História Eternidade (Norminah) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 68
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Um ano


Elas entram no apartamento com lindos sorrisos nos rostos, depois do beijo nenhuma palavra foi dita, simplesmente entraram no elevador e se encaravam.

- Fique à vontade, vou pegar umas bebidas.

            A loira sorri e sai da sala, era um apartamento pequeno comparado ao da morena, mas era aconchegante com uma bela decoração, logo Dinah volta com duas taças de vinho.

- Você gosta de vinho.

- Você não gosta? Tenho outras bebidas.

- Não, tudo bem, eu gosto.    

            A loira entrega a taça para a outra e a incentiva a sentar no sofá. Elas não sabiam o que dizer, na verdade era como se a partir dali fosse uma situação improvável, Dinah queria, mas não tinha certeza se conseguiria fazer a morena ficar.

- Seu apartamento é bonito.

- Obrigada. Meus pais me deram quando comecei a faculdade.

- Seus pais são bem generosos.

- Eles são carinhosos, sempre deram o melhor para mim e minha irmã. Não nadamos em dinheiro, mas o escritório deles é bem requisitado em Miami, por isso queriam tanto que eu fizesse direito.

- Os dois são advogados?

- Sim, se conheceram na faculdade e nunca mais saíram um do lado do outro.

- Uma linda história de amor, igual dos livros. - A morena diz ao abaixar a cabeça.

- Uma que ainda pretendo viver, se eu encontrar alguém que me dê ao menos um terço disso já me sentirei satisfeita.

            Normani encara a mulher. Chegou a cogitar a possibilidade de fazer aquilo, poderia aproveitar um tempo, apenas sentir aquele prazer e depois fazer como todas as vezes, sumir, simplesmente sumir, sim, poderia, isso se não estivesse desenvolvendo sentimentos por aquela mulher, não quebraria seu coração, não o da bela Dinah. Por isso iria embora naquele momento, aquilo tudo era improvável e impossível. Aquela confissão só a fez ter certeza.

- Desculpe, desculpe. Eu não posso fazer isso com você Dinah.

            A morena diz já levantando do sofá e colocando a taça na mesinha de centro.

- Não, por favor, não!

            Dinah levanta e puxa o corpo da morena para perto.

- Isso não vai dá certo Dinah, eu pensei que poderia fazer, eu juro que ia tentar.

            A loira se aproxima mais e segura firme a nuca da morena, puxando aqueles lindos fios negros.

- Não vai embora.

- Você quer algo que eu não poderei te dá. Eu nunca poderei te dá seu conto de fadas Dinah.

- Eu não quero um conto de fadas, eu só quero a princesa encantada. – Seria cômico se não fosse trágico.

- Deixe-me ir, por favor, deixe-me ir embora.

            Dinah encara seus olhos negros e acaricia sua bochecha. Não, definitivamente ela não deixaria aquela mulher ir embora, não depois de senti-la, não depois de tocá-la.

- Não! Eu não vou deixar, você não vai embora.

            Então se aproxima mais e beija aqueles deliciosos lábios, aquele toque que se tornou o vício preferido da loira. As mãos de Normani foram para a cintura de Dinah, era impossível não sentir, impossível não se deixa levar. Elas se aproveitavam, se queriam, se sentiam.

- Dinah.

- Não fale nada.

            A loira avança mais uma vez na morena, agora empurrando os corpos para o sofá. Normani sente o móvel na parte de trás das suas pernas, seu corpo cai e o de Dinah vem de encontro sem desviar o contato das bocas em nenhum momento. A loira se afasta e encara a morena tão intensamente que Normani jurava estar tendo sua alma exposta. 

- Fique, por favor, fique.

            As mãos de Dinah começam a passear pelo corpo da morena se posicionando na parte baixa da cintura logo entrando na blusa azul que a milionária usava, acariciou a barriga para depois ir em direção ao seio.

- Dinah.

            A morena geme seu nome de forma sensual o que fez todo o corpo da loira estremecer. Dinah abaixa o corpo e começa a beijar o pescoço da mulher toques leves, porém firmes. Os corpos estavam colados o calor era agradável, sentiam que ali eram os seus lugares, ali era onde deveriam estar. Minutos depois de estarem com as bocas coladas elas se afastam, apenas para se encarar.

- Você não pode ir embora Normani.

- Eu não tenho escolha Dinah, se eu pudesse, se eu...

- Você pode. – A loira coloca sua mão no rosto da morena e começa a acariciar. – Você quer.

- Eu quero Dinah, eu quero muito, mas não posso, eu não posso fazer isso com você.

- Temos todo o tempo do mundo para aproveitarmos. – Se a loira soubesse o quanto aquelas palavras doíam na morena.

- Sim, temos. – A morena suspira e abaixa o olhar.

- Do que você tem medo Normani, qual é o seu medo?

- Vamos sair machucadas Dinah, amar você é o mesmo que saber que um dia vou sofrer.

- Eu posso te fazer feliz.

            Normani sorri fraco e agora é ela que acaricia o rosto da loira.

- Eu sei que pode Dinah, eu tenho certeza que pode, mas se eu te amar um dia não será suficiente você só terá uma vida para mim.

- Ok, isso foi bem estranho. Mas o seu problema é tempo, eu já percebi isso, então... um ano.

- O que?

- Dê-me um ano, fica comigo por um ano, se ver que não posso te fazer feliz eu te deixarei ir embora.

- Você está colocando prazo em um futuro relacionamento? – A morena estava surpresa com aquilo, tanto que até sorriu.

- É, se esse for o único jeito então podemos fazer isso.

- Você é maluca sabia? Isso não vai dá certo Dinah.

- Claro que vai. Oras, você diz que não pode fazer isso, mas não consegue ficar longe, assim como eu também não consigo, então vamos nos dá uma chance. Podemos negociar, eu acho um ano pouco, mas podemos negociar.

- Dinah, você... Deus, você está mesmo falando sério? – A morena empurra o corpo da loira com cuidado fazendo-a sentar depois faz o mesmo ao seu lado.

- Claro que estou. Normnai entenda uma coisa, eu quero você, eu quero muito você, vou fazer qualquer coisa para ao menos você me dá uma chance, apenas uma chance.

- Ok, essa ideia é absurda, mas digamos que eu aceite, como faremos isso?

- Normal, já tivemos nosso primeiro encontro, vamos continuar saindo, nos conhecendo e... transar, bem depois claro, porque eu não transo no primeiro encontro.

- Ah claro, porque se eu quisesse transar agora obviamente você não iria me deixar tirar sua roupa. – A morena ironiza sorrindo.

- Hey, me respeite, e bem... - Um olhar lascivo é direcionado ao corpo da mulher, se ela tivesse noção do quanto ela à deixaria possuir o seu corpo em qualquer momento  

            As duas sorriem por um instante, mas só então a morena se dá conta dessa loucura.

- Dinah, pare de tentar me fazer ficar.

- Você sabe que não vou parar Normani, se ao menos tivesse me impedido de te beijar, se ao menos tivesse saído correndo no dia que fui até você no parque, mas agora... agora não dá. – A loira sorri fraco e vai para o colo da morena, colocando uma perna de cada lado do seu corpo. – Você sente, eu sei que sim, nós sentimos, não dá mais para controlar, então vamos tentar, por favor, vamos fazer dá certo.

            A loira encosta sua testa na da morena e roça seus lábios, as respirações ficaram ofegantes, Normani segura na cintura da mais nova e respira fundo.

- Dinah...

- Um ano, se não der certo nunca mais nos vemos, eu sumo e você some.

- Você sabe que não é tão fácil.

- Se não for tão fácil é só continuarmos, um ano, mais outro e mais outro.

- Até você estar velhinha. – A morena sorri com aquilo.

- E você também.

            O sorriso que era alegre ficou irônico.

- É, eu também.

            Então se beijam, um calmo contato, um leve contato, um delicioso contato.

            Sim, ela faria isso, podia fazer isso, ninguém nunca ofereceu aquele tipo de acordo, nenhuma mulher nunca lhe delimitou tempo, então ela poderia fazer aquilo, depois de ano ira embora, era simples, engano seu, querida Normani, engano seu!

"Um ano dinah, só um ano e vamos com calma" 


Notas Finais


O que será que vai rolar nesses tempo?! Segurem os forninhos.


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