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História Eu escolhi te amar ( imagine Finn Wolfhard and you) - Capítulo 5


Escrita por: leila_lislie

Notas do Autor


Oi lindos.

Capítulo 5 - Capítulo cinco.


Silêncio. Confusão. Contradição. 

Eu não conseguia mais entender oque estava acontecendo comigo. Logo eu, que sempre fui tão racional, estava sendo devastada por uma avalanche de sentimentos que eu não sabia que existiam em mim. 

Era confuso e tanto quanto confuso, era gostoso pra caralho, suave, quente e, com certeza inesquecível. 

Inesquecível por que aquela com certeza foi a coisa mais louca que eu já fiz em toda a minha vida. 

Eu queria parar, queria mesmo interromper aquele beijo, mas me faltou força. Principalmente por que Finn era tão delicado e ao mesmo tempo tão intenso que, quando dei por mim, já estava deitada de lado, totalmente virada para ele, ficamos frente a frente, e ele me abraçou de uma forma a unir nossos corpos, com o seu braço ao redor da minha cintura. 

O mundo estava acabando lá fora, e, por mim podia acabar, eu não ligava, não mais, desde que me dei conta que estava fazendo algo que, com certeza, me arrependeria por todo o resto da minha vida. 

Os meus pensamentos se transformaram em um emaranhado de informações e meu corpo só sabia reagir a Finn. Era difícil saber para qual direção eu deveria ir, na verdade, eu sabia exatamente oque deveria fazer e pensava: "Faz ele parar", ao mesmo tempo em que levei minha mão para o rosto dele, intensificando o beijo. 

Uma voz na minha mente dizia insistentemente: "Tira a mão dele dali", quando eu senti ele tocar minha cintura por baixo do pijama. Meu coração batia forte, rápido, e a voizinha na minha cabeça dizia, mais baixo dessa vez: "Se afasta", quando em um movimento rápido, ele se pôs sobre mim e eu apenas deixei que isso acontecesse. 

A voz imperceptível dizia: "Você tem que parar, isso não é certo", enquanto eu senti meu corpo ser coberto pelo dele, e, minhas mãos, como se estivessem obedecendo apenas aos meus instintos e ignorando completamente os comandos do meu cérebro, passavam pelo corpo dele, sem qualquer inibição. Eu estava completamente irreconhecível por que avia perdido toda a vergonha. Em todos os sentidos possíveis. 

Eu me sentia confortável tendo o corpo dele sobre o meu, e quando Finn interrompeu o beijo, contra a minha vontade, e afastou o seu rosto do meu, o suficiente para me olhar eu tive um lampejo de sanidade que não durou mais do que alguns poucos segundos. Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, agir de forma sensata, ele passou a beijar meu pescoço, e, pelos meus lábios, que foram entre abertos para pedir que Finn se afastasse, escapou um murmúrio ininteligível que era uma mistura de surpresa com exitação e sei lá mais o que. E minhas mãos, que eu avia levado estrategicamente até os ombros dele, para afastá-lo de mim, o segurou firmemente e eu não permitiria que ele se afastasse mesmo que ele quisesse. 

Eu estava me deixando ir cada vez mais longe e fundo. Eu já estava entregue a ele e não havia mais salvação quando, de repente, o celular tocou e o seu toque reverberou pelo quarto me assustando, e, inconscientemente, por impulso, empurrei Finn para o lado, o tirando de cima de mim, e me sentei sobre a cama, exatamente como quando tenho um pesadelo horrível e intenso 

Eu estava tão assustada que não percebi que o que eu havia feito e só me dei conta quando ouvi Finn perguntar:

— Oque deu em você?

Foi então que eu percebi que ele havia caído da cama, por minha causa.

Eu não tive tempo de me desculpar por que o celular tocando foi oque tomou meu foco. Peguei o aparelho em mãos vendo um número desconhecido estampado na tela. Eu atendi a chamada e ouvi ela dizer:

— Tudo bem por aí, irmãzinha? 

Katarine estava bêbada. Tão bêbada que se fazia notar a sua embriaguez só pelo tom de voz e a forma como pronunciou as palavras. Eu saí do quarto as pressas, para falar com ela melhor, longe de Finn. 

— O que aconteceu? Por que você sumiu?._perguntei num misto de irritação com medo e desconfiança.

— Nada aconteceu. Eu só vi suas mensagens agora. O Finn tá aí? 

— Sim._respondi baixo, sendo sufocada pela culpa. Eu ainda me sentia quente como o inferno pelo ocorrido recente e me sentia envergonhada por estar falando com Katarine logo em seguida. 

— Ok, eu já estou indo para casa, eu chego aí em algumas horas._ela disse e eu ouvi alguém chamar ela ao fundo. Ela falou antes de desligar: — Tenho que ir, tchau._e simplesmente desligou na minha cara. 

Eu voltei para o quarto e vi Finn sentado na cama. Vi apenas oque a iluminação permitia ver. Eu coloquei o celular sobre o criado mudo e disse:

— Vamos dormir. 

Ele perguntou: 

— Quem era? 

E eu paralisei. 

— Oque?._fingi não ter entendido, me fazendo de boba.

— Quem era no telefone?._ele perguntou em um tom de voz bem sério. 

— Ninguém. Quando eu entendi ninguém disse nada. Estranho, né?._eu continuava péssima em mentir e pelo visto morreria assim. 

— Por que você saiu do quarto para atender?

— Finn, por favor, vamos dormir, ok? Não era nada demais._já deitada, eu o puxei para se deitar também, e, meio resignado, ele o fez. 

Em poucos minutos Finn pegou no sono, mas eu não. Eu estava inquieta demais para apenas dormir e, assim que tive certeza que ele dormiu, sai da cama e peguei meu celular antes de sair do quarto.

O sol já havia nascido quando Katarine finalmente chegou. Eu estava na cozinha fazendo café fresco quando ouvi a porta da sala ser aberta. 

— Bom dia pra melhor irmã do mundo._ela disse alegremente enquanto me abraçava por trás. Eu pude sentir o cheiro de álcool emanar dela e por isso eu a afastei. 

— Você é uma idiota! Sabe quantas horas passou desde aquela ligação?._disse irritada. 

— Onde está o Finn?._ela perguntou parecendo finalmente se dar conta da gravidade da situação.

— Dormindo. E você precisa tomar um banho bem tomado por que eu tô sentindo o fedor da bebida daqui._fiz uma careta e ela mostrou a língua para mim, dando um show de maturidade. 

— Eu vou tomar banho, e preciso do pijama._ela avisou.

— Está no meu quarto, é só pegar._disse me voltando para oque fazia antes. 

— Hey, irmãzinha._ela me chamou e eu a olhei. — Obrigada, você é demais. A melhor irmã do mundo. Sabia que poderia confiar em você.

Dito isso, ela saiu me deixando carregada de culpa para trás.



Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro e até o próximo cap.


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