História Eu me deixaria ir - Capítulo 35


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 10
Palavras 1.335
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Então gente último episodio da Fic Eu me deixaria ir obrigado a todos e todas que acompanharam a história até aqui, pra falar um pouco a verdade me doi um pouco me despedir dessa personagem tão querida por mim, então um beijo boa leitura, e não se esqueçam, que a partir de agora, qualquer fic que eu fizer vai ter uma dica de musica para ouvir lendo a fic.

Capítulo 35 - Quem somos em nosso destino? (Episodio final)


Fanfic / Fanfiction Eu me deixaria ir - Capítulo 35 - Quem somos em nosso destino? (Episodio final)

                O que é o tempo? Por que no final das contas, só nós preocupamos com ele no fim da linha, no fim de tudo? Sabe uma sabia pessoa um dia disse: “Você não é ninguém até ter alguém” e realmente isso é verdade, esse alguém pode ser o melhor amigo ou amiga, namorado ou namorada, o fato de alguém ter algo pra se apoiar, algo pra amar é pra no fim não acabarmos deixando tudo sozinhos, a triste verdade da vida é que nascemos sozinhos e morremos sozinhos, será?

           Hoje fazia 1 ano que morava nós Estados Unidos com meu irmão Henry, sim com o Henry logo depois de uns meses ele apareceu na porta do meu apartamento dizendo “Irmã vim morar com  você”   a primeira coisa que pensei  foi: será que meu nosso pai estava tentando se livrar dos filhos dele? Pra mandar um menino de 10 anos pra uma cidade como esta para   uma inrresponsável  como eu tomar conta dele, só pode estar louco.quanto mais o tempo passava mais, eu sentia que morreria, EU TO COM FOMEEEE!!! Serio não tem nenhum rolinho primavera pra comer nessa porcaria de cidade?

       Eu já estava ficando com raiva, cadê os restaurantes japoneses? Eu estava caminhando pelas ruas de Washington e minha barriga já estava sofrendo, encaramos hoje o simples fato de eu não ser americana, eu preciso de comida japonesa.

Henry:-Eu estou com fome!

Ani:-Eu também, mais não tem nenhum restaurante japonês!

Henry:-Por que aqui não é o Japão temos que comer o que tem!

Ani:[email protected]#$&*@&  que mundo [email protected]#$&*  não tem um restaurante descente [email protected]#&*[email protected]!

Henry:-Irmã você esta na presença de um menor!

Ani:- desculpa eu fico muito brava quando estou com fome!

Henry:-Como um Snickers!

(Claramente isso não é uma propaganda), peguei um e comi, logo em seguida vi um restaurante que parece bom.

Ani:-Ei irmão vamos comer lá!

Henry:-Parece bom!

                Saímos em disparada por que gente japonesa como nós e fiasquenta, pegamos um lugar e pra nossa surpresa o restaurante era bom mesmo saímos de lá sem sustentar nossas pernas. Por mais que eu desejasse com a minha vida um lamem, aquela comida matou minha vontade desgraçada por lamem.

      Cheguei em casa, arrumei minhas coisas e fui trabalhar, enquanto limpava mesas na cafeteria ouvia Shooting Star que também pra que não sabe musica de encerramento de episodio do Naruto Shippuden, mais nerd que que eu não existe.

             Quando de repente realmente me toquei fazia um ano que estava nos Estados Unidos Gabriel vinha pra cá esse ano, eu pensava nele todos os dias, como não me lembrei disso, será que ele ia me reconhecer depois de todo esse tempo? De pois de ter cordado meu cabelo?

                   Naquele dia meu chefe e amigo, me liberou mais cedo eu sempre vinha no horário correto e fazia horas amais quando necessário, eu boa funcionaria então não tinham que reclamar de mim, aquele emprego também era temporário até terminar de pagar a faculdade de medicina.

   Estava andando pela rua quando me deparei com um legar no lado direito da rua cheio de ervas e coisas do tipo e pessoas saiam dali dizendo essa xamã é muito boa, uma vidente?]

             Eu preciso ver isso, entrei lá dentro, é era tudo muito bonito, branco com rosa, eu estava louca par ver meu futuro o que aconteceria comigo se eu iria ser uma boa médica, ela chamava um por um como uma chamada aleatória até que ela me chamou , e u entrei com um sorriso olhando tudo em volta. A sala onde estávamos era toda colorida, então ela pegou na minha mão e disse:

- Você tem muita luz, porém isso acaba atraindo, coisas que não devem pro seu lado!

Ani:-o que?

-Tudo bem criança, não há nada que não podemos resolver! Ela abriu um sorriso bondoso e cincerro.

                     Eu já fiquei meio desanimada com aquilo, mais tudo bem, podia haver coisas boas, ai ela pediu pra mim falar a data o dia e a hora do meu nascimento, após eu escrever em um papel ela olhou e o sorriso que estava ainda em seu rosto se desfez, ela olhou pro papel e resmungou “Meu Deus!”

Ani:-O que foi?

Uma pequena lagrima escorre pelo seu rosto e ela diz gaguejando:

-Seu destino........

-É morrer jovem!

Depois da quilo meu corpo tremeu, meu coração estava louco eu fiquei tão nervosa e disse:

Ani:-Olha deve ter algo errado eu estou fazendo faculdade eu não poço morrer agora e o meu irmão?

-Não se preocupe seu irmão ficara bem o importante agora é que você esqueça isso por enquanto e viva o que pode antes da sua morte precoce.

Lagrimas escorreram do meu rosto, eu sai dali prestes, a morrer mesmo só de que parada cardíaca.

Cheguei em casa e Henry estava dormindo, eu me deitei do lado dele, e tentava segurar tudo que sentia, para que ele não pudesse acordar com meu desespero.

                No dia seguinte resolvi seguir o conselho da vidente e viver o quanto podia, passei o dia todo, pensando naquilo até a hora de voltar pra casa, estava numa rua, e estava tão distraída que, um cara pegou minha mochila e saiu correndo fui atrás dele, mais vi ela caindo no meio do caminho um moço tinha colocado o pé na frente, peguei miha mochila e quando fui agradecer o cara, nem acreditei era o Gabriel, mais ele não me reconheceu só ficou me olhando um tempo, e eu fiquei meio que paralisada, sem saber o que dizer até que ele perguntou:

Gabriel:-Me desculpa mais você me parece muito familiar! Agente se conhece de algum lugar?

eu tomei coragem e falei:

Ani:-Gabriel sou eu a Ani!

Ele me olhou e se tocou, ele sorriu me abraçou e disse:

Gabriel:-Ani você mudou muito! Cortou o cabelo e cresceu muito a minha baixinha linda!

Eu o abracei forte.

Gabriel:-Vim pra cá mais só depois me toquei que não sabia onde você morava.

Gabriel:-Acabei alugando um lugar.

Ani:-Que bom que você esta aqui! Eu o abraço de novo e sinto uma lagrima correr em meu rosto.

                      E naquele estante eu decidi eu não ia morrer, não importa o que o meu futuro reservava, eu ainda tinha tanta coisa pra fazer, não iria acabar assim.

            Disse pra Gabriel onde morava e íamos nos encontrar pela manhã, naquela noite eu fui dormir com Henry de novo, eu não iria deixar meu irmão sozinho mesmo que meus esforços não sejam o bastante eu quero estar com ele antes de morrer.

                  De manha eu sai como sempre fazia no mesmo horário, quando um homem me abordou, ele queria minha mochila e estava com uma faca, duas vezes em uma semana eu sou muito azarada mesmo. Quando eu ia dar a mochila veio uma vontade incessante de correr sim correr, olha eu nunca pensei em reagir em um assalto sempre achei burrice porém eu não sei o que deu em mim, que não me segurei e sai correndo.

                    O cara veio atrás de mim claro, me parou no beco arrancou a mochila de meus braços e ele apontou a faca pra mim ele ia me matar, eu iria  realmente morrer quando, eu ouvi uns passos no beco mais foi tudo muito rápido alguém puxou o bandido, e eu só sai com um arranhão , quando fui ver oque era, eu fiquei paralisada eu não sabia que Gabriel tinha tanta força assim mais ele segurou o cara até a policia chegar.

                O destino existe, por que nos o fazemos cada decisão escreve nossa historia, eu poço ter passado por muita coisa mais não era minha hora,  as vezes as coisas parecem que não vão melhorar, as vezes tudo parece não ter sentido, e ser muito doloroso, a vida não é justa é o que aprendemos será que não é?

                        Dias ruins são necessários para que possamos merecer os dias bons, e aqui termina a minha historia, eu me superei, pelo fato de cansar , de me cansar, decidi desistir de desistir, desista você também, desista de ser triste.

 

 

 


Notas Finais


Então gente eu queria explicar um pouco agora sobre essa historia essa é uma história que motiva pessoas a superarem, e seguirem em frente, uma historia de superação da partir da nossa personagem principal Ani, quem acompanhou essa historia desdo começo, pode se recordar que ela era uma garota antissocial ela tinha uma doença que a fazia ter medo das pessoas, e tudo foi dando certo pra ela, então a mensagem que eu quero com essa historia , Não importa o quanto no fundo do poço você esteja só ha um lugar pra ir, que é pra cima, espero que tenham gostado um beijo e fuiii!!!


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