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História Éternel Amour - Capítulo 1


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Notas do Autor


Eu já escrevei esta história em forma Cebolenha e Xavenha, mas a real é que ela sempre foi Cassenha, foi baseada em um sonho que tive dos dois na parte da infância que é o início, mas agora eu resolvi corrigir de vez deixando o casal certo neste conto. ❤️

E um detalhe é que eu modifiquei o reecontro deles, eu já havia escrevido esta história uma vez aqui neste outro modo correto do que expus, e é isso.
Boa leitura fantasminhas :)

Capítulo 1 - Único;


Fanfic / Fanfiction Éternel Amour - Capítulo 1 - Único;

 

 

Bairro Limoeiro, dos mais conhecíveis, um grande grupo de crianças viviam com grandes amizades. Numa certa tarde haveria uma gincana ao parque de esportes.

Dois grupos participariam de um pique-pega em um labirinto sendo concorrentes cinco crianças do próprio que são o quinteto Xavier, Magali, Cássio, Jeremias e Milena com seus rivais que seriam outras cinco de outro bairro, não sabiam quem eram pois só os conheceria quando se topar e capturar.

Preparados o sinal da buzina é tocado, entre aqueles corredores começavam a caça tendo já a vitória dos Limoerense, com Magali pegando um que era garoto.

Mas logo deu empate com Xaveco sendo pego por uma garota do outro bairro. Sequências davam, e o outro bairro avança com Milena sendo pega, mas logo se empata com Jeremias.

Com isto tudo restaram apenas duas naquele local, Cássio e mais alguém do outro bairro, perdidos em deslocamento, procuravam ser espertos entre aqueles muros, talvez não fossem tão espertos assim.

Quando escutaram que seus passos estavam bem perto, procuravam na melhor forma possível se desvendar, olhando aquele corredor entre uma parede, afastava se escondendo para capturar o alvo na certa.

Só não repararam que eles estavam no mesmo local, dando-se aqueles últimos passos aquele toque dos corpos foi retribuído, com a surpresa óbvio que se veriam, virando-se veio, aqueles primeiros olhares, fica admirado, seu rival era uma garota.

Aqueles cabelos lisos meio hondulados negros, acompanhado por uma boina que tinha a mesma cor do vestido vermelho e aquele bolero verde escuro.

— Pelo visto a caça estava bem atrás quando pensei que estivesse em outro lugar.

— Non foi só você que pensou o mesmo, estávamos achando que pegarríamos de outrra forma quando se encontrram no mesmo lugar.

Suas falas são soadas, percebendo as diferenças, enquanto um falava um "R" a mais o outro falava a linguagem normal. Apresentando-se seu nome é Penha, e francesa exatamente pelo mais acrescento da letra.

O tempo não esperava, eram a decisão daquilo tudo, apenas um seria campeão, a garota então se rende, ele não queria muito, mas ela queria que fosse assim, então o segura a apartar-se dali.

Lá fora todos já estavam meio inquietos devido a demora que foi resolvida após os dois aparecerem na chegada ao ver que ele o pegou, a vitória é dada ao Limoeiro.

Sem muito tempo, aquelas medalhas de ouro e prata são depositadas ao seus pescoços, todo o grupo vai em direção ao amigo abraçando em comemoração, ao fim vendo-a vai ao seu encontro questionando que aquilo não era para ele, porém ter aceitado, seu grupo não ficou nada contente com a atitude, mas não ligava, aquilo era só uma brincadeira, ela condizia e ele o apresenta ao grupo que não gostou muito da garota, não por entregar a vitória mas pelo seu modo.

Aquele foi apenas um início de seus encontros, uma amizade grande surgiu, em tardes iam brincar com os demais, mas em partes viviam juntos.

Toda a alegria era depositada, mas prejudicada, quatro anos passado, com a faixa dos 12 anos, Penha voltaria para a França com seus pais Pedro e Nathalie, seu tio paterno sofreu um acidente de carro e não resistiu, e também havia recebido proposta boa de emprego do pai.

Sobre aquele aeroporto, eram os últimos momentos juntos, em despedida um abraço foi feito, com lágrimas descendo em suas faces, ela o prometia que um dia voltaria, fazendo assim aquela promessa entre si. Aqueles últimos toques são desfeitos com a francesa acompanhada de seus pais, dão aqueles último olhar acenando com um thau.

Anos passam, com 20 anos, todos já havia feito suas escolhas na vida, sobre aquele seu apartamento a vista do último andar a grande São Paulo, o jovem pardo com cachos presentes de forma curta aos lados, não muito diferente na infância estava.

Permanecia em pé quando resolveu pegar um banco e seu violão, sentado depositando o instrumento, começa a tocar uma canção começando a cantar em seguida:
Es triste ver la noche si no estás
No puedo más
No quiero más
Te fuiste antes de tiempo sin hablar
Sin explicar y ya no estás
Yo no sé si fue cobardía
La culpa fue mía
No quise entender
Tú eras el amor de mi vida
Mi causa perdida
No quiero entender
Devuélveme el corazón
No quiero vivir así
Devuélveme las promesas y la vida que perdí
Devuélveme esa canción
La que con sueños escribí
Y llevate los recuerdos que me duelen más que a ti
Y aunque yo te ame sin razón
Devuélveme el corazón
Contigo mi intención no fue ganar
Mejor perder que no intentar
Por ti constaba tanto no llorar pero querer fue perdonar
Yo no se si fue cobardía la culpa fue mía
No quise entender
Tu eras el amor de mi vida
Mi causa perdida no quiero entender
Devuélveme el corazón
No quiero vivir así
Devuélveme las promesas y la vida que perdí
Devuélveme esa canción
La que con sueños escribí
Y llevate los recuerdos que me duelen más que a ti
Y aunque yo te ame sin razón
Sé que tu mirada se fue
Que ya no será a como ayer
Que te olvidarás de mi voz
Sé que nuestra luz se apagó
Y aunque yo la quise encender
No todo lo pudo el amor
Devuélveme el corazón
No quiero vivir asi
Devuélveme las promesas y la vida que perdí
Devuélveme esa canción
La que con sueños escribí
Y llevate los recuerdos que me duelen más que a ti
Y aunque yo te amo sin razón
Devuélveme el corazón
[ Sebastian Yatra - Devuélveme el Corazon ]

Ao fim uma lágrima escorre a sua face.

— Até quando você estará distante, não sabe como você faz falta francesa. — Foi sua última fala diante dali.

No dia seguinte, naquela noite, sobre as ruas vazias, um movimento percursava, haveria uma corrida de carros e Cássio era um dos jogador, posicionando seu carro azul aguardava a chegada do rival.

— Quem será meu rival desta vez, não sei, só sei que com certeza serei vencedor novamente óbvio. — Falou consigo mesmo.

Não demorou muito e logo o indivíduo chega, parando seu carro ao lado era vermelho.

— Ele chegou, vamos ver quem será o tipo. — Seus vidros se desciam ao mesmo tempo começando identificar suas faces, aqueles olhos se cruzam, revelados, era uma garota, morena com um chapéu francês, aqueles olhares não era de primeira que se viam, mas de longos anos atrás, se reconhecendo quem seriam.

— P-Penha!? É você mesmo!? — O jovem de topete meio crespo se questiona.

— Cássio!? Oui sou eu mesma.

— Há quanto tempo.

— Há quanto tempo, e pelo visto serremos rivais outrra vez.

— Pois é, outra vez.

— Enfim, boa sorte.

— Boa sorte pra você também.

Subindo aqueles vidros escuros novamente, se preparavam com o barulho extremo dos motores, a bandeirinha acena dando início, era uma corrida incrível, nula se dirigiam longo período pelas ruas, chegando na última volta, já num certo ponto o moreno pardo Cássio ia fazer sua habilidade inesplicável para tentar vencer novamente, viu que ela era esperta, desiste fazendo uma ultrapassada a mais, a linha de chegada é depositados passando e vencendo enfim.

Com seus carros estacionados sobre a calçada, ele e seu amigo Xavier observava ela comemorando com um pequeno grupo em comemoração e elogios.

— Ê hein, depois de tanto tempo sua namoradinha de infância pelo visto está de volta.

— Ela não era minha namoradinha, apenas uma amiga especial.

— Bom vou indo, já sei que vai querer ficar aqui.

Se despedindo com abraço e tapas ele ficara, conversando com outros, adentraram na pequena boate em um dos prédios, sem que o notasse a seguiu vendo que não ficara muito tempo ali, sobre aquele topo a encontrou observando a vista urbana aquela jovem olhando baixo a cima, com aquelas botas bege, calças jeans, casaco vermelho e principal, a boina novamente sobre aqueles cabelos negros hondulados da mesma cor vermelha.

— Alguém aqui hoje teve uma vitória incrível esta noite. — Ele diz chegando ao seu lado.

— Entom, mas você também foi bem.

— Você merecia, até porque, é o troco do que foi esclarecido anos atrás na gincana. — Condiz e ela se vira fazendo o mesmo ficando opostos.

— Non tem nada haver Cássio, eu fiz aquilo porque quis mesmo, o bairro Limoeirro sempre foi candidato forte além do mais e alegrrar seus amiguinhos que ainda non são muito chapa assim de mim do que fazia.

— Cássio, você é a única que me chama pelo meu nome, o resto ainda prefere o apelido Cascão, mas também, detestava tomar banho na infância porém nunca deixei de tomar e tomo sempre. — Um sorriso fica presente sobre seus lábios.

— Isso foi a única coisa enton que non mudou entrre a gente.

— Não, muita coisa mudou nesses anos, principalmente na gente, crescemos, e uma delas é que você também se tornou piloto de corrida igual eu e piloto ilegal até.

— Pois é, coincidências até, talve non, eu semprre quis fazer esses tipos de coisa quando crescesse e já saberríamos disso.

— É mesmo, sempre questionávamos o que seríamos quando crescêssemos, uma hora outra isso poderia ocorrer, uma coincidência inesperada posso dizer.

— Inesperrada mesmo, mas non tanto que nos poderriámos se encontrrar mesmo em uma dessas corrida, foi até um reecontrro mais surpreso do que farria.

— E eu amei este reencontro, posso te dar um abraço?

— Clarro.

Depois de tanto tempo, aqueles corpos se cruzam novamente, não a um abraço de despedida em tristeza, mas de alegria em retorno.

— Não sabe como esperei que este dia chegasse, e ele chegou.

— Nós fizemos uma prromessa, eu fiz, voltarria no tempo certo, e ele chegou.

Desfazendo aquele abraço, não ficam muito distantes, permanecidos próximos, um ato de inquietação aqueles olhares se conectam e ele deposita suas mãos aos dela.

— Chegou Penha, eu preciso te dizer uma coisa, desde que te conheci, naquele dia da gincana, quando tínhamos apenas 8 anos, com aquele encontro inesperado minha vida mudou, em todo o sentido. E com sua ausência, não foi fácil, eu me afastei muito da turma, mas sempre procuramos nos reunir, afinal, eles são meus amigos e sempre os agradeço por ter esta companhia de amizade, superei com o tempo isto, porém não foi tudo igual o que era, eu sei o que tudo que sentimos são apenas amizade, mas se eu te disser que é mais o que isso. Tenho certeza que sempre foi amor.

— Você non é o único que semprre sentiu isto, mas eu erra diferente. Aprrontei bastante com a dona da rua Mônica, nunca fomos com a carra da outrra, e a turma também, por ter sigo bem esnobe e superrior, eu mudei, mudei graças a você, com sua amizade, non foi fácil também parra mim viver esses anos topos lá na França em Paris longe daqui, prrincipalmente de você Cássio, vivi sim uma solidão extrrema lá, mas suportei, e esse encontrro aconteceu novamente o que aguardei.

— Alguns de nossos amigos sempre nos zombou nos chamando de namoradinhos na infância como até o Xaveco fez comigo antes de ir embora, em ato de vergonha sempre falávamos que éramos amigos e jamais seríamos mais que isso, mas ao fim eles sempre estavam certo.

— Pois é.

O moreno inesperadamente se ajoelha a sua frente a deixando sem reações.

— Penha, você aceita ser minha eterna namorada!?

— Isto é um pedido de casamento por acaso!?

— Acho que sim.

— Saiba que eu aceito, mon amorreco.

— Amorreco!?

— É um modo de os frranceses dizer aos namorados.

— Entendido, minha francesa.

Com toda aquela conversa e desabafos diante do se sentiam, ficavam mais próximos, ele assim deposita uma de suas mãos a face dela em carinho.

— Eu te amo.

— Eu também te amo, amorreco.

Aquelas frases correspondentes, em centímetros de distância, aqueles lábios são tocados começando o movimento, entrelaçando as línguas, era um beijo romântico e calmo em bom tempo. Eram seus primeiro beijo, esperaram aquilo anos sendo tocado apenas a quem se amariam de verdade.

Passado dias, chega o momento mais aguardado de suas vida, naquele dia ainda de manhã já quase a hora de meio-dia.

Sobre aquele corredor aguardava o jovem, de ternos azul bem escuro, com gravata cinza, quando aquela melodia é soada e assim vinham, a noiva junto com seu pai, haviam vindo de carruagem, depositando aquele tapete vermelho aqueles olhares cruzam de emoção e sorrisos largos, seu pai assim o entrega fazendo promessas, com seu braço ao dele terminam o caminho.

Aceitam as perguntas juntamente com as promessas feitas, assinados aquele papel importante, alianças douradas são depositadas a um beijo entre elas. Ao fim, aquele beijo é depositado aos lábios, saindo jogavam arroz e pétalas. Em momentos da festa, os noivos então decidem tocar e cantar uma música.

Pegando aqueles violões naquelas cadeiras:
Pra você guardei o amor que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele têm e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo os meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
Explicação nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
[ Nando Reis ft. Ana Cañas - Pra você guardei o Amor ]

Depois daquilo, ao pátio dançavam lentamente, com faces encostadas, beijos eram retribuídos não só eles, outros que estavam presentes. Era uma festa incrível, aproveitavam o máximo possível aquele único momento oportuno.
A noite partiam para a grande viagem de lua de mel, depois daquele tempo longo, chegado ao lugar desejado na manhã, por aquele período ajeitaram e descansaram saído um pouco ao fim da tarde.

Naquela noite, em céu clareado da lua cheia que clareava aquele quarto meio escuro, tocava músicas românticas soadas de longe, sobre a porta viam aquela torre Eiffel dourada a luzes onde estiveram.

— Noite linda está hoje não!? — Ele questiona.

— Demais. — Corresponde se virando ficando frentes novamente.

— Eu nunca estive assim a sós com uma garota, você será a única, bem dizer este está sendo um sonho realizado, nunca me imaginei em Paris, ainda mais com o amor da minha vida que é uma francesa, mas eu prometo que essa noite vai ser inesquecível. — Fala direcionando uma de suas mãos ao rosto dela.

— Eu também, nunca estive assim com um rapaz, e nunca imaginei que o amor da minha vida seria um garroto simples, com a atitude melhor de todas, humilde, que me trransformou me tornando melhor também

Estavam meio nervosos, eram suas primeira vez, mas que ocorreria de forma magnífica romântica. Iniciavam em beijos que ficava cada vez mais caliente e excitado, ele a guiava ao braço de um pequeno sofá presente, logo ela toma um domínio ficando sobre si, em início retira o chapéu francês da morena, Penha começava a despí-lo, desabotoando e retirando aquela camisa azul claro deixando aquele peitoral definido a amostra, pegando em sua mão beijos o dava passando em seguida a aquelas ondinhas.

— Isso é só para você, meu amor. — Questionou.

— Você também. — Retornara aos beijos.

Baixando aquele zíper deixando a nudez exposta de suas costa, Penha não usava sutiã, o vestido vermelho tinha, descendo lentamente aquelas alças caindo sobre o chão.

Invertem as posições, depositando ela abaixo, começa a retira a última parte. Faz o mesmo com ele retirando sua calça e a roupa íntima junto. Levantando-se estando de pé, sem mais nada depositado aqueles corpos.

Beijos acrescentados, guia sobre uma parede, estes beijos e as mãos em movimentos percorria ali, sentindo os traços de arte, ele se vira ficando de costas a ela, o abraçava depositando beijos entre sua nuca, pescoço e ombros, suas mãos percorria as ondinhas do peitoral, aquilo tudo o deixava extremo em ânimo, principalmente a parte principal. A retribui da mesma forma.

Pegando-a ao colo, direcionam a cama, entre aqueles lençóis permaneciam, de sequência sentados em abraço com beijos nos lábios e pescoços, carícias, intenso sentindo cada detalhe daquelas nudez dos corpos. Deitavam novamente. Faziam amor prazeroso, se entregando o que tanto sentiam.

Dia seguinte, o casal acorda, sobre abraçadinhos naquela cama, viam a clareza do sol exposto.

— Bonjour.

— Bonjour mon amour. — Ela o corresponde.

— Dormiu bem?

— Oui, e você?

— Demais, ainda mais com você aqui, esta noite foi inesquecível, jamais vou esquecer.

— Eu também non, mas agorra, melhor levantar, com certeza cedo non é tanto mais.

— Não, são quase meio dia.

— Non falei.

— Sério mesmo que já quer levantar, está tão bom ficar aqui.

— Tenho que ir, tomar banho.

— Certo, mas antes, um beijo.

— Ok. — Respondendo beijavam por segundos desfazendo ao fim.

Levantando, a francesa assim pega um roupão depositado ao pequeno sofá, direciona ao banheiro. Logo aquele chuveiro é ligado, enquanto isso Cássio ficava em pensamentos.

— A noite foi maravilhosa, mas porque esta manhã também não ser, afinal, banho duplo não seria nada mal. — Condiz em seu pensamento, se levanta.

A porta mantinha-se apenas fechada, abrindo sem fazer muito barulho adentra ao local encontrando a cena, aquele boxe com vidro meio escuro, Penha estava de costas, intertida sem notar nada. Aproximando abre lentamente aquele vidro fechando-o vai ao seu encontro.

— Olá meu amor. — Sussurra em seu ouvido depositando suas mãos sobre as cintura.

Ela ao ouvir e sentir aquilo, vira-se rapidamente encontrando com ele.

— Cássio! O que está fazendo aqui?

— Decidi fazer uma surpresa, a noite foi maravilhosa, mas esta manhã também pode ser incrível, com este primeiro banho juntos.

— Você tem razão, banho ainda non havia sido sucedido.

Sobre aquele chuveiro, se beijavam enquanto aquelas águas desciam sobre seus corpos conectados em movimentos, logo um ajudava o outro ensaboando e lavando aquelas cabeças terminando ao fim.

Com roupões depositados, logo Cássio o ajudava a secar com o secador, saem daquele banheiro indo a trocar, ele retornando ao banheiro e ela no quarto.

Estando prontos, vão para a torre Eiffel novamente, não abaixo, mas sim sobre ela, olhando aquela grande vista de toda Paris, os dois assim tiravam selfies, aproveitando um dos grandes momentos que estavam e iam viver naquele período de lua de mel.

Depois de distâncias não revelando o que sentia, finalmente Cássio e Penha pôde-se retribuir o amor que sentiam e tinham por si, um " Eterno Amor ".

 

>>Fim<<
 



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