História Eu não odeio você ( Sterek) - Capítulo 11


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Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Derek Hale, Ethan, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Kate Argent, Kira Yukimura, Lydia Martin, Malia Tate, Melissa McCall, Personagens Originais, Peter Hale, Scott McCall, Sheriff Noah Stilinski, Stiles Stilinski
Tags Drama, Romance, Sexo, Sterek
Visualizações 400
Palavras 3.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amores da minha vida, boa noiteeee❤❤❤❤

Vcs são lindos e maravilhosos ❤❤❤
Amoooo de paixão cada um de vcs! 😍😍😍

Obs: Se tiver alguém aki que seja muito sensível, por favor não leia, tô avisando p não termos nenhum problema no final tá 😘😘😘

Boa leitura biscoitinhos ❤❤❤

Capítulo 11 - Caçada part. 1


Fanfic / Fanfiction Eu não odeio você ( Sterek) - Capítulo 11 - Caçada part. 1



             D.

Ouvi seus passos rápidos vindo em direção a mim, sua respiração descompassada foi sua delação, me virei exatamente no momento em que Malia pulou atrás de mim.

A segurei pelo pescoço e joguei seu corpo contra a árvore mais próxima usando toda a força que eu tinha. A garota bateu no tronco e caiu no chão com força, rosnando, deixando a mostra os dentes e os olhos azuis cintilando mostrando a coiote na forma humana mas tão arisca quanto um animal selvagem.

Malia se abaixou ficando agachada, parecia me analisar com meticulosidade, as garras crescidas estavam fincadas no chão, demonstrando o quanto ela estava descontrolada. O sumido de Stiles somado ao fato da pirralha estar exalando revolta por todos os poros e ainda querendo me atacar pelas costas, fez com que uma concordância mútua acontecesse comigo e o meu lobo, num instante deixei as garras e os dentes apontarem louco para ensinar a ela bons modos.

Scott se colocou no meio de nós dois com um rosnado potente, os olhos reveberando vermelho, os braços abertos impedindo que nos movessemos na direção um do outro.

- Já não basta o Stiles estar sumido, você ainda me vem com essa merda Malia?! - Scott disse numa voz grossa que beirava ao comando alfa.

Não era comigo a represália, mas senti a força dele em mim quase voltando ao meu estado normal, mas meus olhos estavam fixos na coiote que permanecia estática de olho no seu alfa e rosnando baixinho.

Eu queria muito arrancar suas presas com meus próprios dedos, a deixar ganindo mata a dentro. Minha raiva só fazia aumentar, era como se as sombras que viviam em mim só fizessem aumentar conforme o tempo passava e nada do Stiles.

O mínimo motivo de rasgar alguém ao meio estava parecendo uma dádiva para por as idéias em ordem. A tensão que tinha sido posta na mansão estava voltando a se aglomerar dentro de mim tomando proporções inimagináveis e fazendo com que boa parte dos meus sentidos ficassem dez vezes mais aguçados.

Olhar para Malia a poucos metros de mim exigia um autocontrole que eu não tinha e estava me fodendo para achar.

Ela rosnou mais uma vez. Desviou o olhar azul gélido para o meu não menos frio. Estava nítida a vontade de um arrancar a pele do outro, apesar de eu não saber o motivo em si da revolta dela, minha desconfiança gritava que era por causa do garoto. Só dessa possibilidade ser verdadeira meu lobo pulava nas paredes querendo arrancar toda a carne dos seus ossos.

- Chega Malia.- Scott disse se voltando inteiramente para ela.

Ela balançou a cabeça focando o olhar nele.

- É culpa dele! - Rosnou ainda sem voltar a forma humana.- Derek Hale devia ter protegido o Stiles!

Rosnei, ela não tinha o direito de se intrometer na minha relação com o garoto.

- Malia, não é bem assim, o Stiles é bem grandinho, faz parte de uma alcatéia, assim como nós.- A paciência do Scott me deixava ainda mais irado, por que não mandar que ela engolisse as acusações? Ele cruzou os braços com os olhos voltando ao normal.- É ridículo tentar jogar a culpa para alguém num momento como esse, nós temos que achar onde eles estão.

Ela se colocou de pé, os olhos ainda brilhando em azul, as garras e os dentes sumiram antes dela jogar a cabeça para trás e me acusar de algo que me faria arrancar sua cabeça em qualquer outra circunstância.

- Não é ridículo quando se trata da sua âncora, belo lobo protetor não é Derek?

Abri ainda mais os olhos, minha ira chegando a fazer meus ouvidos formigarem.

- Eu não vou permitir que fale comigo assim, sua...

- Não vai permitir o quê? Se você tivesse cuidado dele nada disso tinha acontecido imbecil.

Rosnei pronto para atacar.

- CHEGA!

Foi um rosnado alto, forte e firme, gritado por um alfa com total domínio do seu poder. Scott olhou para cada um de nós na sua exibição de maior força, os dentes a mostra e os olhos ainda mais brilhantes em vermelho vivo. Recuei dois passos sendo forçado a voltar ao normal, meu corpo travando uma guerra, eu querendo matar a maldita e meu lobo recuando pelo comando do alfa. Malia não resistiu tanto quanto eu, num momento ela estava de pé e no outro estava de joelhos com as mãos no rosto.

- Ah! - Soquei uma árvore exalando frustração sem conseguir olhar para o Scott.

Eu não sabia o que era mais revoltante, ouvir meu lobo ganir querendo fazer sua vontade mas não podendo por ter sido repreendido ou não saber o que estava acontecendo naquela merda toda.

- Vocês dois não percebem que o tempo que estamos perdendo discutindo um erro que todos nós cometemos pode ser essencial para o Sti?! - Ele voltou a dizer, sua voz tinha voltado ao norma e com isso consegui olhar para ele.

- Você fala como se eu fosse o responsável por o que a pirralha está fazendo.

- Não me interessa quem é o responsável, se vocês não estão interessados eu vou achar o meu amigo.- Então ele se voltou e começou a correr.

Voltei meu olhar mais frio para ela, quando nossos olhares se encontraram havia apenas uma promessa de acerto de contas. Aquilo ainda não tinha acabado. Bufei anstes de sair correndo atrás de Scott, deixando a coiote de joelhos no chão.

Entre arrancar a cabeça da minha prima e achar minha âncora, estava óbvio o que eu iria fazer. A ideia de que os minutos que passamos parados ali eram essenciais a ele, fizeram meu estômago rodopiar, mas não era só isso, querendo admitir ou não, Malia tinha uma pontada de razão.

Stilinski era a minha razão para sanidade, envolvendo sentimentos ou não, o bem estar dele significava a minha paz interior, a partir do momento que eu me acomodei ao ponto de deixar que ele fosse capturado a culpa estava totalmente nas minhas costas.

Como eu, um lobo velho e treinado, deixava algo tão importante desprotegido?

- Você está fedendo a culpa Derek.- Scott resmungou quando paramos de correr.

Rolei os olhos para ele. Tínhamos chegado na bendita trilha, logo atrás da casa do Xerife, os policiais tinham acabado de sair dali pelo cheiro forte.

- Parece que a fedelha conseguiu o que queria, me culpar.- Murmurei.

Scott desviou o olhar da trilha e se virou para mim.

- Se for culpa sua, é culpa minha também.- Disse de uma forma resignada.- Afinal, eu sou o alfa, que belo líder que não consegue cuidar do seu bando?

Suas palavras me pegaram de surpresa. Olhei para o garoto caminhando na minha frente, estava no fim da juventude, faltava pouco para entrar na faculdade e seguir sua vida, mas tinha que pensar num bando com mais de dez pessoas, na estabilidade delas e ainda sim se sair bem.

- Prefiro pensar que não é culpa de ninguém, e que vamos achá-lo.- Completou.

- Ele é minha âncora Scott, é meu dever protegê-lo.- Falei tentando fazer com que ele não colocasse sobre as costas peso de mais.- Eu devia estar lá desde o princípio.

Scott bufou.

- Era para mim estar lá, eu desmarquei o encontro por que a Kira chegou sem avisar.

Fiz uma careta, Stiles tinha comentado alguma coisa comigo, mas eu não prestei muita atenção, não que devessemos levantar o assunto. Estava feito, tudo que nos restava era achar os malditos, por que eu queria muito rasgar algumas jugulares.

- Nós vamos achá-lo.- Afirmei.

- É claro que vamos, ele é meu melhor amigo.- Disse afirmando o passo.

O cheiro dos humanos que tinham acabado de sair da trilha ainda era forte, se mesclando aos cheiros naturais da floresta, nos fazendo ter que prestar atenção redobrada para qualquer sinal de um cheiro diferente. Estávamos na metade da trilha, dentro da mata fechada, com toda a certeza indo além do que os policiais foram.

Minha impaciência estava chegando ao limite, por pouco não sugeri ao Scott que nos separássemos para nos transformar e procurar com mais facilidade.

Por tudo que era mais sagrado, que não tivessem encostado um dedo no meu garoto, se eu o visse com um arranhão sequer cabeças iriam rolar, por que ninguém machuca a âncora de um lobo e sai vivo, ninguém toca no que é meu e tem opções para escapar. Nem que eu tivesse que passar a vida a procura, eu passaria.

Só de começar a pensar no que poderia estar acontecendo com Stiles naquele momento me fazia ter que reprimir um grulhido de raiva e fúria.

Eu estava tão imerso nos meus pensamentos que mal notei Scott parado com o olhar fixo no meio da mata, se não fosse sua mão estendida bater no meu peito e atrair minha atenção a ele eu não teria visto o vulto negro se aproximando na nossa lateral.

Um lobo enorme acobreado estava de olho em nós, seus olhos azuis cintilaram na noite escura me fazendo estreitar os olhos numa espera contida.

Num pulo Scott se transformou, pulando com exatidão em cima do intruso. O alfa cinza cravou as garras na lateral do intruso e desceu os dentes na jugular esquerda dele, tombando numa briga feroz. Os dois lobos se engalfinharam mata a dentro produzindo sons animalescos e ferorozes que com toda a certeza chamaria a atenção de quem quer que estivesse por perto.

Semi transformado, eu segui a briga, na guarda de Scott, se ele precisasse de ajuda eu estaria lá para ajudar, mas então minha atenção foi chamada para outro vulto, negro, alto e veloz.

Se eu não fosse ágil o bastante o lobo teria me pego em cheio.



                Uma hora antes, não muito longe dali...


       S.

Senti sua respiração próxima a mim, muito próxima por sinal, com o saco preto tampando minha cabeça eu não conseguia ver absolutamente nada.

- Quer brincar princesa? - Sua voz era firme e divertida.

Engoli em seco.

- O que querem comigo? - Perguntei com a voz falha.

- Apenas te conhecer melhor.

A capuz foi arrancado da minha cara e eu fui puxado para ficar de pé, na frente no mesmo lobisomem assassino que tinha sido identificado como Brad.

Trinquei os dentes.

Recebi o primeiro soco segundos depois, vindo da direita do outro lobisomem que tinha um cigarro na boca.

Me sentaram numa cadeira sem muito carinho.

Amarraram minhas mãos na parte de trás e taparam minha boca com uma fita.

Perdi as contas de quantos chutes recebi, quantos tapas e puxões de cabelo, eu sentia meu joelho fora do lugar e o pulso esquerdo aberto, minha cabeça rodava e a cada segundo ficava mais difícil mantê-la erguida. Eu queria vomitar também, pela surra e pelo que eu tinha diante dos meus olhos, depois de ter visto nem fechar os olhos adiantaria mais.

Toda a iluminação que tínhamos eram três lanternas postas em lugares estratégicos para iluminar exatamente o meio que eu e os outros corpos estavam.

Haviam vários deles. Espalhados por todo o lugar, o sangue ainda fresco escorria pelo chão, formando poças do liquido viscoso por todos os lados. Talvez umas dez pessoas, com o rosto e o peito absolutamente rasgados, as marcas de garras estampavam cada cadáver. Um deles eu podia jurar não ter mais que doze anos.

Eu queria gritar, queria berrar mas tudo que saia da minha garganta eram gemidos de dor e lamento, aquela altura eu não sabia se queria que meu bando viesse atrás de mim, a possibilidade de ver qualquer um deles naquele estado decrépito, seria de mais para mim.

Talvez eu estivesse sendo fraco, mas nunca lidei bem com a morte, ela era de longe meu pior pesadelo.

Principalmente se fosse o Derek.

- O que foi? A princesa não gosta de sangue, é sensível de mais a ele? - Brad de abaixou na minha frente olhando para mim com seus olhos negros naturais.

Ele estava coberto de sangue, as mãos, rosto e camiseta, tudo tingido de vermelho.

Eu quis cuspir na sua cara, mas tudo que pude dar a ele foi um olhar de ódio profundo.

Recebi outro tapa, tão forte que fez um dos meus dentes de trás amolecer, senti o sangue minar e não tive outra opção se não engolir o líquido com gosto de ferrugem. Meus olhos se encheram de lágrimas, mas me recusei a chorar, não naquele lugar, não na frente de três aberrações.

- Logo o seu bando vai estar tão desesperado querendo te achar que não vai perceber quando chegarmos.

- Então traremos o seu namoradinho para se despedir.

- Você fede a ele sabia?

Me perguntei como eles sabiam do cheiro do Derek.

- Vamos deixar você vivo, para presenciar tudo.

- Sem perder nenhuma cena.

Grulhi de raiva, estavam falando da minha família, dos meus, de Derek, o homem pelo qual eu permaneceria ali pelo resto de tempo que eu ainda tivesse.

Eles riam como se o que estivesse acontecendo fosse um teatro exibicionista do maior espetáculo já visto.

- Dick e Husky, venham comigo.- Brad murmurou baixinho se levantando e saindo pela porta.

Parecia ser uma cabana de caça, o chão de piso bruto e as paredes de madeira, alinhadas e bem feita, o teto era de palha, imginei em que lugar da mata estaríamos, se era perto da cidade ou não. Mas não haviam cabanas de caça nas nossas redondezas, não que eu soubesse pelo menos e quanto mais longe mais difícil de ser achado.

Meu pai deveria estar louco atrás de mim, mas não tanto quanto Derek. Eu era a âncora dele e estava em perigo, isso devia deixá-lo desesperado.

Desespero.

O cômodo que estávamos não era dos maiores, sem janelas ou brechas para entrar ar, o cheiro era horrível, vísceras e sangue.

Meu olhar recaiu sobre os corpos empilhados quase nos meus pés. Eu já disse que eu não gosto de mortos? A ideia de que um deles poderia não estar morto o suficiente e se levantar com os olhos estufados e um grito horroroso na garganta me deixava de cabelos em pé.

Parecia que eu ouvia a respiração vindo do monte de carne e isso quase me fazia desmaiar, eu não gostava daquilo, não gostava de nada, mas ficar perto de pessoas mortas era de mais até para minha lista de bizarrices.

Brad voltou sozinho para o cômodo com uma expressão furiosa no rosto, os olhos antes negros tinham assumido sua cor azul mais profunda. Ele segurou meu pescoço com força, apertando os dedos entorno da minha garganta sem se importar com a pressão.

- Parece que a polícia foi chamada para ir atrás da garotinha desaparecida.- Falou com irritação na voz.- Como seria se eles achassem apenas as partes dela?

Arregalei os olhos, a falta de ar e a dor estavam insuportáveis até que ele me largou e num acesso de fúria chutou o cadáver mais próximo. Eu sabia que ele estava falando de mim, desde a primeira vez que noa vimos me chamava como se eu fosse uma garota. Talvez para intimidar ou demonstrar superioridade, é obvio que ele não conhecia as mesmas garotas que eu, por que se qualquer um deles desse de cara com a Kira, Malia, Allison ou Lydia, iriam sentir o gosto das próprias bolas na boca.

- Encontramos esses infelizes aqui à alguns dias, saindo dessas terras, estavam indo encontrar o bando e então... Pufff... Caíram nas nossas mãos.- O cara só podia ser doente, estava com um sorriso satisfeito no rosto enquanto apontava para o chão e os corpos mutilados.- Tivemos que fazer uma limpeza para você chegar.

Ele puxou um banquinho de escanteio e se sentou olhando fixamente para mim.

- Talvez eu devesse me divertir antes de arrancar seus braços.- Disse abrindo um sorriso de canto.- Mas você já deve estar acostumado não é mesmo? A ter alguém entrando em você com força, você tem cara de prostituta barata.

Me debati na cadeira sentindo a ira inflamar dentro de mim, talvez estar a beira da morte me fizesse mais corajoso ou talvez fosse apenas estupidez, mas eu olhei para ele sentindo a raiva anestesiar minha dor, tudo que eu queria era socar aquela cara maldita.

- Ah, você quer falar? - Questionou debochado.

Duma vez arrancou a fita da minha boca, fazendo com que a ardência me fizesse piscar várias vezes para não chorar.

- Vá à merda.- Falei com uma voz nenhum pouco confiante ou ameaçadora.

Minha língua estava cortada e o interior da minha boca rasgado, mas isso não impediu que o lobo rosnasse querendo me intimidar.

- Ainda querendo dar uma de valentão?

Engoli a saliva e joguei a cabeça para trás, ver o amontoado de corpos estava sendo nauseante.

- Ah não, você vai ver sim.- Disse se pondo de pé num salto divertido e segurando meu rosto com uma força exagerada.- Olhe.

Forçou minha visão e ao se separar de mim começou a remexer nos corpos, como se ver minha expressão horrorizada desse a ele um prazer imensurável. Fechei os olhos com força, só um cara muito alucinado para fazer uma coisa daquelas e ainda sorrir no processo.

Ouvi a som estralado que as mãos dele fazia ao entrar em contato com o líquido e puxar os corpos para o lado.

- Ora, ora, não é que você ainda está viva? - Sua voz soou surpresa e feliz ao mesmo tempo.

Me fazendo abrir os olhos e ver o animal olhando para o corpo do que parecia ser uma adolescente, ela estava coberta de sangue de cima a baixo, eu podia ver seu peito subir e descer com dificuldade, havia um buraco no lado direito e conforme o ar entra ou saia podíamos ouvir o som do sangue borbulhando de dentro para fora.

Era aquilo que eu tinha ouvido quando estava sozinho.

A garota não parecia estar acordada, respirava com tanta fraqueza que eu sabia que não demoraria para deixar de respirar. Mas não era isso que me fez ficar estático na cadeira, olhando chocado para ela, meu coração que antes já estava disparado, naquele momento faltava quebrar minhas costelas de tanta força com que batia contra meu peito.

O sangue cobrindo seu corpo colou o vestido na sua pele, fazendo a barriga redonda ficar a mostra livremente, ela estava grávida e ainda sim eles tinham a atacado.

- Seu filho da puta miserável! - Guinchei pulando na cadeira.

O ato desesperado fez com que uma onda de dor pulsasse no meu joelho, não que eu tenha me importado. Brad olhou para mim com uma careta de raiva e satisfação. Deixou a garota onde estava e veio até mim, o primeiro soco não foi premeditado, o segundo e o terceiro me fizeram ter certeza de que eu não teria tanta sorte.

Mas um uivo alto e doloroso fez com que Brad parasse seu punho ensanguentado no ar, ele erguer os olhos e olhou ao redor, recuando dois passos.

- Caralho.- Rosnou e saiu correndo.

Um uivo.

Minha cabeça caiu para frente incapaz de permanecer reta, a baba misturada com sangue escorreu da minha boca, mas eu não conseguiria limpar nem que quisesse. Apesar do meu corpo estar exasusto e absolutamente acabado, minha mente trabalhava a todo vapor antes de apagar.

     O desespero dele me fez imaginar que o socorro estava chegando, rápido ágil e feroz.


Notas Finais


Uuuufffaaa!
❤❤❤❤ #Stilesaguentafirme 😢😢😢

Comentem, adoro responder comentários ❤❤❤🙈😍😘


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