História Eu Amo Você em Silêncio (Romance Lésbico) - Capítulo 14


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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Capítulo 12 - Recaída seguida de uma despedida?


--Nós podemos tentar novamente outro dia, querida... – Pedro fala envolvendo Liz em seus braços.

--Eu não quero que pense que não está conseguindo me satisfazer, eu apenas não sei o que está acontecendo... O problema sou eu... – ela fala sem olha-lo.

--Está tudo bem, querida... É normal em algumas relações ou parceiros não chegarem ao ápice... – Pedro tenta sorrir para esconder sua frustação. Para ele Liz anda estranha.

--É claro que isso não é normal, Pedro... É, é ridículo...

--Você está com muitos problemas que eu não sei, Liz? Talvez seja estresse... – ele passa a mão nos cabelos dela.

--Acho que sim... Não sei, posso passar a noite aqui? – ela pede agora olhando para ele que sorrir.

--Isso é pergunta que você me faça, Elizabeth Collins? – os dois caem na gargalhada.

--Eu amo você, querido... – a matriarca fala se ajeitando no abraço dele.

--E eu você, meu bem... – com um beijo nos fios loiros da mulher os dois logo caem no sono, espera, Liz apenas fecha os olhos.

Elizabeth está fugindo de Hoffman, isso sua consciência não deixa de avisar. Ela pensa que dormindo com o namorado – coisa que ela nunca fez – irá fazê-la esquecer de que seus desejos só são saciados com os toques da vampira, mas mal sabe ela que isso só a machucará ainda mais.

Ela abre os olhos quando sua imaginação chega aos toques da vampira. A mulher de olhos azuis acha que está ficando louca "mais foi tão real... Liz, pelo amor de Deus... Você está com, Pedro... Pare de pensar em Hoffman..." a matriarca fecha os olhos novamente e desta vez se vira na cama desfazendo o abraço que dava em seu namorado, porém pareceu ficar ainda pior suas alucinações, ela agora recorda do dia do incidente na cozinha, da ferocidade que Hoffman a tratou quando rasgou sua pele, ela também não deixa de pensar que depois desse incidente a vampira tem se controlado bastante "Foi tão diferente sentir aquelas unhas cortar minha pele e sarar logo em seguida... Por que, não? Só mais uma vez..." a loira abre os olhos em reprovação novamente, desta vez ela senta na cama passando a mão em seus cabelos, é evidente o calor que emana em seu corpo... "Meu Deus, eu preciso daquilo de novo... Só mais uma vez, a última...".

--Liz... O que houve? Vem aqui, meu bem... – ele fala estendendo a mão para ela.

--Eu quero ir pra casa, Pedro...

*********

Liz entra na mansão abraçando o corpo pelo frio que encontrou do lado de fora. A neve está cada vez mais forte, por outro lado, seu coração fica mais aquecido quando ela começa a subir as escadas e se direciona a um lugar que faz seu coração acelerar a cada passo que ela dá pelo corredor, escuro e frio.

Entra no escritório da medica e passa os olhos no local apenas iluminado pela luz da lua. Não achando Hoffman, uma grande aflição engrandece em seu corpo quando ela chega à conclusão de que a doutora não está presente no local.

"O que você está fazendo, Elizabeth? Seu quarto não é aqui... Lembre-se, é contra seus padrões... Você deveria está com Pedro...".

"Não, não, não... Eu não posso está com ele quando a minha mente está aqui, está nela... Oh, Meu Deus, onde você está Hoffman?!"

Ela suspira quando se move para sair do local, porém quando fecha a porta já estando no corredor o barulho dos saltos da médica caminhando na escuridão desse lugar chegam a seus ouvidos, o clima fica de certo modo tenebroso, mas quando a ruiva para em sua frente e encara seus olhos, ela chega a conclusão de onde realmente a vampira estava. A boca dela tem sangue e seus olhos estão mais vivos que o habitual... "Ela estava caçando...".

De alguma forme aquilo pareceu tão sexy para a matriarca que ela não se importou e foi logo beijando a ruiva em sua frente. Hoffman a empurra contra porta e Liz teve que findar o beijo para soltar o gemido que o impacto causou em suas costas. A vampira imediatamente desce para seu pescoço com beijos e por um descuido suas presas ainda ativas arranham o pescoço da loira que morde o lábio inferior ao sentir a dor fina em sua pele. Julia se afasta um pouco, a ruiva odeia a ideia de machucar Liz.

--Desculpa... – ela beija o local que feriu, fazendo o mesmo sarar.

A matriarca fica encarando o rosto pálido da mulher e absolvendo cada detalhe que chega a seus olhos. Ela desce a visão para os lábios e nesse ato ver as presas da vampira sumirem, levando sua mão até o rosto que olha, ela a beija de novo. Desta vez devagar, sentindo o gosto do sangue ainda presente na saliva da vampira assim que sua língua adentrou a boca da outra. Suas mãos se ocupam nos fios ruivos e ela finda o próprio beijo para arrastar a pele de sua face no rosto de Hoffman, que fecha os olhos sentindo a macieis da pele de seu amor em contato com a sua.

Os braços da vampira envolvem a cintura da mulher que agora tem o rosto em seu pescoço, respirando o perfume exótico que emana da vampira, sem tirar a mão de seus cabelos, sem deixar de bagunça-los.

--Eu já não me importo mais... – fala com a voz embagada pelo frescor que o perfume de Hoffman lhe proporciona – Eu... Eu não consigo mais resistir... Você é a minha ruina, Hoffman...

"Faça de mim o que quiser, você me tem..."

E a matriarca mais uma vez beija Julia com fervor, sentindo o quente de sua boca contra a sua. As duas entram na sala de escritório sem descolar os lábios. Julia confessa está surpreendia com as palavras da matriarca.

"Eu conseguir seu coração?"

A ruiva se deixa se guiada pela matriarca que não segue para o sofá e sim para o balcão que ela jogou as rosas mais cedo. Ela se encosta na base e finda o beijo olhando agora o par de olhos castanhos que demostram todo desejo que pode ter nesse momento. Hoffman sorri e encosta seu rosto próximo ao ouvido da loira que suspira com a respiração quente em um de seus pontos, descendo suas mãos pelos braços da matriarca, a ruiva sorrir ainda mais quando sente a pele arrepiada da mulher que agora suspira baixinho, só em pensar no que pode acontecer.

--Eu ainda não sei ler mentes, então você vai ter que me dizer o que quer... – Hoffman fala próximo ao ouvido da matriarca que sente uma sensação indescritível no meio de suas pernas.

"Eu nada falo apenas viro, afasto meus cabelos e indico o zíper do vestido que cobre meu corpo. Ela o abre devagarinho e a cada parte exposta sinto meu corpo se contorcer com o caminho de beijos que ela deixa. Suas mãos abraçam minha cintura ainda por dentro do vestido, e o úmido de seus lábios agora beija meu pescoço, ela sobe para meus seios os apertando ainda por cima do vinho. Minha respiração desconcertada sai por minha boca semiaberta... Deus, porque eu não consigo resistir a isso? Essas mãos agora descendo entre meus braços para deixar cair meu vestido, sua delicadeza em beijar meu ombro assim que uma alça do sutiã escorrega para baixo. Eu viro devagar e desço meu olhar para o cinto que segurava sua saia, eu o tiro olhando em seus olhos, depois puxo a blusa por dentro e por fim a retiro, puxando seu corpo para um abraço, sentindo ela bagunçar meus cabelos a medida que eu beijava, mordia seu pescoço. Sua mão abre o feixe do meu sutiã e quando eu pensei em tirar sua saia ela me coloca em cima do balcão não muito alto desse escritório, onde o barulho é apenas os estalos de nossos beijos, os suspiros de nossas gargantas e agora os meus gemidos ocasionados por ela beijando minha clavícula e finalmente em meus seios, eu estou a ponto de explodir, preciso de mais, muito mais que isso... Hoffman, por favor...".

"Sua suplica chega como musica para meus ouvidos, ela está ardendo em desejo, sinto isso quando minha mão toca em sua intimidade tão molhada, a sensação de dar prazer a essa mulher foi uma coisa nunca imaginada em toda minha vida... Ela quer mais, eu sinto que sim, através desse beijo louco que ela me dá agora, de seus pés frios tentando de alguma forma arrancar meu sutiã, do nervosismo em sua respiração, ela está fora de si, disso eu não tenho duvidas, mas tê-la aqui, aos meus pés, implorando por meus toques, é mais que perfeito, é a melhor dadiva que alguém pode ter, a mulher que ama rendida ao amor que você está disposta a dar... Liz, eu te quero tanto..."

Hoffman começa a massagear o sexo da mulher abraçada a seu corpo, ela beija a região de sua barriga quando a matriarca joga seu corpo para trás sentindo a sensação de frio na barriga, a loira não se dá conta quando um orgasmo invade seu corpo sem piedade, fazendo seu corpo tremer e o gemido ser escutado fielmente pela vampira, que assiste sem deixar de notar todas as suas expressões, ações, ela estuda e procura entender o que a deixa assim... "Louca..." Sem rumo, a ponto de descer do balcão e deitar seus corpos de uma vez no chão frio, agora testemunha do calor que suspira do corpo de ambas.

Elizabeth puxa a saia da ruiva sem piedade, Hoffman morde o lábio inferior.

--Pra que a pressa... – a mulher de olhos castanhos pergunta quando Liz joga a sai dela para longe.

--Você não entende o que eu estou passando aqui... – a loira indaga descontrolada.

Hoffman solta um riso e se move ligeiramente colocando a loira debaixo de si prendendo seus braços acima de sua cabeça e entrelaçando suas mãos.

--É claro que eu entendo – ela da um beijo no pescoço da mulher que geme baixinho – Confesse que eu sou melhor que ele... – ela beijou o outro lado do pescoço dela dando um leve chupão – Que ele não te proporciona um ápice apenas com caricias... – ela agora olha nos olhos da matriarca e passa a língua por sua bochecha até chegar ao lóbulo de sua orelha – Vamos, Elizabeth... Confesse! – ela diz a ultima palavra bem pertinho de seu ouvido. Liz não sabe nem dizer seu nome, quem dirá o que seu namorado faz.

--Você é mal... – ela solta sem saber exatamente o que está falando.

--Eu sei... – coloca um selinho demorado nos lábios da loira que levanta a cabeça querendo que passe de um simples selinho.

--Eu não conseguir chegar ao ápice com ele ho... – Liz perde as palavras quando uma das mãos de Hoffman solta seu braço e desliza pela a lateral de seu corpo entrando em sua calcinha e tocando sua intimidade.

--Por quê? – a vampira intensifica o toque e ver os olhos de Liz se revirar e sua boca abrir tentando falar.

--Por... Por que... Ahh, Hoffman... – ela a loira geme no meio das palavras quando a ruiva toca em seu ponto fraco e lá fica sem piedade ­– Por que... Oh, pelo amor de Deus... Por favor, pare de me torturar... – a vampira para o que está fazendo – Não, não... Volte... – Liz se queixa choramingando.

--Você ainda não me falou o porquê... – a ruiva morde a ponta do queixo dela e aproveita para brincar com seus lábios usando a língua.

--Hoff-man... – a mulher geme novamente quando a ruiva ameaça lhe penetrar.

--Fale... – ela pede novamente, desta vez sua voz sai autoritária.

--Oh... Meu pensamento estava aqui, em você... Aaah... – Julia ao escutar essas palavras penetra a loira com dois dedos, sentindo seu corpo se contorcer e tremer ao mesmo tempo – Oh... Isso... Ah, e-eu preciso...

"Ela segura em meu corpo como se procurasse forças para suportar as reações de seu corpo, como se isso que eu estou lhe proporcionando fosse acabar, seus gemidos já passam de descontrolados, suas unhas cravam em minhas costas fazendo o meu corpo agora se acontecer e de minha boca um gemido agudo se manifestar, ela já não consegue abrir os olho suas mãos agora tiram meu sutiã e sua perna sobe até minha cintura facilitando assim minhas estocadas. Beijando meus lábios me arrepio só de sentir as mãos dela bagunçar meus cabelos e dá pequenas puxadas de leve, sinto certo desespero em seu lábios, porque agora ela não toca os meus, ela suspira perto dos meus demostrando que outro ápice esta por vim. Desço para seus seios e os chupo um por um e em resposta ela explode novamente em um orgasmo, apertando meu corpo em um abraço que ela fez questão de me puxar pelos ombros. Sua respiração ofegante está próxima ao meu ouvido e minha cabeça cravada em seu pescoço, enquanto meu corpo relaxa entre suas pernas ainda tremulas pelo desejo presente nesse momento".

Vendo que a matriarca está mais calma, Hoffman desce a mão por suas costas sentindo o suor presente ali e dá um leve beijo em seu pescoço para então virar seu corpo e encarar o teto. Liz abre os olhos devagar e vira o rosto para olhar a vampira que tem um olhar profundo, seus pensamentos estão fluindo.

--Hoffman... Você... – a loira parece perder as palavras quando a ruiva vira o rosto para olha-la.

--Pode ir, Liz... Não precisa dizer nada... – fala para então voltar seus olhos para o teto. Liz solta a respiração em frustação.

--Eu só queria dizer que você é única em tudo que faz... – a loira agora senta passando a mão na nuca – Isso que aconteceu agora, bem... Eu nunca estive com uma mulher, mas... Eu gostei...

--Você fala isso agora, mas depois joga na minha cara que eu só te faço mal...

--Você sabe que não podemos prosseguir com isso... – Liz agora olha pra ela por cima dos ombros, mas não encontra seu olhar, Hoffman está concentrada demais em encarar o teto.

--Faça tudo de novo, vá à igreja, peça perdão, recuse minhas flores e jogue na minha cara que está com Pedro, eu aguentarei só por saber que poderei viver isso aqui de novo...

A vampira depois de falar isso ver o silencio por parte da loira se tornar uma eternidade, ela levanta, veste sua blusa e procura um cigarro para acender. Liz abaixa a cabeça ainda no chão.

--Eu não voltarei a dá esperanças a você novamente, prometo... – a loira engole em seco sabendo a dificuldade que vai ser tonar isso possível – vamos acabar com isso logo antes que se torne uma coisa que nos arrependeremos no final... – Hoffman escuta as palavras soltando a fumaça no ar ao mesmo tempo em que seus olhos encaram a neve pela janela.

--Então isso foi uma despedida? – Liz levanta pegando seu vestido, ela segue para perto da vampira que tem os olhos marejados em lagrimas.

--Sim... – Liz ver a lagrima cair pouco a pouco pelo rosto da ruiva, seu coração aperta e antes de sair ela deixa um beijo no ombro da vampira.

Hoffman aperta os olhos para deixar mais lagrimas caírem e quando ela virou Liz não estava mais no escritório. Ela ligeiramente se move para a garrafa de uísque e a vira toda na boca quando seu corpo cai decepcionado no sofá.

"O que farei agora?"

"Pelo menos ela gostou"

"Eu a amo tanto"

"Será que ela aprendeu a me amar e está fugindo por medo? Medo de que?"

"Liz..."

Os pensamentos iam e voltavam na cabeça da vampira que ao ver o sol nascer cai em sono...

 



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