História Eu ainda te amo!!(2 temporada de Será que EU gosto de mim) - Capítulo 93


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Comedia, Reencontro, Romance
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Palavras 2.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 93 - Visita, briga e braço com tala


Fanfic / Fanfiction Eu ainda te amo!!(2 temporada de Será que EU gosto de mim) - Capítulo 93 - Visita, briga e braço com tala

P.O.V James

Seguinte, não vou enrolar. To ferrado nesse exato momento, aqui na recepção esperando o que o diretor me chame junto com esse merda que está aqui do meu lado. Não tenho culpa de nada, apenas queria defender meu amigo. Se bem que a cara desse infeliz agora ta bem melhor, amassada e bem deformada. Tem mais sangue no nariz que eu.

-James e Taylor! –finalmente, anos depois o velho nos chama para sua sala. Me levanto a cadeira e fomos até a sala do homem. –Podem se sentar. –fizemos o que ele pediu. Cara, até as cadeiras são aconchegantes. Melhor do que as de aula, minha bunda chega a ficar quadrada. –Olha, eu achava que essas brigas entre vocês iria acabar no final do ano, mas vejo que tenho que tratá-los como crianças do primeiro ano. Sério isso? Não da para deixar um segundo vocês em paz, que booom... acontece outra briga. Depois no banheiro olhem bem para cara de vocês de tanto saguem que tem em seus narizes e bocas.

Ficamos quietos por alguns minutos, eu e o Taylor só pelo olho, já iriamos se bater, mas como respeito ao diretor, temos que ficar calados a isso. Se bem que a cara dele ta bem pior que a minha, quase roxa e ainda com sangue no nariz. Quem mandou mexer com os amigos dos outros.

-Estou esperando alguém falar. –o diretor diz rígido.

-Na hora do intervalo, o professor Trainor nos deu a bola de basquete para jogar.... –começo a contar.

 

Flashback ON

Basquete é com certeza, o esporte que eu me dou bem. Sou uma merda com vôlei e futebol ( americano ), não combina comigo e ainda sou muito ruim. Graças a deus que hoje poderíamos jogar, o professor liberou a bola e o melhor é que eu posso escolher o time que vai jogar comigo. Quer dizer, eu e o merda do Taylor, um aluno do ano acima do meu e que não tenho as melhores palavras para definir essa ´´ amizade ´´ entre nós. Acho que se resumiria em borrada, sangue e diretora.

-Harry! –diz o Taylor começando a escolher.

-Dylan! – enquanto falamos os nomes, eles iriam ficar em um lado da quadra em seus times.

-Franklin!

-Kenan! –falei com o meu parca com aquela cara de ´´ vamos mandar vê! ´´, assim a gente bateu nossas mãos e assim ele foi para um lado da quadra.

-Kalel!

-Bruce!

-Michael!

-Spike!

-Phil! –já estava formado os times. Ainda bem que somos rápidos em escolher as pessoas. Logo eu e o Taylor ficou a gente a frente e a bola em nosso meio e o professor do lado dela. O negocio é raciocínio rápido, quando o apito apitar, pega a bola o mais rápido que conseguir.

-*sinal do apito* -filho da mãe! Pegou a bola primeiro que eu.

O jogo já começa e assim todos já se mexem em um ritmo bem louco. Tem que correr, dar três passos para pegar a bola se não quicar, quicar a bola sem parar, jogar para o outro, fazer cesta. Realmente é cansativo, mas é bom.

Foi assim que aconteceu, tirando algumas vezes que o Taylor ia pra cima de mim pegar a bola, mas eu não deixo aquele Mané pegar e ainda por cima, jogava para o Kenan ou algum dos caras. Só que com o tempo, cada vez que o meu parca pegava a bola, aquele filho da $¨*&%$ estava dar uma rasteira. Na primeira vez achei que era só reflexo.

-Da uma mão aí, cara! –pede Kenan. –Infeliz.

-È... sei muito bem como é isso.

-Quieto James, faz tempo que você e ele não se snetam na borrada e não querem ir para a direção de novo.

-O que? E quem disse que vamos brigar? Que nada! –quer dizer...se continuar assim, acho que não.

Continuamos a jogar e conseguimos fazer duas cestas, e eles uma. Sou competitivo e é pra valar essa coisa de jogar e as vezes vencer.

De longe, pude ver que o mesmo merda deu rasteira de novo no Kenan. Olha,eu vou começar a perder a minha paciência que não é das melhores. Mais alguns minutos, o placar tava 3x3, e iríamos fazer uma revanche para ver quem ganha os 4 pontos e por fim, ganhar. O horário dava certinho com a hora em que vai acabar o intervalo.

Quando Bruce me entregou a bola, Kelal queria pegar de mim, mas por sorte consegui dar passar para o Kenan. E aí que aconteceu o pior, o filho da policia do Taylor deu a ultima rasteira tentando pegar a bola dele, o cara caiu no chão com o braço e o impacto foi tão grande que acho que se isso fosse um barulho, seria de osso quebrado.

Minha mente então, queria matar aquele filho de papai. Fazer ele em picadinho. Mexeu com meu irmão, mexeu comigo.

-Cara, agora mesmo que eu vou te arrebentar!

-Foi mal, não tenho culpa se seu amigo não sabe jogar direito. –nem pensei duas vezes e fui pra cima dele dar um soco na sua cara. E o que não era para acontecer, aconteceu para pior. Era soco, tapa, arrastão,pegava na camiseta do outro e assim vai indo. Cada vez que eu recebia um soco, dava um em dobro naquela cara de sonso dele.

-Vocês perderam a cabeça, de novo?! Será que da para parar com isso, a virando brincadeira já! –quem nos separa no momento, foi o professo que provavelmente o chamaram para parar com  abriga. –James! Taylor! Agora vocês vão é comigo até a diretoria. –Que novidade....

Fomos junto com ele até a sala da recepção, o professor saiu para ver se o diretor estava liberado para nos chamar.

-È tudo culpa sua mesmo em, Swan. Fica se mentendo onde não é chamado e ainda aquele sue amigo nem sabe jogar direito, é pior do que o boneco do posto.

-Minha culpa, seu puto? Foi você que deu aqueles arrastão no Kenan, e se mexe com amigo meu, também mexeu comigo. Dei em dobro nessa sua cara de constelação de espinha.

-Posso ter muito bem uma constelação de espinhas na cara, mas pelo menos, não sou um bebezão que chora por um pai e uma mãe que nunca teve. Você não passa de um órfão que nunca vai ter família na vida. –no momento em que aquelas palavras mexeram comigo de raiva e tristeza, quase soquei aquela cara inteiro. Uma pena que o professor chegou na hora.

-O diretor daqui a pouco está vindo. E os dois, se comportem dessa vez. –assim, o professor se foi nem nos agüentando mais.

-Duvido que o coroa vai agüentar mais uma vez nós naquela sala. –falo sozinho e sem nenhuma resposta.

Flashback OFF

-E foi assim…...

-E vocês senhor Brown? O tem a dizer com isso? Machucar um colega.

-Que nada, esse Kenan aí que não sabe jogar porcaria nenhuma de basquete. Só fingi as coisas, o senhor sabe muito bem o que ele tem feito esse ano todo, não? E outra, o Swan nem sabe direito o que se trata, deve estra cego isso sim.

-Só que diferente de qualquer aluno Taylor, sei muito bem que você apronta e muito nesse colégio. Aqui não é uma luta de MMA que todos podem fazer o que quiser aqui, isso é uma escola. Os dois estão errados nessa briga, Taylor por ter machucado o aluno e o James por ter começado essa briga. Olha, suspensão de dois dias.

-Maravilha! –falamos juntos sem treinar nada.

-Podem sair da sala, e espero que daqui a dois dias, isso não aconteça.

-Sim, senhor diretor. –falamos juntos.

Saímos da sala e a única coisa que eu pensava era como o Kenan estava. Foda-se se a diretora do orfanato vai brigar comigo por ter levado uma suspensão, to mais preocupado com o meu amigo.

P.O.V Kenan

Dor, dor e mais dor! Parece que um trator estava passando por cima do meu braço em alta velocidade a todo momento. Tinha que ser essa merda, esse $*¨7 do Taylor ter feito isso. Aquele merda de nada teve que me machucar e agora to aqui, fodido e com o braço todo machucado.

-Será que nessa enfermaria não tem ninguém? Que merda, vim aqui pra nada.

-Desculpa o atraso, eu estava preparando as coisas para o seu braço. –veio uma senhora com varias coisa dentro de uma caixa.

-Foi mal, tia. È que a dor é muito grande.

-Eu entendo, menino. A pessoa que vez isso não deve ter o mínimo de respeito, peloq eu me falaram. –nossa, se você soubesse quem foi. –Agora deixa eu ver esse seu braço. –ela pegou com delicadeza meu braço, e aquilo só piorou a dor. –Hummm, foi só uma torção. Vou colocar uma tala.

-Está bem, já quebrei tanta coisa no meu corpo que uma tala a mais nem faz diferença.

-Vocês jovens... meu deus.

-Afinal tia, qual é seu nome?

-Me chamo Valerie.

-Hummm... –que nome familiar. Já ouvi falar em uma Valerie da vida, não sei qual. Acho que tem alguma coisa haver com o James.

-Meu amigo conhece uma Valerie. James Swan, conhece?

-James! Sim, eu conheço ele. Mas nunca pude encontrá-lo aqui, estou fazendo esse trabalho de enfermeira Poe enquanto.

-Você não cuidava de uma menina? E é enfermeira?

-Eu me especializei nas duas coisas, menino. Uma vida inteira da nisso.

-Não fala isso, a senhora está inteirinha ainda. –ela ri da minha fala. Realmente, gostei de falar com essa tia... ou melhor, Valerie. Ficamos conversando até na hora em que ela consegui colocar toda a tala em mim e também me falou algumas coisas para cuidar com ela na hora do banho.

P.O.V James

-Uma suspensão, James? Uma suspensão?! –será que a dona diretora ainda não entendeu que eu ganhei uma suspensão.

-Sim, uma suspensão.

-O diretor acabou de me falar sobre isso, eu não sei mais o que eu faço com você, James. Entenda que nem tudo se resolve na briga.

-Mas ele quase quebrou o braço do meu amigo, diretora. Isso não é pouco para ele, deveria merecer mais socos.

-Mesmo que isso foi para defender sue amigo, você acaba sendo prejudicado junto. Eu entendo esse lado, mas se continuar assim, vai piorar mais ainda.

-Não me importo se vai piorar ou não, eu só quero o melhor ao meu amigo e se fosse possível sair daqui. Agora se me der licença, eu vou sair daqui. –pego a minha mochila, mas fui interrompido.

-James, só queria dizer uma coisa.

-O que, diretora?

-Sábado você tem visita.

-De novo daquela assistente social para me perguntar o que eu comi na sexta passada? Se é isso, não quero.

-Não é a assistente.

-Então quem é?

-Um casal e uma mulher querem te visitar.

-Como assim?

-Olha James, não é todo o dia que eu faço isso, mas realmente parece que eles se importam com você, e muito. Tenta dar essa chance, entendo o que passou, mas você não é o único que tem problemas. Todos nós temos, e a vida não é um mar de rosas, realmente. Agora eu que digo que pode se retirar. –olhei ao redor da sala e por fim, pensativo, sai do espaço.

....

Os meus dias de sábados se resumem a o que mesmo?  Tédio, tédio e mais tédio. Meus fins de semana não são os melhores. Se não estou fazendo algum trabalho ou estudando, estou lendo algum livro chato e também na pracinha dos pirralhos.

Aquelas palavras da diretora mexeram comigo, refleti com elas e percebi que eu não posso ficar lamentando o lugar onde eu estou, tem pessoas que estão bem piores na vida. E sobre a tal visita, talvez o tal casal e a mulher sejam a Mia, o Manuel e a Valerie. Porque são três, e também eles falaram que algum dia iriam vir me visitar. Vamos ver depois do almoço o que vai acontecer.

Tenho que confessar, a comida daqui é super boa e também o cozinheiro é gente boa, as vezes eu troco algumas palavras com ele. Depois do almoço, eu fui até o pátio eu fiquei olhando as crianças brincando e sentado no balanço me embalando devagar.

Fico me perguntando como está meu pai. Sei tudo que ele me fez, mas eu fico preocupado com ele. Queria saber pelo menos onde ele estava e se estava bem.

-A diretora está te chamando na sala principal. –disse uma das crianças já me conhecendo de vista.

-Sim, obrigada pirralha. –sai do balanço e fui caminhando até a sala principal que também fazemos de visita e quando ficamos lá sem fazer nada da vida.

Chegando lá, vejo as pessoas que eu imaginava que viriam aqui. Sorri ao ver eles e fui já abraçando cada um. Primeiro pela Mia que foi também a primeira que eu reparei, a abracei com muita saudade. O mesmo com a Valerie e o Manuel, claro, a Samurai não podia faltar. A planeta bochechas.

-Sério isso? Vocês estão aqui mesmo? –falo super feliz.

-Claro que sim, cabeção. A gente falou que viria e estamos aqui. –falou Manuel.

-A gente não via a hora de te ver. –diz Mia.

-Menino, a falta que você faz é grande. –fala Valerie.

-Oh, eu também tava sentindo falta de vocês. –dei um abraço novamente neles.

Bom, nós ficamos no pátio conversando bastante. Soube também algumas coisas, como que a Valerie está trabalhando como enfermeira na escola e eu nem sabia disso. E olha que quando eu fico machucado, sempre vou lá. Realmente eu me sinto bem com eles, que ainda queriam conhecer o lugar e também algumas pessoas se simpatizaram com eles. Eu me senti feliz em todo momento nesse dia. 



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