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História Eu (não) sou uma assassina - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oi oi gente, sim eu sei que eu demorei muito. E peço desculpa por demorar tanto mas me deu uns bloqueio criativo esses dias além de que eu tava cheia de atividades pra fazer, essa EAD não tá ajudando, mas eu tirei um tempinho e vim atualizar aqui.

Outra coisa, eu também mudei o nome da fic, aquele nome não tava acompanhando a minha ideia de escrita. E eu acho q é isso minha amorinhas

Boa leitura, se cuidem e lavem as mãos

Capítulo 3 - 3. Eu sou uma boa pessoa


16.07.2020

    Faziam dois meses que estávamos em treinamento e eu sinceramente estava morta, eu jurei que ia ser maravilhoso mas eu esqueci da parte mais importante. Eu tambem estava fazendo faculdade de psicologia
    
     O foda era que eu não sabia quando teria uma prova surpresa na faculdade, ou quando eles iam acordar todo mundo pra fazer treinamento no meio do mato durante a madrugada. A última vez que isso aconteceu eu consegui dormir apenas uma hora e parecia o próprio zumbi na faculdade.

E eu tambem nunca liguei muito para fazer muitos amigos, pra sempre aparecer apresentável ou arrumada mas as pessoas do meu prédio de dormitórios eram estranhamente amigáveis.




    Hoje era sábado e eu estava sentada em uma das medas do refeitório 2 sozinha, na maior paz afinal eram 8 da manhã e eu tenho certeza que todos os adolescentes melequentos estavam dormindo, então eu poderia ter um pouco de paz. Certo ?

                           Errado

     Toda a minha paz acabou quando eu vi Sehun vindo em direção a mesa em que eu estava, minha primeira reação foi abaixar a cabeça e fingir estar dormindo. Eu estava rezando para ele ser burro o sulficiente e acreditar

  - Qual é? Eu sei que você está acordada

É não foi dessa vez. Acho que alguém tem um cérebro não é mesmo ?

  - Parabéns gênio, quer um prêmio por percebeu o obvio?

Eu conseguia ver o ódio queimando nos olhos dele mas eu resolvi não ligar e fazer a maior cara de desinteresse que eu conseguisse. Afinal eram 8 da manhã

  - Eu vim pedir um favor
 
  - Olha só quem diria que o projeto de médico queridinho do professor ia querer a minha ajuda - eu tentei soar o mais debochada possível e pelo quase soco que ele quase deu na mesa deu muito certo

  - Nós temos "prova" de tiro amanhã e a minha mira está horrível, será que  pelo menos uma vez nessa vida você pode fingir ser uma pessoa boa e me ajuda ? - Eu não sabia o que era melhor ele fazendo aspas com os dedos ou ele estar genuinamente querendo ajuda. Eu sei quando alguém quer mentir pra mim.

  - Primeiro eu sou uma pessoa boa, segundo eu te ajudo com a condição de que você vai te que fazer tudo que eu mandar - Pra minha surpresa ele só fez que sim com a cabeça.

  - Ótima, esteja no telhado meio dia. Faça meu tempo valer a pena.

    Eu levai e sai dali, eu sabia que se permanecesse mais tempo naquele refeitório acabaria dando na cara dele.

Sim eu sei, eu sou o ser humano mais paciente desse mundo todo

  - Hey calma ai, vamos conversar.

*Ele teve a ousadia de segurar o meu braço pra mim não sair*

  - Irmão o negócio é o seguinte, não é porque eu vou te ajudar que eu sou sua amiga ou algo do tipo. Isso morre aqui.

Eu sei que eu disse que era uma pessoa boa, mas ele não tava merecendo a minha ajuda.

   Me soltei dele e sai pela porta lateral do refeitório, essa porta dava para um dos lados da floresta e eu gostava de ir para la, podia subir em várias árvores e observar melhor as coisas. 

Os nossos "responsáveis" não proibiam de entrar lá, mas eles sempre deixavam claro que não iam buscar ninguém que tivesse se perdido.

     E sinceramente eu já me perdi, mas isso não vem ao caso porque agora eu tenho habilidades incríveis de localização - tudo mentira  -, nas árvore mais próximas do beira do campo dava pra ver os prédio que tinham ali no terreno e as outras coisas próximas.

     Nessas horas que eu paro pra pensar do porque eu estou aqui, porque tipo eles estão ensinado a matar pessoas, torturar pessoas pra conseguir informações. Eu tenho que ter algum tipo de problema psicológico para estar aqui, me entende ?

       É justamente por isso que eu faço psicólogia, além de que poder entender a mente dos malucos que cometeram crimes horríveis eu vou poder me "disfarçar" no meio de tudo isso, no final tudo isso é muito louco.

     Acho que prefiro não pensar muito sobre isso, sei lá. Vai que eu acabo desistindo

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    Eu espero que Sehun tenha pelo menos  o mínimo de mira pra conseguir aceitar os alvos lá embaixo. Quando eu comecei a treinar mira eu mesma fiz alguns alvos de papelão que foram muito úteis.

     Faltavam 5 minutos para o meio dia e eu estava questionado todas as minhas escolhas de vida deitada no teto do refeitório quando eu escuto vozes e passos.

      Eu só fechei os olhos na esperança de quem estivesse subindo ali  pensar que eu estava em uma brisa muito louca ou coisa assim e me deixar em paz.

    Mas novamente meus amigos deu tudo errado, porque era Sehun e os amiguinhos dele - lê-se os cachorrinhos dele - estavam lá, eu consegui reconhecer algumas vozes mas continuei de olhos fechados.

    Se divertir um pouco não mata ninguém, então eu iria esperar alguém se aproximar para que eu tentasse derrubar ou coisa assim.

    E olha foi muito mais fácil do que eu esperava, algum me cutucou com o pé e eu simplesmente segurei o pé do até então desconhecido e segundos depois ouvi o barulho de um corpo caindo no chão

  - Qual é, isso não tem graça

  - A tem graça sim, eu tô me matando de rir aqui.

    Eu não sei nem se ele era inteligente o sulficiente pra entender a ironia.

             - Vamos você disse que ia me ajudar.

 
Eu abri os olhos e olhei pro meu celular antes de falar qualquer coisa

  - são onze horas e cinquenta e oito minutos, eu disse meio dia, se quiser minha ajuda vai ter que esperar os dois minutos.

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E diferente do que eu achei ele realmente esperou os dois minutos, porque quando meu celular despertou avisando que era meio dia eles ainda estavam lá, mas em silêncio.

  - Vamo la filhote de cruz credo, eu vô te ensinar como acertar um alvo do jeito certo.

Eu ouvi alguma risadas, mas ele levantou e foi até a beira do telhado comigo


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Nós ficamos umas duas horas lá emcima, e por incrível que pareça aquilo rendeu bastantes, no final ele conseguiu acertar quase o centro dos alvos o que renderia um "passado" na prova de mira

 Só tinha um detalhe, a prova iria ser a noite

   E eu tenho quase certeza que ele não iria acertar todos os alvos nem fudendo.

     Aposto 15 barras de ouro nisso




16/09/2020


     A faculdade ia bem por incrível que pareça, os professores não estavam passando trabalhos tão difíceis e também estavam pegando leve no nosso treinamento, eu finalmente estava vivendo meu momento de paz ou quase isso.

    A minha colega de quarto tinha sido "remanejada" - uma palavra bonita para  não aguentou o tranco e foi embora - ou seja o quarto era só meu por enquanto.

    Eu podia fazer barulho, ficar de pijama o dia todo, criar discussões comigo mesma, estava tudo as mil maravilhas.

     Mas como eu só tenho sorte nessa vida meus amigos, a minha paz durou dois  dias quando mandaram outra garota pra dividir o quarto comigo, e meu irmão eu acho que o pau vai quebrar


Notas Finais


Então gente por é enquanto é isso, eu prometo tentar atualizar ela mais rápido, me contem o que vocês acharam nos comentários.
Beijinhos e até o próximo capítulo


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