História Eu estava bem melhor antes de você - Capítulo 23


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Visualizações 127
Palavras 1.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 23 - Céu azul


Layla

Eu não conseguia dormir, e Carl também não, ele se mexia direto na cama, colocava de vez em quando o braço em meu rosto, me esmagava contra a parede na tentativa de se “alongar” em busca da posição perfeita. O empurrei rindo baixinho, enquanto nos ajeitávamos para ficar um de frente pro outro.

-Estou sem sono.

-Eu também, tá difícil, eu não consegui esquecer o que você fez.

-Ah Carl, foi só um soquinho de nada- brinquei, ele me encarou sério tentando mostrar raiva, mas não adiantou.

-Eu vou te matar!- ele disse rindo.

-Cala a porra da boca!- rimos. Mas, logo, as risadas foram parando, ficando apenas um sorriso lindo em seus lábios rosados, ele me encarou fixamente, e se aproximou lentamente de mim, seu olho azul estava fixo na minha boca, eu abri um sorriso malicioso enquanto me aproximei dele também, envolvi meu braço em seu pescoço o puxando para mim- Seja lá o que for fazer, faça logo.

-Para de estragar o momento. - ele parou, seu rosto estava á milímetros do meu, observei seus detalhes com calma. Uma faixa cobria seu olho que eu já vi sangrar, seus cabelos negros e compridos cobriam a mesma um pouco, ajeitei a mecha que caía sobre seu outro olho, suas sardas meio apagadas pela puberdade ainda permaneciam ali, sorri voltando a olhar para sua íris azul, pela pouca iluminação no quarto, apenas um abajur velho sobre nossas cabeças, o seu olho parecia um céu de noite, completamente obscuro mas sem perder a vantagem de suas estrelas, que estavam mais para buracos negros. Estranhei, mesmo com um sorriso, ele parecia triste, vazio.

-O que foi?- perguntei preocupada. Ele balançou a cabeça.

-Você disse, disse boa noite amor. –assenti confusa- É estranho- ele sorriu brevemente olhando para baixo- só minha mãe me falava isso, ouvir isso de outra pessoa, outro grande amor meu, significa muito pra mim- abaixei também levantando seu rosto para me olhar, sorri mostrando todos os dentes.

-Ainda me ama, por isso?- ele riu revirando o olho.

-Claro que não é só por isso.

-É pelo que então?- desafiei.

-Por tudo- ele encostou sua boca á minha me beijando suavemente e brevemente- pelo seu sorriso, pelas suas covinhas- ele sussurrou ao pé do meu ouvido, e foi formando uma trilha de beijos pelo meu pescoço logo voltando para minha boca, ele se ajeitou me envolvendo em seus braços e se levantando para ficar no meio das minhas pernas- pelo seu corpo- ele sussurrava para mim de um jeito sexy que me envolvia completamente, sua voz ecoava em meus ouvidos, ele estava me hipnotizando, sua respiração quente em meu rosto, comecei a beija-lo de forma mais suave- seu beijo...... suas caricias.... sua risada.... seu coração partido que eu quero concertar- minha respiração acelerou assim como meus batimentos- eu amo você Layla.

-Eu amo você Carl- sussurrei de volta.

Seus beijos me envolviam num conforto inexplicável, aquilo que eu sinto por ele não é uma coisa que eu poderia resumir em palavras, isso seria simples demais, eu o amo, eu o desejo.  Permiti passagem para a língua, sem pensar duas vezes. Ele me ajeitou na cama para uma posição mais favorável e confortável para ambos, ele se enfiou entre minhas pernas deslizando as mãos pelo meu corpo já quente, a temperatura já havia subido, e eu clamava pelo seu corpo, tirei sua camisa, ele colaborou sem mais nem menos, ele estava agitado, sim, isso se percebia de longe, quero ver até onde vai esse fogo. Ele me encarou e separou o beijo.

-Tem certeza que consegue continuar?- perguntou, sorri e acariciei sua bochecha com sardas.

-Com você eu faço qualquer coisa- avisei num sussurro, ele se aproximou devagar olhando-me fixamente, de forma que me fez esquecer do resto do mundo, naquele céu azul eu me perdia sem me importar com o que iria acontecer, foda-se o resto do mundo acabado que vivemos.

Ele me puxou pela cintura com uma pegada firme, ele voltou a me beijar, beijar meu pescoço, parecia enlouquecer-se pelo meu cheiro, suas mãos calejadas deslizaram até a barra da minha calça, desabotoando a mesma, e a puxando para baixo, a tirando de mim, logo depois fez o mesmo com minha regata, me deixando seminua, Carl se paralisou por uns momentos, nunca tinha me visto assim, pensei que estaria surpreso, mas ele acabou por esboçar um sorriso malicioso em seus lindos lábios rosados, levou sua boca até os meus seios suavemente me beijando, minha respiração parou por breves segundos pela tensão que se formou no meu corpo, arqueei a coluna, num golpe ele beijava minha barriga me causando arrepios, eu delirava em desespero interno, eu estou aqui por que quero, eu aceitei, isso nunca acontecia por minha vontade, nunca, isso significa muito para mim, esse momento, o meu agora. Balancei a cabeça afastando quaisquer pensamentos que me levassem a interromper esse momento. Carl voltou para minha boca, me tirando o folego, me levando ao céu com tamanho pecado.

Puxei sua calça, logo levando sua cueca junto, sem me importar, eu quero, eu preciso, Carl puxou minha calcinha com força fazendo a mesma estourar, sem mais nem menos, ele já havia começado, fez movimentos suaves e se mexia com calma, eu sentia sua respiração quente em meu pescoço, seu corpo estava pegando fogo colado ao meu, apertei seu braço e o puxei mais para mim ele logo me entendeu e começou a se acelerar, colocando mais seu de peso sobre mim, me deixei levar, revirei os olhos de prazer e passei minhas unhas pelas suas costas o arranhando, ele soltou um gemido de dor baixinho mas nenhum momento parou de se mexer dentro de mim, minha respiração cortada, minha cabeça estourava eu sentia que iria ter um orgasmo, pensamentos entranho sussurravam em meu ouvido, tentei não prestar atenção, mas conseguia entender, eles sussurravam á morte, ao desespero, á uma vida de loucuras por amor, minha mente se formou um caos do nada, me contrai, me revoltei, não, nada vai estragar esse momento.

-Carl! Eu......- nem terminei de falar e senti algo saindo de mim, eu já senti um alivio imediato, mas o Carl não parava, continuava, via ele fazendo uma careta pelo seu esforço e logo cedendo seu corpo suado sobre o meu. Consumidos pelo cansaço. O que iriamos fazer á partir de agora? Olhei de canto para o Carl, nos encaramos sorrindo e logo depois rindo. Com certeza tendo noção de nossa loucura. Mas, eu não me importo, se ele estiver comigo nesse mundo, nada irá me derrubar.

Nada.  



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