História Eu Cuido De Você (Kaisoo-Revisando aos poucos) - Capítulo 35


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, SHINee
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinki Lee (Onew), Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kim Taehyung (V), Lu Han, Minho Choi, Park Jimin (Jimin), Personagens Originais, Sehun, Taemin Lee, Xiumin
Tags 2min, Chanbaek, Hunhan, Idesign, Jikook, Kaisoo, Xiuchen
Visualizações 245
Palavras 2.975
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, pessoal! Como vão?
Não postei ontem, mas hoje estou aqui, radiante, pois estou decidida a finalizar essa fanfic até o final do mês que vêm, ou seja, os capítulos sairão mais rápidos do que o esperado. Aguardem. ^-^

Esse capítulo ainda está calminho, mas com um final um tanto conturbador. Espero que gostem!

Ah, e o que acharam da nova capa? Está linda, não é mesmo? Foi feita pela equipe do @iDesign e eu estou muito apaixonada! ❤

Desculpem os erros.
Boa Leitura ❤

Capítulo 35 - Capítulo 33


Jongdae tentou mover o corpo e a dor aguda que sentiu o fez acordar no mesmo instante. Resmungou algumas palavras desconexas, só então se lembrando do que acontecera e olhando debaixo do lençol, tendo visão de seu corpo nú junto ao do namorado.

Seus olhos se arregalaram e as suas bochechas coraram intensamente, deitando-se rapidamente e fechando os olhos, tentando se acalmar. Lembrava-se perfeitamente dos toques do mais velho, mas, na mesma da hora em que era bom se lembrar, também era muito constrangedor.

Minseok se moveu ao seu lado, virando-se para ele e o abraçando desajeitado, ainda dormindo serenamente. Isso o fez sorrir, pois mesmo inconsciente o seu namorado era extremamente carinhoso.

Mas os seus olhos se arregalaram novamente, assim que olhou para o relógio e viu que horas eram. Haviam dormido muito e acabaram se esquecendo do colégio. Olhou para o garoto ao seu lado e com muito pesar decidiu acordá-lo.

– Min… – cutucou sua bochecha com a ponta do dedo, mas não obteve resposta. – Ei, amor, vamos, acorde… – levou a mão até sua cintura e começou a fazer cócegas, sorrindo minimamente ao vê-lo sorrir. – Vamos, você está acordado, seu falso!

– Me deixe dormir, Chen. Você me deixou muito cansado ontem. – murmurou e abriu um dos olhos, apenas para que pudesse observá-lo, e gargalhou baixo ao ver sua reação.

– V-Você fala demais. – Jongdae virou o rosto para o lado oposto, vendo-o se divertir com a sua timidez. – Nós perdemos a hora, Min. Já devemos estar na quarta aula e eles não irão nos deixar entrar.

– Melhor ainda, assim eu posso ficar agarradinho com você o dia inteiro. – se aconchegou em seu corpo e o abraçou forte. O mais novo sorriu, se voltando para ele e deixando um demorado beijo no topo de sua cabeça.

– Seria bom... Mas você se esqueceu dos meus pais. Eles já devem ter chegado. – Minseok se sentiu tenso, imaginando o que Junmyeon poderia fazer caso o visse com o filho daquela forma. Engoliu em seco, diminuindo o aperto em torno do namorado e arrancando um sorriso contido do mesmo, que desconfiava do porquê de seu ato.

– T-Tem risco do seu pai querer me matar? – Jongdae gargalhou e, como se ouvisse o seu nome ser chamado, Junmyeon bateu na porta e fez com que Minseok se levantasse de imediato.

Jongdae? Abra a porta, filho, você não foi para a escola hoje. Está se sentindo bem? – Minseok olhou para o namorado que ainda ria da situação, antes de começar a correr pelo quarto, a procura de suas roupas.

– Diga alguma coisa! – sussurrou e Jongdae revirou os olhos, cessando os risos aos poucos, se levantando também e procurando por suas roupas.

– Eu estou bem, pai. Apenas perdi a hora. – o respondeu e não escutou sua voz. Isso até o mesmo abrir a porta do quarto e vê-los pelados, com um olhar desesperado.

– Eu. Não. Acredito. Nisso… KIM JONGDAE!


                             ∞


Jongin corria pelo quarto, procurando por seu uniforme e se sentindo desesperado ao se ver quase atrasado para o jogo. Ele e Kyungsoo não haviam ido para a escola, pois haviam ficado cuidando de seu pai.

– Calma, amor, você está muito nervoso. Dessa forma não irá encontrar nada. – o mais novo o ajudava a procurar, mas, ao contrário do outro, mantinha as coisas todas organizadas.

– Soo, você me pedindo para ter calma só aumenta ainda mais o meu desespero. – passou pelo menor e bagunçou seu cabelo, vendo-o fazer bico e sorrindo, antes de caminhar até o closet novamente.

– Talvez se você guardasse as suas coisas nos devidos lugares, isso não estaria acontecendo. – Kyungsoo o olhou de forma debochada, observando as roupas espalhadas pelo chão e torcendo o nariz ao ver tudo tão bagunçado.

– Amor, fica quietinho para eu gostar de você. – o disse, mas não o olhou. Jongin estava ocupado demais, tirando todas as suas cuecas da gaveta.

– Já chega, Jongin! Puta que pariu, cara, eu não vou me casar com você, não. – o mais velho o olhou de imediato, ambos se encarando e ficando em silêncio.

Kyungsoo sorriu vitorioso, assim que o viu começar a pegar as peças de roupas no chão, totalmente contrariado, mas afetado pelas palavras do namorado.

– Seu chantagista. – murmurou, tendo um bico nos lábios, que logo foi transformado em um largo sorriso, assim que em meio às peças encontrou o que procurava. – ACHEI, SOO!

– Viu só, seu teimoso? Vamos, vá se trocar. Eu termino de ajeitar as coisas. – Jongin sorriu concordando, se levantando e deixando um demorado selar em seus lábios, antes de ir em direção ao banheiro.

Kyungsoo balançou a cabeça em negação, vendo-o se afastar saltitante. Voltou a sua atenção para a bagunça e respirou fundo, subindo as mangas de sua camisa e começando a trabalhar.


(Quebra de tempo) 


Ambos desciam as escadas rapidamente e com as mãos entrelaçadas. Jongin estranhou ao encontrar uma mulher sentada em um dos sofás da sala, não a conhecendo de lugar nenhum e não entendendo o motivo de sua presença.

A mesma se levantou rapidamente ao vê-los e sorriu de forma amável. Kyungsoo retribuiu seu sorriso, se vendo tão confuso quanto o namorado, mas ainda assim sendo educado.

– Olá! Vocês devem ser Jongin e Kyungsoo, certo? – a moça os perguntou e o seu tom de voz era tão delicado quanto o belo vestido florido que usava.

–  Sim. E você, quem é? – Jongin não fora tão gentil, mas tentou também não ser grosseiro. Kyungsoo apertou sua mão, o repreendendo pela secura qual tratava a moça.

– Eu me chamo Lee Ming. Sou amiga do seu tio. Changmin. – o moreno arregalou os olhos, deixando com que um sorriso surgisse em seus lábios, com a hipótese de seu tio estar ali. A mais velha viu a expectativa em seu rosto e decidiu parar de torturá-lo. – Ele está na cozinha com o seu pai.

Kyungsoo se assustou minimamente ao vê-lo soltar a sua mão e sair correndo em direção a cozinha, os deixando sozinhos. Ficaram em silêncio, apenas sorrindo um para o outro, até que vozes pudessem ser ouvidas e chamassem a atenção de ambos.

Jongin se aproximava junto de seu pai e tio, todos sorridentes e radiantes. A moça também sorriu ao ver o quanto eles estavam felizes. Já, Kyungsoo, ficou acanhado, se achando um intruso entre eles.

– É muito bom te ter aqui, tio! O Chanyeol sabe que chegou? – o moreno perguntou empolgado, caminhando até o namorado e entrelaçando suas mãos novamente.

– Ainda não. Eu fui vê-lo mais cedo, só que ele estava na casa da irmã. Só encontrei a senhora Do. – Changmin se aproximou de Kyungsoo e o abraçou de forma desengonçada. – Como vai você, Kyungsoo?

– Estou muito bem, senhor Park. Feliz com a sua volta. – o respondeu timidamente, vendo o seu sogro revirar os olhos, demonstrando estar enciumado.

– Agora é o momento em que vocês me ignoram e dão atenção apenas para o meu irmão. – os demais riram de sua manha, achando incrível a semelhança entre ele o filho.

– Nós amamos você também, senhor Kim! Você é o melhor sogro do mundo. – Kyungsoo e Yunho haviam criado um laço muito forte, com apenas uma semana de convivência. O mais velho adorava o genro e sabia que se sua mulher estivesse viva, também se encantaria com ele.

– Seu bajulador! – exclamou o mais velho entre eles, arrancando mais risadas que foram interrompidas pela voz de Jongin, que se lembrara de que tinha um joga para ganhar.

– Caramba, precisamos ir! Hoje tem jogo e nós vamos nos atrasar. – caminhou até a porta e a abriu. – Esperem por mim, eu irei trazer o troféu para a casa! – exclamou convencido e Kyungsoo revirou os olhos, se despedindo e deixando-se guiar pelos passos apressados do namorado.

Yunho sorriu para a porta se fechando, sentindo uma enorme nostalgia ao se lembrar de quando passava as tardes jogando basquete com o filho, mesmo ele sendo pequeno e um tremendo desastre.

– Ele está cada vez mais parecido com a mãe. – disse e Changmin o olhou, levando uma das mãos até o ombro do irmão e o fazendo olhá-lo também.

– Não. Ele está cada vez mais parecido com você.


(Quebra de tempo) 

Pov Kyungsoo 


Chegamos na escola, mas eu tive que me separar de Jongin, já que o mesmo teria treino e não me deixaram acompanhá-lo.

Estava procurando pelos meus amigos, mas a escola parecia ainda mais cheia. Haviam muitos alunos do colégio adversário e eu me sentia como se fosse uma pequena formiga entre eles.

Isso me assustava, pois mesmo alguns de meus amigos serem tão altos quanto eles, eram muito carinhosos comigo e eu nunca me sentia sozinho. Diferente do que se passava agora. Talvez seja um mínimo trauma, já que alguns deles me lembravam dos garotos que me bateram uma vez.

Balancei a cabeça, me livrando de tais desagradáveis lembranças, e me apressei, passando por todos de cabeça erguida e suspirando aliviado ao me ver no pátio onde, por incrível que pareça, estava muito menos movimentado.

Ao longe consegui avistar Baekhyun e Luhan, ambos parecendo concentrados em qualquer coisa que não fosse a minha aproximação. Acho que eles nem notaram a minha presença, já que eu tive que gritar para ser visto.

– Soo! – exclamaram juntos e correram para me abraçar, quase me derrubando no chão com ambos em cima de mim.

– Calma, meus bebezinhos, eu sei que sentiram a minha falta. Afinal, fazem quatorze horas que não nos vemos. – brinquei e os vi revirar os olhos, logo podendo avistar Sehun e Taehyung se aproximando.

– Que bom que chegou, Kyungsoo. Estávamos a ponto de ter um treco. – Taehyung parecia ansioso e deixou um beijo em minha bochecha, parando ao meu lado e passando um dos braços em torno do meu pescoço.

– Menos eu. – Sehun fez carinho em meu cabelo e eu sorri agradecido, me sentindo muito mimado pelos meus amigos.

– Nem tenta pagar de machão, Sehun. Você era o mais agoniado. – Luhan o abraçou de lado, me fazendo gargalhar alto, assim que o mesmo enlaçou suas pernas às dele e ficou pendurado.

– Para com isso, seu macaquinho!

– Ownn, mas que ânsia de vômito. – a voz divertida de Jungkook se fez presente e nos fez olhar em direção à ele, que se aproximava junto de um Jimin sorridente.

– Ah, Kookie, estragou o momento! – Jimin começou a gargalhar, sendo seguido por mim, assim que vimos Luhan cair de bunda no chão.

– Vai mais, seu trouxa. – Baekhyun tirou sarro da situação e se colocou ao meu lado, também me abraçando.

– Olha, ‘cês me respeitem, em, seu bando de indigentes!

– Luhan, meu amorzinho, você sabe o que essa palavra significa? – Taehyung o perguntou e parecia ansioso por sua resposta, o que me deixou confuso, já que nem ele mesmo deveria saber.

– Você sabe? – Luhan o respondeu com outra pergunta e os outros reviraram os olhos, como se estivessem cientes do que viria a seguir.

– Eu sei, mas não sei explicar. Mas não foi isso o que eu te perguntei!

– Vamos parar os dois?! Nós temos assuntos a tratar. – Baekhyun os repreendeu e eu os achei adoráveis, assim que um mostrou a língua para o outro e sorriram logo depois.

– Que tipos de assuntos? – os perguntei, não entendendo o motivo daquele encontro que parecia mais uma reunião.

– Eu também quero saber. Eu só vim aqui porque o Tae também está aqui. – Jimin murmurou inocentemente, recebendo olhares em sua direção, quais o fez arregalar os olhos. – Q-Quer dizer, eu teria vindo caso ele não estivesse aqui também.

– Falso! – Sehun e Jungkook exclamaram em uníssono, sorrindo um para o outro como se aquilo fosse algo incrível. E eu só sabia rir de suas fofuras, que, de alguma forma, pareciam estar transbordando hoje.

– Certo, certo, certo. Irei explicar para vocês. – Luhan, parecendo o líder do nosso bando, se manifestou, mas teve sua atenção desviada para algo atrás de Jimin. Algo esse que na verdade era alguém, melhor dizendo, dois alguéns.

Taemin e Minho caminhavam em nossa direção e o último citado mantinha a cabeça baixa, parecendo hesitante devido a lentidão em que seus pés se moviam. Eu não sabia demonstrar reação alguma, não é como se eu conseguisse guardar mágoas de Minho, mesmo depois de tudo o que ele fez. E, se eu consegui perdoar o Taemin, também consigo perdoá-lo.

– Oi, pessoal. – Taemin nos saudou sorridente, muito contente para quem tinha o namorado sendo morto pelo olhar fulminante de Sehun.

– Olha, não me leve a mal, Taemin, mas eu não consigo me manter no mesmo local que esse daí. – Sehun cruzou os braços, olhando de forma nada amigável em direção a Minho, que não fez menção alguma de demonstrar algo. Ele parecia diferente.

Meus amigos ficaram calados, apenas os observando e esperando por respostas. Taemin ficou quieto também e eu o entendia perfeitamente. Não é fácil ter as pessoas apontando o dedo para quem amamos, independente de quem seja, mesmo que esse alguém mereça tal tratamento.

– Eu sei... – para a minha surpresa, Minho se pronunciou e ergueu a cabeça, demonstrando sua expressão séria e tendo toda a nossa atenção em si. – Eu sei que vocês não gostam de mim e não os culpo por isso, afinal, a culpa é toda minha. Olha, eu serei rápido, pois isso está se tornando mais difícil do que pensei. – dividiu o olhar entre nós e me deixou extremamente curioso, mesmo tendo uma vaga noção do que poderia ser a sua missão. – Eu estou aqui para me desculpar. Me desculpem pelo mal que causei à vocês, me desculpem por ter sido tão imaturo e precipitado. Eu ensaiei todo um discurso para esse momento, mas as palavras fugiram do meu alcance. Vocês não precisam ser meus amigos ou conversarem comigo por educação, eu só estou pedindo perdão. Tenho intenção de pedir desculpas ao Jongin também, mas irei esperar o jogo acabar. Até lá, será que vocês poderiam pensar?

Não sei se foi o fato dele estar se desculpando, mas Minho pareceu tão inocente, que pude imaginá-lo com uma voz de bebê. Suas palavras me pegaram de surpresa, mas eu já tinha a minha resposta na ponta da língua:

– Eu te perdôo. – foi só o que consegui dizer, enquanto o oferecia um sorriso.

– Eu também te perdôo. Mas… O que você fez para mim? Tipo, é bom você me dizer agora, pois eu só vou perdoar mesmo depois de meter o tapão. – Taehyung me soltou e olhou de forma questionadora para o Minho, mas ninguém o levou a sério, já que começamos a gargalhar, agradecendo aos céus por tê-lo feito falar e quebrar a tensão que havia se instalado.

– Tae, você é um bosta, cara. Te amo! – Baekhyun também me soltou e foi até ele, o abraçando e me deixando enciumado. Afinal, Baekhyun é o meu melhor amigo, a palavra “meu” já diz tudo.

– Eu amo muito mais do que você. Sai, Baek. – Jimin pareceu ficar com ciúmes também e se aproximou de ambos, abraçando Taehyung de um lado, enquanto Baekhyun o abraçava do outro.

– Ai, já vi que hoje vou enfrentar um longo enjôo matinal. – Jungkook murmurou contrariado, não dando importância para o pedido de desculpas de Minho e nem mesmo ligando para a sua existência.

– Gente, vocês estão mudando o foco e ignorando o meu namorado! – Taemin ria também e parecia gostar do clima, apesar de não estar tendo o namorado sendo incluído na conversa.

– Eu… – a voz grave de Sehun nos fez cessar os risos e olhá-lo de forma preocupada. O mesmo não olhava para Minho e fazia de tudo para que seus olhares não se encontrassem. – Eu irei esperar você pedir desculpas para o Jongin, primeiro. Sinto muito, mas eu só acredito vendo.

Minho concordou freneticamente e, caramba, ele estava muito nenenzinho naquele fim de tarde. Estava sendo impossível não sorrir ao observá-lo.

– Bom, eu também irei te perdoar. Mas eu quero a sua ajuda com uma coisa. – Luhan, sendo o único que faltava se pronunciar, olhou para ele e o ofereceu um sorriso simpático, o que com certeza incomodou Sehun, já que ele bufou e balançou a cabeça em negação.

– Q-Que coisa? – é, eu também gostaria de saber.

– Vem até aqui. – Minho se aproximou dele relutante, engolindo em seco ao estar entre ele e Sehun e me fazendo segurar uma risada pelos sentimentos negativos que vinham do mais alto. – Está vendo aquela garota ali? – apontou o dedo e eu o segui, mudando a minha expressão rapidamente, assim que vi a falsa noiva do meu namorado.  – Então, ela fez algo ruim para o nosso Kyung, e eu quero que ela pague por isso.

Eu continuei a olhando, sentindo o vento bater contra o meu rosto e arregalando os olhos ao perceber algo que antes não foi possível. O vento fez com que o cabelo dela se afastasse de seu rosto, dando visão à sua face por completa.

Era ela. Eu tinha certeza. Naquela época o cabelo dela estava curto e pintado de vermelho, sem franja ou com aqueles enfeites delicados. Era a garota que me encurralou no banheiro e deixou com que quatro garotos me machucassem de forma tão covarde.

Inconscientemente, levei uma de minhas mãos até o meu estômago, me lembrando dos golpes que havia levado ali e sentindo uma imensa vontade de chorar.

– Kyungsoo! – a voz preocupada de Baekhyun me fez sair de meu transe e olhar rapidamente para o Sehun.

– Foi ela, Sehun! Foi ela! Ela quem me encurralou no banheiro. Ela quem mandou os garotos me baterem. – o tom de minha voz era sôfrego e pude ver o espanto na expressão do mais alto, que tinha os olhos arregalados.

– Como é que é? – me assustei ao escutar a voz de Jongin, me voltando até a origem do som e o vendo tão surpreso quanto os outros.

Ele virou as costas e passou a caminhar rapidamente, em direção à ela. Eu me apressei em seguí-lo, tentando impedir o que pudesse vir a acontecer. Mas, me deixando ainda mais desesperado e surpreso, Baekhyun passou por nós, correndo o mais rápido que podia.

– EI, VOCÊ! – a chamou e o meu coração parou, assim que ela o olhou e teve seu cabelo agarrado pelo mesmo.


Notas Finais


Pessoal, eu sei que tem alguns que se sentirão incomodados com o último parágrafo, mas eu quero lhes tranquilizar e dizer que o Baekhyun não irá agredir a moça, ok? Terá sim algo baseado no último parágrafo, mas daí será só no próximo capítulo, que sairá o mais rápido possível rs. Espero que tenham gostado!

Até mais! ❤


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