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História Eu ainda te amo.( Painhina) ( Yahina) - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Aproximação.


Hinata on*

Entramos no elevador. 

Eu me encostei na parede, Pain ficou de frente para mim.

--- Sabe... tem muito espaço aqui. Então não precisa ficar tão próximo. --- Agora ele encostou o seu corpo no meu.

--- Mas eu quero. --- Tentei o empurrar. Porém ele não mexeu nenhum músculo.

--- O que você quer?

--- Quer mesmo saber?

--- Quero! --- Ele deu um sorriso, aproximou os seus lábios dos meus, mas fomos interrompidos pela porta do elevador se abrindo. Salva pelo gongo. 

Ele se afastou e saímos. 

Nós andamos pelo estacionamento até ao seu carro. O mesmo abriu a porta do carro para eu entrar, deu a volta e entrou também.

Começou a dirigir. Passamos em frente a um restaurante.

--- Ei, por que não comemos aqui?

--- Eu não gosto da comida.

--- É só isso mesmo, ou você já levou alguém daquele lugar para cama?

---  É só a comida que não é muito boa mesmo.

--- Eu quero experimentar.

--- Você é muito teimosa.

--- Ué, tenho o direito de experimentar a comida.

--- Sei que você não está interessada na comida.

--- Estou sim! --- Ele balançou a cabeça e deu retorno, estacionou e entramos no restaurante.

Assim que passamos pela porta escutei murmúrios.

Apressei-me e me sentei em uma cadeira, olhei ao meu redor e tinha algumas mulheres olhando para o Pain.

A garçonete veio anotar nossos pedidos, mas ela estava muito ocupada comendo Pain com os olhos.

--- Com licença, quero fazer o pedido. --- Ela nem me olhou.

--- O que o senhor irá querer? --- Ah essa mulher já está me irritando.

--- Apenas um café e para a minha namorada um rosbife por favor.

--- Ah ela é sua namorada? Desculpe. --- Ela saiu meio decepcionada.

--- Por que disse isso?

--- Porque as pessoas aqui são muito mal educadas e eu não vejo problema nenhum em dizer isso.

--- Tem problema sim!

--- Então, é só eu ligar para ela e dizer que era mentira. --- Ele mostrou um papelzinho, peguei da sua mão sem pensar duas vezes e o rasguei. O mesmo começou a rir.

--- Está rindo de que?

--- Do seu ciúme.

--- Eu não estou com ciúme!

--- Então por que rasgou este papel em branco?

--- Ele estava em branco?

--- Sim. --- Senti minhas bochechas queimarem de tanta vergonha.

A garçonete voltou com a minha comida, a cara estava boa, mas quando dei uma garfada e senti o gosto, quase não desceu.

--- Quer água? --- Ele disse com um sorriso debochado nos lábios. 

Peguei o copo que estava em sua mão.

--- Não queria dizer, mas... eu avisei. --- Mostrei a língua para ele. 

--- Nem é tão ruim.

--- Ah, é? Então come tudo. --- Eu comi, quase desistindo, mas comi.

--- Gostou?

--- Uma delícia!

--- Tem mau gosto para tudo.

--- O que quer dizer com isso?

--- Nada. 

--- Fala logo!

--- Você tem mau gosto para tudo.

--- Tudo o que? Dei-me um exemplo.

--- Como para escolher namorados.

--- Que? Você está bem?--- Pus a minha mão na sua testa. 

--- Estou ótimo.

--- Então por que está falando besteira?

--- Só estou falando o que eu vi.

--- Está me stalkeando?

--- Claro que não, eu... só vi sem querer.

--- Hum, sei.

--- Vamos? --- Assenti, e me levantei. 

Fui pagar, mas Pain insistiu em pagar.

--- Não precisa.

--- Eu que à chamei, eu é quem vou pagar! 

--- Não! Você nem comeu.

--- Qual é o problema? --- Esse cara me irrita.


Yahiko on*

Ela saiu batendo o pé.

Paguei a conta e saí. Hinata estava encostada no capô do carro de braços cruzados. 

--- Ainda está brava?

--- Não te interessa... anda logo e liga esse carro.

--- Calma, eu só paguei a conta.

--- Não é só isso... toda vez que digo alguma coisa você nunca me escuta... continua sendo o mesmo de anos atrás... será que tudo que eu falo é irrelevante para você?

--- Não foi a minha intenção... prometo me esforçar para escutar o que você tem a dizer. --- Ela deu um sorriso ladino, andou até a porta do carro, o liguei. 

Hinata entrou. 

--- Nós podemos passar em um lugar?

--- Que lugar?

--- A lojinha de doces dos Akimichi.

--- Ah, muito tempo que eu não vou lá. 

--- Por que?

--- Sem tempo.

--- Está brincando? É tão próximo ao hospital. --- A verdade é que eu parei de ir lá porque sentia falta dela. --- Talvez você não goste mais de doces, afinal já passou tanto tempo. --- Ela abaixo u a cabeça e pôs uma mecha de cabelos atrás da orelha.

Pus a mão na sua perna, a mesma me olhou surpresa.

--- Eu ainda gosto de doces... eu ainda consigo lembrar de quando fazia pudim e levava para mim.

--- Eu só fazia porque sabia que gostava.

--- Você sempre sabia do que eu gostava... senti sua falta quando foi embora. --- Ela corou e virou-se para o outro lado. --- É melhor irmos logo. --- Tirei minha mão de sua perna.

--- Sim. 

Dirigi em silêncio, até a lojinha.

Estacionei e saímos. Entramos na lojinha.

--- Hinata, Yahiko?

--- Senhor Chouza. --- Ela andou até ele e o abraçou.

--- Como vocês cresceram. --- Eu dei-lhe um aperto de mão. --- Sentem-se, vou pegar um doce especial para vocês. --- Nos sentamos.

--- Esse lugar está exatamente do jeito que eu me lembrava.

--- Verdade. 

O senhor Chouza veio com um pudim em formato de coração, metade de chocolate e a outra metade de leite.

--- É tão bom ver vocês dois juntos... eu sempre soube que foram feitos um para o outro. É por conta da casa. 

--- N-nã... --- Pus a minha mão encima da dela para acalma-la. Porém, ela ficou ainda mais vermelha.

--- Obrigado, Chouza, mas não estamos juntos... Não ainda. 

--- Oh sinto muito, vocês parecem um casal apaixonado, acabei confundindo as coisas.

--- T-tudo bem. --- Ela sorriu para ele.

--- Se quiserem eu posso trazer outro doce, por conta da casa também.

--- N-não precisa... podemos ficar com esse. --- Ela disse ainda muito envergonhada. Ele fez uma leve reverência e saiu.

--- Vamos comer?--- Ela balançou a cabeça.

Começamos a comer, estava delicioso, como sempre fora.

Quando terminamos soltamos um suspiro de  satisfação.

Fomos até ao balcão.

--- Obrigada, senhor Chouza.

--- Obrigado.

--- De nada, voltem mais vezes aqui.

--- Com certeza. --- Apertamos sua mão e saímos. 

--- Sabe estava pensando eu podia te mostrar a cidade.

--- Agora?

--- Sim.

--- Mas e o hospital?

--- Eu ligo para a minha assistente.

--- Acho melhor não...

--- Se você não quiser tudo bem, voltaremos para o hospital. --- Abri a porta para ela entrar. A mesma chegou perto e fechou a porta.

--- Eu aceito, só se irmos sem o carro.

--- Por mim, tudo bem.

--- Você sempre consegue o que quer no fim. --- Ela balançou a cabeça e sorriu.

--- Você também quer, né?

--- Sim.



Continua...


Notas Finais


Desculpa pelos erros e obrigada pelos favoritos❤❤


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