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História Eu Correrei Até Você Com Os Pés Molhados - Capítulo 38


Escrita por:


Notas do Autor


🔞🔞🔞


SENTA QUE LÁ VEM (+18)

Capítulo 38 - Enquanto o sol está brilhando


Fanfic / Fanfiction Eu Correrei Até Você Com Os Pés Molhados - Capítulo 38 - Enquanto o sol está brilhando

Jungkook passeou com sua língua com força pela boca de Mariana, que por fim, conseguiu o empurrar.

- Ficou maluco, Jungkook? - Ela gritou em inglês. 

- Se você está com esse vírus, eu também estou. Agora vamos ter que nos isolar juntos. - Ele tirou os olhos dos lábios volumosos e vermelhos da garota e lançou seu olhar competitivo para o CEO que permanecia perplexo. 

- Isso foi totalmente irresponsável. E-eu... eu... - o mais velho começou a gaguejar irritado. Não era do feitio do maknae se rebelar daquele jeito, ele sempre era um menino muito educado e respeitoso. Nitidamente estava determinado a confrontar a empresa por conta do seu relacionamento.

- Precisamos tomar medidas quanto a isso. Jungkook, você não nos dá escolha. - O tom de voz do manager era sério. - Vamos ter que preparar um contrato de comprometimento entre vocês e responsabilizar Mariana por esse tipo de comportamento impulsivo que você está tendo. Você não costumava ser assim. 

- Eu vou ser maduro e responsável como vocês querem. Eu sei muito bem o que todos esperam de mim, mas vocês não podem roubar a coisa que mais me inspira e me faz feliz.

- Jungkook, sua namorada concordou com um termo aqui na nossa empresa e agiu de forma contrária a ele. - Ele puxou os papéis que a brasileira havia assinado e Jungkook foi até ele, no intuito de ler o que estava escrito. - Não queríamos ter uma conversa como essa um dia antes de uma performance de comeback aqui na Coréia. Aish! Pensa que problemático vai ser se você pegar essa doença agora. - Ele se colocou em pé e arrumava o óculos freneticamente, enquanto o idol lia perplexo algumas linhas daquele documento - Mariana, sinto muito, mas você vai ter que arcar com isso.

- Se você continuar nos ameaçando, Park Jiwon-nin, vou me manifestar nas redes sociais e aí sim vocês terão problemas de verdade.

- O que quer dizer com isso? - O manager o lançou um olhar duvidoso, porém preocupado. 

- Não sei, mas tenho várias ideias, quem sabe uma sex tape, o que acham? - Ele deu uma risada nasal irônica e rasgou os papéis, os lançando em cima da mesa. Em seguida, pegou Mariana pelo braço e a puxou para fora da sala. 

- Sex tape? V-você... você nem deveria saber o que é isso! Jungkook! Jeon Jungkook! - O homem gritou, mas o casal já havia se retirado. 

O coreano só parou de andar quando chegaram num dos estúdios de ensaio, que estava vazio. 

- Jungkook, você está enlouquecendo. - Era a primeira vez que ela tinha o visto daquele jeito. - Isso nem combina com você!

- Tem toda razão. Você combina comigo! - A abraçou, enterrando seu rosto no pescoço dela. Inspirando profundamente seu perfume doce. - E você não merece ser vista como uma ameaça por eles o tempo todo. Isso me deixa tão... me deixa tipo... - ele tentava pensar num termo, enquanto falava com uma voz irritada e manhosa - Ah, eu nem sei que palavra usar! Isso realmente me fez perder a razão.

- Você foi bem corajoso - ela se afastou para olhar dentro dos seus olhos - mas foi um bobo também, por sua culpa agora estamos ainda mais  encrencados. - Ela riu de forma vibrante e o coração de JK disparou. Tinha sentido saudade de absolutamente tudo nela. - Mas e se eu realmente peguei esse vírus, Kookie? Você não devia se expor assim. - Fez um carinho nos cabelos dele, estavam mais curtos, escuros e lisos, com algumas mechas turquesas. 

- Eu quero passar os próximos quarenta dias com você, vai ser a melhor coisa do mundo. Tomara que a gente esteja bem infectados e ninguém possa chegar nem perto e... - ela o interrompeu, tapando sua boca com a mão. 

- Não diga isso! Essa doença é séria e já tirou a vida de muitas pessoas. - Ela o encarou e ele ficou constrangido por ter sido infantil e egoísta. - Você não acha que devemos voltar lá e nos desculparmos com eles? 

- Não quero. Não quero me arrepender disso agora! 

- Isso é o tipo de coisa que os orgulhosos pensam, sabia? Vamos, Kookie. É a sua vida, não é? E a empresa só está cuidando de você. Eles tem razão em se preocupar. - Sorriu com confiança e o abraçou. Ficaram daquele jeito por alguns minutos, até o coração de Jungkook ficar mais calmo. 

- Eu não vou deixar eles me afastarem de você.  

 De mãos dadas voltaram para a sala, alguns funcionários já haviam se retirado, mas outra pessoa se fazia presente no recinto. 

- PD-nin! - o mais novo exclamou. O maknae estava atrás de Mariana, que o puxava para o centro da sala. Todos pareciam surpresos por ver os dois ali novamente.

- Nos perdoem. - Mariana falou primeiro, se curvando educadamente. 

- Yo, vocês estão aí! Eu vim até aqui, porque soube do reboliço. Vocês jovens não tem limites quando o assunto é paixão e hormônios, não é mesmo? - Hitman falava devagar, com seu jeito extravagante e descontraído.

- E-eu... me perdoem. - Jungkook se curvou imensamente constrangido por ter sido tão impulsivo minutos atrás.

- Tudo bem. Já falei pro senhor Jiwon Park que pare de pegar tanto no pé de vocês. Se pressionar demais, o garoto espana. Sacaram? - ele disse olhando para o CEO e o manager. 

- Nós seremos mais responsáveis. Contem com isso. - Mariana os encarou com um sorriso confiante. 

- Obrigada, young lady. Nós já fizemos pedidos de alguns testes rápidos. Queremos que aguardem aqui nessa sala e façam o procedimento. Precisamos garantir pelo bem de todos, certo? - Ele piscou e um funcionário fez sinal para que os dois se sentassem.

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Mariana's POV

Respirei aliviada quando ambos os resultados deram negativos. A equipe pediu que aguardássemos ali, pois teríamos que assinar um termo de compromisso juntos. É claro que eu teria que me manter isolada caso quisesse ver Jungkook nos próximos dias, o que me deixava um pouco preocupada já que estava quase totalmente sem grana. Todavia,  eles tinham razão, se eu fosse contaminada e passasse isso para ele, certamente todo o Bangtan seria comprometido e eu nem queria imaginar o que poderia acontecer. Hitman foi gentil e com seu jeito extravagante e engraçado, parecia convencer Jungkook que aquilo era muito necessário. JK o admirava e respeitava muito. Devia boa parte da sua carreira a ele e, embora não concordassem em tudo, sempre acabavam se resolvendo. Enquanto os CEOs aguardavam pela impressão dos documentos e discutiam entre eles algumas questões de uma possível próxima reunião, Jungkook chegou com os lábios bem perto dos meus ouvidos.

- Vamos fugir. - Sussurrou e eu o encarei preocupada. - Vamos. Depois a gente resolve esse contrato.

- Jungkook... - Eu não queria mais problemas.

Make hay while the sun shines. - Ele falou sério. Eu entendi. Não esperava aquilo, mas entendi. Assenti pegando em sua mão e comecei a correr. Acho que não precisávamos correr, mas corremos. Não ouvi Hitman ou Jiwon Park me chamar ou qualquer outra pessoa. Não ouvia nada se não as batidas aceleradas do meu coração e uma trilha sonora dentro de mim no estilo comédia romântica. Nos esgueirávamos dos funcionários pelos corredores e eu me sentia meio boba, mas uma boba feliz. 

Entramos em seu carro, rindo como crianças. Deixamos a empresa e fomos pro Trimage. Eu nem tinha me dado conta que já havia se passado um mês desde que eu tinha estado no apartamento dele pela última vez. Mal podia acreditar que tinha vivido tantas situações problemáticas e conflituosas - todas de uma vez! - e que agora, podia respirar tranquila. Acho que aquela sensação de alívio se apoderou de mim quando entramos em seu quarto e aquele cheiro familiar entrou nos meus pulmões. Comecei despir minha blusa e senti seu olhar queimando. Eu sabia que ele queria, só estava tentando não ser invasivo e me deixar à vontade. Mas eu estava bem à vontade. Fevereiro tinha deixado cada um dos meus músculos tensos, mas agora eu sentia um por um relaxando. 

Puxei seu moletom para cima e ele o tirou, revelando o peitoral bem definido, parecia mais bonito cada vez que eu olhava. Seus braços fortes, desenhados com tatuagens que ele nunca mostrava em público; suas veias estavam bem aparentes e as mãos quentes e suadas não paravam de passear pela minha cintura, costas, glúteos. Tudo nele estava me enlouquecendo. Eu estava imersa naquele momento, permitindo me  apaixonar por cada detalhe. Ainda não tinha dado tempo de me acostumar com aquele corpo tão lindo. A verdade é que eu não tinha tido tempo para me sentir a namorada do Jungkook. Me dei conta que, na maioria das vezes, me sentia mais como uma protetora do que qualquer outra coisa. Além disso, minha vida na Coréia também tinha sido agitada por conta dos estudos e do trabalho. Agora eu estava sem essas obrigações e teria que obrigatoriamente ficar em casa. Eu não tinha escolha e estava grata por não ter. Eu só tinha ele. Tinha todo o tempo para dar atenção ao meu namoro e me deixar ser envolvida por ele.

- Gostoso. - Falei baixinho no seu ouvido.

- Hm? - Ele beijava meu queixo.

- Você me pediu para te chamar assim quando nos encontrássemos pessoalmente. - Depositei um beijo na pintinha do seu pescoço. - Gostoso.

- Ah... - ele suspirou num gemido e senti sua nuca arrepiar.  - Fala de novo.

- Gostoso. 

- De novo. - Nós riamos baixinho e ele parecia sentir muito prazer cada vez que eu repetia aquela palavra. 

- Gostoso. - Voltei a beijar seu pescoço e escorreguei minha mão que estava na sua cintura para dentro da calça de moletom, apertando seu volume por cima da roupa íntima. Ele parou de rir e começou a arfar. Jungkook é muito sensível. Comecei a massagear seu órgão bem de leve, ele gemia com a testa apoiada no meu ombro, totalmente entregue. 

Quando finalmente teve forças pra reagir, segurou forte meu pulso o tirando dali e com as duas mãos ele puxou minha legging para baixo. Senti a ponta do seu nariz deslizar de leve pela minha coxa. Ele se ergueu e eu terminei de tirar minhas calças, enquanto ele fazia o mesmo. Me empurrou até a cama, onde se sentou me puxando para seu colo. No meio dos amassos, terminamos de nos despir. Ele me jogou no colchão e deu uma boa olhada no meu corpo enquanto colocava o preservativo. Quando ele subiu em cima de mim e começou a se movimentar, eu terminei de relaxar. Meus órgãos, meu cérebro, meus hormônios entenderam que não haviam preocupações naquele momento. Por isso, não sei dizer o que aconteceu, mas por alguns segundos, talvez minutos eu perdi minha razão. Quando me dei conta eu já havia cravado as unhas nas costas de Jungkook com tanta força que quase o fiz sangrar; entrelacei seu quadril com minhas pernas a ponto de travar por completo seus movimentos; e meus dentes foram vorazmente parar no seu pescoço e eu acabei deixando uma marca horrível ali. Eu só recuperei minha consciência corporal quando ele se manifestou: 

- Mariana... - gemeu sem conseguir mover um músculo sequer - você está me machucando. - Falou baixinho, levemente constrangido. O soltei confusa, afrouxando meus braços e pernas, então ele ergueu a cabeça e me encarou.

- Me desculpa - pedi olhando dentro dos seus olhos.

- Tudo bem. - Ganhei um carinho leve na bochecha - Eu também estava com muita saudade. - Disse de forma compreensiva. Nossos olhos estavam imersos um no outro. 

Eu queria dizer alguma coisa naquele momento, mas não consegui. Depois de alguns segundos, ele voltou a me beijar apaixonadamente, enroscando nossas línguas e entrelaçando nossos dedos em cima do colchão. Então se encaixou novamente e eu soltei um gemido involuntário ao sentir toda sua extensão dentro de mim. Aquele preenchimento era muito satisfatório, apesar da ardência que provocava.

Jungkook foi lento em suas estocadas e não mudou seu ritmo em nenhum momento, aquela transa foi bem longa e me permitiu sentir sensações que meu corpo ainda não tinha provado. Intercalávamos nossos gemidos com beijos compridos. Diferente das outras vezes, nessa eu pude raciocinar com mais clareza e sentir prazer na minha mente também. Me lembrei do nosso primeiro beijo, deitados na grama, debaixo de uma chuva pesada na Noruega. Eu amava me lembrar daquela cena, assim como amava os seus traços: seus olhos, sua cicatriz, seus lábios, suas pintinhas, sua voz. Aproveitei todos esses detalhes enquanto nossos corpos se envolviam naquele vai e vem. Ele também soltava minha boca para me encarar e parecia estar pensando em mim como eu pensava nele. Era tudo tão recíproco.

Próximos do clímax, aquela prazerosa velocidade se tornou torturante, mas já estávamos tão sincronizados que nenhum de nós mudou o ritmo. Queríamos nos torturar. Eu o vi se segurar duas vezes para não gozar antes de mim  e me senti grata por aquilo. Embora não tivéssemos muita experiência, aprendemos rapidamente a nos suprir e eu pude o admirar por considerar o meu prazer antes do dele. Quando aquela súbita sensação de êxtase tomou conta, eu curvei minha coluna e agarrei os lençóis com força. Jungkook não aguentou quando meu interior se contraiu e liberou seu orgasmo também. Deu mais umas três estocadas bem profundas, gemendo alto e rouco e se deitou em cima de mim antes de tombar para o lado. 

Normalizamos nossas respirações, ele foi pro banheiro jogar o preservativo no lixo e então me acompanhou até o chuveiro. Depois de uma ducha quentinha, vesti um moletom da Afterimage preto e uma boxer que encontrei no armário. Dessa vez, tinham mais roupas e pertences de JK por ali e eu deduzi que ele havia se planejado para minha volta. Ele vestiu apenas a parte de baixo e se deitou comigo na cama.

Me sentia exausta e feliz. Com a cabeça encostada no seu peito, podia ouvir seu coração e eu desejei que eu pudesse o ouvir batendo por muitos e muitos anos. Seus dedos passeavam por mim, me fazendo carinhos e naquela posição, pude dar uma boa olhada nas suas tatuagens. Como Jungkook me disse uma vez que tinha tatuado desenhos que gostava, só porque achava bonito - e másculo - ser rabiscado, eu nunca tinha perguntando sobre elas. 

- Por que uma Tiger Lily? Nunca te perguntei...  - Passei minha mão em cima da flor. De todas as suas tattoos, aquela era minha favorita.

- É minha flor de nascimento. 

- Aé? Eu também tenho uma?

- Tem sim - ele riu baixinho, seus olhos estavam fechados - é a Calceolaria - seu sotaque soou tão bonitinho. 

- Não faço ideia de que flor é essa. 

- É feia. - Ele riu mais forte e eu ergui minha cabeça para o olhar. Estava apertando os olhos e seus dois dentes da frente estavam bem expostos. 

- Ei! - Protestei, rindo junto. 

- É sério. Ela é bem estranha e extravagante. Combina com você. - Ele me provocou, abrindo os olhos pra ver minha reação.

- Ei! - O estapeei de leve no abdomen. 

- Não é só porque ela é estranha e extravagante, tá legal?

- Estranha, extravagante e feia. - O corrigi e ele balançou a cabeça negativamente, o sorriso de coelho continuava lá.

- O significado dela é ajuda. Eu acho que isso tem tudo a ver com você. Você apareceu num momento de colapso. Eu estava desabando, estava confuso, estava perdido e chorava todos os dias me perguntando sobre minhas escolhas. Você realmente me ajudou a encarar o mundo de outro jeito. 

- E qual é o significado da sua flor? - Perguntei depois de alguns segundos. Ele ficou sério e respirou fundo.

- É "por favor, me ame". - O encarei. Ele pousou o indicador na tatuagem e olhou para ela. Para falar a verdade, eu não tinha me dado conta que era o que dizia em baixo do desenho de flor no braço dele. - E tem tudo a ver comigo. Eu sou assim. Egoísta e carente. Eu posso não pedir com palavras, mas eu sempre faço coisas para ser amado. 

- E tatuou isso com qual propósito? - Me senti uma psicóloga. 

- Fiz todas elas depois de te conhecer. As frases que eu mais gosto - ele riu meio envergonhado - sabe... eu sempre disse que esses eram meus lemas, mas na verdade, eu tinha medo de fazer coisas intensas e decepcionar as pessoas, a empresa, os fãs. Era falso. Os hyungs até me zoavam por isso. Na Noruega, percebi que esses na verdade são os seus lemas. 

- Prefiro estar morta do que ser legal? 

- Prefere estar morta do que viver sem paixão. Do que ser legal para agradar os outros. 

Make hay while the sun shines. - sussurrei.

- Aproveite ao máximo! - falamos juntos. Eu conhecia aquele ditado inglês antigo. 

- Eu quis tatuar a minha flor de nascimento para me lembrar que é contra isso que luto todos os dias. Eu não quero mais me desesperar quando não me amarem. Por enquanto, quase todas as vezes eu falhei miseravelmente. - Ele soltou uma risada nasal, senti um tom de desapontamento. 

- Por isso o Truth? É para reafirmar isso? - Perguntei sobre a tatuagem próxima a axila. 

- Em partes sim. Essa eu fiz com o Mark e o Yugyeom, mas foi ideia da 97 line. 

- Hm, seu clube do Bolinha, né? - falei em português e ele me olhou confuso. 

- Seu grupo de amigos. - Voltei pro inglês.

- Sim. Um dia bebemos, choramos os rancores da vida de idol e prometemos juntos sermos mais verdadeiros. Nem todos tatuaram, mas todos nós também estamos falhamos miseravelmente nisso. 

- Não se sinta assim. Eu não acho que está falhando. Tentar não é falhar. 

- Obrigado, Calceolaria. - Ele me apertou rindo. 

- Ah, eu quero ver agora mesmo uma foto dessa flor. É tão feia assim? Vou tatuar ela no meu braço! - Eu ri apertando seu mamilo para o provocar. 

Eu não queria pensar no que ficou para trás, nem no que viria depois. Eu só queria estar ali e "fazer feno enquanto o sol está brilhando".


Notas Finais


Make hay while the sun shines - a tatuagem e expressão usada por Jungkook significa literalmente "fazer feno enquanto o sol está brilhando". Essa frase foi criada dentro de um contexto rural, onde fazer feno era comum e todos sabiam que não se faz feno em dia de chuva. Porém, atualmente é uma expressão que pode ser traduzida como: aproveite bem todas as oportunidades, aproveite ao máximo a vida!

Bora seguir esse conselho?

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E PRONTO! Mais algumas tattoos foram reveladas por aqui.
Muitos meses já se passaram, mas Jungkook ainda não consegue exibir todas elas 100%.
Espero que ele se sinta cada dia mais confiante e precise menos implorar amor para as pessoas.

É isso! Um cap para lembrar que eles SÃO SIM um casal!


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Rascunho da tattoo de Tiger Lily: https://pin.it/38Pey8h


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