História Eternidade (Norminah) - Capítulo 8


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Categorias Fifth Harmony
Personagens Dinah Jane Hansen, Normani Hamilton
Tags Fifth Harmony, Norminah
Visualizações 78
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - Jantar ou jogo de sedução?


Dinah estava ofegante, provocar Normani quer dizer o mesmo que se expor, sendo assim, ela estaria tão cheia de tesão quanto a negra, mas agora depois de receber aquele beijo, experimentar aquela pegada, só conseguia imaginar em como aquela mulher seria completamente nua em uma cama, e bom, desejava que aquela noite terminasse dessa forma, mas talvez, só talvez tenha subestimado a milionária, mal sabe ela que Normani Kordei é graduada ao nível máximo em sedução, desde os seus vinte anos de idade ainda no século XVIII.

- O que você fez para nós?

            A loira é tirada do seu transe, observava aquela linda mulher rebolando na sua frente.

- Eu... lasanha e uma torta de maça.

- Perfeito, adoro lasanha e adoro maça.

            A morena olha por cima dos ombros e lambe os lábios, deixando o corpo da loira completamente arrepiado. Depois vota-se para frente e vai em direção da cozinha.

- Ok, respira Dinah, você consegue, você pode ganhar isso, é uma questão de honra.

            A loira disse para si mesma ao respirar fundo.

- O que você disse?

- Disse que já vou nos servir.

            Tentou desconversar, só não sabia que a morena escutou, seu sorrido se alargou, seria uma noite agradável para colocar seus anos de conhecimentos em prática.

- Então... você se acha uma boa cozinheira?

            Normani pergunta ao ver a loira colocando a travessa com a lasanha sobre a mesa.

- As poucas pessoas que experimentaram nunca reclamaram.

- Então você gosta de fazer suspense quanto a sua comida?

            A pergunta de Normani com certeza acertou em cheio o centro da loira, que estremece. “Calma, calma”, Dinah repetia isso para si o tempo todo.

- Com certeza não é qualquer pessoa que prova da minha comida.

            A morena a encara e sorri fraco. “Isso vai ser melhor do que eu esperava”, pensou a milionária.

- Posso abrir o vinho?

- Deve.

            Dinah responde antes de voltar à cozinha, depois retorna com o abridor e entrega para a morena. Normani abre com facilidade devido aos anos de experiência. A florista serve o pedaço da lasanha nos pratos e depois senta observando a morena servir também o vinho em suas taças.

- Coma primeiro, tenho que saber a sua opinião.

- Certo.

            A milionária pega o garfo e faca e tira um pedaço da massa, levando-o à boca ao mesmo tempo que encara a loira. Os olhos castanhos nos vnegros eram uma combinação tão perfeita que era impossível não admirá-las. A morena sorri ao sentir o delicioso sabor e degustar da perfeita comida. Normani lambe os lábios lentamente, fazendo a outra engolir em seco e focar sua visão naqueles lábios deliciosos e aquela língua habilidosa, imaginando quantas loucuras ela conseguiria causar em seu corpo.

- Devo dizer que sua comida é maravilhosa, não vejo a hora de provar de todos os segredos que suas mãos habilidosas podem me proporcionar.

- Oh meu Deus!

            A loira diz ao abaixar a cabeça e se concentrar em comer, porque se ela olhasse nesse momento para Normani iria atacá-la, sem nenhuma vergonha ou temor, simplesmente iria implorar para ela fodê-la em cima daquela mesa. Já a morena sorria satisfeita, foi mais fácil do que imaginou, não sendo presunçosa, mas para ela sempre é, porque aquela mulher deixava qualquer calcinha molhada apenas com um olhar.

- Então... – Dinah se manifesta depois de um tempo em silêncio. – Com o que você trabalha?

- Com nada. - A loira elava o olhar e a encara.

- Então devo me preocupar por você ter aquele carro caro e usar essas roupas que quase valem meu apartamento? – A morena sorri com a fala da outra.

- Eu disse que não trabalho, não que não tenho renda. Bom, eu tenho negócios, mas não cuido deles, tenho pessoa de confiança, apenas me preocupo em ver se o dinheiro caiu na conta no começo do mês.

- Que tipo de negócios?

- Para falar a verdade nem eu sei te explicar exatamente, mas o principal é à rede de hotéis Paradise, existem vários pelo mundo. Eu era... sou muito rica, tinha muitas terras e imóveis, então investi em algumas pequenas empresas que acabaram crescendo, como não sou lá essas coisas com negócios coloquei um amigo como sócio, eu entrei como dinheiro e ele com o trabalho, então é isso, ele trabalha e eu pago.

- Oh, interessante.

- Sim, interessante.    

           Normani repete ao beber do vinho. Foi uma ação simples, mas para a francesa nada era simples, o líquido vermelho escorrendo por seus lábios, fez mais uma vez a loira engolir em seco.

- Ok. – E mais uma vez abaixa o olhar. – Eu... você quer mais?

 - Não, estou satisfeita, quer dizer, da lasanha, estou satisfeita da lasanha.

- E do que não está satisfeita? - Dinah precisava virar aquele jogo.

- Hum... isso é uma proposta indecente? - A negra pergunta ao continuar a beber do vinho.

- Depende...

- De que?

- Do que você está disposta a fazer para me satisfazer.

            Agora foi a vez da morena estremecer. Satisfação, essa palavra resumia bem o que as duas mulheres desejavam para o final daquela noite. Normani deposita a taça de vinho na mesa e levanta, oferece a mão para a loira que não recusa, queria saber até onde a milionária iria.

- Venha, quero dançar com você.

- Dançar? Mas não tem música!

- Podemos resolver isso, vi um aparelho de som na sua sala, funciona?

- Sim, mas... – A florista estava nervosa, ela não sabia dançar.

- Ótimo, venha.

            Então elas vão para a sala. Normani pega seu celular e conecta no aparelho, deixando uma leve batida de Jazz soar pela casa.

- Você gosta?

            A morena pergunta ao chegar perto da loira e abraçar seu corpo pela cintura. O cheiro adocicado de Dinah preencheu as narinas da francesa.

- Sim, é suave. – Normani sorri com isso.

- Acompanha-me.

            Aa mãos da morena repousaram na cintura da loira delicadamente, os braços de Dinah rodearam o pescoço da francesa.

- Eu não sei dançar. – Dinah confessou.

- Não precisa saber, apenas se deixe sentir.

 

            E como em uma valsa, elas começam a balançar os corpos ao som do Jazz suave, os negros encaravam os castanhos, assim elas podiam sentir que aquele momento era especial, em um ato de coragem a loira se aproxima mais e deita sua cabeça no ombro da milionária a fazendo respirar fundo. 


Então era isso, a tática da sedução acabou, agora a florista apelaria para o sentimental, mas a verdade era que aquilo não era mais apenas um jantar, muito menos um jogo de sedução, aquilo eram duas mulheres adultas que estavam se descobrindo para o amor, e por mais que Normani Kordei se recusasse a aceitar, ninguém controlava essas coisas, e bom, mal sabe ela que o destino é um filho da mãe que sempre escreve certo por linhas tortas, e a inclinação da francesa se chamava Dinah Jane.


Notas Finais


Xoxo. ❤


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