História Eu Amo Você em Silêncio (Romance Lésbico) - Capítulo 16


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Capítulo 14 - Levi Castro...


--Onde está mamãe? – Carolyn pergunta ao ver todos na mesa, menos a mãe e Julia (a vampira dificilmente aparece para o café da manhã).

--Deve está dormindo ainda, Carolyn... Ela saiu tarde ontem da festa, não foi querido? – Josette fala e Barnabas concorda com a cabeça.

--Hum... Acho melhor alguém ir chamar ela... – a menina volta a falar.

--É domingo, Carolyn... Deixa ela descansar... – David fala levantando da mesa – Você a estressou mais que o normal para a realização da festa de ontem, não acha que ela merece esse sono?

--Concordo perfeitamente – o vampiro diz olhando a menina.

--Ah, a festa... – Carolyn não pareceu muito animada. David já havia saído – Até o almoço... – a menina sai cabisbaixa. Alguns segundos depois Julia entra na sala, a indisposição em sua face é mais que notável.

--Bom Dia... – sua voz sai desanimada, ela se joga na primeira cadeira da mesa e passa a mão no rosto. Barnabas e Josette, os únicos na mesa, se olham e dão bom dia – O que aconteceu com a menina rebelde?

--Apenas tocamos no assunto da festa e ela se desanimou... – Josette responde a vampira que boceja.

--Eu nunca entendo essa menina... – Barnabas levanta da mesa ajeitando a cartola na cabeça. Julia o olha sem ação - Querida, vamos... O dia está ótimo para caminharmos na praia... – o vampiro chama a esposa que sorri, ele se refere ao dia nublado.

--Você não quer ir, Julia? – Josette pergunta ajeitando o vestido depois que levanta.

--Quem sabe mais tarde... Sozinha... – ela sorri rápido para os dois que se movem para sair. A vampira suspira. Levanta e prepara um uísque para beber.

"Eu sei qual o seu problema, menininha rebelde...".

Com esse pensamento a vampira sobe as escadas e segue para o quarto de Carolyn, onde entra sem bater. A menina se balançava na cadeira de seu quarto, seus pensamentos iam tão longes que a presença de Julia não lhe é notada.

--Acho que você precisa conversar... – a vampira senta-se na beirada da cama bebendo um pouco do uísque em seu copo. A loba não demonstra reação alguma quando ver que Julia está em seu quarto, nem se quer olhou para ela.

--Não, eu não preciso... – fala fria colando a pontas dos dedos no chão para parar o giro da cadeira.

--Quem era ele? – Julia insiste.

--Eu não quero conversar, já disse...

--Não seja orgulhosa, Carolyn... Vamos, conte para mim o que se passa dentro de você...

--O que se passa comigo não interessa a você – desta vez a menina faz questão de dizer olhando para a médica que engole sua frustação bebendo mais de sua bebida.

--Garota, eu não sei porque eu ainda perco o meu tempo querendo ajudar você...

--Eu não pedi sua ajuda...

--É claro que não, mas quando a gente gosta de uma pessoa e está disposta ajudar, não precisamos do ok dela quando vemos que á algo de errado – Carolyn olha a doutora rapidamente e quando seu olhar se perde seus olhos se marejam em lagrimas.

--Eu não pedi pra ser o que eu sou...

--Nunca pedimos para ser o que somos, Carolyn... Apenas somos...

--Mais você pediu para ser assim, Julia... – a medica olha as lagrimas caindo do rosto da menina.

--Sim, eu pedi pra ser assim, mas se isso não fosse para acontecer eu ainda seria um ser normal, espera... Quase normal, porque você sabe que eu sou louca – Hoffman ri, mas para quando não ver o mesmo no rosto da menina.

--Será que não existe cura para esse animal que existe dentro de mim? – a menina se alto pergunta e Julia tenta analisar suas expressões.

--O que está acontecendo, Carolyn? – a doutora pergunta e a menina hesita um pouco em responder. Ela fica na duvida se é bom ou não expor seus sentimentos.

--Eu não quero que essa conversa saia daqui, você é muito amiga da mamãe e eu não quero que isso chegue aos ouvidos dela – ela levanta da cadeira e senta ao lado da vampira que olha em seus olhos e fala:

--Você tem a minha palavra... – depois de alguns segundos a menina começa a falar.

--Eu gosto de um garoto... – Julia dá um sorriso discreto.

--O de ontem, eu presumo...

--Sim, mas... É a segunda vez que a gente tenta e não dá certo.

--Não dá certo o que, Carolyn? – "É claro que eu já entendi tudo, mas para que ela realmente coloque para fora eu preciso me fazer de idiota".

--Para de se fazer de idiota, eu sei que você já entendeu – Julia se surpreende com o tom da menina.

--Você é mais esperta do que eu imaginei – a ruiva sorri e levanta colocando o copo no criado mudo – Você ama esse garoto, querida? – ela olha a menina em sua frente.

--Acho que sim...

--Trabalhar com incertezas não é legal – ela sorri com as bochechas e coloca uma das mãos na cintura.

--Como você se sente quando está com ele? – a vampira agora senta no divã do quarto.

--Eu não me sinto a vontade falando isso com você... – a menina fala deitando o corpo na cama e encarando o teto.

--E se eu disser pra você que também estou na mesma situação que a sua... – Carolyn eleva uma sobrancelha e vira o rosto olhar Julia que brinca com as unhas enquanto as palavras saiam de sua boca.

--Você? Apaixonada? Qual o louco? – a menina diz sem pensar e Julia a olha incrédula. Vendo a besteira que falou, a loba perde o riso dos lábios – Desculpa... Quem sou eu pra falar de você, também não sou fácil...

--Tirou as palavras da minha boca, mocinha rebelde... Mas... Não mude de assunto, fale para mim como você se sente com ele... – a menina volta a encarar o teto.

--O mais clichê de todos: meu coração sempre acelera quando ele se aproxima, sem contar na minha cara de boba e face vermelha... E o pior que eu não consigo controlar isso, é como se todos esses sintomas tivessem em modo automático quando eu vejo ou escuto Henrique... Eu só penso nele... – Julia olha ela sorrindo.

--Um belo nome, para o jovem que habita no teu coração, Carolyn... Quando se trata de amor, tem certas coisas que não se pode controlar, meu bem. Você pode até tentar segurar por um tempo, mas quando estoura é fatal... Você está apaixonada! – Carolyn levanta passando a mão nos cabelos.

--Então eu devo cortar o mal pela raiz... – sua voz sai triste. Julia sai de onde está para sentar-se ao lado da menina e passar o braço em seu ombro.

--Quem foi o louco ou a louca que disse que existe mal em amar?! – a vampira pega o rosto da menina delicadamente pelo queixo. Seus olhos já ameaçam cair lagrimas.

--Eu sou um monstro, e monstros não amam... – a menina de olhos azuis deixa as lagrimas caírem, sua cabeça deita no abraço de Julia.

--Você não pode pensar assim, Carolyn... Apenas temos habilidades especiais...

--Habilidades especiais? Você chama de especial matar as pessoas para sobreviver?

--Não foi nesse sentindo, acredite, sei que tem o lado negativo em tudo isso, mas... Você é jovem querida, tem a vida inteira pela frente, e não deve se martirizar por algo que você pode ter... – a ruiva passa a mão nos cabelos da jovem.

--Eu não vou fugir dele quando estiver no período da minha transformação.

--É claro que não...

--Eu não estou entendendo você – Carolyn desfaz o abraço de lado e olha Julia.

--Se ele ama você, vai ser o de menos o seu segredo...

--Mais se ele se afastar de mim e contar para as pessoas? – Julia respira fundo antes de responder ela.

--Você vai ter que matá-lo... – Carolyn engole em seco por saber também que essa é a única saída.

*******************

Julia espalha o solo no local onde plantará as rosas. Ela não teve muita dificuldade em trazer a caixa com o solo para cima, porque sua força não a deixa mais medir esforços. Ela cantarola uma musica qualquer e deixa suas mãos afundarem pouco a pouco as sementes na terra. Sua concentração é quebrada quando sente alguém abrir a porta.

Liz...

O barulho dos sapatos ganham espaço na sala do escritório da ruiva que se prepara para falar.

--Veio jogar na minha cara que eu me aproveitei de sua embriagues ontem? – a vampira fala sem sair de onde está.

--Eu sei o que eu fiz ontem, sei o que vi também... – Hoffman eleva uma sobrancelha e levanta-se do banquinho para olhar a matriarca logo atrás de si.

--O que você está querendo dizer? – ela encara a loira que para seus passos próximo ao sofá.

--O que o Levi queria com você? ­– Julia não contém o riso.

--Nós apenas dançamos... – a vampira tira as luvas e em seguida o avental para sentar no sofá onde Liz também está.

--Hum... – a matriarca evita olhar a ruiva, que faz exatamente o contrario.

--Porque? Está com ciúmes? – a vampira desafia loira que dá de ombros mentindo para si própria e para quando Hoffman demonstra não se importar.

--Não... A-Apenas quis saber... – ela gagueja ao dá uma resposta.

--Vou fingir que acredito, ta bom? Era só isso? – ela levanta caminhando para o balcão que tira vários papeis e livros, ela continua a escrever algo.

--Você não foi almoçar hoje... – Liz solta sem jeito na voz e levanta observando o local. Julia a olha por cima dos óculos e nota que a loira está um pouco esquisita.

--Estava/Estou ocupada... – a ruiva fala, a outra mulher observa o jardim que a vampira está montando – E você sabe que eu não faço muita questão quando são refeições assim...

--Hurum... – Liz que tem as mãos para trás próxima ao jardim, olha a vampira por cima dos ombros e ver o quanto ela parece concentrada, porém ela pode está enganada.

--O que você quer, Liz? – a vampira diz sem tirar seus olhos do que está fazendo, pois de sabe que a matriarca está lhe olhando.

Liz respira fundo antes de voltar seus passos para a direção de Julia, que eleva a cabeça quando nota os passos de seu amor se direcionando a si. Ela tira os óculos sem entender muito bem a situação, e quando ver que a matriarca está bem próxima sente seu boca se atacada por um beijo totalmente inesperado.

Elizabeth admite para si está com uma pitada de ciúme, porém algo em si diz que Hoffman não precisa saber disso. Mais uma coisa tem lhe assustado muito, a sede que seu corpo em ter a vampira lhe tocando, é uma coisa que está se tornando cada vez mais incontrolável, a presença da ruiva em seus pensamentos já é algo que ela acha está lhe deixando louca. O beijo se finda e a medica solta a cintura da loira ainda com os olhos fechados e respiração irregular.

--Desculpa... – Liz fala sem jeito.

--Como eu já disse, eu nunca entendo você... – Julia volta a fazer as anotações.

--Eu quero tentar... – a vampira paralisa, e vira seu rosto para a matriarca que aperta as mãos nervosamente – eu pensei... E... Ah, Hoffman... Eu não sei o que dizer...

--Eu já entendi, Liz... – ela sorri para a amada e se aproxima pegando suas duas mãos – você não vai se arrepender dessa escolha...

--Hoffman, nós não podemos assumir...

--Eu não vou cobrar nada a você, tenha seu tempo... – ela beija cada uma das mãos da mulher que sorri.

--Eu gosto muito de você, Julia... – a vampira puxa a cintura da mulher e sobe as mãos por suas costas.

--E eu amo você, Liz...

Com um sorriso em cada um dos rostos das duas mulheres, ela se beijam sem pressa, aproveitando cada toque e carinho que podem dá uma pra outra.

Será mesmo que Elizabeth apenas gosta de Hoffman?

************

Dias depois...

Liz refez as contas mensais da empresa umas quatro vezes e elas não batiam com o esperado. O que está acontecendo? Sua concentração se quebra quando batidas rápidas são feitas na porta. Levi entra sorridente e se assusta com a preocupação no rosto da matriarca.

--Você não deveria ter chegado ontem? – ela falou tirando os óculos e olhando o homem que senta no divã.

--Teria assim feito se você tivesse mandado o dinheiro da minha passagem... – ela eleva uma sobrancelha.

--Eu paguei as duas de uma vez, Levi...

--Só tinha a de ida... Ainda bem que o comandante me conhecia, mas eu teria que esperar o próximo navio... – Liz continua sem entender. Ela resolve contestar com a secretaria, afinal ela que ficou de pagar as passagens do homem. Abrindo a porta, ela ver a mulher de fios negros desligar a chamada que fazia.

--Algum problema, senhora Elizabeth? – pergunta.

--As passagens de Levi... Eu dei a de ida e volta pra você pagar, certo? – a loira contesta com a empregada que engole em seco antes de responder.

--Não, senhora... A-Apenas a de ida... – Liz se surpreende.

--Impossível... Tenho certeza do tanto de dinheiro que coloquei em sua mão, Catarina... – novamente a menina engole em seco.

--E eu o tanto de dinheiro que recebi de suas mãos... – a matriarca a encara por alguns segundos e fecha porta voltando para sua cadeira.

--Está tudo bem, Elizabeth? – o Levi pergunta e Liz o olha apoiando os cotovelos na mesa.

--Ultimamente as coisas aqui na fabrica tem estado estranhas...

--Em que sentido?

--Dinheiro...

--Impossível... Estamos cada vez conseguindo mais compradores, conseguir a confirmação de mais 6 nessa minha ultima viagem...

--As contas não batem, Levi...

--Mais só você tem acesso a elas, Elizabeth – ele levanta e senta na cadeira em frente à mesa dela.

--Isso é o que mais me preocupa, Barnabas está em meu pé já faz alguns dias e eu não quero que ele desconfie de mim... Veja... – ela mostra a folha com o levantamento do mês para ele – é menos do que o esperado...

--Isso é caso de policia...

--Eu não posso tomar uma decisão sem antes falar com Barnabas... E eu não acredito que Collinsport tenha porte suficiente para fazer uma investigação em uma fabrica como a nossa...

--Seu namorado é o xerife, pode lhe auxiliar muito bem nisso...

--Você tem razão, mas eu vou esperar mais um tempo...

--Qualquer coisa é só contar comigo... – ele sorri para ela que agradece concordando com a cabeça – Aqui está o contrato dos novos clientes... – ele tira alguns papeis da pasta e entrega para ela – todos estão assinados e com suas respectivas 2° vias...

--Ótimo... Acho que não vou precisar de você por esses dias, mas se o negocio apertar te mando um pedido de socorro... – ela sorri lendo os papeis.

--Vai tudo se resolver... – ele levanta e anda para o divã novamente, porém não senta - Ãh... Elizabeth... Nem tive tempo de comentar da festa em sua casa com você, viajei logo no dia seguinte... Foi maravilhoso!

--Hurum... – ela não o dá muita confiança, sua concentração está nos papeis. Mesmo assim ele resolve continuar a fala.

--Fiquei de voltar para me consultar com a Dr. Julia Hoffman... – Liz para o que faz para olhar para ele desconfiada.

--Ela não comentou nada comigo...

--Eu quero ir hoje anoite...

--Você quer? Anoite? Ela nunca atendeu ninguém anoite, aliás, ela nunca atendeu ninguém de fora dos muros da mansão Collins...

--Tudo tem a primeira vez, não é verdade? – ele sorri e ela continua desconfiada.

--Quais suas verdadeiras intenções, Levi?

--É apenas uma consulta, não vou roubar sua amiga... – ele da uma gargalhada e ela dá um sorriso falso.

--Assim espero... – o ciúme está nítido em sua face, mas ele está longe de saber o porquê.

**********

Liz entra no quarto de Julia assim que finalizou o almoço. A vampira sai do banheiro quando nota alguém entrar em seu quarto. Ela olha a face da matriarca e não gosta muito do que ver.

--Ele está louquinho para ver você... – Julia não entende.

--Do que você está falando, meu bem? – Liz ri em reprovação e deita na cama.

--Levi...

--Levi? Quem é Levi? – Hoffman realmente não se lembra dele – Ah, o homem da festa... Ele ficou de vim aq... Ai, Meu Deus! Você está com ciúme... – Julia ri deixando a toalha cair e se dirigindo ao guarda roupa, Liz passa os olhos em seu corpo e morde o lábio inferior.

--É claro que não... – Liz mente olhando Hoffman de cima a baixo. A vampira a olha por cima dos ombros e fecha o guarda roupa com as peças de roupa já na mão.

--Humrum... É só isso que te incomoda? – Julia veste as roupas intimas e senta na cama pegando um cigarro.

--Na verdade não... – Liz fica atrás de si e beija a nuca da ruiva que sorri jogando a fumaça no ar – Tem outras coisas...

--Estou aqui para escutá-las... – a matriarca abre o sutiã dela, Hoffman sorri – Liz... Você ultimamente tem estado tão ousada...

--Você não foi no meu quarto ontem... – fala ainda dando beijos no pescoço da vampira.

--Tive que atender a uma necessidade que você conhece bem...

--Que malvada! Quantos foram ontem? – Hoffman sorri e coloca o cigarro no cinzeiro.

--Dois... - Liz morde o pescoço dela – Ai, Liz... – as duas caem na gargalhada.

Hoffman se move para cima da matriarca e coloca um beijo em seus lábios, desce por sua bochecha e sussurra em seu ouvido:

--Eu sou a vampira aqui... – ela morde a orelha da loira e sente a mesma cravar as unhas em suas costas.

Voltam a se beijar lentamente, Hoffman desce as mãos pela lateral do corpo da loira e sobe a saia lápis que ela vestia para então levar sua mão até a intimidade dela. Liz morde o lábio inferior quando a vampira massageia sua intimidade, ela abraça o corpo da vampira e geme baixinho próximo ao seu ouvido.

--Se eu souber que ele triscou em você, mato os dois... – Hoffman entra nela com dois dedos e sorri quando ela tampa o próprio grito com a mão.

--Acho melhor você ficar caladinha...

Hoffman fala aprofundando mais os movimentos e intensificando seu desejo através de um beijo...

***********

Mais tarde na mesma noite...

Wille bate na porta do escritório de Julia e não demora muito para ela abrir e se mostrar para o homem com seu velho copo de uísque na mão.

--A senhorita tem visita... – ele fala e ela confirma com a cabeça.

--Hum... Por acaso esse visita se chama Levi?

--Isso...

--Ah, pode trazê-lo até aqui, então... – ela diz bebendo um gole de seu uísque e voltando para o que estava fazendo.

Não demora muito para Levi chegar na sala e entrar todo galanteador.

--Boa noite... – ele fala sorrindo, Hoffman mostra os dentes rapidamente.

--Olá novamente, senhor Levi... – ela fala levantando para o cumprimentar.

--Sem formalidades, por favor... Apenas Levi para você... – Julia perde o riso e solta o cumprimento das mãos que já estava se estendendo demais.

--E então... Levi... Vamos conversar? – ela senta na poltrona ao lado do divã.

--Só se você me prometer que me acompanhará em um jantar amanhã... – Julia se surpreende com a ousadia do homem e quando ia abrir a boca para responder...

--Levi, querido... – Elizabeth entra na sala e Julia sorri discretamente pelo tom de voz falso da mulher.

O homem encara a patroa e a xinga mentalmente por ter o atrapalhado em uma conversa que lhe traria benefícios.

Agora não, Elizabeth...

Pelo visto não vai ser fácil para Levi...

 



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