História Eu Apenas Quero Ver Você - Destiel - Capítulo 11


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Categorias Supernatural
Personagens Balthazar, Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Gabriel, Meg Masters, Naomi, Sam Winchester
Tags Destiel, Sabriel
Visualizações 357
Palavras 2.857
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí? De boas? Eu sei que eu demorei! Não desistam de mim!
Leia as notas finais, please.

Boa leitura!

Capítulo 11 - A Consulta e a Nova Namorada


O estômago de Dean já estava começando a roncar. Ele realmente precisava comer alguma coisa, mas sabia que não haveria tempo. Mesmo que ele largasse essa paciente com os enfermeiros e fosse almoçar, ele não chegaria antes dos pais de Castiel.

Ele provavelmente mataria Lisa por continuar marcando consultas em seu horário de almoço. Ele era um ser humano e precisava se alimentar como qualquer outro. O médico entendia que os pais de Castiel eram ocupados, mas ele também era.

Ele suspirou. O acompanhante da paciente havia chegado para buscá-la. Faltavam quinze minutos para a conversa com os Novaks. Dean resolveu descer até o refeitório do hospital para comer alguma coisa para enganar a fome. Chegando lá, a fila estava enorme, como de costume para o horário de almoço.

— Oh, Doutor Winchester! - Uma das cozinheiras se surpreendeu ao vê-lo ali.

Dean se aproximou cautelosamente dela. Ele tinha uma ideia. Podia não ser a mais honesta das ideias, mas serviria.

— Nossa, você anda fazendo alguma coisa diferente? Está tão bonita hoje.

A mulher já estava começando a corar.

— O-Obrigada, Doutor…

— Por que não marcamos de sair um dia desses? - Ele continuou. Mais um pouco e ele conseguiria o que quer.

A cozinheira se surpreendeu, mais uma vez. Dean era, de longe, o mais bonito dos médicos daquele hospital. Ela adoraria sair com ele.

— Ah… Claro!

— Bom, então está combinado. - Dean disse, sabendo que não haviam marcado lugar ou data. — Agora, eu estou realmente morrendo de fome e tenho uma consulta daqui dez minutos. O quão problemático seria pegar diretamente com você?

— Oh, sem problemas! Aqui, seu preferido. - Ela disse estendendo um hambúrguer e sorrindo.

Dean pagou a ela e tentou sair sem que ninguém notasse que ele havia, descaradamente, furado a fila.

Quando o médico chegou ao seu consultório, conseguiu dar duas mordidas no lanche antes dos Novaks chegarem. Ele o guardou rapidamente e levantou para cumprimentá-los.

— Olá, Senhor e Senhora Novak.

— Olá, Doutor! - Naomi estava animada com os avanços do tratamento.

Quando os dois se sentaram de frente para o médico, ele começou a falar:

—Bom, acho que Castiel já os adiantou do assunto de hoje.

— Já. - Chuck não gostava nem um pouco do médico. Talvez fosse pura inveja da beleza dele, mas ele realmente sentia que havia um motivo para ele não confiar nele.

— Então, a partir da próxima semana, Castiel terá de vir ao hospital as sextas à noite, por volta das 20h00, e apenas sairá domingo pela manhã. A hora pode ser a melhor que for para buscá-lo. - Dean começou a sentir como se estar na presença dos pais de Castiel o fizesse ficar acuado, ou até mesmo envergonhado. Ele tentou suspirar para se acalmar e continuou. — Durante esse tempo, precisaremos saber dos costumes noturnos dele, os hábitos alimentares, enfim, qualquer necessidade especial.

— Bom… - Naomi começou a pensar sobre o que dizer. — Castiel come qualquer coisa que seja saudável. Não quero que ele fique comendo besteiras pelas minhas costas.

— Você não deixa ele comer na sua frente, ele só pode comer pelas suas costas. - Chuck reclamou em um tom humorístico. Na verdade, ele reclamava porque ele também não era permitido comer tudo o que gostaria.

Naomi suspirou profundamente e ignorou totalmente o comentário de seu marido.

— Então, comidas saudáveis, ele come qualquer coisa. Acho que os hábitos dele são mais ler antes de dormir, então provavelmente ele sempre trará um livro. E ele não gosta de dividir o quarto com outras pessoas.

— Não se preocupe com isso, os quartos são individuais. - Dean parou de anotar as informações para dizer isso.

— Castiel tem muitos pesadelos à noite. - Chuck achou que sua esposa não diria, então se apressou e falou. — E, quando acorda dos pesadelos, tem crises de ansiedade.

— Nós mandaremos o remédio dele dentro da mala. - Naomi tentou ser positiva. Ela não tinha ido ao hospital para falar mal de seu filho.

— Como se alguém fosse conseguir dar o remédio para ele quando ele está nesse estado, Naomi. - Chuck achava idiota a mulher tentar "passar pano" nas informações. Seria muito melhor que o médico soubesse o que enfrentaria.

Por outro lado, Dean estava achando incrível ver o casal daquela forma. Discutindo sobre o que deveriam dizer sobre Castiel e o que não deveriam.

— Sabe, depois do incidente, Castiel está constantemente tendo pesadelos, e ele acorda em completo estado de choque. Eu recomendaria não encostar nele nesse meio tempo, até que ele consiga se acalmar. - O pai tentou ser o mais fiel à realidade possível.

Dean anotou isso. Ele não imaginava sobre o que os pesadelos do garoto seriam. Ele tinha algumas ideias, mas jamais pediria para Castiel confirmá-las, ou perguntaria sobre isso. O incidente parecia algo muito ruim para todos o chamarem de "O Incidente".

— Mais alguma coisa?

O casal conversou um pouco e decidiu que não havia mais nada a ser dito. Eles sabiam que Castiel não tinha muitas preferências, que apenas era necessário ter paciência com ele.

— Isso é tudo. - Chuck concluiu, se preparando para levantar.

— Não, não é não. - Naomi sorriu para ele. — Doutor, o senhor pode nos informar um pouco sobre Melissa?

Dean encarou a mulher com as sobrancelhas franzidas. Ele não fazia ideia de quem poderia ser Melissa. Ele não era bom com nome dos pacientes, mas tinha certeza absoluta que nenhuma se chamava Melissa.

— Desculpe, quem é Melissa? - Os pais se entreolharam.

— Melissa, a garota aqui do hospital que deve ter passado algum tempo com Castiel. - Chuck tentava refrescar a memória do médico. — Ele tem falado sobre ela, e perguntado coisas sobre romance e namoro.

— Sim, como aquele dia sobre o beijo francês. - Naomi completou a fala de seu marido.

Dean quase caiu de sua cadeira ao ouvir isso. O garoto havia inventado alguém para que seus pais não desconfiassem do relacionamento dos dois. Bom, era melhor que Dean continuasse com isso.

— Oh, mas é claro! Como eu pude me esquecer de Melissa?! - Dean pensou bem rápido. Ele não sabia o que Castiel já tinha inventado sobre essa garota e não poderia dar informações que não batessem. — O que Castiel disse sobre ela? Ela ficará tão feliz em saber que ele se interessa nela.

— Apenas disse que seu nome era Melissa. - Naomi achava ridículo só saber o nome da garota, e mais nada além disso. O pior era ter que recorrer ao médico para informações dela. — Ela é cega?

Dean já podia sentir um nó se formando em sua garganta.

— Err… - O médico não sabia o que dizer. Bom, ele decidiu que inventaria tudo sobre a garota, e depois avisaria para Castiel sobre isso. — Sim, ela é. Ela também está fazendo o tratamento e é minha paciente logo depois de Castiel. Então eles costumam ter algum tempo para conversar.

— E como ela é fisicamente? - Naomi começou a se interessar, já que o médico havia se lembrado da garota.

— Ela é um pouco mais baixa que Castiel, cabelos castanhos e olhos castanhos. Ela é uma ótima garota, os senhores não tem com o que se preocupar. - Dean precisava finalizar esse assunto rapidamente antes que entrasse numa zona perigosa demais. Se ele fosse pego em uma mentira, não saberia como os Novaks reagiriam.

Depois disso, o casal se despediu é saiu da sala rapidamente. Antes de Dean voltar a comer, ele precisou ligar para Castiel.

***

Castiel se sentia mal-humorado por não poder ter ido à consulta com seus pais. Ele queria se encontrar com Dean, mesmo que por pouco tempo, mesmo que fosse na frente de todos. Porém, tinha que ter suas aulas.

Porém ele sabia que se não estivesse por perto durante essa "consulta", seus pais falariam de seus pesadelos, e talvez até sobre o incidente. E Castiel não queria que Dean soubesse disso. O médico poderia resolver largá-lo assim que descobrisse.

O garoto resolveu limpar seus pensamentos com um bom livro. Porém, antes mesmo de alcançar a estante, seu celular começou a tocar. Ele seguiu o som, até encontrar o aparelho na sua mesinha de canto.

— Alô…? - Castiel nunca tinha escutado esse toque antes. Ele pensou que talvez poderia ser um engano.

— Castiel, sou eu, Dean. - O médico estava impaciente. O garoto já havia demorado para atendê-lo, e ele precisava se certificar que nada sairia errado.

— Dean…? Meus pais não deveriam estar aí com você? - Castiel se perguntou se algo estava errado. Talvez seus pais tivessem contado sobre o incidente e o médico estava ligando para terminar o relacionamento dos dois.

Dean suspirou. Ele sabia uma boa forma de começar essa conversa.

— Você sabe quem é Melissa, Castiel?

— Melissa...? - O garoto pensou um pouco. — Não faço nem ideia de quem seja…

— Bom, então me deixe refrescar sua memória: Melissa é sua namorada. Ela é cega, e está se tratando comigo. Oh, ela também tem olhos e cabelos castanhos, e é uma garota muito gentil. - Dean teve certeza de passar toda a sua frustração por meio de seu tom irônico.

— Oh… Meus pais comentaram sobre isso então… - Castiel se sentia um idiota. Ele jamais imaginaria que seus pais perguntaria sobre essa garota imaginária para o médico.

— Castiel, eu entendo que você tenha inventado uma desculpa dessas, mas, da próxima vez, seria muito importante me avisar. - Dean sentia vontade de bater sua cabeça contra a mesa por se sentir tão irritado por causa desse assunto. Ele suspirou, tentando se acalmar. — Seus pais quase tiveram um ataque cardíaco quando eu disse que não me lembrava de nenhuma Melissa.

Castiel finalmente percebeu a seriedade da situação.

— Espera. Você disse que não havia nenhuma Melissa?!

— Não. Eu disse que não me lembrava. E, quando eles me disseram do que se tratava, eu colaborei com a sua mentira. Está tudo bem. - Dean suspirou mais uma vez. Os pais do garoto eram espertos, e procuravam confirmar informações.

— Desculpe… Eles ficaram me atormentando porque diziam que eu parecia apaixonado. - Castiel logo se arrependeu do que disse. Ele já poderia imaginar o que Dean diria para envergonhá-lo.

— Oh… Imagino que Melissa deve ser uma garota realmente sortuda por ser alvo dessa paixão. - Dean riu um pouco ao terminar de dizer isso. Era possível ler o garoto. Tudo o que ele queria e pensava. Não era estranho os pais dele conseguirem descobrir que ele estava "diferente".

— Sortuda…? - Castiel não acreditava que Dean se sentia dessa forma por ser alvo de seus sentimentos. — Acho que a Melissa é azarada. Ela pode ter que cuidar de um cego pelo resto da vida. - Melissa era uma ótima desculpa para que Castiel conseguisse dizer o que pensava.

— Oh, e você fica imaginando se Melissa está preparada para isso, ou se ela simplesmente irá te largar se tudo der errado? - Dean não imaginava que o garoto pensava nesse tipo de coisa. Ele mesmo jamais se incomodou com o fato do garoto ser cego. E, se ele continuasse a ser, o médico não se importaria. Talvez ficasse decepcionado por não ajudar o garoto a ver novamente. Porém, ele jamais se sentiria preso, ou com um fardo a carregar. Era apenas Castiel, e ele gostava do garoto de qualquer forma. Isso não mudaria.

— Sim… - Castiel não queria ser um peso para ninguém. Ele sabia que já atrapalhava o médico o suficiente. Não queria de forma alguma trazer mais preocupações para ele. Não queria que ele ficasse como sua mãe, que sempre que saía de casa, imaginava se Castiel havia caído da escada, trombado com alguma decoração importante, ou tivesse se queimado tentando cozinhar alguma coisa… Eram infinitas preocupações, e Castiel sabia disso, e não queria que Dean passasse por isso. — Eu acho que Melissa vai me deixar quando tudo der errado. - O garoto conseguia sentir uma crise de ansiedade se aproximando apenas por dizer isso.

— Melissa não vai te deixar, Castiel. Eu tenho certeza que ela gosta muito mesmo de você, e que jamais permitiria que algo tão irrelevante quanto enxergar ou não, atrapalhasse a relação de vocês dois. - Dean apenas queria apagar todas as preocupações do garoto. Já deveria ser difícil viver com as lembranças do incidente misterioso. O médico não queria ser responsável por inventar mais preocupações para o garoto sentir.

Castiel não se sentiu aliviado. Ele sabia que mesmo que Dean o aceitasse cego, ainda havia um problema maior. O problema que ele carregava com ele, e se recusava a contar para qualquer um. O incidente.

Ele apenas havia contado ao seus pais, ainda no hospital, logo depois de tudo ter acontecido. Depois disso, não importava para quantos psicólogos ou psiquiatras Castiel era levado: Ele jamais contaria para mais alguém.

Os únicos que sabiam disso fora seus pais, eram alguns parentes próximos e outras pessoas para quem seus pais haviam contado.

Castiel contou para uma pessoa uma vez. Ele não gostava de se lembrar disso. Ele acreditava que aquela pessoa fosse seu único amigo, mas, depois que soube do incidente, começou a se distanciar. Ele não queria que isso acontecesse com Dean! Ele conseguiu suportar a perda daquele amigo, porém, ver o médico se distanciando, apesar do dois terem que continuar se encontrando até o fim do tratamento, seria muito triste. Castiel duvidava que conseguisse passar por isso.

— Se ela não me deixar por ser cego, ela vai me deixar quando souber sobre… O… Incidente… - Castiel sabia que o médico iria negar. Todos negavam. Todos diziam que estaria tudo bem se o garoto contasse sobre seu passado. Porém, ele não sabia se não estaria. Se estivesse tudo bem, seus pais não teriam ficado em estado de choque ao ouvir. Se estivesse tudo bem, os pesadelos não o perseguiriam até hoje. Se estivesse tudo bem, o resto de sua família não teria se distanciado ao saber do ocorrido. Jamais estaria tudo bem. Não novamente.

Dean estava cada vez mais longe de saber o que havia ocorrido naquele incidente, principalmente quando o garoto falava assim. Ele sempre achou que sua imaginação estava correta, até Castiel dizer que ele o deixaria quando soubesse. O médico não podia imaginar o que era, e sabia que perguntar estava fora de sua alçada. Independente do que fosse, estava no passado, e ninguém no mundo pode dizer que está cem por cento satisfeito com seu passado. Coisas ruins acontecem e não há nada que as pessoas possam fazer para impedir. E ele sabia que era o caso de Castiel.

— Escute… Castiel… Independente do que seja esse incidente, eu jamais o deixaria por causa disso. É apenas passado, e quanto menos você se importar com ele, melhor. - Dean resolveu deixar essa conversa de "Melissa" para trás. Já era hora de levar essa conversa com a seriedade necessária.

Castiel sabia que o médico diria algo como aquilo. Era sempre assim: " O passado não importa". "Isso ficou para trás". "Pode me contar, confie em mim". Porém, depois de cinco anos, o garoto não seria enganado com essas palavras. Não mais.

— Todos dizem isso… Mas quando escutam…

— Bom, então seria melhor se eu não prometesse nada? - Dean fez a pergunta soar como retórica. — Afinal, como eu realmente não sei do que se trata, acho melhor eu não me posicionar. Quando se sentir confiante o bastante para contar, eu estarei pronto para ouvir. E, tentarei ser o mais compreensível possível. Que tal assim? Sem promessas?

Castiel já tinha ouvido muita coisa quando queriam arrancar informações de seu passado. Porém, essa era a primeira vez que outra pessoa não se comprometia antes de escutar a verdade. Poderia ser mais fácil não prometer nada, mas, para Castiel, era sinal de que não era uma mentira, não era mais uma palavra que seria esquecida.

— Obrigado, Dean…

Dean se encontrou sorrindo, e passou a ouvir a respiração do garoto novamente. Após alguns minutos, ele percebeu o quanto aquilo era doentio. Ele parecia o tipo de stalker que ligava apenas para ouvir a pessoa dizer "alô" e desliga logo depois. Ouvir a respiração ainda era pior do que isso. Era sentir uma espécie de prazer apenas em saber que a pessoa amada estava viva, e fazendo o mesmo.

— Castiel…?

— Isso é estranho, não é? - Castiel riu um pouco. Ele achava que o certo era se despedir quando o assunto acabava, mas… — Mas, eu apenas gosto disso.

Dean se sentiu alivia ao saber que o garoto também gostava de escutar a sua respiração. Porém, logo se lembrou que estava quase morto de fome e logo teria outro paciente.

— Bom, também gosto disso, mas eu preciso ir. - Castiel fez uma espécie de careta para demonstrar seu descontentamento, mesmo sabendo que o médico não poderia vê-la.

— Está bem… Até mais.

— Até mais, Castiel. Um beijo francês pra você. - Dean desligou logo após dizer isso. Ele sentia uma melhora significativa em seu humor. Porém, ainda precisava comer.

Enquanto comia, ele não conseguia parar de imaginar como seria ter o garoto por perto durante a noite. Poderia ser algo ruim para ele… Porém, ele se sentia extremamente ansioso por isso.


Notas Finais


Então... CHEGAMOS A NOVENTA FAVORITOS E DUAS MIL VISUALIZAÇÕES! É ISSO MESMO PRODUÇÃO? Meu Deus, vocês não tem noção do quanto eu sou grata por cada favorito, comentário, visualização. Meu Deus, isso é extremamente maravilhoso! Muito obrigado mesmo!

Ah, eu também quero agradecer a maravilhosa ~ Elxs, que me deu essa capa maravilhosa de presente. Muito obrigada amore.

Um beijo francês pra cada um de vocês que acompanham essa história.

Até mais!


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