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História Eternity - Capítulo 17


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Notas do Autor


Yooo minna-san :3
Atualizando a fic com mais um capítulo feito com muito amor para vocês
Boa leitura ♥

Capítulo 17 - Monstro


Horas mais tarde eu estava na frente da entrada da Academia Cross, cercada por dezenas de mala e ao lado do meu novo namorado Sai. Eu não pensei muito antes de aceitar o pedido de namoro, afinal eu merecia me dar uma nova chance e eu realmente nutria bons sentimentos por ele, lembro até hoje de como minhas mãos tremiam antes de responder “sim”, de como ele sorriu lindamente e me pegou no colo me girando no ar, a felicidade de Sai é algo que eu nunca conseguiria esquecer e também nunca esqueceria de como era fácil me sentir feliz ao lado dele.

- Agora é a parte em que você pode correr e voltar para casa ou vender sua alma para o diabo.

Eu gostava do humor dele, rindo eu peguei a mala mais leve deixando todo o resto para que ele carregasse.

- Acho que nunca te disse meu amor, mas sou ótima em barganhas.

Com um sorriso nos lábios eu atravessei os portões, totalmente preparada para enfrentar essa nova experiência.

Dessa vez fiquei no alojamento feminino da Day Class, felizmente não precisaria dividir o quarto com ninguém e por falar em quarto ele era maior do que o meu, era muito mais bonito também, quem cuidava da decoração da escola estava de parabéns. Então eu viveria ali por seis meses, em uma bela acomodação, na escola mais alta da elite japonesa, cercada por humanos, vampiros e híbridos e claro pelo meu namorado.

Ainda estava cansada da viagem quando terminei de desfazer minhas malas, nenhuma das minhas amigas tinha me mandado mensagem ainda, eu esperava qualquer coisa delas, principalmente da Sakura. Imaginei o quanto elas estariam ocupadas se acomodando em seus novos quartos, como seriam suas novas escolas e se elas se lembrariam de me mandar uma mensagem durante esses seis meses.

Minha primeira aula começaria no dia seguinte, então me sobrava bastante tempo livre para fazer qualquer coisa, passear pelo campus, rever meus amigos vampiros, sair com meu namorado... Ainda precisava me acostumar com a ideia de que eu realmente tinha um e que agora viveria na Academia Cross, junto com Sasuke. Nas milhares de vezes que me imaginei estudando na Academia Cross eu tinha Sasuke ao meu lado, só uma parte dessa fantasia se tornou realidade, mas não significava que a vida real era menos interessante do que meus sonhos, era apenas diferente.

Batidas na porta fizeram com que eu saltasse da cama e corresse até ela, imaginei que fosse Sai, porém era outra pessoa tão importante para mim quanto ele.

- Ino-chan, finalmente está aqui!

Moka pulou no meu pescoço me abraçando com bastante força, quase caímos no chão e quando eu consegui me equilibrar retribui o abraço.

- Estou feliz por ver você também Moka. Como você está? Pela sua cara imagino que tenha novidades.

- Ah Ino você não faz ideia de como eu tenho.

Fechei a porta para que tivéssemos mais privacidade e sentamos na minha cama, Moka estava com o rosto corado e parecia ansiosa, confesso que eu comecei a sentir ansiedade também. Não sabia o que ela me contaria, porém era algo que fazia dela a vampira mais feliz do universo.

- Bom, acho que você é quem deveria começar a falar Ino...

Franzi o cenho, mas continuei sorrindo.

- Certo... Embora você provavelmente já saiba... Eu passei na prova e eu estou namorando com Sai.

Demos um gritinho histérico enquanto segurávamos nossas mãos, ela sabia mais sobre o que eu estava passando do que eu sabia sobre ela, pude ver em seus olhos que estava muito feliz por mim e que já sabia sobre tudo, mas mesmo assim Moka fingiu estar surpresa e me encheu de perguntas sobre meu relacionamento com Sai. Esse jeito adorável da Moka era muito fofo, eu amava isso nela.

- Agora que já te contei sobre absolutamente tudo, é sua vez de me contar suas novidades.

Ela sorriu e abaixou o olhar, seu silêncio durou mais alguns instantes antes dela finalmente inspirar fundo e falar.

- Você não foi a única que chegou aqui, tem outra pessoa... Eu o ajudei a entrar na Academia como tentei ajudar você... Ino você precisa conhecer o garoto pelo qual sou profundamente apaixonada.

- Moka... Você está apaixonada? – fiquei boquiaberta enquanto a encarava, seu rosto enrubesceu, eu jurava que rolaria algo entre a Moka e o Kaname, eles super combinavam e formariam um casal lindo. – Desde quando? Quem é ele? Vocês estão namorando? Ai meu Deus Moka, você está apaixonada isso é maravilhoso.

Rindo ela tentou responder minhas perguntas.

- S-sim... Eu também tenho alguém especial... Já faz um pouco mais de um ano que eu tenho esses sentimentos por ele... A-ainda, não estamos namorando... Vem comigo Ino, vim aqui só para apresentar vocês.

Moka praticamente me arrastou até uma parte mais afastada do jardim, então vi a silhueta de um garoto cabisbaixo escorado na cerejeira, tentei vislumbrar seu rosto, mas a única característica física que pude notar era sua pele branca e cabelos escuros.

- Tsukune. – o grito alegre da Moka o fez erguer o rosto em nossa direção, ele sorriu para nós conforme nos aproximamos e quando finalmente pude vê-lo melhor meu corpo congelou.

- Ah meu Kami-sama... Moka você está apaixonada por um humano?

 

 

 

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Fizemos um piquenique todos juntos no final da tarde sob a mesma cerejeira, Sai como era de se esperar acabou se atrasando um pouco e por isso quase não era mais possível avistarmos o Sol no horizonte, no entanto aquele encontro duplo se tornara extremamente divertido. Era meu primeiro encontro com Sai após assumirmos um compromisso e era o primeiro da Moka com seu ainda não-oficial-namorado. Tinha que admitir, Tsukune Aono era um garoto lindo e estava tão apaixonado pela minha amiga quanto ela por ele, só isso já era o suficiente para que eu desse meu apoio ao casal, ainda tinha o bônus dele saber tudo sobre a verdadeira identidade da Moka e secretamente durante todo esse tempo era ele quem deixava ela se alimentar de seu sangue para que não acabasse ficando doente e também a ajudou a lidar com a evolução de seus poderes, Tsukune era o anjo da Moka e mesmo eu não o conhecendo direito já gostava dele.

Tsukune era tímido e um pouco reservado quando estava na frente de pessoas novas, mas quando Sai se juntou a nós ele começou a se soltar e rapidamente estava conversando mais casualmente comigo também. Fiquei impressionada em como a química do nosso grupinho era perfeita, estávamos os quatro na mesma sintonia, o tempo passou rápido e quando nos demos conta já era de noite.

Nos despedimos e cada casal seguiu por caminhos diferentes, era um momento em que poderíamos aproveitar um pouquinho a companhia um do outro antes de termos que voltar para o dormitório. Eu não parava de falar sobre a Moka e o Tsukune, disse umas mil vezes que eles eram perfeitos um para o outro, que ele era lindo e combinava com a Moka, que precisávamos ajudar eles a namorarem oficialmente.

Sai me ouvia pacientemente, eu gostava quando caminhávamos com nossos dedos entrelaçados, era algo simples e adorável, a mão de Sai era macia, quente e por incrível que pareça, ele tinha uma mão tão gostosa de segurar que era muito difícil eu desgrudar dela nem parecia a mão de um guerreiro que poderia facilmente matar um oponente poderoso.

Passamos por uma das áreas menos iluminadas da escola, era tão escuro que você poderia facilmente tropeçar em algo ou cair em um buraco. Naquele momento Sai divertidamente se aproveitou da situação me prensando contra o muro e sorrindo passava o indicador suavemente pelos meus lábios.

- Seus pais não te ensinaram que poderia ser perigoso andar no escuro sozinha?

- Claro que ensinaram. – sorri, acariciando os cabelos da nuca dele e gentilmente trazendo seu rosto para mais perto do meu – mas quem disse que eu não adoro o perigo?

Nosso beijo era incrível, quando as coisas começaram a esquentar o som de passos fez com que Sai institivamente se afastasse e se colocasse em posição de ataque. Eu fiquei um pouco confusa com a súbita reação dele, até uma voz que eu detestava reconhecer ecoou a poucos metros de onde nós estávamos.

- Oh, eu sinto muito... Não queríamos atrapalhar... O momento íntimo de vocês.

Duas pessoas continuaram caminhando em nossa direção, mesmo no escuro pude distinguir o cabelo acinzentado de Maria e seu sorriso cínico. Segurando as mãos dela reconheci a silhueta de Sasuke e também seu perfume favorito que invadira minhas vias respiratórias fazendo meu coração disparar.

Os dois tinham surgido do nada e ficou evidente que nenhum de nós quatro estávamos felizes pelo reencontro. Sai relaxou os músculos enquanto expirava um pouco aliviado por Sasuke e Maria não serem inimigos, bom tecnicamente ele era um inimigo não-declarado de Sai e Maria estava muito perto de ser uma declarada minha, mas naquele momento não seria necessário o uso de um combate físico.

- Ino, isso é tão maravilhoso, eu estou exultando de felicidade por finalmente você ter voltado. – Maria literalmente saltou no meu pescoço, meu corpo ficou completamente paralisado enquanto meus pensamentos estavam a mil, não sabia se ela iria me morder ou me matar por sufocamento.

- Estou feliz por ver você também.

Embora Maria parecesse ter adorado me ver beijando alguém, eu não saberia dizer o motivo dessa felicidade repentina, ela não era o tipo de pessoa que ficava feliz pela felicidade alheia, exceto se isso fosse lhe trazer algum benefício.

Maria soltou meu pescoço e olhou dentro dos meus olhos como se quisesse ler minha alma, por causa dos experimentos que eu estava participando minha visão noturna melhorou bastante então consegui ver um brilho sinistro em seus olhos e seu sorriso tão doce era um claro indicio de perigo.

- Venha minha querida, vamos sair do escuro, afinal não queremos que outros alunos pensem que estamos fazendo coisas sujas aqui né? – o riso baixo e agudo de Maria era tão irritante, ela agarrou minha mão e bruscamente me puxou para perto da luz.

Os garotos permaneceram em silêncio, eles pareciam ocupados demais em alguma conversa telepática que os homens normalmente travam entre si, tive de me controlar para não estapear a Maria até ela finalmente largar minha mão. A vadia tinha me segurado com tanta força que pensei que poderia ter quebrado algum osso, enquanto discretamente massageava o local suspirei aliviada em ver que não tinha ferimentos graves.

- Ino é tão maravilhoso ver que você está com alguém da sua espécie, formam um casal tão lindo que eu estou desejando ardentemente que se casem logo, assim como eu e meu adorado Sasuke. Não seria lindo se nos casássemos no mesmo dia?

Sai e eu nos entreolhamos, não sabendo como reagir eu optei por um sorriso e concordei com a cabeça, ele repetiu o mesmo gesto que eu, o sorriso de Maria se alargou e ela aplaudia delicadamente enquanto soltava alguns gritinhos.

- Sasukezinho você concorda comigo também?

- Claro meu anjo. – Sasuke sorriu enquanto a olhava, o sorriso dele e a maneira como fitava Maria eram genuínos, ele demonstrava uma felicidade surreal demais para meus conceitos, quero dizer eu o conhecia há anos e Sasuke nunca tinha chegado perto de algo assim.

- Anjo? – não puder conter meu deboche.

- O apelido perfeito para mim, não acha?

- Sem duvidas. 

Esses segundos de conversa poderiam parecerem algo normal e até fofo entre amigas, mas por trás dessa fachada rolava uma batalha entre nós, Maria novamente me deu pequenos sinais de perigo, eles eram tão sutis e ao mesmo tempo estavam presente em cada gesto dela.

- Nos veremos mais vezes agora Ino, não imagina o quão feliz eu estou com isso.

- Claro que imagino, eu estou feliz também Maria.

Maria segurou a mão de Sasuke e juntos eles se afastaram de nós, assim que os dois sumiram do nosso campo de visão eu finalmente soltei a respiração que eu nem tinha percebido que segurara. Lembra do que eu tinha dito sobre inimigos não-declarados? Bom, naquele momento e sem que os garotos percebessem, Maria e eu fizemos nossa declaração oficial de inimizade.

 

 

 

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A chegada de um novo dia indicava o começo da minha jornada estudantil na minha nova escola, estava tão ansiosa que acordei duas horas antes do meu despertador tocar. Ainda não tinha me adaptado com a rotina de um dormitório estudantil, mas felizmente a escola Cross não nos obrigava a dividir um banheiro com outras centenas de garotas, entrei no banheiro do meu quarto e deixei que a água morna levasse minhas preocupações.

Entrei no refeitório feminino, peguei tudo que via pela frente e escolhi uma mesa vazia. O soar de tantas vozes logo cedo era algo que eu demoraria um pouco para me acostumar, nós deveríamos tomar o café antes das aulas, era quase uma regra da Academia, o que por um lado era bom já por outro lado... Eu era a aluna novata e isso fazia com que olhares que mesclavam curiosidade e hostilidade se dirigissem a mim, mal consegui comer só queria sair logo dali estava começando a ficar paranoica sobre as demais garotas estarem falando sobre mim.

Me perdi enquanto procurava pela minha sala, seria engraçado se eu não tivesse que compensar o tempo gasto com uma corrida para não chegar atrasada. Quando entrei na sala alguns alunos já estavam espalhados por ela conversando animadamente, no mesmo momento todos se calaram e fixaram os olhos em mim, senti uma tensão no ar, tentando demonstrar naturalidade continuei andando até uma cadeira vazia no canto da sala.

- Não acredito que estudaremos juntos.

Olhei para trás e encontrei os olhos escuros de Tsukune, ele sorria de uma forma tímida e parecia realmente feliz em me ver, retribui o sorriso.

- Até que enfim encontrei algum conhecido por aqui.

- Nem fala, eu me sinto como um bicho de zoológico, todos ficam me encarando e ninguém tem coragem de falar comigo. – Eu ri e ele parecia mais relaxado.

- Bem-vindo ao clube.

Tsukune sentou na carteira atrás da minha, de alguma forma ele emanava uma energia tranquilizante para mim, sua presença sem dúvidas tornaria tudo mais fácil. A professora entrou na sala, era uma mulher de meia-idade, magra e com um porte imponente, deveria ter sido muito bonita na sua juventude, pois apesar da idade ela conservava resquícios de uma beleza um tanto quanto apagada pelo tempo.

Ela olhou diretamente para nós dois, pediu para que ficássemos na frente da sala e nos apresentássemos para a turma. Novamente comecei a sentir ansiedade e teria pulado pela janela se não estivéssemos no segundo andar e se Tsukune não tivesse segurado meu braço, aquele gesto foi tão rápido e gentil, ele tinha percebido como eu estava insegura e procurou uma forma de me dar apoio. Moka e ele precisavam imediatamente se casarem, ele era tudo que minha amiga precisava.

Após uma breve apresentação estávamos nos dirigindo para nossos respectivos lugares quando a professora nos chamou.

- É uma surpresa e tanto dois alunos terem chegado à Academia Cross pelo novo sistema de intercâmbio, poderiam me dizer como foi essa experiência. Vocês devem ser alunos brilhantes.

Demorei alguns segundos para entender onde ela estava querendo chegar. A professora estava mesmo questionando nossa inteligência e parecia se divertir em nos colocar em uma situação embaraçosa.

- Bem professora. Eu me preparei e muito para o exame, eu já tinha uma rotina bem rígida de estudos então não foi tão difícil estudar por mais algumas horas.

Olhei para Tsukune, ele parecia outra pessoa, do nada ele deixou de ser o aluno tímido para se tornar um garoto confiante e com raciocínio afiado, ela sorriu para ele e então fixou o olhar em mim.

- Eu... eu... – eu não fazia ideia de como havia conseguido entrar e para ser bem honesta jamais imaginei que isso realmente aconteceria – Estudei bastante também.

Ela não parecia nada contente com minha resposta, porém deixou que voltássemos para nossos lugares. A aula transcorreu normalmente, sem outra situação embaraçosa que envolvesse Tsukune e eu.

Nossa próxima aula era educação física, antigamente eu fazia parte do grupinho de meninas que detestavam a disciplina porque sempre ficavam suadas, cansadas e com o cabelo bagunçado, mas isso mudou após meu treinamento com Sai e Zero. Eu queria muito ver o quanto meu condicionamento físico evoluiu. Após dois times femininos de vôlei serem formados, eu fui para minha posição e esperei o apito do treinador e então deixei que toda minha força e energia armazenadas por dias fluírem.

A partida terminou num tempo bem razoável, lembro como estava me divertindo em cada saque, cada bloqueio e aproveitei cada mínima oportunidade para devolver a bola no solo adversário com toda a minha força. No fim eu estava exausta e feliz, foi quando eu olhei para as minhas companheiras de time e minhas adversarias pela primeira vez, durante a partida eu mal olhava para elas seguia meus instintos sabendo onde a bola iria e facilmente conseguia tomar a melhor decisão para garantir o ponto, no entanto vislumbrando melhor seus rostos pude distinguir expressões de choque, curiosidade e espanto.

Caminhei para fora da quadra em silêncio, alguns garotos observaram nosso jogo e suas expressões não eram tão diferentes das garotas, eu sabia naquele momento que qualquer chance de ser bem aceita pelos alunos da Academia tinham ido pelo ralo e sinceramente eu não estava preparada para o que viria logo a seguir.

Tsukune correu na minha direção, ele segurou minha mão e me obrigou a correr para longe do ginásio, sem entender nada eu apenas me deixei ser levada por ele, quando estávamos sozinhos ele fitou meus olhos e com uma expressão preocupada no rosto perguntou:

- Que diabos foi aquilo?

- Do que você está falando?

- Ino, eu vi você jogando... Não só eu como nossos colegas de classe e definitivamente não foi um jogo normal... Sua força e velocidade, não... Não é só isso, seus reflexos também...

Tsukune parecia estar tentando raciocinar sobre o que tinha acontecido na quadra, ele estava nervoso e ansioso.

- Acontece que eu sei que você não é uma vampira. A Moka me disse que era humana, acontece que aquilo não é algo que uma humana pode fazer. – ele apontou em direção ao ginásio. – você não é hibrida, não é vampira... E mesmo assim quase rachou o chão da quadra... O que é você afinal?

Sabia que Tsukune estava preocupado comigo, ele amava a Moka e aos poucos estávamos nos tornando amigos, ele sabia o quanto eu era próxima dela e ter presenciado algo fora do comum o estava enlouquecendo... Só que as aquelas palavras “o quê é você afinal?” me machucaram mais do que se eu tivesse apanhado de uma legião de vampiros.

- Tsukune... É uma história complicada.

- Complicada? Você diz complicada? Ino isso é muito mais do que complicado. Ok, eu não convivi com tantos vampiros ou híbridos, mas eu conheço muito bem os seres humanos.

- Eu posso explicar tudo...

- Problemas no primário?

A voz de Sai atrás de mim quase me fez literalmente pular no colo do Tsukune, seu sorriso charmoso e gentil desapareceu quando ele viu meus olhos marejados e a expressão aflita de Tsukune.

- Precisamos conversar. – Tsukune disse em tom imperativo, algo extremamente difícil dele usar.

Sai concordou e fomos para os limites da escola, chegando lá contamos tudo desde o inicio, os treinamentos, minha prisão e eu ter me tornado uma cobaia para os Hunters. Tsukune se manteve em silêncio ouvindo com bastante atenção, sua expressão facial era séria depois de algum tempo ele finalmente disse algo.

- Caramba isso sim é uma história confusa... Então você é um tipo de rato de laboratório para cientistas malucos?

- Quase isso.

Quando ele sorriu senti uma onda de alivio percorrer meu corpo, Tsukune era alguém precioso demais para a Moka e se ele não gostasse de mim ou me achasse uma aberração seria complicado para ela.

- Não se preocupe Ino, eu vou guardar seu segredo. – ele fez uma pausa e franziu o cenho como se tivesse se dado conta de alguma coisa – o problema é que muitas pessoas viram... Não posso dizer o mesmo sobre elas.

- Ah meu Deus, tinha esquecido completamente daquilo.

Jamais tinha passado pela minha cabeça que um simples jogo me traria problemas.

- Vou chamar alguns amigos para cuidarmos disso. Só precisamos alterar a memória deles. – Sai pegou minha mão e sorriu tentando me confortar.

Voltei para o meu dormitório na intenção de dormir um pouco, porém assim que fechei a porta do meu quarto uma batida insistente nela me forçou a abri-la, a minha frente estavam algumas meninas que eu devo ter visto uma vez na vida, todas me analisavam de cima abaixo.

- Algum problema? – perguntei.

- É você quem deve responder. – a mais alta respondeu grosseiramente.

- Como assim? – eu não era uma pessoa paciente, elas tinham praticamente invadido meu quarto e eu não lembrava de ter assinado um contrato que me obrigava ser educada numa situação como essa.

- Todo mundo viu o jogo hoje, então como a líder do grupo feminista do campus eu vim interrogar você sobre isso.

Ela tinha uma voz irritante e parecia debochar de mim o tempo todo, as demais garotas olhavam para ela com bastante admiração, eu queria vomitar na roupa cafona dela, porém mantive o controle e forcei um sorriso.

- Como é seu nome mesmo?

- Anna.

- Bom Anna... Se você puder formular uma pergunta entendível talvez eu possa responde-la.

A expressão da garota que antes era neutra adquirira traços de ódio, seus cabelos castanhos pareciam mais desgrenhados quando ela olhou para trás cochichando com uma das garotas, após isso ela voltou a me encarar.

- Pois bem, eu posso até ser processada por causa disso, mas quer saber? Foda-se, nós estamos aqui para perguntar se você por acaso é uma trans ou algo repugnante desse tipo? Se for nós exigimos que abandone o dormitório porque ninguém aqui merece conviver com aberrações como você.

Meu queixo caiu, eu teria rido da maneira como ela falara aquilo em outra circunstância porque era realmente engraçado, Anna parecia uma atriz fazendo gestos exagerados quase como se estivesse em frente a uma câmera como se quisesse chamar atenção de todo mundo, mas o que ela disse me deixou tão chocada que não consegui esboçar qualquer reação.

Elas olhavam para mim como se eu fosse um animal de zoológico, em cada uma eu sabia que estavam me julgando, me condenando e de alguma forma planejando acabar com minha vida dentro daquele campus. Eu senti tanto nojo de cada uma delas, por suas mentes fechadas e doentias, pela maneira como Anna fazia seus discursos e elas aplaudiam, se aquilo fosse um circo dos horrores Anna seria a dona e as demais suas cobaias treinadas para obedecer cada ordem sua por mais deplorável que fosse.

- Eu não sou... – era tudo que eu conseguia responder, elas não pareciam satisfeitas com isso e avançaram sobre mim.

- Pois não acreditamos em você, que tipo de garota faz aquilo em uma quadra?

Antes que eu me desse conta, Anna me empurrara para trás permitindo que todas invadissem meu quarto, elas fecharam a porta e em seguida quatro delas me imobilizaram agarrando meus braços e pernas, eu ainda estava tão perplexa com essa situação que demorei para reagir ou até mesmo entender o que viria depois.

Anna e outras duas garotas começaram a apalpar meu corpo, elas passaram suas mãos nojentas em todos os cantos do meu corpo, incluindo seios e na minha parte intima, fiquei completamente pálida e zonza, eu queria poder reagir e arremessa-las contra a parede, fazer qualquer coisa só que eu não consegui era como se minha força tivesse desaparecido. Enquanto isso elas riam e cada vez mais pareciam se divertir as minhas custas.

- Preciso ter certeza que não usa uma prótese. – Anna disse isso gargalhando antes de agarrar meu seio com tanta força que precisei morder meu lábio para não gritar.

- Talvez devesse conferir se não tem uma na bunda também. – outra disse no mesmo tom debochado antes de agarrar minha bunda com a mesma violência que Anna tinha feito antes.

Minha cabeça parecia que ia explodir de tanta dor, o ambiente estava abafado e comecei a sentir falta de ar, meu corpo parecia que ia desabar no chão.

- Hmmm acho que ela está gostando, você gosta disso né sua porca nojenta?

- Fiquem longe da minha amiga.

Um grito familiar me fez recobrar minhas forças, no instante seguinte a porta fora escancarada e puder ver Moka se jogar contra Anna e arremessa-la contra a parede. As garotas ficaram chocadas e não puderam reagir aos chutes de socos da Moka, eu estava tão desnorteada com tudo que estava acontecendo e principalmente em vê-la lutando, nunca tinha visto esse lado da Moka e não podia me sentir mais orgulhosa da minha amiga. Usando sua agilidade e força natural de sua raça ela conseguira derrubar a gangue feminista em menos de dois minutos, reclamando de dor elas saíram do meu quarto sem falarem mais nada ou sequer ousaram encarar Moka.

- Ino-chan, você está bem? – ela me abraçou carinhosamente, senti vontade de chorar, mas consegui conter as lagrimas.

- Estou sim... Ainda chocada com essa cena digna de filme de terror que passei.

- Elas não vão mais machucar você, eu prometo, vou cuidar de você Ino-chan.

Moka não me soltou por alguns minutos e para ser sincera eu gostaria de que o abraço tivesse sido mais longo, ela tinha um cheiro tão bom e a maneira carinhosa com que ela tratava os amigos tornavam-na um anjo em nossas vidas, eu não sei o que teria acontecido se ela não tivesse vindo me salvar, agradeço Moka ter se tornado minha amiga todos os dias desde então.

 

 

 

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Como eu poderia resumir os dias que sucederam ao jogo? Talvez um verdadeiro inferno na Terra seja adequado, não tive um minuto de paz, chegou num ponto em que fui vítima de bullying pesado, as garotas me chamavam de monstro e outros apelidos e não eram só as garotas que praticaram aquele assédio comigo, quase todas as meninas do dormitório me odiavam e diziam coisas nojentas sobre mim, Anna inventou que eu assediei ela e as outras meninas não preciso dizer que todas as outras compraram essa ideia e quase fui agredida no final de uma das aulas.

Comecei a não ter o menor animo para sair do quarto, mesmo Sai e os meus amigos me dando suporte emocional e me prometendo que logo todo mundo esqueceria, ainda assim eu não tinha a menor energia para sair da cama. Faltei várias aulas, meu rendimento escolar despencou e eu chorava todos os dias, não tinha vontade nem de me alimentar. Em pouco tempo eu emagreci e meu rosto exibia nitidamente o quão difícil estava sendo suportar aquilo, tive olheiras por não dormir bem, minha pele estava péssima, sem mencionar que até meu cabelo parecia detonado, eu tinha adquirido a aparência de uma pessoa doente e fraca, parecia um zumbi dentro do meu quarto.

Moka aparecia diariamente para me ver e me forçar a comer qualquer coisa, ela escovava meus cabelos e me falava coisas engraçadas, Sai não podia entrar no dormitório então ele lotava a memória do meu celular com mensagens positivas e fotos engraçadas. De alguma forma cada amigo sincero que eu fizera lá encontrava uma maneira de me dar apoio, talvez seja por isso que eu não decai mais do aquele ponto.

Era só eu por os pés para fora do dormitório que os ataques verbais começavam, até meninos entraram nessa onda e em alguns momentos me assediavam sexualmente, eu queria de verdade reagir, só que eu ainda estava muito fraca para desferir um soco bem dado, em situações como essa Moka aparecia do meu lado e me defendia de qualquer pessoa que fosse. Tsukune indiretamente me ajudava também, ele era mais sutil que os outros, mas confesso que as ameaças que ele dava nos meninos e os sermões de meia hora eram bem assustadores também.

Assim como me fora prometido por Sai, os alunos literalmente esqueceram tudo que estava relacionado aquele ocorrido, aos poucos eu comecei a ganhar confiança em finalmente sair do meu isolamento e retomar minha vida escolar como qualquer outro aluno, era um alivio aquele tormento ter finalmente acabado, porém eu tinha pesadelos recorrentes, acordava no meio da noite aos berros pensando que alguém estava me tocando ou me agredindo.

Em uma manhã que as aulas foram suspensas por falta de um professor eu chamei Tsukune para ir comigo até o centro da cidade, eu queria comprar um presente para meus amigos e para meu namorado como forma de gratidão por tudo que fizeram por mim. Tsukune topou na hora e saímos escondido, se nos pegassem estaríamos ferrados, porém sabíamos que era comum alunos abandonarem o campus sem permissão da diretoria por algumas horas então não custava nada arriscar uma primeira vez.

Esperamos o momento certo para pular o muro, quando não tinha ninguém por perto ou que pudesse nos ver principalmente funcionários da escola, precisamos ser rápidos também, mas ocorreu tudo como plenejamos e saímos sem maiores complicações. Quando estávamos longe da escola demos de cara com uma pessoa que era a ultima na face da Terra que eu gostaria de encontrar.

- Ino-chan, o que está fazendo fora da escola? – o olhar fingindo inocência de Maria e sua voz aguda eram tão irritantes quanto um giz riscando um quadro.

- Eu queria comprar um presente e meu amigo veio junto.

Ela olhou Tsukune pela primeira vez e sorriu, Maria caminhou até ele ficando com a boca há poucos centímetros de seu pescoço, Tsukune ficou paralisado e com o rosto vermelho, em seu olhar o pânico era nítido, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa para afastá-la dele Maria fez por conta própria, ela ficou mais próxima de mim e rindo baixinho comentou como se ele não estivesse ouvindo.

- Seu amigo tem um cheiro tão bom.

- Seria bom se você não ficasse perto dele também. – eu a adverti, Maria riu e segurou minha mão como se fossemos amigas.

- Não tenho interesse em ficar próxima dele, meu interesse mesmo é uma outra coisa.

- Tipo o que? – Tsukune perguntou ainda receoso de que Maria não iria ataca-lo.

- Um presente para meu amado Sasuke-kun. – ela respondeu suspirando, eu tinha tanto ódio de sua expressão apaixonada, porém não falei nada.

Maria percebeu que ninguém responderia então olhando para mim ela completou.

- Que ideia fantástica, vamos nós três comprar presentes para quem amamos.

Quando eu ia reclamar dizendo que era uma péssima ideia, Maria agarrou a mão de Tsukune também e saiu nos arrastando pela rua. O aperto dela era bem doloroso, seus dedos finos e delicados pareciam correntes de ferro em brasa, minha pele estava criando bolhas como se eu tivesse encostado no fogo, olhei para o lado e não vi a menor reação em Tsukune, será que eu era a única que ela estava machucando?

Maria não calava a boca mesmo que estivéssemos a ignorando, ela falava o tempo todo sobre uma viagem que fez com Sasuke e sobre uma primeira vez entre eles, não sabia se era verdade ou não, porém pensar nos dois transando me dava vontade de me matar. Não sabia para onde estávamos indo, Maria conhecia cada canto daquela cidade então resolvi confiar nela pelo menos nisso.

Quando ela finalmente calou a boca e soltou minha mão eu notei que ela parecia assustada com alguma coisa, a nossa frente três vampiros caminhavam em nossa direção, seus olhos vermelhos pareciam brilhar sob o sol, Maria encolheu os braços na frente do corpo como se quisesse se proteger e suas mãos tremiam bastante. Não esperei nenhuma outra confirmação para dar dois passos afrente e me colocar em posição de ataque.

- Ino-chan o que vamos fazer? – eu odiava a voz chorosa de Maria, mas essa pergunta me deixou sem saber o que responder, os olhos cinzentos dela encontraram os meus e neles eu pude ver o pânico que ela estava sentindo.

Os vampiros eram altos e tinham o porte físico magro, porém eu sabia que essa aparência camuflava a força descomunal que possuíam, minha maior preocupação eram suas habilidades vampíricas.

- Precisamos primeiro manter a calma, só assim conseguiremos analisar melhor os movimentos do nosso adversário, aconteça o que acontecer não tente lutar sozinha contra eles, isso seria uma decisão burra e perigosa.

Com a ajuda da Maria teríamos uma chance muito maior de derrota-los, eu continuava não suportando aquela garota, mas precisa dela mais que tudo naquele momento, precisava que Maria fosse minha aliada só assim conseguiríamos sobreviver.

Eles não tinham a menor pressa de iniciar o confronto, graças a isso tive alguns segundos extras para planejar alguma estratégia, quando olhei para trás para dar alguma instrução para Maria ela tinha literalmente desaparecido. Quase desabei no chão ainda incrédula que Maria havia me deixado ali sozinha com Tsukune, eu segurei o braço dele perguntando para onde aquela desgraçada tinha ido e como se despertasse de um transe Tsukune olhou para mim perguntando o que estava acontecendo.

A pouca coragem que eu conseguira reunir se esvaíra completamente, sem outra opção me coloquei a frente de Tsukune e encarei os três vampiros sem deixar que eles percebessem o quão apavorada eu estava.

-Eu vou segurá-los, Tsukune corra agora para a escola e chame ajuda.

- Não posso... Ino eu não vou te deixar sozinha com esses malucos. – Tsukune parecia mais confiante do que eu.

- Você tem que ir agora, vá rápido, eu não vou conseguir segurar esses caras por muito tempo, eles irão atrás de você também. – eu estava quase berrando com ele.

- Não! Eu não vou deixar você sozinha, você é a melhor amiga da Moka, é minha amiga e é uma pessoa importante para mim também. Moka nunca me perdoaria se eu te abandonasse, nem eu mesmo conseguiria me perdoar depois. Eu vou continuar do seu lado Ino. – seus olhos faiscavam uma segurança que até então eu nunca tinha visto nele, embora eu soubesse que Tsukune não poderia fazer nada para me ajudar, a sua coragem estava me motivando.

Concordei dei mais alguns passos em direção aos meus adversários, eles finalmente pararam de se moverem e ficamos em silencio nos estudando. Seus sorrisos sádicos eram bem assustadores, contrastando com a aparência de uma pessoa normal, eu senti uma energia pesada vindo de suas auras me deixando com a sensação de estar sendo sufocada. Continuei não esboçando qualquer reação, internamente eu poderia estar desmoronando, por fora eles não saberiam o quanto estavam me afetando.

Era impossível adivinhar o que cada um poderia fazer, infelizmente as habilidades especiais de sua raça não deixavam vestígios na aparência, eu estava torcendo para o que quer que conseguissem fazer fosse algo que não envolvesse fogo, raios ou qualquer arma facilmente letal para humanos. A mão que Maria tinha pegado estava começando a ficar dormente, se não fosse a aparência vermelha da minha pele e as bolhas eu teria ficado feliz pela dor estar sumindo, procurei ocultá-la deles assim não saberiam que tinham essa vantagem sobre mim.

- Ora ora, uma garota para lutar sozinha contra nós três? Ou você é corajosa demais ou suicida. – eles riram enquanto eu continuava calada.

- Qual é princesa, o gato comeu sua língua?

- Talvez ela esteja precisando de um trato especial.

- O que acha de eu começar bebendo o seu sangue? Tenho certeza que deve ser delicioso. – ele lambeu o lábio inferior e me olhava de uma forma nojenta.

Eu estava calma e concentrada, procurando lembrar de tudo que aprendi com Sai e Zero, tudo ficaria bem se eu seguisse seus ensinamentos. Eles começaram a rir tão alto que quase tampei meus ouvidos.

- Acho que alguém não está muito preocupada com o amiguinho humano.

Olhei para trás e o que vi quase me fez entrar em pânico, Tsukune estava preso dentro de uma esfera de água, ele se debatia muito e a expressão de seu rosto me deixava ainda mais agoniada, o que eu poderia fazer? Como eu poderia proteger o Tsukune? Como enfrentaria aqueles caras sozinha? Queria chorar e desejei que Sai estivesse comigo, ele saberia o que fazer. Eu não tinha muito tempo, Tsukune não resistiria se eu continuasse parada, eu precisava de ajuda, porém quem poderia me ajudar além de mim mesma?

Foi quando uma espécie de filtro vermelho cobriu meus olhos seguido por uma descarga de adrenalina, não sabia qual vampiro estava prendendo Tsukune daquela forma porque para fazer algo assim precisaria de no mínimo um gesto, mas aqueles caras eram bons o suficiente para usarem seus poderes sem fazer qualquer movimento. Me voltei para eles e antes que percebesse meu corpo se moveu contra meus adversários, em minha mente o único pensamento que restara era “preciso salvar Tsukune independente do que eu precise sacrificar para conseguir isso”.


Notas Finais


O capítulo ficou grandinho e que final foi esse meu Deus?? Mas vamos aos comentários, EU TO SURTANDO TANTO COM ESSE NOVO CASAL ♥♥♥♥ Ino certíssima, agarra o Sai mesmo vai que é tua garota *---* que casal lindo e com química, falando em casal nossa adorável Moka está apaixonada por um humano *---* outro casal que shippo, Tsukune provando ser digno da nossa rosada favorita, ai meu Deus vou morrer com a fofura deles. E aí sentiram saudade da Maria? A vadia voltou com tudo, primeiro atrapalhando SaiIno no melhor romance e encerrando o capítulo sendo a ¨&%&%$ que todos nós conhecemos, comentarei sobre esse ultimo depois....

Eu terminei na base do ódio, Ino está desenvolvendo bem suas habilidades e já dá pra quebrar algumas paredes, mas ela sofrendo bullying desses alunos fracassados me deixou bem triste, tadinha ela não tem um minuto de paz que aparece uma cambada desgracenta pra incomodar ela, felizmente nossa rosada foi uma grande heroína além de ter batido naquelas feministas escrotas ficou o tempo todo cuidando da Ino, eu amo uma amizade ♥♥♥♥ pra vocês verem quando a Ino precisa de ajuda a Moka deixa seu lado fofinho e se transforma na Inner Moka descendo a porrada em todo mundo, que garota *---*

E como era de se esperar Maria foi uma grande desgraçada, além de ter machucado a mão da Ino desperdiçou a unica chance de ganhar alguma estima nossa abandonando Ino e Tsukune contra três vampiros, Ino está machucada, Tsukune está preso dentro de uma esfera de água, Ino terá de lutar sozinha contra os três e nem sinal de seu namorado e Zero '--' nenhum motivo para entrarem em pânico :3 espero que tenham gostado XOXO minna-san, até a próxima ♥♥♥


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