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História Eternals - Capítulo 1


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Notas do Autor


E aí, meu povo, como ceis tão?
Então, essa história foi minha primeira fanfic postada, mas acabei excluindo ela depois de um tempo por diversos motivos. Ela se chamava Circus, mas o nome não me parece mais tão atrativo, então mudei pra Eternals (que nao tem nada a ver com os Eternos da marvel)
Decidi repostar ela pq tenho um carinho muito grande por ela e por minhas meninas, e espero que gostem de ler tanto quando gosto de escrever
Até mais 0/

Capítulo 1 - Prólogo


Prólogo

Era escuro. Um morno e confortável escuro. Um sono mais concentrado no descanso do que em sonhos.

Jessica encontrava-se mergulhada em sua coberta, com seus fios dourados espalhados pelo travesseiro. A madrugada de sábado era pacífica no quarto da Jung; ainda que tivesse motivos para comemorar, a mulher não trocava a serenidade de uma boa noite de sono, sem horários a cumprir no dia seguinte. Seu plano era acordar o mais tarde possível, e nisso era boa.

De repente, seu adormecer é perturbado. Ela houve batidas na porta. Eram estrondos vivos, presentes, aterrorizantes. Quem ousaria fazer tal estardalhaço àquela hora?

Em iminência de acordar, ela se moveu desconfortável na cama, e o desconforto logo virou medo. Os barulhos se tornavam mais altos, como quem desse de soco na madeira desesperadamente.

Num rompante, Jessica se senta na cama ofegante, sentindo a cabeça latejar e o pulso acelerado pelo terror. Ela apurou a audição, buscando ouvir qualquer barulho. Girou a cabeça pelo cômodo, surpresa por ainda ver sua gata, Pearl, ainda dormir. “Ela teria escutado, certo?”

Trêmula, ela levanta-se da cama, ainda que apavorada. Ela abriu a porta do seu quarto vagarosamente, encontrando o corredor da casa onde morava sozinha. Procurou qualquer objeto pra se defender, mas não encontrou nada, e a cozinha era um pouco mais longe para pegar uma faca.

Os pés descalços trilharam até a sala, seu corpo estava numa posição furtiva, com joelhos flexionados e ombros tensos. Seus olhos tentavam captar o máximo de detalhes possíveis no breu da madrugada, pois quem quer que fosse, poderia estar camuflado no escuro. Decidiu ligar todas as luzes da casa, conforme passava por suas entradas, não ignorando o banheiro e o antigo quarto de sua irmã Krystal, que hoje servia a hospedes. Chegando a  cozinha, se direcionou a gaveta de talheres após acionar o interruptor, pegando a maior faca que tivesse, empunhando-a em posição de ataque.

            Quando esta alcançou a porta em meio a sala iluminada, olhou pelo olho mágico o lado de fora de seu apartamento, temerosa em abrí-la para confirmar. Com a mão na maçaneta, a girou lentamente, condenando o som do trinco por talvez alertar quem quer que fosse, mas ao botar os dois pés do lado de fora com a mão que segurava a faca na altura do rosto, sentiu a pressão cair quanto esteve certa da realidade.

            Não havia ninguém.

            Era apenas um sonho.

            Apenas.


Notas Finais


Sim, gente, é um capítulo pra causar mistério mesmo, a pergunta que deixo é se eu consegui kkkkkkk
Até a próxima, amores
Tia volta 0/


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