História Eu era Rebecca - Capítulo 28


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Palavras 1.270
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Meus anjinho queridos, não me matem por favor. Eu sei que venho demorando para lhes dar capitulos novos, mas com a faculdade agora tudo ficou muuuuuito mais dificil. Estou em época de provas e isso ta tomando muito tempo da minha rotina, mas eu prometo voltar para vcs meus anjos queridos <3 espero que gostem muito desse capitulo e da nova Rebecca. Ops Maya <3 Beijos no coração <3

Capítulo 28 - Inimigo mortal


Maya

Sozinha, novamente. Isso começou a virar rotina na minha vida e agora eu acho que já comecei a me acostumar. Deitada nessa cama eu começo a pensar na minha vida de agora em diante. Estou noiva. Não de verdade, de um homem de verdade, de uma pessoa que eu ame. Mas estou noiva. Eu nem sequer me chamo mais Rebecca. Me intitulam Maya agora. Bom, de certa forma eu também não me sinto mais a Rebecca. Eu fui Rebecca. Uma menina inocente, que nunca havia se apaixonado na vida por alguém e que seu primeiro "amor" fudeu minha vida por completo. Acostume-se "Maya", essa é sua nova vidinha de merda.

Sem notar, eu adormeço em meio aos meus pensamentos profundos. Meu corpo descansa entre meus profundos suspiros e se arrepia, quando em meus sonhos eu encontro com Luan. Ele segura em minhas mãos com tanta doçura que eu sinto quase como se isso tudo fosse real. É como se ele estivesse aqui de corpo presente. Ele não diz nada, apenas me observa como quem sente saudade. Coloca uma mecha do meu cabelo por de tras da minha orelha esquerda e sorri pra mim, e que sorriso lindo ele tem.

- Você nem faz idéia de como eu sinto sua falta Luan..

- Confie princesa. Confie.

- Confiar em que? Em quem?

Ele apenas me olha, não consigo decifrar o que ele tem no olhar, suas mãos me soltam e ele some, bem diante de meus olhos ele desaparece e eu desperto assustada. Num pulo, meu corpo se joga pra cima fazendo eu me sentar na cama ofegante e com os cabelos suados. Meu corpo todo treme como se buscasse voltar pra realidade mas sem sucesso. Minhas mãos buscam meu rosto gelado, esfregando a palma da mão por toda face tentando acordar. Minha boca está seca, preciso de água.

Busco meu chinelo com a ponta dos dedos para fora da cama, e rapidamente me levanto. Ao descer as escadas noto que os seguranças estão sempre alerta e não retiram os olhos de mim um minuto sequer. Na cozinha haviam 3 que jogavam cartas, e quando eu apareci diante da porta, eles levantaram rapidamente para me abordar:

- O que esta fazendo fora da cama uma hora dessas?

- E-eu senti sede...

- Não deveria estar aqui.

- Não deveria sentir sede, mas fazer o que. Sou um ser humano, e tenho necessidades basicas.

- Mocinha você quer se encrencar? - ele se aproxima de mim pronto pra me prender em seus braços, mas um deles interrompe seus passos.

- Ei Marcos, deixa a garota, ela só está com sede.

- Então sirva ela você mesmo, mas se o Caio descobrir que você anda sendo bonzinho com ela, eu não me responsabilizo. 

- Deixa que com o Caio me viro eu. Agora vai fazer a ronda. Tá na hora.

Ele antes de sair da cozinha me olha com raiva e deixa o ambiente bufando como se fosse explodir.

- Me chamo Logan - a voz doce e amigavel do rapaz que me amparou corta meu devaneio sobre o primeiro inimigo que tive nessa casa - Mesmo que eu tenha te defendido agora Maya, acho bom você entender que nem todo mundo aqui vai te tratar dessa forma como eu tratarei você. Muitos estão aqui apenas para cumprir ordens, então evite sair do quarto de madrugada. Você tem um interfone la no seu quarto. Te dou o número do meu ramal, e quando precisar de qualquer coisa independente do horario, é só me ligar que eu providencio pra você. Mas tome cuidado. 

Ele me entrega o copo de agua com um pequeno sorriso e eu retribuo a ele. Logan é um belo rapaz. Alto e bem forte, uma voz grossa porém doce e gostosa de se ouvir. Ele tem os cabelos castanhos claros e olhos acinzentados de uma forma curiosa. Seu sorriso é de todo estonteante. Arrisco dizer que seu charme é muito maior do que o de Caio. Acho que farei um amigo.

- Obrigada Logan, muito gentil. Vou voltar pro meu quarto, não quero trazer problemas pra você.

Deixo o copo sobre a pia e subo rapidamente as escadas, ia abrir a porta do meu quarto, quando uma mão grande e forte me segura com brutalidade me fazendo assustar no escuridão do corredor:

- Não pense que só por que o Caio come essa bucetinha você está livre. Não desobedeça mocinha, ou eu vou fazer da sua vida um inferno. Você sabe o que acontece quando alguém nessa mansão não cumpre com as tarefas passadas pelo Senhor Caio? Morre. E eu não vou morrer por que você não conseguiu controlar a sua sede. O Logan é um troxa de colocar a vida em risco por causa de mais uma putinha que da pro nosso chefe e nem sequer dorme na mesma cama que ele. Toma muito cuidado pra não esbarrar comigo de novo. Muito cuidado.

Ele me solta e some instantaneamente na escuridão, me deixando apavorada. Ele claramente me ameaçou, por causa de um copo de agua. Eu definitivamente não comecei bem minha estadia aqui.

Eu adentro meu quarto e me deito novamente. O sono chega rapido e em poucos minutos eu adormeço.

*********

Eu acordo. Uma mão passeia pelo meu corpo em minhas partes mais intimas. Ela me faz carinho e me aperta sutilmente, um corpo quente está colado ao meu embaixo desse coberto e isso me deixa esitante por conta da noite passada. Sem muita certeza de quem seja, eu viro devagar pra ver quem está deitado comigo e me tocando dessa forma.

Caio. Pelo menos alguém que eu conheço. Ele sobe por cima de mim, e eu noto que ele ja se encontra sem suas roupas, e com um cheiro forte de alcool. Ele esta bebado?

- Caio, o que você está..

- Xiii...  Tira a calcinha.

Seu bafo de cachaça enebria minhas entranhas e eu quase fico bebada só de respirar o mesmo ar que esse homem. 

- Caio, eu...

- Rebecca tira a porra da calcinha. Daqui a pouco viram mudar seu visual, e eu quero foder essa minha Rebequinha bem gostoso antes de você ser  a Maya.

Meu rosto esta paralizado, sem reações. Eu sei que devo obedecer sua ordem antes que ele defira um tapa na minha cara ou queira me punir por isso. Fazendo de seu desejo uma ordem, eu tiro minha calcinha ainda com ele no meio de minhas pernas.

- Isso, minha vagabundinha... - ele brinca com seu membro na entrada da minha vagina e sem mais delongas, ele introduz seu penis sem lubrificação com força e rapidez fazendo uma cara de dor surgir em minha face.

Ele sorri com uma cara extremamente nojenta enquanto eu uivo de dor. Ele abafa o som dos meus gemidos com a mão, enquanto me fode com tesão e volupia. Ele me vira de bruços na cama, e sussurra em meu ouvido:

-  Morde o travesseiro.

Eu fiz da maneira que ele me pediu, e na mesma hora eu senti algo pressionar a passagem do meu anus. A dor era infernal e eu me revirava na cama para tentar estancar aquela agonia. Lagrimas de desespero desciam pelo meu rosto, mas eu não ousava soltar um gemido sequer. Em poucos minutos senti seu liquido quente escorrer por dentro de mim, descendo pelas minhas pernas e melando a cama que eu estava deitada.

- Vá tomar um banho safada. Engole esse choro que já vou mandar subirem. Depois de pronta eu quero te foder de novo. Tchau.

Usada, descartada, e abandonada. Essa era minha nova vida.

 



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