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História Eu Amo Vermelho - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Gui- Ola piratas

Ana- E caçadores de lendas

Vic- Bem vindo para o primeiro ep.

Ana- Um avizinho rápido.

Gui- Dipper Fight se chamara Dipper Sky Fight.

Vic- E Tyrone será irmão gêmeo de Dipper.

Fiquem com a fic.

Capítulo 1 - Eu te odeio


   Sky°pov

  No momento estou aos socos com o babaca Cipher. É incrível como que esse garoto me tira do sério, apenas por respirar. Mas dessa vez eu sou inocente, eu juro.

Vamos voltar a alguns minutos atrás.


  Eu e Tyrone acabamos de chegar na escola, e como sempre cheio de pessoas da alta classe. Riquinhos mimados ou nerds, na escola Disziplin ou você entra por ser super inteligente ou você e um bilionário. 

  Oque no meu caso e do Tyrone é a inteligência, mas isso não me impede de me diverti e causar, e não me preocupo já que não podemos ser expulsos, mas ainda podemos ficar de castigo.

  Oque aconteceu muito dez de que entramos. Tyrone fica na dele então não causa nada e eu por ter um demônio particular, que não larga do meu pé.

  Dez de que me conheço por gente, ele esta na minha vida, e dez do momento que olhamos um para a cara do outro fizemos o acordo de guerra, silenciosamente já que nossas mães estavam perto.

  Minha mãe e a dele sempre foram amigas, e elas queriam fazer seus queridos filhos também serem melhores amigos, uma coisa que não aconteceu. Eu já perdi a conta de quantas vezes parei no hospital machucado, mas eu não deixava barato e fazia ele também ir para o hospital.

  E sabe a brilhante ideia que elas tiveram para nós unir, simples, todas, eu digo Todas as escolas que íamos ele também estava lá, e uma coincidência ele sempre estava na minha sala, e mais coincidência ainda, ele senta no meu lado. Tem castigo maior do que ter aquele cabelo de menstruação na minha cola?.

  Mas voltando a realidade, eu e Tyrone sempre fomos muito quietos e não conversamos muito um com outro, mas sempre estamos juntos. E quando um se afasta ele avisa, sempre fomos assim dez de crianças, só falamos o necessário.

  E dessa vez não é diferente, pego meu caderno no armário e olho os horários de hoje. Pelo menos hoje tem ciências, e poderei ficar com o Ty na última aula.

  Pego meu último livro a tempo do meu armário se fechar com força, quase arrancando meu braço, acho que não preciso falar quem foi o filho de uma..

  - Chega para lá, idiota - O maior me empurra um pouco e abre seu armário que é ao lado do meu. 

  - Ô me desculpe, vossa majestade - Debocho trazendo a atenção do ruivo para mim - Vai se foder, Kill - Xingo e me viro para ir em bora, mas Kill me empurra contra o armário.

  - E o que acha de você ir se foder - Ele pega meu caderno que estava segurando e joga para longe, e sorri sabendo que esse era meu ponto fraco.

  - Ora seu - Não termino a frase e do um soco no maior que me derruba no chão. E da ai começamos a briga, no meio do corredor.

  Bom talvez eu também tenha provocado, mas só um pouquinho. Ele mexeu com meu caderno, meu precioso caderno. Kill sabe muito bem que 'pra me ver puto, e só com três coisas.

  Meu caderno.

  Minha jaqueta.

  E o Tyrone.

  Da última vez que ele pegou minha jaqueta, parou no hospital. E se ele mexer com meu irmão ira apanhar em dobro. Ninguém mexe com meu irmão.

  Eu tenho pontos fracos assim como ele. Nunca, em hipótese alguma, mexa no seu topete. Ele realmente ama o cabelo dele, tanto que é claro que não pedir a oportunidade de colocar tinta rosa no seu shampoo. Fiquei com o braço quebrado por uma sema? Sim! Mas foi a melhor coisa que já fiz aos quatorze anos de vida.

  Depois disso fiz mais coisas mas vamos voltar para o agora. 

  Antes que ele me de um soco, e eu acabar com a possibilidade dele ter descendentes, alguém o puxa e outra pessoa me puxa também.

  - Chega de palhaçada, circulando - Uma professora bate palmas afastando todos os alunos que estavam assistindo.

  Tyrone também se distancia, mas antes ele faz um sinal de que era para ligar para ele depois. Olho para a pessoa que me segura, e eu queria morrer.

  Touya (Dabi)

  Meu professor de Matemática. Pela aparência diriam que ele e um delinquente, mas esse ai é mais nerd do que eu.

  Eu quero morrer porque não quero que ele me veja com um vândalo, que é esse cabelo de menstruação. Eu sou seu aluno mais dedicado (Palavras dele) e ainda ele e meu professor favorito.

  - Vocês dois não tem jeito - Reclama o professor de geografia.

  Sebastian

  - Vocês deveriam ter vergonha de como se corpotam - A professora de Português nós dá bronca.

  Agatha 

  Dabi me souta e Sebastian fez o mesmo com Kill. 

  - Ele que começou - Falamos em unison, mas baixo, sabemos que persistir não ia levar a nada.

  - Não me importa quem começou. Oque fazemos com vocês - Agatha diz frustrada.

  Suspiro e me afasto um pouco e pego meus materiais, quando fui pegar meu caderno o encontrei nas mãos do Cipher. Vou ate ele sem quebra contato visual, quando estou um pouco perto (Mais do que aguento) e pego de uma vez meu caderno.

  Deve que deu para ver faísca saindo do nossos olhos, e clima fica pesado mas nenhum quer quebrar o contato. E como se o primeiro que abaixa-se a guarda iria admitir derrota.

  - Bom - Dabi limpa a garganta atraindo nossa atenção - Qual foi a razão dessa vez? 

  Fico em silêncio e ajeito meus materiais no meu braço e fico encarando os professores.

  - Idiotice, como sempre - Kill responde. E mesmo que se não respondesse, seria mesmo isso que os mais velhos sempre falam.

  - Não preciso falar que vão ter castigo, né? - Sebastian fala calmamente. Me viro e vou caminhando pelos corredores. Provavelmente vão nos pegar depois da aula para o castigo.

  Pelos corredores consigo sentir a presença do Kill atrás de mim. Mas tem mais uma pessoa, de relance consegui ver Dabi nos seguindo.

  - Durante tanto tempo que trabalho aqui, nunca entendi o por que vocês brigão - O mais velho questiona agora do nosso lado.

  - Tenta viver do lado dele durante anos da sua vida. Ai agente conversa - Sorrio em deboche, pela resposta de Kill.

  - Se ele viver do meu lado, ele ira se apaixonar, assim como você é caidinho por mim - Respondo no mesmo tom de brincadeira que o Cipher.

  - Há!. Eu? Gostar da sua cara feia? Eu aposta que é você que cai de amores por mim - Retruca.

  - Nem que você fosse o último ser vivo deste universo - Rebato. Antes de Kill continuar na nossa troca de farpas, uma risadas nos interrompe atraído nossa atenção para Dabi.

  - Vocês não tem jeito mesmo - O mais velho diz, parando de rir. 

  - Foda-se. Preciso falar com você depois, Redtree - Diz Kill ignorando o professor, e eu faço o mesmo.

  - Em primeiro lugar: Já falei para não me chamar assim - Mesmo com minha fala, ele diz baixo Redtree, mas iguinoro - E não vai falar com migo, só quando porcos voarem.

  - Te vejo depois do castigo - Chegamos em frente da nossa sala.

  - Eu te odeio, Kill Cipher - Ele chega perto de mim e fica a centímetros do meu rosto, mas não me deixo intimidar.

  - Não se preocupe - Ele sorri com maldade - Eu te odeio muito mais - Kill se afasta e entra na nossa sala. Eu vou logo atrás enquanto ouço Dabi comentar.

  - Por um momento, achei que iriam se beijar - Não faço nada para retruca-lo, afinal...

 

 

 

 

 

 

 

 

Ele não é o único que pensava assim.


Notas Finais


Gostou? Conta para mim saber.
Nós vemos outra dimensão ou em um dos sete mares

Sem mais delongas Nos vemos.


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