História Eternal Trail - Capítulo 31


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, One Direction, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Personagens Camila Cabello, Demi Lovato, Ed Sheeran, Harry Styles, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kristen Stewart, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Luke Hemmings, Michael Clifford, Niall Horan, Personagens Originais, Selena Gomez, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Larry, Suspense, Terror, Zouis
Visualizações 62
Palavras 5.792
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey leitores ^_^
Mais uma capítulo pra vocês!!

Boa leitura ❤
Larry is Real 💙💚

Capítulo 31 - Chapter Eleven


Fanfic / Fanfiction Eternal Trail - Capítulo 31 - Chapter Eleven

Harry Styles ✝

Os pingos de chuva aumentaram para um trovão arrebatador. A luz apagou do lugar que estava, com certeza uma falha no disjuntor. Mas aquilo não era problema meu, na verdade muita coisa não era mais problema meu. Estiquei minhas pernas e sentir ela queimar ainda mais devido a esse ato. Provavelmente ainda me encontro com algumas dores na juntas e sem contar a verbena que queimava minha carne.

Eu não estava aguentando mais ficar parado ali, sempre esperando o Louis voltar com mais uma das suas graças de demônio. Na verdade, o monótono me deixa entediado para tudo.

Olhei para o escuro, fixando meus pensamentos em nada a qualquer coisa. O vento soprou e deu um jeito de entrar pela fresta da porta de ferro, rodeando a mim como parasita. Contudo não me fazia arrepiar a pele, afinal eu não sentia absolutamente nada.

E nesse mesmo ponto não estou pensando mais. Até isso me deixa irritado. Tudo o que desejo é que essa palhaçada chegue ao fim. A cada segundo que se passa minhas suposições vem aumentando. Descobri tanta coisa sobre os ademais Louis do passado. Em quase metade das coisas que vivemos relatadas por ele e desde o último que eu li, descobri sobre um livro Lost Soul que deveria estar com certeza na biblioteca de The Dark Night Dwelling. Para saber o que tinha dentro dele, deveria ir na maldita morada.

Mas como sair quando você está preso sob correntes? Ou quando na verdade não quer abandonar a pessoa que ama mesmo quando ela está possuída? Ora, sem contar na bruxa cujo a magia negra pode mudar tanta coisa?

Minha vontade era arrancar fio por fio do meu cabelo, de tanta coisa que se passava nele.

Sobre o livro branco, ele estava sem escrita, era um diário que estava preparado para ser escrito. Logicamente não por mim mas pelo mesmo que escreveu todos os outros que li. Portanto tratei de guardá-lo bem, pois quando Louis voltar ao seu estado normal deve saber o que fazer.

Louis...

Como eu sinto falta dele, do seu perfume escasso passando entre minhas narinas, as mãos quentes rondando o meu corpo, ao mesmo tempo que fosse vulnerável também era astuto. Se metia em encrencas muitas vezes aquelas que não sabia como entrava, mas estava lá.

De todos, ele é o único que está aqui, sem destino de deixar-me. Vejo o quanto luta internamente para permanecer em vida mesmo ela não a sendo. Os seres humanos procuram propósitos na terra, da mesma forma que Louis procura a dele, diante a frase que ouvia quando fora amaldiçoado.

Ela é nossa tormenta como também nossa salvação. Um pedaço de tortura com pitada da glória. Insanidade e percepção. Crepitada nos nossos corações aflitos e ansiosos. Palavras que realmente tem um poder sobre nós. Mas nunca será maior do que o amor que sentimos um pelo outro. O amor é a nossa força, escudo e o que nos mantém em pé.

Ele é maior que qualquer magia.

Não importa quanto tempo passe, quantas luas apareçam e estrelas caem do céu. Vou continuar amando o Louis e que ele for em seguida.

Meus olhos começaram a ficar pesados. O que é estranho porque não costumo ter sono assim por ser um “homem” da noite. Então entendi o motivo quando a surgiu da escuridão olhos negros com a face iluminada por algo que não posso descrever o que é. Me parecia ser o feixe que a lua transmuta para clarear a terra. De qualquer modo, ele estava ali, sorrindo diabólico para mim, dentes braços em perfeita ordem, no canto dos lábios o piercing que está sempre passando a língua. A franja estava embaixo da touca cinza, as tatuagens espalhadas pelo pescoço e escondidas na jaqueta de couro. Fechei meus olhos aspirando o cheiro de sangue humano e de vampiros também. Apertei minhas mãos na cocha por sentir sede e a minha garganta começar a queimar. Meu demônio estava revoltado por não poder participar da festa que Louis esteve.

Abrindo meus olhos novamente, ele estava próximo de mim, olhos em plena escuridão que se eu tivesse alguma alma definitivamente ele a levaria sem mais precedentes. Diretamente dentro das suas órbitas, conseguia ver a dor, medo e o pior de mim.

Não é uma coisa que você pode sentir ou que simplesmente deixa de ter. São os mais internos que nos abitam mas que procuramos fugir por acreditarmos que somos bons aos olhos dos outros. Todos temos o lado obscuro, ninguém é perfeito nem sendo humano mais amado. Possuir aquele ar da graça e simpatia. Somos malvados e usamos máscaras para poder não mostrar o que realmente se é visto.

— Quem é você no escuro? — Louis deslocou sua mão para perto da minha virilha. Aquilo me deixou mexido, sim. Não tem como evitar o que é da sua natureza moral.

Engoli em seco porque sei que ele não vai parar até que eu seda ao seus toques e tentações. Como demônio, ele está ali para me perturbar até que eu não aguente se quer algum segundo. Venho lutando contra esse inferno que ele me causa. Falhei quando o beijei horas atrás após sua provocação. Também não quero ser imaturo a ponto de dizer que fiz aquilo porque o demônio abita o corpo do meu namorado, aquela desculpa é esfarrapada. Quando na verdade sei que fiz aquilo porque sou possessivo com o que tenho e não quero que toquem nele como eu toco. Louis é meu e de mais ninguém.

Tentei desviar o meu olhar para qualquer ponto daquela escuridão mas Louis segurou meu queixo, abrindo a boca para morder e puxar a minha pele. Seu ato foi uma brecha para o meu eu do mal bater no peito e quebrar algumas grades que coloquei para ele não sair.

— O que você ainda quer de mim? — pergunto com a voz falha.

Louis arrastou seu corpo até o meu, abrindo as pernas e deixando a sua bunda posicionada no meu pau. Encaixou ela perfeitamente ali, começando a esfregar suas nádegas na minha ereção quando apoiou suas mãos nos meus ombros.

— Você sabe o que eu quero. — disse as vozes dentro de si.

— E você que eu não vou dar esse gostinho pois é ao verdadeiro Louis que o merece. — apertei sua coxa para que ele parasse com os movimentos.

Gemeu ao mesmo tempo que rosnou para mim. As suas unhas saíram para fora arranhando a minha pele quando desceu sua boca para o meu pescoço.

— Podemos nos tocar, daddy. — ele lambeu meu pescoço. — Não é somente eu que estou dizendo mas seu namorado perdido na escuridão.

— Como posso confiar em um demônio?

— Não pode confiar porque somos trapaceiros — Louis parou seu olhar no meu, tirando a escuridão e substituindo pelo azul. — Você é uma gama também ou seja, a tentação sempre é maior que a contenção. Apenas faça o seu limite.

Fiquei em silêncio por um momento. Queria poder dizer algo, se o céu não trovejasse quando seus lábios encostaram o meu e suas unhas começaram a falar na minha pele. Provavelmente arrancando filos de sangue do meu corpo, ele começou a rebolar no meu pau sabendo o quanto aquilo me deixava loucamente excitado.

— Isso é errado! — o avisei.

— Desde quando você segue as regras? — Louis parou o beijo sorrindo safado após colocar suas mãos no meu peito e me empurrar com brutalidade na cama.

A verbena queimou a minha pele e eu gemi. E foi naquele ato que algo passou pela minha cabeça, poderia ser arriscado a não dar certo? Sim. Mas eu deveria tentar.

— Tire as algemas e eu te mostro quem eu sou no escuro.

— Não tente me enganar vampiro. — o outro rosnou.

Ele é a prova de que tentar a tentação era algo difícil mas não impossível.

— Eu sei que você me prendeu aqui por um motivo em especial. Mas porra eu não vou fugir de você porque literalmente é meu namorado e estava o procurando, acredita que quero manter distância mesmo estando possuído? — apoiei a minha mão na sua cintura. — É claro que não vou fazer amor com você, sexo ou transar. Mas eu posso fazer coisas com você que pode ser capaz de substituir isso.

Seu olhar se mostrou interessado.

— Como?

— Me solte e deixarei a escuridão mostrar.

Louis mordeu os lábios com força, poderia ver o pincerg quase se soltando da sua boca. Bloqueio meus pensamentos quando ele estar me olhando de cima a baixo.

— Sua aura está tão negra. — ele lambeu-os. — Faiscando um vermelho tão intenso que me faz julgar que quer mesmo. Mas — seu olhar parou no meu. — algo em mim tem receio.

— O que quer que eu faça? — Pergunto. — O que quer que eu realmente faça?

Minhas palavras pareceram um convite a desejar para o demônio que ardia de tesão em cima de mim.

— Não quero promessa. — Ele lambeu meu lóbulo. — Não quero que seja o namorado dele. — sussurrou após voltar a puxar a minha pele. — Quero ver você sendo o vampiro malvado.

— Eu serei.

— Será?

— Deixe-me te mostrar.

Estava jogando todas as minhas cartas para poder convencê-lo. Não estou mentindo pra ele, por mais que quisesse, mas não posso me afastar do Louis. Meu Eveda dizia que não posso e devo entendê-lo. Por alguns segundos, ele sorri soltando um gemido. Saiu do meu colo e sem tocar na corrente a desfez da minha perna.

Claro que a sensação de alívio foi a primeira a me dominar, a segunda foi de fuga. A terceira, foi da chama ardente que me dominou da cabeça aos pés. De costas para mim, Louis olhou por cima do ombro alicerce aos meus movimentos. Tudo que fiz, fora agarrar sua cintura e o jogando na cama. Fechei meus olhos abraçando a escuridão, Louis ia se arrepender de ter provocado o meu demônio.

✝ Bônus ✝

Louis Pov.s

Aquele desgraçado me pegou de surpresa, mas eu gostei do seu ato violento e grosseiro. Estou louco para saber o que aquele vampiro iria fazer. Mas claramente que não seria ele o dono dos toques e gemidos altos. Tenho meus truques insanos atuando dentro de mim. Sou um demônio, cujo transmite prazer e saber como o fazer muito bem.

Minhas pernas foram abertas quando meu olhar pousou nos olhos meus. Tão macabros e assustadores que me deixava maluco. As veias postuladas na lateral do rosto, nos olhos transmitiam uma vibração.

Os trovões eram mais um convite por aquele momento que esperei desde que o prendi comigo. Até o sonho que invadi para poder provar ele mesmo que não fosse real. De alguma forma foi. Pois o fiz gemer enquanto não estava consciente e o fiz gozar na mesma intensidade.

As presas dele estava para fora e meu pau duro começou a latejar contra a calça que eu estava usando. Harry desceu seu corpo segurando firme a cintura dela e rasgando sem dó alguma.

Filho da puta!

Estava nu na parte de baixo, com as pernas abertas quando a sua língua passou na minha coxa indo para perto da minha V-line, por habitar um corpo de um humano, arrepiei inteiro e podia sentir o frio daquela madrugada chuvosa. Mas acima de tudo calor, muito calor. Meus dedos baixaram para se perderem nos fios do seu cabelo e os puxei com força quando ele mordeu minha cintura. Fui ficando mais duro do que estava.

Harry cravou as unhas no meu braço e dele terminou de arrancar minha roupa, em rasgos perdi todas as peças. Ele é um verdadeiro destruidor quando quer. Continuei bagunçando seus cabelos, banhando por larvas de dentro para fora, superaquecido pelo fogo da sua boca gostosa.

Mordi os lábios jogando a cabeça para trás. Harry estava chupando cada parte do meu corpo, quando eu delirava gemendo seu nome tão alto quanto ele chegou a me proporcionar com a alma humana.

Na minha cabeça ouvia Sweet Dreams tocando como som. Porém não tem melodia melhor do que seus gemidos chamando meu nome. Mentalmente estava assistindo seu show macabro com meu corpo. Sua boca mesmo sendo vampiresca era tão ardente, seus dentes e chupões não deixavam nada passar despercebido. Minha barriga tremeu e é uma porra ter o corpo de um humano, estar dentro dele porque sente tudo. Harry apalpou a minha bunda e a outra porra era porque eu não era o Louis que ele queria que fosse pra ele. Aquele maldito humano tem tanta sorte por ser o escolhido para receber os toques do Styles.

Mas tudo bem, de alguma forma sou ele também. Tudo o que sinto na terra ele de certa forma sente na prisão temporária que está.

Mordi meus lábios outra vez, esfregando as minhas pernas na lateral do seu corpo e movimentando as mãos bruscamente, Harry colocou minha perna de volta na cama.

— Não estraga essa porra! — sua voz demoníaca saiu em alto som.

Posso dizer que mais excitado não poderia ficar mas era mentira, com Harry dava para ficar molhado até ele sendo um filho da puta. Bem, pelo menos para mim sim.

— Está muito lendo, daddy! — provoquei. — Eu sei foder você melhor que isso.

Ele ficou furioso, me colocando de quatro e deu um tapa forte da minha bunda. Gemi quando ele fez isso.

— Empina essa bunda, agora. — obedeci como um cão fiel ao seu dono. — Eu vou deixar a minha língua foder a sua entrada que vai desejar que meu pai esteja dentro de você... — ele riu. — Mas nunca vou te satisfazer dessa forma.

— Anda logo. — resmunguei.

Para me provocar, o vejo tirando sua roupa na minha frente, tentando esticar a minha mão ou persuadir sua mente para mim trocá-lo mas ele conseguiu deixar tudo bloqueado a minha escuridão. Apertei ainda mais a cabeceira da cama, quando ele puxou os lábios e desceu a calça, sua ereção era visível contra a box preta. Salivei diante a cena erótica que passava na minha mente.

Em seguida ele desabotoou a camisa, lentamente...

— Geme. — Ordenou quando parou no segundo botão.

Ele quer me ferrar, não quer?

— Hum.... — Respirei ofegante vendo a ponta dos meus dedos brancos quando pratiquei tal ato.

Imaginei ele atrás de mim, movendo seu corpo contra o meu e trazendo os desejos insanos que queria praticar com aquele ser e que não faria. Fechei os olhos.

— Eu não disse para fechar. — ele disse num tom duro. Os abri e resmunguei.

— Vai se ferrar.

Com a sobrancelha junta e o cenho franzido o seu cenho. Harry deu dois passos até está na minha frente com um centímetro de distância. Meu olhar ergue para cima, acabei tendo a visão deliciosa de Harry Styles por debaixo.

— Eu sou seu daddy. — ele segurou-me pelo cabelo e apertou. — E quando eu mando algo, você tem que obedecer!

— Não me fode.

— Eu vou mas não do jeito que pensa. Agora — ele abaixou, deixando nossos rostos de frente para o outro e juntou nossas bocas. Sua língua invadiu e bateu contra a minha, tive a sensação que ele estava me devorando e como aquela porra é gostosa. Harry sugou minha língua por dois segundos e a soltou me deixando com os lábios inchados. — Faça o que mandei.

Olhei bravo para ele naquele instante, odeio quando alguém quer mandar em mim quando na verdade eu sou aquele que faz isso.

Harry soltou meus cabelos, voltando aos botões ao me encarar atento, esperando meu gemido vir. E eu o trouxe quando meu pau latejou e desejei ser tocado naquela região dolorida. Mantive meu olhar nos verdes — agora negros — dele, da minha garganta afora o gemido se propagou por todo cômodo. Harry sorriu e seu nariz chegou a se achatar devido a isso. As covinhas afundaram o deixando puramente gostoso naquela visão que tinha.

Segundos torturantes foi o que tive que ficar até sua blusa estar no chão e meu olhar vagar nas suas tatuagens, os músculos suados e fortes, bombeados quando ele chegou a contrair.

Harry voltou a ficar atrás de mim, acabei empinando a minha bunda convidando ele para poder fazer o que quiser com ela. Harry como um malvado a desejar, colocou seu membro duro sobre a cueca contra minha entrada, fingindo penetração ali. Minha barriga contraiu, ele agarrou meu cabelo puxando para trás, foi tão forte que achei que fosse arrancá-los. Rebolei no seu membro porque não deixaria ele se divertir comigo sem nem ao menos eu poder fazer isso.

Só queria que ele me fodesse com força....

— Sei o quanto deseja isso, mas vão ter que se contentar apenas com as imagens que vagam sua mente suja. — Ele sussurrou.

Friccionando ainda mais seu pau na minha entrada. Eu rebolei ainda mais sentindo meu pré-gozo sujando o lençol abaixo de mim. Com a mão livre, Harry segurou minha cintura. Assim subiu e desceu seu membro da minha bunda e eu gemi manhoso por mais daquilo.

Sabia que era tortura para mim contudo para ele deveria ser o dobro, já que estava com a aura tão escura quanto a sua falta de alma.

Isso me deixou satisfeito por um lado. Recebi um tapa na minha bunda tão forte que tenho certeza que ficou a marca da sua mão nela. Ele afastou seu membro de mim e voltou a colocar ao puxar minha cintura bruscamente para trás assim minhas pernas tremeram ameaçando meu corpo de cair.

Seu membro era grande e duro, aposto que iria fazer um estrago quando for entrar nessa entrada virgem.

Pobre Louis humano, não vai sentar por dias.... De certa forma queria ser ele.

— Agora eu vou chupar você e não vai se tocar até eu mandar. — ele se afastou podia sentir o ar saindo dos seus lábios e indo para a minha bunda.

— Você só pode...

— Não estou brincando. — ele me cortou, dando mais dois tapas na minha bunda. — Você quis que eu fosse o vampiro malvado, estou sendo ele. E agora tô mandando você segurar a vontade de gozar nessa cama até minhas ordens..

— Você vai pagar caro por isso. — grunhi quando ele alargou minhas nádegas para ter uma visão melhor da minha entrada.

— Veremos.

Harry no começo mordeu a pele da minha bunda, em seguida passou a língua na linha que formava nas minhas bolas. Estava tão molhada que ficou gélida ao toque. Quase me vi destruindo aquela cabeceira, estava suando em excesso por culpa daquele idiota cujo que estava me fazendo ter delírios.

Me fazendo entender os motivos de Louis o amar tanto.

A minha franja estava colada na testa. Outro estrondo no céu, não somente nele mas o terremoto no meu corpo acendeu quando Harry introduz sua língua na minha entrada, rodando sua língua para diversos lados não perdendo nenhuma parte de mim. Sugando para dentro da sua boca toda a pele dali. Minhas mãos destroçaram a cabeceira. As mãos de Harry apertavam a minha bunda alargando ainda mais a minha entrada quando joguei a cabeça para trás e entrando em outro tipo de inferno particular.

Abri mais as minhas pernas para ele ir fundo com os movimentos, mordi meus lábios inferiores porque meu pau doeu cada vez mais que desejava estar sendo tocado ali.

Harry estava me fodendo mesmo.

Empurrei minha bunda no seu rosto, sentido sua língua e ele a textura que lambuzava.

Sinto sua boca se afastar e ele cuspir na mão, passando na minha entrada com o dedo. Harry voltou com a sua língua e deixou-a trabalhar. Eu sofria porque queria me tocar e não podia. Senti vontade de desobedecer suas ordens mas ao pensar naquilo, Harry segura minhas pernas e me deita na cama.

O vejo ficando sobre mim e seus lábios sugando os meus no beijo urgente e caloroso. Mordi seus lábios e agarrei seus cabelos, puxando-os cada vez mais quando meu pau lateja. Gemi manhoso e parei o beijo mas Harry não deixou aquilo chegar ao fim.

— Quer que eu te toque? Hum? — suas mãos insanas deslizam pelo meu abdômen parando em cima do meu pau.

Ao seu toque meu corpo reagiu e novamente estou gemendo contra a sua boca. Nunca imaginei que iria ficar nas mãos daquele desgraçado como estou agora. Bati meus punhos no seu peito.

— Me toca, me toca porra! Me mostra que pode ser melhor que eu nessa foda!

Harry sorriu malicioso e segurou meu membro. Com os dedos acariciou minha glande. Seu toque insano me atiça cada vez mais. Harry me masturba rapidamente e começou a ser um alívio para meu eu, entrelaço minhas pernas ao redor da sua cintura quando minhas unhas fazem um estrago nas suas costas.

Beijo seu queixo. Lábios. Pescoço. Sugo todos eles também até que ele sinta o que estou sentindo. A minha frustração foi o fato de eu prender tanto meu ápice que estava prestes a gozar na sua mão.

— Ãn... Oh Harry! — cravei mais as minhas unhas nas suas costas contra do minha bunda.

— Ooh. — Ele gemeu com a boca cheia.

Pois eu estava segurando o seu membro, resolvi quebrar as regras e foda-se todo o resto. Se eu fosse uma garota estaria completamente molhado.

Harry estava tão duro quanto eu. Aquilo me agradava ainda mais. Rasguei sua cueca e enchi minha palma com seu pau. Como ele estava sendo ruim, não parou de me beijar aí. Só que por dentro meus lábios estavam salivando para estarem chupando seu membro e recebendo a sua porra na minha boca. Então eu soltei:

— Me faça gozar de uma vez porque vou te chupar. — meu peito estava queimando.

Era pior que as chamas do inferno me abraçando. Ele assim fez, masturbando meu pau com força e ferocidade. Joguei ainda mais a minha cabeça para trás e abri a boca. Vendo meu ato, ele os chupou no intuito de deixar inchado.

— Hum... Oh! — eu gemi alto. — Oh Harry!

— É assim que você gosta, babe? — ele atinge meu limite.

Meus dentes cravam no seu ombro quando estou respirando ofegante. Sua mãe está sendo sujada pelo meu gozo. Mas eu não espero mais precedentes, quando fico por baixo dele, arrasto meu corpo para poder ficar de frente para seu pau duro e o seguro.

— Oh Fuck! — ele destroçou o colchão.

— O que o Daddy quer? — o provoquei, passando a língua na cabeça do seu pau. — Quer a minha boca aqui?

Coloquei todo seu membro nela, sugando com força e soltei após fazer um barulho.

— Foda sua boca no meu pau! — ele gemeu. — Oh babe, me chupa todinho.

Sorri satisfeito porque sabia que minhas cartas estava sendo jogadas na sua direção e ele estava sendo atingido por cada uma. Com a respiração desregular, enterrei minha boca no seu pau grande e duro. Delicioso! Segurei ele, quando movia a cabeça para frente e para trás mantendo o carinho naquela região.

— Oh! Louis! Porra!

Deixei que sua glande encostasse na minha garganta para mim ter que engasgar diversas vezes e não parei. Soltei seu membro naquele momento para sugar suas bolas. Vendo Harry enlouquecer com o ato. Ele mordia o travesseiro e suas presas estavam saltando para fora da sua boca. Ouvi ele gemer meu nome toda vez que o satisfazia com meu ato de vai e vem. Quero toda a sua porra na minha boca e depois beijá-lo loucamente naquela cama. Não conseguia parar, não conseguia deixar de satisfazer aquele demônio que em mim estava aceso.

— Oh! — com as mãos postas no meu cabelo.

Harry liberou a sua porra tão rápido quanto eu, não liguei tanto porque sei que sou mais resistente do que ele. Engoli lentamente seu gozo e sorri. Beijando seu abdômen gostoso e suado, mordendo a pele dente. Até ele me puxar para cima e eu gemi:

— Pretty Good! — mordi a língua.

Harry nada mais disse após me beijar com mais força. Passei meus lábios para o seu pescoço deixando a minha marca com um belo chupão do qual eu poderia dizer a quem visse “Eu que fiz”. Embora não fosse todo o sexo, estava satisfeito de ter feito Harry me tocar como louco.

✝ Harry Styles ✝

Eu teria continuado se não fosse pela promessa que eu fiz ao Louis. Parte de mim estava na ativa mas me controlei por saber que era com o demônio que eu estava lidando e não verdadeiramente com meu namorado.

Selando os lábios no meu maxilar, o ouvi dizer:

— Teria sido mais gostoso se me deixasse te foder com força! — ele é insano.

— Provável. — sorri para ele, sentindo meu eu voltar ao normal.

Dois passos de salto chamaram minha atenção, quando segurei mais o copo de Louis contra o meu. Não sabia o que era mas iria o manter junto-a mim. Apenas sua risada me fez entender que não era uma ameaça.

— Vamos nos vestir! — Ele passou os dentes na minha clavícula. — Você a partir de agora não é mais meu prisioneiro mas aquele que vai me ajudar também a fazer toda essa merda acabar.

O encaro embaixo de mim, um tanto desprovido das suas palavras.

— Como assim? Também?

— Depois eu te conto, rei do sexo sem toques! — Louis massageou a minha bunda e voltou a me beijar.


.x

Foi difícil vestir a roupa e me limpar com Louis me provocando com a bunda empinada toda hora. Mas eu consegui me controlar imaginando coisas broxantes como está com a Selena na cama. Havia outras vestes para nós, o que achei estranho pois não tinha visto elas ali.

Eu fiquei com uma calça preta, coturnos da mesma cor, blusa branca quase falha e uma jaqueta também escura. Louis por outro lado, estava com um jeans que definia suas pernas e bunda, bem apertado. Uma blusa de manga longa preta e aceitou de volta o colar que arrancou na noite em que tudo mudou. Nós pés o vans que o antigo Louis usava. Ele literalmente estava se vestindo como o meu Louis, a diferença é que sua nova imagem deixava ele mais Dark.

— Agora, daddy as coisas ficaram mais tendas e espero que esteja preparado para isso. — Ele se aproxima. — Você está? Vai me ajudar?

Olhei para ele confuso mas assenti.

— Eu vou.

— Promete ser malvado? Porque vai ser preciso sangue frio.

— Não tem problema. — afirmei pegando a mochila com os diários e Louis rolou os olhos.

— Ótimo!

Quando ele segurou na minha mão, senti tudo adormecer e alcançarmos o lado de fora de uma casa antiga e abandonada no meio de uma floresta do Arizona? Mas que porra eu fazia naquele lugar?

— Precisava te manter bem escondido. — ele falou. — Mas um toque meu e voltamos para Beaumont. Não se preocupe.

Nada disse.

— Você disse que não ia demorar! — eu conhecia aquela voz. Olhei entre as árvores vendo Camila surgir.

Ela também estava diferente, cabelos verdes e tatuagens da Lauren espalhadas pelo corpo. Pincerg, unhas grandes e roupas de couro. A íris amarela e passava para o vermelho em seguida.

— Camila? — indaguei confuso.

— Sem perguntas, Styles. Ainda não quero responder. — ela ergueu a mão olha do furiosa para Louis. — Deu pra ouvir seus gemidos tão alto, que acabei ficando excitada e tive que me tocar ali. — apontou para canto da casa.

Os passos de salto eram dela!

— Eu percebi. — Louis responde. Em seguida se virou para mim. — No caminho contamos o que aconteceu.

— Claro, agora vamos porque almas precisam ser sugadas e sangue passado para dentro de mim. — Camila nos apressou batendo palmas.

Se eu estou confuso? Claro.

Mas eles prometeram explicação e eu iria ouvir porque seria necessário.

—— Z&L ——

— Essa calcinha está no meu cu! — Zayn gemeu colocando a mão na bunda e tentando arrumar a calcinha que vestia.

Eles estavam dentro da morada, ela estava decaída e sombria o suficiente para assustar até uma sombra. Liam e Zayn estavam de mãos dadas caminhando pelo corredor quando conseguiram a liberação dos guardas da Selena. E aquele lugar parecia um internato pior um presídio.

— Tem que se acostumar com isso. — Liam tentou dizer.

Com as sobrancelhas unidas, o moreno encara seu namorado.

— Não me faz enfiar — Zayn parou pois o que ia dizer acabaria sendo suspeito. — Não tem como se acostumar com algo entrando na sua bunda assim.

— Será mesmo? — Indagou o outro com o olhar malicioso.

Aquilo fez o rapaz disfarçado de garota, abrir um sorriso mais safado ainda.

— Com exceção de uma coisa ou outra que me traz prazer.

— Eu juro que quero foder você com força mas tô me segurando.

— Quem sabe mais tarde, Tristan?! — Malik piscou.

Voltando a encarar a velha porta da sala daquela que eles queriam distância. Ao mesmo tempo que era necessário a aproximação segundo a bruxa branca da cabana. Zayn ainda achava aquilo completamente inapropriado. Demoraram alara conseguir arquitetar uma fuga para agora estarem feito dois idiotas na morada. Ele só estava fazendo aquilo porque acreditava que Katy estava mesmo os avisando de algo importante.

Sem que batesse na porta, ela foi aberta sozinha.

Um ruído fraco passou pelos seus tímpanos. Seus olhares se arregalaram quando se deparam com a professora Fléur no lugar da Selena. Mentalmente, o casal Ziam sussurrou “WTF”. Não acreditando na cena diante de si, ela estava séria com as mãos juntas.

Eles foram empurrados brutalmente para frente e teriam xingando os guardas se ainda fossem eles. Não queriam ser expulsos e colocar o plano a perder.

— Zoey e Tristan? — Fléur os chamou com a voz seca e bizarra.

— Sim.— eles responderam em uníssono.

— Certo, peguem isso! — Duas caixas foram postas sob a mesa. Continha o colar com verbena, sangue e uniformes? — Tem um livro que vai explicar como aqui funciona. Como estamos com alguns “problemas” com os quartos terão que dividir um, se importam?

As coisas haviam mudado ali, ninguém parecia ser como antes. Algo estranho estava inalando no ar e não era magia negra. Metaforicamente falando. Havia muito para se investigar porém mantendo-se discretos ali.

— Não. — “Zoey” respondeu colocando a mecha do cabelo que caiu para frente.

— Ótimo! — a professora disse sem ânimo algum. — Agora saiam.

Quanta gentileza”, Liam pensou consigo mesmo.

— Só uma pergunta. — ele recebe um olhar feio da mulher. — Onde esta a Suprema?

— Por que isso te interessa? — os guardas se mexem como se fosse atacá-los.

Zayn foi mais ágil.

— Meu amigo e eu ficamos sabendo antes de vir para a morada que ela costumava recepcionar os novos alunos. Então achamos estranho não vê-la aqui.

Dando para trás após o sinal da professora, os guardas apenas ficaram de olho no casal. Parecia que cada movimento que fizessem seriam pegos e levados a morte.

— Ela não está em condições mas amanhã irá aparecer para um comunicado. Agora sem mais delongas jovens, sumam.

O tom frio na sua voz fora explícito. E o casal obedeceu assentindo com a cabeça. Selena tomou providências depois da fuga de Louis com eles. Zayn sabia que ela deveria estar louca atrás dele para poder matá-lo, ver Harry sofrendo com isso, incluindo Malik. Devastando a nação para poder ser a mais forte e vingativa.

Mas aquele jogo de xadrez estava embaralhado com novas jogadas arquitetadas pelo adversário da bruxa. O que lhe encurralava na própria jogada sem saber quando será o xeque mate. Foi quando Zayn teve a certeza que aquela encruzilhada era armação do demônio que possuirá seu melhor amigo. E de alguma forma ele estava gostando daquilo.

Após alcançarem o outro corredor. Pela brecha viram as cercas formadas nos muros, monitores vagando o jardim da morada e olhando para cada aluno que estava ali.

Cada pouco deles.

Liam sentiu uma súbita ansea ao lembrar de coisas que viveu ali. Era estranho estar de volta sem os outros. Era como entrar na casa de um estranho e dormir na cama dele sem se importar com o que ele vai pensar.

Dentro dela, alunos pareciam como zumbis, isso os fez ter a nostalgia do tempo da colocação dos chips para controlar cada um ali. Que por ventura Zayn consegui romper.

Agora deveriam dar outro jeito pois sabiam que logo deveriam ser colocados .seus pescoços. Alunos que conviveram com eles estavam pálidos ao extremo, deixando em destaque os ossos e fraqueza por falta dos nutrientes ou por estarem sendo sugados. Literalmente perderam a si mesmos na morada. Liam segurou na mão de Zayn, quando olhares de inveja foram lançados a eles.

Andaram cada vez mais rápido, até entrarem na porta de número 25.

Ao bater a porta, ergueram o olhar para o quarto. Outra vez estranho, apenas duas camas que pareciam ser da enfermaria. Um guarda-roupa com banheiros dentro do quarto. Nada mais. Nas paredes estava escrito “LOUIS TOMLINSON VAI MORRER”, “ODEIO LOUIS, HARRY e companhia”. Não que aquilo fosse atingir a eles....

— Vamos ter muito o que fazer aqui. — Zayn jogou a caixa na cama e fez careta para a saia curta. — Desde quando essa merda de lugar tem uniforme?

— Essa é uma pergunta que também quero saber. — Liam caminhou até a janela.

Chovia muito aquela madrugada quase manhã. O barulho dos galhos batendo contra o vidro da janela o fez lembrar da garota e o velho que tentaram o matar no dia que morada ficou sob domínio de magia negra da Selena.

Mantendo os dedos na vidraça ele espremeu os olhos pois o vapor da chuva se formava na janela.

Cambaleou para trás quando percebeu que o rosto da garota com um furo na testa surgiu na sua frente. Ela sorria para ele com a placa escrita nas suas mãos. “Por que não quer brincar comigo?”.

— Porra! — ele se afastou da janela.

— O que foi? — Zayn foi para perto dele.

Liam apenas balançou a cabeça.

— Vamos ter que estar atentos a tudo aqui, porque eu sinto que não acabou o nosso inferno daquele dia.

Eles sabiam que não. Por isso iam manter atentos.

— Amanhã vamos na biblioteca, acredito que lá sempre tem algo para xeretarmos. Conheço uma passagem que nos deixará lá sem sermos vistos.


Notas Finais


Desculpem os erros...

Bem, como eu disse a vocês antes terá capítulos que o Justin e Jay não aparecem, tem um motivo pra isso, então... 💚

Não sei se estão gostando do que eu estou postando, se está legal...
Mas se não, vou entender sz

Até o próximo capítulo!
All the love, A.


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