História Eterno Conflito de Amor - Capítulo 22


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Categorias A Madrasta
Tags Césarévora, Lasamazonas, Parejatekila, Victoriaruffo
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Palavras 2.053
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Capítulo 22 - De novo, minha mulher!


Ajoelhou em frente a ela e tirando uma aliança do bolso ele pediu....

VICTORIANO– Meu amor, casa comigo, seja meu amor e minha esposa para sempre...– ele abriu a caixinha e viu os olhos dela brilharem de uma felicidade sem tamanho...

INÊS– Sim, meu amor, eu aceito!Eu aceito!– ela disse puxando seu amor para um beijo louco, onde os dois colaram seus lábios com todo amor que podiam.

Eles se agarraram e entraram de vez no quarto e nada mais foi dito! Colocou a aliança no dedo dela e a beijou mais. Victoriano retirou o robe de seu amor deslizando pelo corpo de Inês, os olhos dele visitando cada parte do corpo dela com a fome de uma vida, seu amor, sua mulher, aquela que ele tinha eleito. Beijou os ombros dela, o braço, os seios com a camisola cobrindo e o robe caiu ao chão com um gemido de Inês...

Inês tocou o peito dele e alisou o rosto dele beijando na boca, sentindo a língua de Victoriano invadir ela com força, estava desejoso, se colou nela e mostrou com a língua a fome de amor.

VICTORIANO – Ahhhh, morenita, como te quero, como te amo e te desejo...– ele disse com o coração aos saltos, o membro duro fazendo volume.

Inês desceu a mão e agarrou ele intimamente enquanto a outra mão estava no pescoço dele o trazendo para ela, tinha fome daquele home. Tinha um desejo por ele que não escondia.

 INÊS – Victoriano, estou com saudades, muitas saudades, meu amor.– ela gemeu e ele veio com fome descendo a alça de sua camisola e sugando seu seio.–  Ahhh, meu amor....

VICTORIANO – Te quero, morenita, te quero agora, com força!– ele disse isso invadindo a camisola com as mãos e puxando a calcinha dela que ele tirou e jogou para o lado, depois cheirou ela e lambeu entre as pernas, Inês gemeu.– Delícia, um homem pode morrer por isso...

INÊS – Você é um safado, amor, um tarado!– puxou os cabelos dele e enterrou o rosto dele mais entre suas pernas se abrindo para ele ali de pé.

VICTORIANO – Tarado por você, Inês, sou tarado por você...– ele disse sorvendo mais dela e depois subiu aos beijos arrastando a camisola até tirar.

Inês o agarrou com fome de amor e se roçou nele mesmo vestido.

INÊS – Tira logo isso, Victoriano, eu quero tanto, eu preciso... eu to queimando por dentro!– ela devorou os lábios dele, que se afastou e ficou nu como ela queria e quando voltou a ela o agarrou com mais amor ainda.

Os corpos colaram e ele a levou a  mesa de pentear do quarto dela jogando tudo no chão e sentando ela na mesa. Abriu as pernas dela, puxou para perto, entrou com tudo e não pensou, apenas se moveu. Inês soltou um grito, gravou as unhas nele, onde pegou, mordeu seus lábios com tesão louco e apertava ele e gemia.

VICTORIANO – Isso, amor, isso, eu te amo!– ele tomou os seios dela e sugou com fome enquanto entrava e sai dela com loucura.

INÊS – Eu quero, isso, vai, amor, vai com força...– ela gemeu sentindo ele entrar todo e sair todo numa pressão que fazia o corpo dela se mover forte e a mesa bater na parede fazendo barulho.–   Isso, Victoriano, como um touro, isso!– ela pediu louca...

Ele atendeu Inês e na intensidade de seu amor, entrou mais e mais nela, cada movimento dele era o prazer estampado nos olhos dela. Victoriano a tomava com força, como se fosse um animal livre no pasto, como se a vida dos dois dependesse daquele gozo que iam ter juntos e foi assim, sorrindo e livres que eles se sentiram inteiros, plenos e gozaram sorrindo nos braços um do outro.

Quando acabou, os dois ficaram agarrados se beijando na boca, foram muitos minutos assim e por fim se separaram e ele a tirou da mesa. Os dois caminharam a cama e Inês o fez sentar-se e se sentou no colo dele. Beijava seu amor com todo calor do seu corpo e quando soltou os rosto dele, depois se segurar com as duas mãos e beijar deliciosamente, ela o olhou nos olhos. Victoriano passava suas mãos enormes nas costas dela e alisava carinhoso, um homem tão grande, mas tão terno com ela, mesmo sendo aquele animal na cama que ele era, tinha ternura nos detalhes. 

VICTORIANO – Eu sempre quero estar com você, meu amor, minha vida, morenita!– ele falou com atenção a ela, sentindo o corpo sentindo ela se roçar nele porque ainda não tinha invadido o corpo de seu amor, estava se aquecendo novamente.

INÊS – Eu quero ser sua todos os dias, meu amor, quero casar, quero estar com você, quer que sejamos uma linda família.– ela o o tomou de novo com as duas mãos na cabeça e colocou os lábios dele em seus seios.– Isso amor, me ame.

Victoriano sugou um seio e depois o outro e suas mãos apertavam Inês contra ele, buscando com amor aquela mulher deliciosa e fogosa que ela era. Inês abriu mas as pernas ao senti-lo e enlaçou ele com as pernas, dando a volta na cintura dele, roçando seus sexos de modo intenso e gemendo enquanto segurava a cabeça dele em seus seios.

Jogou a cabeça para trás quando sentiu que ele buscava seu traseiro e enterrava o dedo aí também, preenchendo outro espaço de prazer de sua mulher que gemeu na hora, se excitando mais. Pegou o membro dele e se levantando um pouco entrou com ele em seu corpo. Gemeu e ele sugou mais o outro seio até ficar vermelho.

VICTORIANO – Ahhhh, Inês...ahhhhhh.– ele urrou depois de chupetar o o seio dela e sentir uma explosão em seu corpo com ela se movendo forte em seu colo, girando e rebolando enquanto fizia ele tremer de tesão por ela.

INÊS – Isso, Victoriano, isso, meu amor, eu quero matar a saudade, vamos parar só amanhã. Eu quero você, quero você!– ela gemeu fraquejando. Estava entregue a ele e tudo que queria sentir, era a pele dele na dela.

Victoriano sentiu seu corpo ferver, o ar faltou, o cheiro dela inundou seu coração de amor e desejo. Segurou firme a cintura dela ajudando os movimentos, desceu e subiu as mãos entrando e saindo dos espaços que quis, cuidando dela como mulher. Quando estavam juntos, não tinham pudor ou medo.

Inês se sentia plena, se sentia inteira e cheia de amor por ele. Queria muito que Victoriano estivesse sempre com ela e sentindo o maior amor, ela se meu bem forte vendo ele vermelho, explodir em seu gozo. Depois ficaram abraçados e se beijaram por longos tempos, por fim, deitaram-se acariciando um ao outro cheios de amor...

VICTORIANO – As vezes, minha vida, tenho medo de estar sonhando.– ele disse com amor enquanto ela alisava seu peito silenciosa.

INÊS – Você não está, Victoriano, não está!– ela disse com amor suspirando e sentindo as mãos dele passearem pelo corpo dela.– Eu quero que venha morar aqui, você e as meninas.– disse insegura, com medo pelo que ele poderia dizer a ela naquele momento.– Eu sei que é pedir demais que você deixe suas coisas, mas não quero estar longe de você, eu preciso estar junto a você, meu amor.

Victoriano deu um longo e maravilhoso suspiro ao ouvir aquilo. Era mais do que um presente, era um presente de amor.

VICTORIANO – Morenita, eu queria tanto isso, tanto, eu estou esperando por isso desde sempre, mas você não me ajudou em nada quando me pediu que esperasse e eu não quis pressionar. Gosto que seja uma mulher decidida e de verdade, Inês, você me deixou mais que feliz.– ele a beijou na boca e sorriu.– Posso vir agora?

INÊS – Agora?– ela sorriu.– Agora você já está aqui.– o abraçou e sorriu mais.

Os dois se abraçaram e se amaram mais, se entregaram e como sempre sentiram o maior dos prazeres juntos, tinham tudo que era necessário para serem felizes. E a noite passou rápido.

AMANHECEU...

Inês acordou e ficou olhando seu amor, era tão perfeito, tão lindo. Olhou as costas dele e passou a mão com calma. Tinha as costas largas e dormia pesado. Sorriu ao se lembrar como ele ficava louco de desejo, como a tomava como um animal enjaulado quando estavam juntos. Puxou o lençol e olhou os seios descobertos, estavam cheios de marcas e entre suas pernas um pouco de dor fina pela força nas reentradas em seu corpo e pelas muitas vezes que ele tinha tomado seu sexo na boca.

Sorriu mais alisando de novo as costas dele e quando viu, Victoriano se virou de lado a agarrando e puxando para ele com os olhos fechados, o membro logo foi pressionado na perna dela, mostrando a disposição dele sempre para ela. Inês sorriu e se virou para ele colando seu corpo nu ao dele. Victoriano sorriu e a beijou na boca e depois disse enquanto caminhava para os seios dela.

VICTORIANO – Que bonito jeito de acordar seu marido, Inês.– ele sorriu e deslizou a mão no corpo dela tocando com tanta pressão que ela já gemeu sem poder se controlar.

INÊS – Você não cansa?– ela gemeu.– Não cansa de ser um homem tão delicioso?– e ficou vermelha.

Victoriano sorriu e disse com amor aquilo que ele desejava.

VICTORIANO – Inês...– ele sorriu com amor.– Eu quero muito e quero com força, me deixa fazer com força, com muita força até gozar?– ele pediu porque não era simples o que queria, era um homem grande e tinha medo de machucar seu amor, mas a tempos que ele queria ir com tudo e ele sempre ia bem forte, mas parava mesmo não tendo queixa dela.

INÊS – Victoriano.– ela gemeu e ele já sugava seu seio e entrava com os dedos dentro da intimidade dela.

VICTORIANO – Eu quero gozar, morenita, quero gozar muito, eu estou excitado, com saudades, querendo você como um louco... Eu não sei o que é, mas desde que voltamos do hospital daquele incidente com Emiliano, eu quero você. Eu sonho com você...– ele apertou o sexo dela fechando e mão e segurando como se fosse um brinquedo e mordeu o ombro de Inês.– Sabe quando um homem precisa de uma mulher?– ela gemia enquanto ele falava.– Sabe quando ele a quer como um louco? Eu sou assim com você... Meu deixa entrar aí e me abriga e me deixa ser uma animal com você, eu quero gozar como um animal e te dar prazer.– beijava ela com todo seu amor.

INÊS – Ahhhh, meu amor, faz com força, eu sou sua, pode fazer, eu quero você, Victoriano.– ela gemeu entregue já abrindo as pernas para ele. 

Victoriano não perdeu tempo, estava completamente louco de desejo e sorriu sentindo o coração acelerar. Se ajeitou nela, em encaixe, e entrou, entrou com vontade e força, com desejo. Quando escorregou completamente para dentro dela ele estava rouco de tesão e viu Inês revirar os olhos segurando os ombros dele em incentivo. Ela se abriu mais e ele segurou suas pernas entrando e estocando com firmeza. 

Victoriano urrou e sem mais ele acelerou o corpo entrando e saindo de Inês que estava arqueando o corpo e erguendo o quadril mais ainda para que ele tivesse livre acesso. Era tudo perfeito, tudo maravilhoso.  Victoriano desceu o corpo e beijou o seio dela sugando, trazendo para ele aquele prazer de sentir a pele dela em sua boca.

Inês estava gemendo, sentindo o corpo ir r vir com força, achando que ele estava no máximo de sua potência, mas ele a beijou mais e depois apoiou seu queixo no ombro dela e moveu o quadril com força e bombadas intensas que fizeram Inês sentir-se nas nuvens e morder o lábios revirando os olhos como se ele fosse mais que um homem de tão bom que estava...

Ele estocou, ela gemeu, ele se moveu, ela rebolou o recebendo, ele gemeia sobre ela e depois quando tomou os lábios dela, ele sorriu acelerando e gozando com ela. Era maravilhoso, tinha sido tão intenso e tão forte, tinha sido mais que um sexo, estavam sem fala.

VICTORIANO – Temos uma vida inteira para viver...– ele disse suspirando e olhando seu amor ali ao seu lado.

INÊS – Eu quero estar com você o resto da vida...– ela disse sorrindo.

VICTORIANO – Eu igual, morenita, eu igual!!!!!



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