História Eu Amo Você em Silêncio (Romance Lésbico) - Capítulo 13


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 13 - Capítulo 11 - "Vai lá com seu namorado, Liz"...


Elizabeth abre os olhos devagar, ela demora um pouco para lembrar que não está em seu quarto. O barulho dos pássaros do lado de fora e a luz da janela que ilumina o local faz sua vista desfocar por alguns segundos até ela levantar de uma vez por finalmente notar que está no escritório de Hoffman.

Observando o local, ver que seu corpo está nu, lapsos da noite anterior chegam a sua mente, ela esconde o próprio sorriso em arrependimento ao lembrar-se de Julia lhe dando prazer. O que eu fiz? Sua consciência acusa e seus olhos imediatamente se enchem de lagrimas, coisa essa que ela nunca imaginou fazer. Abraçando o corpo ela levanta deixando a manta cair e move-se para pegar suas roupas. Veste cada uma se martirizando por não conseguir tirar o momento da noite passada de sua cabeça, ela sem duvidas sabe que estava fora de controle, mas em seu pensamento está determinada a não fazer mais isso.

"Eu realmente não estava bem quando fiz o que fiz... Me sinto suja... Como pude me enlouquecer daquela maneira... Preciso, preciso de uma igreja... Que pecado, Meu Deus!"

A matriarca já vestida em sua camisola segue seus passos para sair do local, só não esperava paralisar quando alguém abre a porta.

Hoffman...

--Precisamos conversar... – a vampira diz fechando a porta atrás de si e encarando Liz que já sentia aquela coisa boa novamente.

"Calma, Elizabeth... É só uma pessoa qualquer..." a loira briga com a própria consciência que não deixa de lhe mostrar os momentos da noite anterior.

--Não temos nada para conversar... – a mulher de olhos azuis se move para sair, mas para quando Hoffman barra sua passagem.

--Ah, temos sim... – ela encara a mulher que procura meios de sair.

--Você é um ser impuro, Hoffman... Está me levando ao mesmo pecado que domina sua mente... Me deixe em paz... Eu preciso sair daqui... – Liz cospe amargamente, Julia finge não escutar.

--Eu não fui atrás de você... Você que veio e me permitiu... – a loira levanta a mão fechando os olhos firmemente.

--Nem continue... E saia da minha frente, eu vou sair daqui...

A matriarca usa toda sua força para tentar tirar Hoffman do caminho, mas a vampira agiu de forma espetacular e a pressionou contra porta. Sentindo a respiração pesada dela atingir sua pele, a raiva em seus olhos e as lutas para sair, Julia apertou firmemente o corpo da mulher ao seu quando abraçou sua cintura.

--Eu não vou esquecer o que se passou aqui... – ela disse vendo Liz lutar cada vez mais para sair dos braços da vampira.

--Você está me machucando...

Hoffman ao escutar essas palavras solta a matriarca e se afastada. Ela não gosta de escutar essa frase, trás lembranças ruins. Elizabeth nota a face angustiada da mulher.

--Eu nunca vou entender você... – Hoffman se move para o lugar onde seu uísque está.

--Eu não te pedi isso... – Liz fala.

--Você não precisa pedir, eu vejo em seus olhos... Você teme pedir porque tem medo de expor seus sentimentos... Mas quando eu te envolvo em meus braços e te mostro a essência desse sentimento você não resiste, porque é mais forte que você... – a ruiva diz sem olha-la, Liz engole em seco, mas está determinada demais em por um basta nisso, por mais que as palavras da vampiram sejam verdadeiras.

--Que sentimento? Do que você está falando? Não há sentimento numa coisa como está...

--Você não sabe o que está falando... – a ruiva finalmente a olha.

--Eu não sei porque estou perdendo o meu tempo aqui falando com você... – Liz fala já se direcionado a porta.

--Eu não vou atrás de você... – Hoffman fala sentando no sofá. Liz a olha indignada.

--Muito menos eu e faço menos questão ainda... – a loira sai do lugar batendo a porta com força.

"Isso é o que veremos, Liz..." a vampira pensa sorrindo enquanto a bebida corrói sua garganta.

*******

Hoffman passou a manhã praticamente toda na cidade, gostou metade dessa manhã na biblioteca – como sempre – e alguns minutos na floricultura acertando os últimos detalhes de seu pedido – o solo da Turquia – ela já está ficando impaciente.

--Você falou que eles me entregariam semana passada... – fala para a senhora dona do local que ajeitava algumas flores.

--Eu sei, senhorita Hoffman, mas eles tiveram um imprevisto... Liguei novamente nessa manhã e eles me confirmaram a entrega no final de semana sem falta... – ela falou Julia suspirou.

--Santa paciência eu estou tendo com você...

--A culpa não é minha, entenda...

--Eu entendo, mas o que eu preciso fazer com esse solo é um processo que se inicia na primavera e termina no verão...

--Mais ainda estamos no começo do inverno, a neve vai começar a cair agora... – a senhora de cabelos brancos tente conformar Julia.

--Ok, tudo bem... Você venceu, eu sou a sem paciência aqui... – a ruiva fala colocando o casaco no antebraço e os óculos no rosto – Nessa final de semana, certo? – a vampira fala se preparando para sair, a mulher confirma com a cabeça e um sorriso tímido no rosto.

--Não vai levar flores hoje?

Hoffman que já caminhava para sair para e passa os olhos no local quando a mulher se manifesta em palavras. Desta vez seu olhar se apaixona pelas rosas azuis, no fundo do lugar colorido. Imediatamente seus pensamentos chegam à imensidão dos olhos azuis de Elizabeth, a ruiva se lembra da noite anterior, de como Liz ficava mais linda com seus olhos ardendo em desejo, com seu corpo implorando por seus toques, foi incrível, magico, e só fez crescer o amor que nascia aos poucos no coração de Liz.

--Senhorita? – a mulher dona do local chama acordando Julia de seus pensamentos.

--Aquelas azuis ali no fundo...

A senhora sorri feliz e move-se para pegar as flores. Julia pega o buquê e entrega o dinheiro depois de dá uma longa cheirada.

--Ótima, escolha... – a vampira pisca para a mulher e sai em passos lentos para fora do local.

Caminhando para onde um dos carros da família Collins estava, Hoffman é parada por Navim novamente.

--Esses encontros são ao acaso ou você é malandro até quando se trata de me seguir? – Julia diz tirando o óculos para olhar o homem em sua frente que sorri descaradamente.

--Digamos que eu vejo você de longe e não resisto em contemplar com sua beleza mais de perto... – Julia revira os olhos.

--Pelo visto você só muda de nome, a personalidade cafajeste ainda prevalece... – ela fala fria.

--Obrigado, pelo elogio... Andou recebendo flores? – ele fala olhando rapidamente as rosas azuis - Hum... Que sorte o parceiro que está te conquistando...

--Eu mesma as comprei... Afinal, Navim... O que você quer? – ela pergunta para rapaz que coça a barba.

--Imagino que você seja amiga de Elizabeth Collins... – Julia imediatamente se interessa na conversa concordando com a cabeça – Só se fala do romance dela com o xerife aqui na cidade... – a vampira ajeita as flores no braço demostrando sua inquietação com o rumo que a conversa tomou.

--Sim, eu fiquei sabendo... – ela mente.

--Não querendo acabar com a felicidade de ninguém, mas ela poderia abrir um pouquinho os olhos... Tem coisas acontecendo... – uma enorme interrogação se abre na mente de Julia, quando ela ia abrir a boca para pedir que ele explique direito, uma pessoa chama por Navim, e ele se despede apenas com um levantar de sobrancelhas e um tapinha no ombro da doutora. "O que ele quis dizer com isso?"

A ruiva segue seus passos para frente, seu carro estava perto da estrada onde a levará para a mansão, tem alguns minutos a pé antes de chegar lá. No caminho ela passa em frente uma loja de brinquedos e imediatamente pensa em David... "Não seja tola, Julia... ele já é um rapaz, não brinca mais de dinossauro ou carrinho... Por que não? Eu procurarei algo mais adulto... Mais ele nem está de aniversário... Mesmo assim, imagino até o tamanho do sorriso dele". Ela passeia pela loja e com o auxilio da vendedora encontra o carro e dinossauro perfeito, e também um quebra cabeça de 200 peças, nada melhor que esse jogo educativo para passar o tempo...

Saindo da loja a mulher se depara com um belo par de botas, seus olhos imediatamente se engrandecem em cima do par de sapatos, mas ela não pensa em si quando resolve compra-los, e sim em Carolyn, ela já até imagina a alegria da menina, só espera que sua percepção no tamanho esteja certa.

************

Liz saia da igreja, o vento frio que rodeava o local imediatamente chega a si, e ela abraça o próprio corpo em surpresa pelo clima que mudou tão de repente. Olhando o céu ela sente um floquinho de neve cair em seu nariz, um sorriso brota em seus lábios, porém cessado quando seus olhos batem em Hoffman assim que ela abaixa a cabeça.

"Só pode ser tentação... Eu acabei de me confessar".

A vampira ainda não notou os olhos perdidos de Liz lhe observando, até o seu extinto sentir que alguém lhe olhava. Paralisando onde esta, Hoffman apenas vira a cabeça, e quando Liz nota que a medica lhe olha pelos óculos todo o frio que ela sentia parece desparecer, um calor sobe em seu corpo e as imagens da noite que tiveram chegam sem avisar em sua cabeça.

"De novo não... Oh, meu Deus... essas imagens... eu, eu preciso esquecer...".

Elas se olham por alguns longos segundos, sentindo a sensação boa que só o amor delas transmite, onde tem a mistura de calor e desejo, alegria e tristeza e o melhor de todos, o toque do proibido.

"Hoffman..."

A vampira podia escutar os sussurros da loira à medida que o vento frio batia em sua face e balançava seus cabelos... Liz nega com a própria cabeça e começa a descer os degraus da escada sem deixar de notar que Hoffman observava cada gesto seu, e principalmente a pressa que ela desmontou em sair dali, entrar no carro e sair...

"Está mexendo com você... Agora eu não tenho duvidas... Ah! se eu pudesse ler seus pensamentos... mas, nesse caso, não precisa, eu já sei o que tem neles... E não vai ser uma igreja os tirará de você...."

******************

Julia entra na mansão, segue seus passos para a escada e para um pouco quando escuta conversas, parece que o almoço já está servido, hoje ela fará questão de participar, mas antes precisa fazer uma coisa. Sobe os degraus e entra no quarto de Liz, dando graças a Deus por ela não está lá. Deixa as flores em cima da cama e antes de sair puxa uma do buquê e deixa um bilhete ao lado das rosas azuis...

"É preciso dizer por que elas parecem tanto com os seus olhos?!" – JH

A ruiva cheira a flor que arrancou do buquê quando fecha a porta atrás de si e segue para a mesa de almoço. Todos se surpreendem por vê-la no local e mais ainda por ela segurar dois presentes nas mãos. Liz promete não olha-la tanto tempo, mais algo em si é mais forte que ela e logo seus olhos se prendem aos castanhos da vampira.

--Começaram sem mim?! Que falta de consideração... – seu tom irônico é visível.

--Você dificilmente participa de nossas refeições, madame... – Barnabas se pronuncia. Julia o olha pelo canto dos olhos e se move para o balcão com uísque, ela passou a manhã inteira sem beber, um recorde.

--É que às vezes não sinto fome da comida que servem aqui, entende? – ela mostra as presas e se move para a mesa com o copo de uísque em mãos.

--Perfeitamente... – ele da um sorriso de lábios para ela que dá de ombros e pega os presentes.

--Esse é pra você – entrega para David que sorri de boca cheia – E esse é para você, menina rebelde...

Todos observam surpresos o gesto de Julia.

--Mais nem é meu aniversário e o Natal só é daqui a dois meses... – Carolyn rebate pegando a caixa embrulhada em papel presente verde. Julia revira os olhos.

--Oh, menina mal agradecida, isso é um obrigada? – a vampira fala bebendo um gole do uísque, Liz só observa calada, a presença de Julia lhe fez perder o apetite.

--Obrigada, ué... Vamos lá ver o que você comprou... – a menina fala debochada e começa a rasgar o embrulho.

--Obrigado, Tia Julia... Mais um para minha coleção... – o menino fala e a médica apenas pisca para ele.

--DEUS... Mãe, olha... É a bota que eu tanto pedia pra você... Como você adivinhou? – Liz sorri rápido e Julia levanta para pegar mais bebida, isso de modo discreto incomoda Liz.

-­-Eu não adivinhei, querida... Apenas lembrei-me de você quando vi... Acertei no tamanho? – Julia fala enquanto colocava gelos no copo, ela bebeu o primeiro quente e puro, irá maneirar desta vez.

--É perfeito, já tenho até ideias para a fantasia do baile... – ela levanta e sai correndo com o sapato em mãos, sem nem ao menos terminar de comer. Julia percebeu que ela fiou realmente muito feliz, ao contrario de David... Ela notou que o menino não pareceu muito feliz desde que ela entrou, será que ele realmente gostou dos presentes? Isso ela saberá depois.

--Que baile? – Julia pergunta sentando á mesa novamente.

--Halloween da família Collins... ­– Josette fala sorrindo.

--Hum... – a vampira bebe mais um gole de uísque.

--Carolyn me deu essa ideia e eu não tive como recusar, o tema é perfeito... Não acha, madame? – ele olha para a ruiva que observa Liz brincar com a comida.

--Além de ser o dia das bruxas, é o nosso dia também, acho ótima a comemoração... – ela fala sem tirar os olhos de Liz. Barnabas nota a distração da matriarca.

--Elizabeth? – o vampiro chama sua atenção. Liz imediatamente o olha – Está tudo bem?

--Sim... Eu... Bem, já terminei... Com licença... – ela levanta e sai logo em seguida. Julia a olha enquanto bebia o resto de uísque que tinha no copo.

--Ela nem triscou na comida, querido... – Josette fala para Barnabas.

--Ela está assim dês da hora que acordou... – ele fala pensativo.

--Você precisava ver a presa que ela estava em ir à igreja pela manhã... – Josette fala vendo que Hoffman se interessou na conversa.

--Sabe de alguma coisa, madame? – Barnabas pergunta para a vampira que nega com a cabeça, mas que no fundo sabia o motivo de tudo.

--Ela deve ter brigado com o namorado, eu não a vi no quarto dela ontem... – David fala limpando a boca com o guardanapo. Julia arregala os olhos, afinal Liz estava com ela ontem.

--Ela saiu ontem? Eu não vi, você viu, querida? – Barnabas questiona com a esposa que nega com a cabeça.

--Ehrr, eu, eu vi... – Julia gagueja falando – Como estava tarde, acho que ela não quis incomodar ninguém, afinal ela já é bem grandinha para dá satisfação pra gente, não é? – Julia ri forçadamente. Todos a olham estranhos – eu nem fui grossa... Deixem ela... – levanta desta vez para acender um cigarro – Vou subindo...

--Mais a senhora nem comeu... – o menino fala levantando também.

--Não tenho fome, querido... – ela sai depois de piscar pra ele de novo.

Algumas horas depois, no cair da noite...

Julia está em seu escritório, todas as luzes do local estão ligadas, ela está fazendo anotações de seus estudos recentes, na sua boca um cigarro se queima aos poucos, enquanto de vez em quanto ela dava uns longos goles em seu uísque no copo ao lado.

Ela morde o lápis e sente aos poucos seus óculos escorregar no nariz, ela sorri ajeitando o mesmo e quando levanta à vista seus olhos observam a porta se abrir devagar, ela já até imagina quem seja.

Liz

A loira aparece para seus olhos, à mesma carregava um olhar sério, que assustou um pouco a vampira.

--Eu não quero suas flores... – a loira coloca o buquê de rosas em cima da mesa, Hoffman a olha por cima dos óculos – Seja lá o que você pensa que nós temos, esqueça...

Hoffman ver que ela está arrumada, provavelmente irá sair. A vampira levanta rodeando o balcão e ficando de frente a ela.

"Perto demais..." Liz pensa ao mesmo tempo em que seus olhos se fecham sentindo toda a sensação de desejo incendiar seu corpo.

--Vai sair com ele? – a vampira a pressiona contra o balcão, Liz coloca suas mãos na borda da mesa.

--Vou, se você sair da minha frente... – ela fala sentindo sua respiração ficar irregular.

--Eu não tiro você da minha cabeça... – a vampira diz a pressionando ainda mais, sentindo desta vez o perfume que vinha de seu pescoço.

--Hoffman... – a loira a reprende, ela não vai aguentar, seu corpo pede por mais a todo tempo.

--Você pode ir à igreja quantas vezes quiser, de nada vai adiantar se seu corpo pede por isso...

A vampira cola seus lábios ligeiramente segurando sua cintura ela aprofunda o beijo e sente a loira perder a força das pernas quando um gemido sai de sua boca. Um corrente de calor sobe em ambas, o frio no local não está mais presente em seus corpos. A língua de Hoffman pede passagem para adentar à boca da matriarca que está tão entregue que não pensa duas vezes antes de dar permissão. Suas mãos sobem pelas costas da vampira sentindo seu corpo se arrepiar.

"Pare de ser fraca, Liz...".

Ela não dá ouvidos a sua consciência porque consegue ser mais fortes que seus desejos. O ar aos poucos se faz necessários, e Hoffman tenta voltar a beija-la dando selinhos, onde em um deles ela se atreve a puxar o lábio inferior da matriarca. Olhando a loira nos olhos, a vampira ver o mais profundo azul em seus olhos, sua respiração fora de orbita saindo pela boca semiaberta, ela está totalmente embriagada.

A ruiva se aproveita da situação para beijar o pescoço da ruiva, que depois de alguns segundo se dá conta da realidade.

--Hoffman... P-Pare... Eu preciso ir... – ela fala com dificuldade, a vampira está lhe enlouquecendo.

--Eu só deixo você ir se me prometer que vai voltar assim que chegar... – a ruiva fala perto do ouvido dela mordendo o lóbulo de sua orelha. Liz sente sua excitação subir cada vez mais.

--É- Claro,ro que eu n-não vou voltar... – a medica beija ela de novo e quando finda o beijo olha em seus olhos.

--Você vai sim, e quando chegar aqui vai me dizer se ele te deixa como eu te deixo – a mulher coloca um selinho em seu lábio e volta para sua cadeira. Vendo que Liz ainda está paralisada ela a olha colocando os óculos – Vá lá com seu namorado, Liz... – ela diz sorrindo, Liz a cerra com os olhos.

--Você é o meu pecado, Hoffman... Eu te odeio! AAAA!!! – a loira sai em passos pesados e a gargalhada de Hoffman a segue pelo corredor.

"Eu vou esperar você..."

 



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