo sua magia parecia o suficiente para tirá-la daquela situação. 

— Você pode fazer.... — parou de falar, quando a silhueta apareceu no fundo, e as luzes piscavam, mostrando os cabelos se movendo.

Anastácia tentava jogar uma das suas magias, contudo estava apavorada demais para pensar em alguma coisa. E toda sua coragem fora depositada nas lágrimas que escorriam pela sua face e arrancava sua pele. A coisa, mancava e arrastava a perna, vindo na sua direção. O barulho que ela fazia era aterrorizante, uma mistura de gritar e melancolia de um choro. 

— Sai daqui! — ela dizia. 

Foi quando a coisa parou, e tudo pareceu tenso. Até o momento que fora escutado as seguintes palavras: “cruciatu”.

E a bruxa sentiu o corpo sendo engolido por uma larva interna, que destruía seus órgãos de dentro para fora. Garras arranhavam seu corpo, e a bruxa agonizou, arregalando os olhos, para a coisa que agora estava perto dos seus pés, arrancando suas unhas uma por uma. As lágrimas saiam da garota/bruxa, aonde trazia satisfação ao olhar de Louis.

— Não é bom, sentir dor? — imitou as mesmas palavras que a bruxa. 

— Vai se foder, Tomlinson! — disse a mesma com a voz falha. 

Ele gargalhou quando surgiu das sombras, com o olhar completamente negro como a noite mais mórbida. Em suas mãos, crepitava um arame farpado e ele sorri. 

— Últimas palavras, vadia? 

Cuspindo sangue em excesso sob o chão, Anastácia o encarou: 

— Nos vemos no inferno, seu desgraçado, a Selena vai acabar com você, porra! 

Lançando um olhar convicto, onde suas sobrancelhas estavam arqueadas, Louis umedeceu os lábios. Estando na frente da sua vítima. 

— Estamos no inferno. — Tirou suas garras para fora. — E a puta da sua “amiga” já tem o que é dela. Já você — Ele rir macabro, passando a língua no pirceng. — Passará vinte quatro horas, se agonizando de dor e queimando nas chamas do seu inferno particular, implorando pela morte, vai contar cada segundo até que perca a porra de vida que tem, e mais legal, é que ninguém vai te ouvir, mesmo que grite, e sua magia, ela já foi tirada de você, aproveite porque pelas minhas contas, não é legal se masturbar com arame farpado, que literalmente, entrar no seu corpo. 

— Seu....

— Dolor. — disse Louis. 

Se afastando quando a bruxa gritou no momento que o arame entrava na sua intimidade e rodava, arrancando sangue de todas as partes e o corpo que acabara de entrar em chamas, liberando o cheiro podre de bruxa morrendo queimada viva. 

E tudo aquilo era música para os ouvidos dele. 

 

Harry Styles ��

Minha cabeça latejou, foi quando eu me vi abrindo os olhos, vendo que dessa vez estava em uma cama, ao redor de um campo de flores que faziam a verbena me aniquilar a alma, meus pés estavam presos nas correntes que Louis havia me colocado. Eu não sei o que aconteceu depois de eu ser arremessado contra a parede. 

Passei os dedos entre os fios dos meus cabelos, estavam embaraçados e desgrenhados. Quando penso em me mover, sinto mãos ao redor da minha cintura e lábios tocando nas minhas costas. 

Louis estava ali, deitado comigo, sorrindo e dessa vez, sem aqueles pares de olhos negros. E eu sentia falta do meu namorado, aquele que não era tão quanto aquele diante de mim. E eu sei que seu corpo estava comigo mas a sua alma andava distante tanto quanto eu estava dos nossos amigos. 

— Pode sair, daqui? — indaguei, o encarando e tentando me levantar. 

Mas Louis foi mais rápido ao me empurrar de volta na cama. 

— Você não quer isso, porque eu sou ele, de certa forma. — sinto suas pernas passando entre as minhas e seus dedos subindo para meus bíceps. 

Louis me paralisou e não podia lutar contra ele.

— Você pode trazer ele por alguns segundos? 

Sei que os demônios tinham o controle quando estão no corpo de um humano, por isso, se eu tivesse meus segundos com o Louis de verdade, eu ficaria mais tranquilo. 

— Ficarei aqui preso, sem lutar, apenas me deixe falar com ele. 

O Louis diante de mim, arqueou a sobrancelha e ficou por cima de mim, sentando no meu colo. 

— Vocês apaixonados são tolos. — ele rolou os olhos. — Mas como estou de bom humor porque matei quatro pragas da minha sombra, vou te dar dez minutos com seu namorado e nada de bancar o espertinho, estou de olho em vocês. 

— Dez minutos, está bem. 

Aquele Louis fechou os olhos e contei até três, aonde toda aquela peculiaridade do meu namorado sumiu; pincerg e tatuagem de menos. Quando ele abriu os olhos, revelando a íris azul, meu coração acelerou, eu sabia que Louis estava de volta. Seu olhar trêmulo, lábios entre abertos mostravam o quão estava perdido, ele me encarou naquele segundo e vi suas lágrimas escorrendo pelo rosto. 

— Hazza! — Sinto suas mãos ao redor da minha nuca. 

Não me sentia paralisado, por isso consegui retribuir ao seu abraço. 

— Meu amor... Eu estava com saudades. — afundei meu rosto no seu pescoço, ele estava quente e aquele era mesmo Louis. 

— Me desculpe, me desculpe por tudo isso! — disse com a voz embargada. — Eu veio tudo o que ele faz.... Eu.... Vi o que ele fez com a minha avó! 

— Shiii, amor... Eu sei de muito, e que sua avó planejou isso com você... Mas não temos tempo. Assim que eu puder, explico. — toquei no seu rosto, secando suas lágrimas. — Você vai voltar pra mim, não vai? 

Estava me sentindo inseguro, mas faria o que fosse preciso pra ter o Louis de volta. Não posso perdê-lo, não agora que estamos indo tão longe. 

— Ele disse que isso vai acontecer, mas as mortes que irá causar serão necessário. Amor... Vinte vezes, vinte mortes. Grave isso e conte. 

— Faltam dezesseis. — constatei. 

Louis assentiu com a cabeça. 

— Cada um, eu sinto e vejo o porquê. Você precisa continuar lendo os diários, você tem que salvar nossos amigos do Ian, e vai estar presente, quando tudo acabar. Não impeça o demônio, ele sabe o que faz. Por isso, trocamos de lugar. 

— Sinto sua falta! — Disse, sabendo que nosso tempo era curto. 

— Eu também.... Sinto cada vez mais. — Louis tocou nos meus lábios o desenhando com o polegar. — Mantenha-se vivo, preciso de você. 

— Eu vou. — afirmei. — Está sendo ferido? — Louis negou. 

— Apenas é escuro demais e às vezes perco a consciência. 

Engoli em seco por lembrar de algo. 

— Você viu, quando.... Entrou no meu sonho e bem....

— Eu vi. Mas saiba que era ele e parte de mim, estava ali. Não foi real por mais que parecesse. Está tudo bem. — Louis se aconchegou mais no meu colo. 

Aquilo era bom, sentir a sua presença, poder persevera com seu amor. 

— Eu te amo. 

— Eu também te amo. — Respondeu-me. 

Segurei o seu rosto, gravando-o um pouco mais e juntei nossos lábios, deixando com que nossos sentimentos fossem entregues, porque não vivíamos ele desde que tudo veio a tona, em nossas vidas. A sua língua entrava em contato com a minha, aquecia o que estava frio dentro de mim. Envolvi minha mão direita na sua nuca, o puxando para perto o suficiente, ficamos longe por tanto tempo um do outro, eu precisava dele. 

— Vou voltar.... Eu prometo. — sibilou entre meus lábios. 

— Estou esperando por você. — disse de volta. 

Voltamos a nos entregar, com força e carinho, Louis me apertava com seu abraço e meu corpo reagiu, lembrei que ele estava sem o colar, nossos desejos eram impossíveis de se controlar. O virei na cama, atacando seus lábios com mais ferocidade, voracidade e destreza. Eles são tão macios, que ninguém jamais poderia substituir. Louis era meu e eu dele. 

Quando meu corpo ficou totalmente sobre o seu, sinto suas mãos segurando no meu membro, abri os meus olhos e vi seus olhos negros novamente. O demônio havia voltado, agora puxava meus lábios com seus dentes. 

Sai de cima dele, com um pulo, ouvindo a sua risada macabra. 

— Dez minutos, voam, não é? — Disse-me, encarando meu corpo de cima à baixo. — Você é uma delicia, Louis tem um apetite por você. 

— Louis não é como você. — rosnei. 

— Meu vampirinho, eu sou a parte obscura do Tomlinson, sei que ele queria que o tocasse mais intensamente. — ele se sentou, passando o dedo na franja que estava como um topete em si. — Você não sabe, mas o que Louis quer, eu sou mais óbvio ao dizer. Tipo, quero que me foda. — sorriu. — Mas ele não diz, porque é delicado e — fez careta. — espera pelo seu momento. 

Fiquei em silêncio, por mais que aquele demônio seja manipulador, ele era a parte obscura do Louis. Todos temos essa parte em nós. E eu sei que enrolei demais, me sinto mal por isso, não meu dei conta de que tudo que é especial, é quando ele está. 

— Culpado? — Louis me questionou. 

— Dezesseis mortes, quem é o próximo? — mudei de assunto, me ajeitando na cama. 

— Vocês falam demais.... Porém vou revelar a você o próximo da minha lista de “fodidos na minha mão”. — fez aspas com o dedo no ar. — O Fire Soul. 

Arregalei os olhos, sabendo muito bem de quem se tratava e o quão um fire soul é poderoso. O quanto será difícil combatê-lo. 

— Shawn Mendes. — encarei Louis que sorri. — Como? 

— Gravo um video. — ele deitou na cama. — Agora, me faça companhia nessa cama. — bateu a palma no colchão. 

— Não. 

— DEITA AQUI, PORRA! — sua voz demoníaca, fez meu corpo cair ao seu lado e suas mãos estavam passando pela minha cintura. — Vamos descansar, porque daqui a pouco eu tenho que matar mais dos meus listados. 

— Espero que acabe logo. 

— Se depender de mim vai. — Louis sussurrou. 

 

——— Z&L ———

O céu estava clareando e Liam estava se sentindo exausto por não descansar, estava precisando de sangue e a bruxa, havia saído para conseguir alguns corpos para ele sugar; já que propriamente, ele não poderia se arriscar fazendo isso. Zayn, estava cortando a madeira, para colocar na lareira da cabana. Liam estava o observando de longe, atento a pressão nos bíceps que Zayn fazia ao bater contra a copa e o machado. 

De fato, ele não havia parado para ver o quão caderno detalhe de Malik, o agradava e lhe deixava a desejar. 

“Mas que porra é essa?”, pensava consigo mesmo. Negando com a cabeça, se levantou quase em pulo da cadeira de balanço, indo para dentro da cabana. Ele ficou a tatuagem que surgiu na sua pele, era metade de uma flor na sua mão, havia surgido mais depois da primeira. 

Liam estava se sentindo deslocado, como ele era a “alma gêmea” de um cara que ele se quer sente atração? 

Ou o destino estava lhe causando uma tortura particular ou ele ferrou demais na vida para estar sendo castigado. Tentar pensar nas razões o enlouquece e o deixa furioso. Zayn não vinha sendo gentil com ele, e ambos não tinham nada em comum, se quer trocavam palavras sem estarem se xingando, desde então. 

Passando os dedos no espelho a sua frente, Liam tentou imaginar como seria ter os lábios de Zayn junto ao seus, o calor da sua pele, irradiando em cada toque corporal. 

— Porra! — Ele negou, quase socando com os punhos no vidro. 

— Pensando em mim? — Zayn apareceu atrás de si. 

Liam quase derrubou os jarros da Katy, pelo modo como Malik havia o assustado. Recompondo-se, Liam procurou ficar ereto e rígido. 

— Se eu quisesse ficar estressado, talvez eu pensasse em você que em menos de um minuto conseguiria. — refutou, com o olhar cínico. 

Zayn jogou a madeira na lareira e o encarou. 

— Você está irritado, quer dizer que pensava em mim. — Constatou, voltando ao que fazia. 

— Estou irritado, porque você se acha demais. 

— Ou por que está revoltado por estarmos ligado ao destino, juntos. 

Zayn acendeu as chamas, mantendo o olhar sereno sobre Payne. Os ombros do outro caíram para frente e ele abria e fechava a boca, procurando as palavras que não vinham. Dessa forma, Zayn puxava os lábios sendo convencido. 

— Venderei o que resta de mim à ter que estar com você pela eternidade. — achou as palavras que procurava. 

Mas Zayn não pareceu se abalar com elas. Liam girou o calcanhar, indo para o corredor curto e sentiu as mãos grandes apertando seu braço. 

— O que está fazendo? — indagou, olhando no olhar negro diante de si. 

Zayn colocou as mãos nos lábios, indicando silêncio. Liam assentiu, quando viu que passos estavam vindo ao redor da camuflagem que Katy havia feito na sua cabana. Os guardas de Selena estavam fazendo a ronda. 

As mãos se Zayn desceram para a cintura de Liam, apertando a medida que os passos dos guardas, estavam se aproximando. Payne perdeu o ar, olhando cada traço do rosto à sua frente. 

Pertos demais....

Com os olhos atentos, Zayn acabou o encarando da mesma forma, passando a pressionar Liam contra a parede. Desceu o seu olhar para os lábios do garoto e sorri. E Liam surtou, justamente porque ele o viu sorrir assim. E o que estava acontecendo com ele? Ambos sentimentos uma vontade de se beijarem, acabarem com aquela agonia. 

— Cheguei! — ouviram a voz de Katy e assim se afastaram. 

Katy abriu a porta, segurando dois homens, diante de Liam e Zayn. 

— Deus trabalho, mas peguei esses para saciarem o desejo de vocês. — ela bate a porta. Em seguida, estuda os rostos perdidos. — Atrapalho em algo? 

— Claro que não. — Liam se apressou a dizer. 

— Não viu os guardas da Selena? Eles estavam aqui. — Zayn mudou de assunto. 

Katy arqueou a sobrancelha, mas suavizou o semblante. 

— Desviei o foco deles e entrei aqui o mais rápido. Mas vou dizer uma coisa, Beaumont está mais macabra do que os filmes de terror de alta qualidade, a Selena está destruindo tudo para ter Louis nas mãos. 

— Mas ela não vai conseguir. — Zayn rosnou. 

— Veremos. — disse a Bruxa branca. — Agora, precisam de energia, devorem as veias dos abutres aqui. — ela jogou os homens na frente de ambos. 

Trocando um olhar sublime, sentiram a garganta queimar pela secura e as presas serem postas para fora. 


Notas Finais


então, vou avisar aqui, que algumas vezes a Jay e o Justin não vão aparecer em capitulos....

Por que, Andressa?

Porque não serão todos que eles terão de necessariamente aparecer. Mas no próximo eles vão sim <3

É isso, espero que estejam gostando!
Até o próximo capitulo...

All the Love, A.


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