História Eternidade ao seu lado (Lutteo) - Capítulo 14


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Âmbar, Ámbar Benson, Karol Sevilla, Luna, Luna Valente, Lutteo, Matteo, Matteo Balsano, Medalhinha, Romance, Ruggero Pasquarelli, Simon, Sol Benson, Sou Luna
Visualizações 177
Palavras 2.887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meu Deus! Se eu continuar demorando assim, voces vão desistir da fanfic KAKAKA mas por favor, não façam isso! Para compensar voces, sai outro capitulo novinho amanha!!!
Boa leitura!

Capítulo 14 - Abandono


Fanfic / Fanfiction Eternidade ao seu lado (Lutteo) - Capítulo 14 - Abandono

13 de Maio de 2018, Domingo

Quando Matteo bate na porta, já estou tomada banho e pronta. Com um vestido branco com detalhes coloridos, estou pronta para sair. Antes de sair do quarto, pego minha medalhinha, que tenho para mim como algo de sorte. Guardo-a em minha bolsa, e me recordo do dia em que fui na casa de minha mãe para a buscar, antes de viajarmos. Sempre que a olho, faço uma oração, e inúmeras lembranças me invadem. É como se apenas aquela medalhinha me colocasse dentro de uma capsula do tempo, me levando a tempos que nem eu mesma lembro de ter vivido. Dou uma última olhada no espelho, e enfim saio do quarto, dando logo de cara com os belos olhos de meu chefe.

– Você está linda. – Ele diz, sorrindo, nos direcionando até o elevador.

Não respondo, apenas guardo a resposta para mim. Tenho medo de que qualquer coisa que eu fale traga a nós dois a lembrança da noite passada.

Ainda não sei o que me deu, na verdade, não sei se quero saber. Pensar em seu beijo dominante e como ele me tocou ... Não é hora de pensar nisso.

Assim que as portas do elevador se abrem, me agarro somente a sensação do que estamos prestes a fazer agora. A verdade. Nós vamos descobri-la e dessa vez, por completo. A verdade do Matteo e seu passado. Um tremor percorre meu corpo e seguro disfarçadamente no batente do lado de fora do elevador ao passar por tal. Olho para o Sr. Sorriso Encantador e vejo uma máscara de confiança escondendo uma expressão preocupada e tensa. Antes que eu tenha a chance de dizer algo para consola-lo, ele toma a frente em um assunto diferente:

– Verifiquei o endereço e não é muito longe daqui. Se importa se formos andando? – Apenas assinto que não e começamos nossa caminhada.

Não pestanejo e o deixo ficar em silêncio. Ele precisa desse tempo para si. Diferente dele que deve estar pensando no que estamos prestes a descobrir, minha mente me leva novamente para a noite passada. Que saco. Não consigo afastar as sensações que ele me causou e pressiono por um segundo uma perna contra a outra quando me lembro de seu toque suave em minha pele. É como se cada toque dele em mim me fizesse sentir rejuvenescida, e a cada olhar, mais apaixonada por ele. Cada traço, cada gesto, cada sabor. Ontem eu realmente queria que ele tivesse tocado em mim como nenhum outro tocou, e tivesse me levado aos céus, mas acho que o que mais me admirou foi o seu imenso respeito por minha decisão. Sorrio comigo mesma e Matteo percebe.

– O que foi? – Ele pergunta, se contagiando quando começa a rir mais alto com vergonha da resposta.

– Nada não. – Ele semicerra os olhos, tentando arrancar qualquer coisa de mim;

– Não vai me falar mesmo?

– Hum... – finjo pensar – Não.

Ele sorri, mas seu sorriso se desfaz em um instante. Se ele não fosse tão transparente com seus sentimentos, talvez demorasse uma eternidade para descobrir o que o está afetando tanto.

– Hey, chefe... – ele me olha com desconfiança e eu sorrio –...vai dar tudo certo.

Em um gesto leve, ele assente que sim sem nenhuma confiança no que eu havia dito. Sem muita noção, coloco uma das minhas mãos em seu rosto e com o polegar, acaricio seu maxilar. Sou pega de surpresa quando Matteo junta nossos lábios. Eu não resisto e retribuo, sem nem pensar em quem pode nos ver ou para quem pode contar. Minha concentração vai para os lábios dele e levo minha outra mão ao seu rosto e o puxo para mim. Entre um pensamento e outro, com o beijo se intensificando, ele separa nossas bocas sem tirar suas mãos de minha cintura. Olha para baixa sem coragem de me olhar nos olhos e sussurra um “Me desculpa”.

Desculpa? Ele está pedindo desculpa? Cansada e para mostrar que não tenho arrependimento de nada, seguro seu queixo para que olhe para mim e logo dou-lhe apenas um selinho. Deixo transparecer no meu gesto e em meu olhar “eu queria isso tanto quanto você”. Seguro seu dedo mindinho com o meu e voltamos a caminhar, agora em um silêncio confortável. Em menos de 5 minutos, chegamos em uma casa localizada em uma das principais ruas de Veneza. Bonita e conjugada com outras. Um jardim lindo enfeita a entrada e por um segundo me sinto dentro de um filme. Solto o dedo de Matteo e seguro sua mão por completo, e a aperto.

– Vai dar tudo certo. – Repito, em um sussurro quase inaudível.

Assim que ele toca a campainha, solto sua mão, sem saber o que ele queria que seus parentes pensassem sobre nós. Quando ele me olha, ele apenas me agradece com o olhar. Ele ainda não está pronto para isso. E nem eu.

– Pois não? – Um senhor de idade abre a porta, tendo uma certa dificuldade em focar nos nossos rostos. – Do que precisam?

– Olá. É... – Ele olha para mim com incerteza e depois se vira para o senhor novamente – Eu sou o Matteo Balsano. – O Sr. Sorriso encantador diz, e vejo a cara de espanto do senhor.

– Por favor, entrem. – Ele diz, rapidamente, nos dando passagem para entramos.

Assim que entramos na casa, vejo tudo de uma forma rústica, mas muito linda. Vejo os móveis bem detalhados e envernizados, quase todos de madeira, e com uma arquitetura muito sofisticada. O senhor nos leva até a sala de estar e pede para esperarmos, até que ele chamasse uma outra pessoa. Matteo se senta e eu faço o mesmo. Percebo que ele voltou a tremer. Seguro sua mão, firme, e deposito um leve beijo em sua bochecha.

– Vai ficar tudo bem. – Digo, sussurrando em seu ouvido. Depois de alguns segundos, o mesmo senhor retorna à sala, agora acompanhado de uma mulher.

– Querida, pode se sentar aqui. – o senhor fala, a ajudando a se sentar no sofá.

Assim que ela coloca os olhos em Matteo, ela não deixa de o encarar como se pudesse revelar seus segredos apenas pelo contato visual. Matteo percebe e se remexe no sofá, sentindo-se desconfortável.

- Desculpa – Ela diz se dando conta de como o olhava – É que você me lembra... – Ela faz uma pausa – minha filha.

- A senhora sabe quem eu sou, não sabe? – Ele pergunta com cautela e ela apenas assente que sim e apesar de já ter desviado o olhar de Matteo, posso ver seus olhos ficando marejados.

Ele diz como em um sussurro:

- Eu preciso saber quem eu sou.

Ela percebe que Matteo está ficando frustrado e o observa com atenção, deixando a vista as lágrimas silenciosas que escorrem seu rosto abaixo.  

- Desculpe-me – ela diz segurando a mão do homem que suponho ser seu marido – Desculpe-me de verdade.

Sr. Sorriso Encantador segura mais forte minha mão e percebo a confusão em seu gesto. Como eu, ele não entende o porquê do pedido de desculpas. Acho que pela maneira como ela olha para o marido, ela não sabe como começar, então Matteo dá o primeiro passo:

- Como eles eram? Como se chamavam?

- Ah, - ela suspira alto. Um suspiro alegre – Giovanni e Bianca. Gi e Bi como adoravam ser chamados pelo que a palavra forma. Eles eram encantadores. Seus pais eram o casal mais apaixonado que eu já conheci e mais bem-sucedido também. Tinham uma sociedade com um casal de amigos e juntos, os quatro fundaram a Paccini Montanari Industries, uma das melhores empresas de compra e venda de ações do mundo. Amavam o que faziam, apesar de viverem viajando por conta disso.

- Então eu não passei muito tempo da minha infância aqui na Itália? – A voz de Matteo sai um pouco abatida.

- Na verdade, não. – O senhor diz – Mas voltavam sempre que podiam. Pelo menos uma vez ao ano. Você sempre pedia para voltar e eles sempre cediam a sua vontade, afinal, aqui também era a casa deles, mas ... – Ele morde seu lábio, parecendo estar pensando em como continuar. Acho que chegou a parte triste da história – da última vez que você esteve aqui, não passou muito tempo. Seus pais tiveram uma reunião na Argentina e você só tinha 9 anos, queria ficar aqui, mas foi só descobrir que sua melhor amiga e a irmã dela iriam estar lá que você decidiu ir. Você não tinha muitos amigos por causa das viagens, mas essas meninas, as filhas dos amigos dos seus pais... Nossa! Você era louco por elas! Principalmente pela mais nova. Só não muito tempo depois que vocês chegaram lá, Giovanni e Bianca tiveram outra reunião em Bariloche, no sul da Argentina e dessa vez, você realmente não quis ir. Sua amiga ficou doente e tudo que você mais queria era ficar do lado dela, então você, ela e a irmã dela ficaram na casa de uns amigos em Buenos Aires e eles foram para Bariloche ... – Ele faz uma pausa e sinto o aperto de Matteo em minha mão se esvair. Sua outra mão é esfregada na perna na tentativa de conter o suor. Ele está nervoso. Quem não estaria?

Arrisco um olhar novamente para a senhora e ela apenas foca em sua mão, onde está um anel. Ela tenta forçar um sorriso quando levanta sua cabeça, e passa a mão em seu rosto para afagar agora as lágrimas que se multiplicaram. Não sei se estou pronta para ouvir o que eles têm para falar. Outro aperto em minha mão. E Matteo também não.

- O avião em que eles estavam caiu... – Ambos olham para Matteo em busca de qualquer reação, mas ele não esboça nenhuma – Tudo, de repente, desabou em nossas cabeças. Eu e seu avô sempre trabalhamos, mas o suficiente para termos nosso teto e nossa comida e nunca reclamamos disso, porem as vezes a ajuda de seus pais era necessária e eles nunca nos negaram nada. Pelo contrário, ficavam felizes em ajudar. Depois do acidente, tudo mudou. Não sabíamos o que ia acontecer com a empresa deles, tínhamos que organizar o funeral e ainda tinha você, meu neto, que estava muito longe de nós. – Ela para de falar e descansa a cabeça em seu marido, fechando os olhos com força, tentando evitar a imagem de lhe chegar a cabeça. Então ele continua por ela:

- Nós não sabíamos o que fazer então a justiça veio até nós. Você ainda tinha a nós como família, mas a sua amiga e a irmã dela não. Elas não tinham avós e nenhum parente. Vocês três se tornaram órfãos no momento em que mais precisariam de seus pais. - Olho para Matteo, e o vejo derramar algumas lágrimas. Nossos olhares se cruzam quando ele vira sua cabeça e por um segundo, seu rosto passa de tristeza para uma preocupação. Só então me dou conta de que estou chorando. Não queria que Matteo tivesse que ter passado por isso.

- Nós não podíamos vê-lo até ter a questão judicial finalizada. Nos fizeram a pergunta, se nós queríamos ficar com você, se podíamos ficar com você ou se era melhor você ir para a adoção. Foi a decisão mais difícil que eu fiz na minha vida. Eu me arrependi tanto. – A senhora diz por fim.

– O colocou para a adoção. – Falo o que ela não queria ter dito. A verdade.

A verdade de porquê Matteo teve que ir pra adoção, de porque ele é quem ele é. A tão esperada e dolorosa verdade. A encontramos e por um instante, tento ficar feliz por isso, mas a felicidade não me alcança. Seus pais morreram em um acidente de avião e seus avós...

- Então estão tentando me dizer que vocês simplesmente me abandonaram? Que não tentaram correr nenhum risco por mim? Que simplesmente me deixaram na Argentina para que uma família me adotasse quando eu na verdade tinha vocês? – Matteo balança a cabeça como se tentasse processar tudo. Seu tom de voz não era mais melancólico e sim, raivoso. Raiva do que ele acha ser abandono.

- Não fale isso, meu neto. Não tínhamos como cuidar de você. Nos perdoe. – Ela diz, se levantando assim que Matteo faz o mesmo. Posso sentir a culpa em suas palavras.

- Acho que é um pouco tarde para pedir perdão, não acha? - Matteo olha para mim como se me perguntasse o que eu ainda faço sentada. Não vou levantar. Tem mais nessa história. Sei que tem mais. – Por que? – Ele se vira para seus avos – Por que não ficaram comigo? Por que simplesmente me abandonaram?

- Não tínhamos condições de te criar. – Seu avô repete as palavras de sua avó – Nós não sabíamos como poderíamos te criar nas condições que estávamos, então, te deixamos para a adoção. Meses depois descobrimos que seus pais deixaram 10% da parte deles da empresa para nós, e fomos correndo atrás de você, pois assim poderíamos te criar. Nós viajamos, e fomos até o orfanato, mas quando chegamos lá, você não estava mais. Já tinha sido adotado. Buscamos por você incondicionalmente, e nunca te encontramos, até aparecer no anuncio de jornal a sua empresa crescendo. Nós fomos buscando tudo de você: onde você estava, como você estava. Ficamos tão felizes quando vimos que você tinha se tornado pai. – Ouço aquilo, e algo dentro de mim se remexe. Lembro-me de Âmbar, e dos meus sentimentos por Matteo. – Tudo o que queríamos era ter ficado com você, meu neto. – Ele fala, passando a mão no rosto de Matteo.

- Eu acho que se deram conta de tudo tarde demais. Para mim, já deu! – Ele termina, me estendendo a mão e me puxando rapidamente, até que saíssemos da casa.

Saímos andando pelas ruas novamente, e o vejo completamente triste com tudo que aconteceu. Ele precisa de uma distração. Com o andar rápido, nem percebo, mas vejo que chegamos ao hotel. Durante todo o caminho, e até mesmo no elevador, nenhuma palavra e nenhum olhar foi trocado entre nós. Assim que chegamos no andar dos quartos, apenas o ouço dizendo “tchau”, e se dirigindo diretamente para o seu quarto, sem nem mesmo se tocar que estávamos perto do almoço. Sei que ele precisa ficar um pouco sozinho. É muita coisa para um dia só.

Vou até meu quarto e tomo um banho refrescante, querendo tentar esquecer todos os momentos de dor que vi Matteo passar. Assim que saio, coloco um pijama, já que eu iria passar o dia todo no quarto mesmo, e pego meu computador. Eu preciso ficar em dia com os assuntos da faculdade. Entro no site da universidade e começo os estudos. Novamente, o tempo passa tão rápido que, quando percebo, já se passou mais uma hora do meu dia. Olho para o relógio, e fico um pouco preocupada com Matteo. Até agora, nenhum sinal dele. Ele precisa de ânimo nessas horas. Calço meu chinelo de pelúcia, pego meu computador e vou até o quarto de Matteo. Bato na porta e o vejo abrir, com o rosto ainda abatido.

– Eu tive uma ideia. – Falo, tentando o animar, e o vejo apenas me encarar, sem força alguma para sorrir. – Que tal assistirmos uma série, para melhorar o astral? – Continuo, e o vejo abrir a porta, autorizando a minha entrada.

Assim que entro em seu quarto, pulo diretamente em sua cama, que era muito macia, e abro o meu computador, entrando na minha conta da Netflix.

– Qual série iremos assistir? – Matteo me pergunta, apenas se jogando ao meu lado, na cama.

– Castle. Você já assistiu? – Pergunto, o olhando em um ângulo que o deixava muito fofo.

– Comecei a assistir, mas nunca nem se quer consegui finalizar a primeira temporada. – Ele fala, me encarando, e percebo que estou a tempo de mais o olhando assim.

– Quer um rápido resumo do final dessa temporada? – Pergunto, e o vejo balançar a cabeça em um “sim”. Faço rapidamente o resumo, e sinto um pouco de falta de ar ao o encarar diretamente nos olhos. É estranho estar falando com alguém e, na sua mente, ficarem sendo recriadas as imagens de algo que já aconteceu. Essa noite nunca sairá da minha cabeça.

Assim que termino o resumo, resolvo de iniciar a série pela segunda temporada, já que ele ainda não tinha assistido. Me conforto em sua cama, e o vejo fazer o mesmo, apenas esperando que eu desse o play. Enquanto assistimos, Matteo encomenda algumas pizzas e doces, que comemos como se estivéssemos morrendo de fome. Pela terceira vez no dia, o tempo passa tão rápido, que acabo cochilando. Quando acordo, vejo que a série estava pausada, e o meu computador tinha sido deixado de lado. Olho pela janela e vejo que a noite já estava ali a muito tempo. Eu preciso ir embora.

– O que foi, Luna? – Matteo fala, abrindo os olhos de seu cochilo.

– Está tarde, Matteo. Eu preciso ir embora. – Falo, me ajeitando mais rápido que posso, até que ouço a sua voz macia, de sono.

– Dorme comigo esta noite? – Ele pergunta, e me paraliso. Para a minha sorte, eu ainda estava de costas. Meus instintos param. Viro o rosto para ele, e o vejo me encarar, mesmo com os olhos ainda pequenos, e apenas assinto em um sim. Jogo as minhas pernas novamente para dentro das cobertas e apago as luzes do abajur, apenas me acomodando em seu cobertor.


Notas Finais


MEU DEUS! AGORA SABEMOS OQ ACONTECEU MSM!!! O que voces acham que vai acontecer no proximo cap?? MAIS VERDADES!! Um dos melhores caps, não podem perder!!
Comentem oq acharam! <31


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