História Eu Estive Aqui - Camren - Capítulo 7


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Categorias Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Liam Payne, Niall Horan, Normani, One Direction, Zayn Malik
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Liam Payne, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Camren, Fifth Harmony, Norminah, One Direction
Visualizações 114
Palavras 1.538
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Bolinhos, como vocês estão?
Resolvi voltar mais cedo essa semana hahaha porque vocês estão merecendo. Estou muito feliz pela receptividade calorosa que estão recebendo essa adaptação e eu espero que fiquem aqui comigo até o final.
Então sem mais delongas, boa leitura a todos e divirtam-se!

Capítulo 7 - Posso Fazer Isso Sozinha


Fanfic / Fanfiction Eu Estive Aqui - Camren - Capítulo 7 - Posso Fazer Isso Sozinha

 

POV LAUREN

Chego tarde da noite em Tacoma, mas o sofá está arrumado para mim e tem um bilhete de Ally.

“No caso de não querer dormir lá em cima, durma bem!”

Sorrio com sua atenção e me deito ali mesmo. Fico pensando em tudo o que tem acontecido nos últimos dias.

Meu namorado não gostou nada de saber que eu voltaria para cá, na cabeça dele eu tinha conhecido alguém e eu nem podia negar esse fato. Eu conheço todos os colegas da república de Dinah agora. E minha mãe nem havia me questionado, então eu não tinha motivos para deixar de vir, certo?

Pela manhã, Liam e eu vamos para o seu quarto, que tem, tipo, cinco computadores, todos ligados e zumbindo. Ligamos o de Dinah. Ele abre primeiro o programa de e-mails.

—Não sei se vamos conseguir recuperar os e-mails apagados. – Ele fala depois de fuçar um pouco. —O gerenciador de e-mails dela está configurado para usar IMAP, logo, assim que as mensagens são apagadas daqui, elas também são deletadas do servidor.

Faço um meneio de cabeça, como se eu tivesse entendido.

Ele clica no arquivo protegido e volta a falar:

—Ela provavelmente queria apagar isto também, mas por algum motivo a encriptação foi corrompida e isso evitou que o computador deletasse o arquivo.

—Como assim?

—Você encontrou isso na lixeira, não foi? – Eu assinto. —Ela deve ter tentado esvaziá-la, mas olhe…

Ele abre o menu e seleciona “esvaziar lixeira”.

—Não! – Eu grito.

Ele levanta a mão para eu ficar quieta. Algumas das coisas são apagadas, mas então uma mensagem de erro diz: “A operação não pode ser concluída porque o item ‘Pasta sem nome’ está sendo utilizado.”

—Coloquei algumas pastas de teste no lixo para vermos se conseguiríamos apagá-las, mas não a pasta protegida. Não se preocupe, já a copiei para meu computador. Eu diria que ela tentou deletar esta pasta, mas não conseguiu.

—Ah, entendi.

—Seja o que for, é algo que ela não queria que as pessoas vissem. Tem certeza que quer fazer isto?

Balanço a cabela positivamente, mas não tenho certeza nenhuma.

—A questão aqui não é o que eu quero.

—Tudo bem. Tenho um compromisso daqui a pouco, mas vou mexer nisso antes de sair e quando eu voltar para casa. Vai dar um pouco de trabalho, então quanto antes eu começar, melhor.

Estou prestes a me desculpar, mas vejo o prazer nos olhos de Liam, como se eu tivesse lhe dado o maior quebra-cabeça do mundo. Então, apenas lhe agradeço.

Encontro com Ally na cozinha, ela me informa que ela e Niall vão para a faculdade fazer algumas provas, mas voltam a tarde. Antes de partirem, Ally me dá um abraço e diz que é bom me ver. Digo o mesmo a ela, mesmo sem ter certeza das minhas próprias palavras, pois por mais que seja bom ver ela, não é bom estar aqui, ainda mais para investigar a morte da minha melhor amiga.

Decido ir até a cafeteria que tem no final da rua para comer alguma coisa e acado demorando mais do que gostaria. Acabei me distraindo lendo um artigo sobre suicídio. Era impressionante, quanto eu mais lia sobre esse assunto, mais eu me convencia de que Dinah não tinha feito aquilo com si mesma. Ela não se “encaixava” em nada do que uma pessoa que cometia suicídio fazia.

Volto para a república a passos calmos e me surpreendo ao ver Camila sentada na varanda.

Achei que ela não estivesse em casa.

—Lauren? – Ela pergunta surpresa e por um momento quase me arrisco a afirmar que seu tom de voz parece alegre.

—Oi. – Falo sorrindo antes de me aproximar mais de onde ela está.

—O que faz por aqui?

—Vim resolver algumas coisas que estavam pendentes.

—Quer tomar um café enquanto me fala sobre isso? – Assinto e Camila sorri.

Ela abre a porta e um gato cinzento sai correndo de dentro da casa.

—Merda! – Exclama a morena antes de começar a correr atrás do gato.

—O que foi? – Pergunto e a sigo pelo gramado.

—Não deixo ele vir aqui fora, tenho medo dele ser atropelado. – Assinto com a cabeça e observo Camila enfiar a mão numa moita.

Ela tira o gato pelo pescoço e o estende em minha direção para eu vê-lo melhor.

—Como ele se chama? – Perguntou após pegá-lo em minhas mãos. Quando beijo sua cabecinha peluda, ele me arranha bem debaixo da orelha direita. —Ai!

—Ele é um pouco arisco e ainda não tem nome.

—Estou vendo.

Devolvo o gato para Camila.

—Vamos entrar. – Fala a morena sorrindo de forma sem graça.

Camila abre a porta para mim, espera eu passar para fechar a porta e então coloca o gato no chão. Me sento no sofá enquanto Camila acende a luz e vem até mim. Ela se inclina para perto de mim como se fosse me beijar ou fazer algo parecido, cerro os punhos automaticamente. Mas ela só afasta meu cabelo e olha para o meu pescoço.

—Ele te arranhou feio.

Encosto o dedo no arranhão e percebo que está começando a inchar.

—Não é nada.

—Você devia passar uma água oxigenada.

—Estou bem, Camila.

Ela balança a cabeça.

—Ele acabou de usar a caixa de areia, você pode pegar algum fungo ou bactéria.

—Tá, tudo bem, vou passar.

Eu a sigo até o banheiro que está úmido por causa do banho que ela deve ter acabado de tomar. Camila remexe no armário de remédios e tira um frasco de água oxigenada lá de dentro. Umedece um lenço com um pouco do líquido e volta a se inclinar para perto de mim. Eu pego o lenço de sua mão.

—Posso fazer isso sozinha.

—Está doendo? – Camila pergunta assim que sento ao seu lado na varanda.

—Não.

Ela acende um cigarro e me oferece um. Mas eu recuso, pois não fumo.

—Então, o que te traz aqui?

Explico a ela sobre o computador de DJ, os arquivos apagados, a pasta protegida e Liam, o esquisito, como o pessoal daqui da república o chama.

—Não acho que seja uma boa ideia mexer nisso, Lauren.

—Por quê? Você têm algo a esconder?

—Mesmo que tivesse, mexer no computador de Dinah não revelaria nada. Só não acho que deva ficar se metendo em assuntos pessoais como esse. – Ela fala dando de ombros.

—Depois que você morre, deixa de ser uma pessoa, então a questão do que é pessoal ou não, se torna discutível. – Falo convicta.

—E o que a alma de DJ falaria para você?

—Ela me incentivaria, caso desconfiasse das mesmas coisas que eu. Dinah adorava desvendar as coisas também!

—O que exatamente você está procurando?

—Não sei direito. Mas algo me cheira mal.

—Como assim? Como se ela tivesse sido assassinada? – Camila hesita ao mencionar a última palavra.

—Não sei o que estou pensando. Mas tem algo estranho nisso tudo, de suspeito. Em primeiro lugar, o fato de que Dinah não era suicida. Tenho pensado muito nisso. Ainda que eu não soubesse o que estava acontecendo quando ela se mudou para cá, eu a conheci a vida inteira. E, em todos esses anos, ela nunca pensou nem falou no assunto. Então aconteceu alguma outra coisa. Algo que a empurrou da beira do precipício.

—Algo que a empurrou da beira do precipício. – Repete Camila. Ela balança a cabeça e acende outro cigarro. —O que exatamente?

—Não sei. Mas tinha uma frase no bilhete de suicídio dela, sobre a decisão ter sido apenas dela e de mais ninguém. Ora, de quem mais poderia ser?

—Talvez ela tenha escrito aquilo para isentar você.

Eu olho em seus olhos por mais tempo do que seria confortável.

—Bem, ela não conseguiu.

Começa a chover, então Camila e eu voltamos para dentro. Ela prepara algo para comermos. Após a refeição já passamos uma hora inteira juntas. A casa está vazia e não temos nada para conversar. Camila sugere uma volta até o centro da cidade, mas está frio demais lá fora e não estou com vontade de ir a lugar algum.

—O que quer fazer? – Pergunta ela.

—Podemos ver TV! – Sugiro.

Camila parece surpresa, mas liga a televisão e me dá o controle remoto. Sentamos lado a lado enquanto o gato dela se aninha entre nós. O telefone de Camila não para de vibrar e tocar. Quando ela vai até o outro cômodo para atender, ouço-a falar: Acabei me enrolando aqui, se der a gente se vê amanhã. Escuto também uma conversa constrangedora em que ela explica várias vezes para uma garota, que só pode ser burra, chamada Bethany, por que não pode ir a casa dela. Camila repete o tempo todo que talvez ela possa vir aqui. Fala sério, Bethany, se liga. Até eu consigo perceber a falta de convicção dela.

Quando Camila volta ao sofá eu já mudei de canal. Seu celular volta a tocar, então eu a encaro.

—Se quiser um pouco de privacidade, posso dar uma volta.

—Sim, na verdade eu queria um pouco de privacidade.

Quando estou prestes a me levantar e caminhar até a lanchonete da esquina, ela desliga o telefone.

Ficamos assistindo ao programa que passa. Depois de algum tempo, Camila entra no clima, gritando com a TV como Dinah e eu costumávamos fazer.


Notas Finais


Deixem as opiniões de vocês aqui nos comentários, favoritem a fic e compartilhem com os amiguinhos.
Beijos de luz e até mais!


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