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História Eu Aceito - Capítulo 24


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Notas do Autor


Oiiiiiiiiiiiiii
Juro que tirarei um dia para responder os comentarios, mas agradeço por cada um deles, e como agradecimento, mais um capitulo fresquinho.
Espero que tenham uma ducha fria ai... ops...
Boa leitura :3

Capítulo 24 - Chapter XXIV


 Eu despertei aos poucos... A cama estava tão agradavelmente quente, que eu apenas ansiava voltar a dormir... A luz adentrava o quarto deixando-o iluminado demais para que eu facilmente conseguisse retomar o sono e as lembranças da noite anterior me instigavam a abrir os olhos. 

Eu sentia seu peso leve sob meu peito e o mover lento de seu corpo com seu respirar adormecido.

 Eu sorri ao contemplá-la.

 Seus cabelos estavam bagunçados sobre mim e meu coração batia mais forte ao me lembrar de que ela estava nua.

 Seu gosto ainda estava em minha língua.

 Eu a abracei, acariciando as costas nuas da mulher que eu amava. Da mulher que agora, finalmente me pertencia.

 Estava completo, embora não entendesse o que me levara a estar. 

 Ela não havia me rejeitado como eu esperava que fizesse, e apesar de ainda saber ser possível, devido ao seu consumo de álcool ontem, eu estava mais esperançoso.

 Eu havia feito sexo oral nela. O que tecnicamente, para um homem na minha idade, não era nada, mas considerando que se tratava de Sakura, era o bastante... por agora.

 Ela havia me deixado chupá-la e eu ainda me recordava dela chamando por mim ao alcançar o clímax.

 Eu sabia que poderia tê-la instigado a ir até o fim e fodê-la de uma vez, mas Sakura era volátil e eu não queria estragar as coisas, apesar da minha excitação na noite anterior não ter sido resolvida e ter retornado agora pela manhã, eu não queria forçar nada.

 Eu sentia meu pau duro de novo, apenas por acordar ao seu lado... 

 Eu ri, como o idiota apaixonado no qual havia me transformado e lentamente, a movi de sob meu corpo, deitando-a sobre o travesseiro, para que eu pudesse me levantar.

 Alcancei o banheiro da suíte e encarei meu reflexo no espelho.

 Apesar da bagunça e das olheiras, eu estava radiante, como um bobo da corte. 

 Ri do pensamento e entrei debaixo da ducha gelada.

 Meu corpo tensionou antes de se adaptar a temperatura e começar a relaxar.

 Há quanto tempo eu não transava?

 Normalmente, eu não lidava com desejo reprimido. Quando sentia vontade, eu ligava para alguém e resolvia meu problema, era mil vezes mais fácil e muito menos satisfatório.

 Eu gostava do desafio que Sakura era. O modo como me repelia, tornava o prazer mais delicado.

 Eu sorri.

 Ela era tão linda quanto eu suspeitava.

 Seios perfeitos, bunda perfeita e lá... Se Itachi soubesse que eu me tornei um escravoceta...

 Ouvi o deslizar suave da porta e me virei apenas para contemplar a visão que era aquela mulher de manhã.

 Ela usava a minha camisa e eu sabia que ela estava nua por baixo, o que causou reação instantânea no meu pau.

 Seus olhos verdes estavam brilhantes, mas preguiçosos. E ela sorriu. As bochechas corando ao se lembrar do porquê se sentia tão à vontade comigo agora... 

 Isso mesmo, Sakura! Lembre-se de você, gozando para mim.

 Sorri.

 - Bom dia. – falei, virando-me totalmente para ela. Eu sabia que apesar do blindex, ela conseguia me enxergar perfeitamente, até porque eu tomava banho frio. E eu queria que ela me visse. Perfeitamente ereto por causa dela.

 Ela ficou ainda mais vermelha e inocentemente, correu os olhos por meu corpo.

 O banho frio já não fazia mais diferença e eu a queria de novo.

 Imaginei se ela também queria... se era por isso que estava ali, por isso que não havia se vestido apropriadamente para me ver... Eu torci para que fosse, porque queria ouvi-la gemer de novo.

 - B-Bom dia... – ela sussurrou, sabendo exatamente o que se passava na minha cabeça.

 Eu sorri, com vontade de realizar aqueles desejos.

 Abri a porta de vidro, mais próximo de seu corpo e a encarei, convidando-a.

 Ela me olhou daquele jeito investigativo, mas não havia mais tanta inocência ou vergonha. Ela sabia exatamente para que eu a convidava.

 Analisou a situação e então, assumiu aquele olhar de ontem. Repleto de uma sensualidade com a qual eu não sabia lidar.

 Aquele olhar fazia meu pau doer de tanta vontade.

 Ela abriu os botões que prendiam minha camisa em seu corpo e revelou sua nudez de novo e novamente, eu a analisei apreciando cada curva da pele leitosa.

 Seus seios perfeitos e firmes... a cintura fina... o quadril largo... 

 Eu sorri maliciosamente e abri espaço para que ela entrasse.

 Ela o fez e se molhou antes de sequer me olhar.

 Eu sabia que ela estava molhada. Seus mamilos entumecidos, sua pele arrepiada e o modo como apertava as pernas.

 Eu me aproveitaria um pouco dela, de novo.

 Ela se virou e eu a beijei.

 Dane-se...

 Ela rodeou meu pescoço e deslizou as mãos pequenas por meus ombros.

 Eu não me importei em agir rápido, ao descer os beijos para seu pescoço, colo, seios... Não tinha por que fingir não conhecer aquele caminho, quando eu me dedicara tanto na noite anterior em gravá-lo.

 Ela gemeu e então, puxou-me pelo queixo, para que eu olhasse em seus olhos.

 Acho que as palavras haviam se perdido em meio ao desejo, nos entendíamos ali, no olhar um do outro.  

 Ela me afastou e sua mão pequena, atrevidamente correu meu peito e meu abdômen. Ela mantinha os olhos fixos no meus e eu estava tão enfeitiçado, que não a impedi.

 Meu corpo se arrepiou, tensionou e relaxou instantaneamente quando ela pegou em meu pau... sua mão atrevida correu pela extensão, acariciando-me. 

 Eu gemi...

 Ela era um mistério, sempre surpreendendo-me.

 Eu esperava que ela me deixasse tocá-la novamente, como naquela noite, mas não esperava por aquilo. Que ela estivesse à vontade o suficiente para me tocar... 

 Eu sabia que ela já havia estado com outro homem, não que gostasse de me lembrar disso, mas não esperava que ela fizesse aquilo, ou que o fizesse tão bem.

 Sakura movia-se na velocidade perfeita para me paralisar. Seus movimentos eram firmes, provocantes.

 Ela prendeu o lábio inferior nos dentes e eu gemi, quase um rosnado ao empurrá-la de novo contra a parede e tomá-la num beijo.

 Ela não afastou sua mão de meu corpo e taquei toda a minha razão para o fundo de meu cérebro.

 Corri minhas mãos novamente por seu corpo, até que encontrasse aquele ponto entre suas pernas. Ela estava quente, fervendo. E eu sorri ao saber que era por mim.

 Deslizei meus dedos, acariciando-a e ela parou os movimentos em meu pau apenas para gemer e se contorcer em meus braços.

 - A gente devia fazer isso na cama. – murmurei contra seu ouvido. 

 Ela sorriu sensualmente e moveu-se novamente.

 Foi a minha vez de gemer.

 Quando aquilo se tornara um jogo tão interessante?  

 Nós dois nos movíamos, acariciando um ao outro, como adolescentes. Mas eu iria com calma e me alegraria com pouco, até que ela estivesse pronta para se entregar totalmente e quando esse dia chegasse, eu me enfiaria dentro dela e nunca mais sairia.

 Meu dedo deslizou para dentro dela e ela jogou a cabeça para trás, gemendo meu nome. 

 Eu não conseguia explicar a sensação de ver meu nome correr por seus lábios de forma tão vulgar... como isso fazia meu coração acelerar e se apertar ao mesmo tempo... como me fazia amá-la e desejá-la mais...

 - Eu estava ansioso para que você quisesse brincar de novo... – sussurrei e ela manteve os olhos fechados.

 Ela abriu os olhos, quente e desejosa. Sua mão girou em meu membro, como se o torcesse e eu engoli em seco.

 - Agora... – ela murmurou e eu me afastei o suficiente para olhar em seus olhos. – é minha vez.

 Eu me segurei para não gozar...

 Sua mão livre tirou a minha do meio de suas pernas e eu a encarei, dando-a liberdade de tomar o controle que ela deixou claro desejar.

 Eu não tinha certeza se estava realmente pronto para o que viria a seguir.

 Sakura se abaixou de joelhos, nua, com aqueles olhos verdes fitando-me numa promessa erótica.  

 Sua mão agarrou-me e eu segurei na parede, sustentando-me.

 Eu gemi quando ela colocou o meu membro em sua boca e seu calor envolveu a glande, não satisfeita, ela o sugou.

 Eu pensaria nisso depois, mas duvidava que existisse algo mais perfeito do que aquilo. Ela estava me chupando como uma profissional. Nenhuma mulher jamais fizera aquilo tão bem...

 Eu fechei os olhos porque apesar de adorar a imagem dela fazendo aquilo, eu não queria gozar tão rápido e precisaria me concentrar para isso.

 Ela me sugava e depois começou a deslizar meu pau para dentro da sua boca, aceitando cada centímetro até que eu me chocasse com o céu de sua boca e ela tivesse reflexo. Ela estava testando seu limite. E sem que soubesse, o meu também.

 Eu estava me concentrando demais para não gozar tão cedo.

 Sua mão deslizou firme pelos centímetros restantes e pelos testículos, como se isso realmente fosse necessário.

 Ela começou o vai e vem, deslizando para dentro e para fora, sem tirá-lo completamente. Sua língua acariciava fodidamente minha extensão e quando ela estava prestes a tirar tudo, deixando apenas a cabeça, sua língua envolvia a glande e ela sugava.

 Ela ia acabar comigo...

 Seus movimentos aceleraram e ela novamente testou, engolindo-me até que ansiasse e instintivamente, envolvi seus cabelos molhados, empurrando sua cabeça contra meu corpo, a fim de permanecer ali... uma garganta profunda digna de minha esposa...

 Abri meus olhos para vê-la...

 Os olhos verdes estavam inundados de lagrimas, pois, meu pau estava em seu limite e eu sabia que ela provavelmente não estava respirando direito já que eu a mantinha ali, mas apesar disso, ela me olhou cheia daquela fome... e isso foi o suficiente...

 Eu gozei em sua boca.

 


Notas Finais


Até o próximo!!!


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