História Eu, a Guardiã Cinzenta - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Age
Tags Dragon Age Origins, Female Amell, Romance Epistolar
Visualizações 19
Palavras 427
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ecchi, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Uma carta e meu ódio particular


14 Kingsway, 9:28 Era do Dragão. Kinloch Hold (Torre do Círculo)

Caro Alguém,

Como tem passado? Espero que bem, pois eu não estou. Sinto que algo ruim está se aproximando, ou talvez seja só meu pessimismo se fazendo presente novamente. Na verdade, acho que cansei de viver presa.

Lembra na carta anterior, onde mencionei sobre uma torre e viver cativa? Pois, então. Bem-vindo ou bem-vinda à minha realidade. 

Se você nasce com poderes mágicos, como eu, estará destinado a viver como um cativo em uma torre pelo resto da sua vida. Ao menos é claro, que consiga fugir ou morra tentando.  ̶M̶a̶l̶d̶i̶t̶o̶s̶ ̶t̶e̶m̶p̶l̶á̶r̶i̶o̶s̶!̶ Ou se destaque o suficiente para sair daqui com o mínimo de dignidade. Se está lendo isto, é porque eu não fui bem-sucedida em nenhuma das opções. 

Na concepção geral, magos são amaldiçoados, ruins e perigosos. Todos os temem. Eles próprios se temem. Eu temo por mim, às vezes... Saber que eu posso ser facilmente possuída por um demônio do Imaterial me assusta muito. 

É exatamente por este motivo que eles nos prendem aqui na Torre do Círculo. E com eles digo: a Chantria. Só para esclarecer logo de início, eu ODEIO a Chantria com todas as minhas forças. Sim, eu odeio e não escondo. 

Meu ódio é justificado, contudo.

Veja só, todos os anos crianças são arrancadas de seus lares a mando da Chantria e trazidas para cá, para crescerem sob a vigilância dos templários, que tem ordens expressas para nos matarem a qualquer sinal de possessão ou desobediência. Eu fui uma dessas crianças, meu amigo Jowan foi, Neria e Anders também. E todas os outros magos que vivem aqui. 

A torre na qual eu  ̶s̶o̶u̶ ̶p̶r̶i̶s̶i̶o̶n̶e̶i̶r̶a̶ vivo, se localiza em Ferelden, no meio do Lago Calenhad. Aqui somos treinados por magos experientes, aprendemos a controlar nossos poderes e fazer o melhor uso deles para o bem, sempre. É o que a Chantria diz para nos tolerar, enquanto no fundo desejam ardentemente que nossa torre afunde no lago e não sobre um mago sequer. Dessa forma, eles poderiam dizer que o Criador quis assim, é claro.

Sem contar a doutrinação que tentam nos impor, obrigando-nos a assistir cerimônias regidas pela Mãe Venerada. Fazem questão de explicar como os magos caíram em desgraça séculos atrás e por isso devemos nos envergonhar de quem somos, pois nossos poderes são malignos e devem ser restringidos ao máximo. Está vendo porque odeio a Chantria? 

Eu preciso ir agora, tenho aula sobre controle de magias primordiais. E o fogo é definitivamente o meu elemento. 

Juniper Amell, a Cativa
 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...