História Eu não suporto você! - Capítulo 14


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Categorias Fairy Tail
Personagens Bisca Connell, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Fairytail, Nalu, Romance
Visualizações 213
Palavras 3.362
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi galeris, tudo bom?
Cheguei em casa hoje e capotei, tava acabada, tadinha de mim... mas agr eu to aqui pra att a fic porque compromisso né mores (mesmo sendo mais de meia noite kkkkkkkkkkk)
Espero que gostem, perdoem meus erros e boa leirura ❤

Capítulo 14 - Quase.


Ele já estava em seu sétimo copo de algo que não conseguia identificar mas que ao seu paladar era muito bom. Os efeitos do álcool em seu corpo tinham começado a fazer efeito e se equilibrar sozinho estava ficando difícil então se encostou no balcão pra continuar fazendo o que tinha conseguido prender sua atenção definitivamente: observar ela dançar.

- Você não sabe ser discreto né – Juvia se aproximou de si com um sorriso de canto e um copo em mãos mas ele continuou com seus olhos na loira que se mexia despreocupadamente junto de Erza e Mira, mas pra ele o que importava era apenas ela – Natsu, sério, minha amiga já emagreceu cinco quilos só do tanto que você a secou nos últimos quarenta minutos. Descansa um pouco ou vai até lá cara.

Ele a olhou com uma cara de “você ta doida” mas ao perceber que ela falava sério começou a cogitar aquela opção. Esperou a música acabar pra tomar mais um gole de sua bebida e se colocar em movimento, em direção a ela, ao chegar lá não soube o que fazer e aconteceu o que ele menos queria: ficou parado em sua frente com cara de idiota. Lucy parou de se mover e cruzou os braços sobre seus seios pra tentar entender o que ele queria mas então ela logo desfez sua postura quando Blame do Calvin Harris começou a tocar fazendo com que ela desse um gritinho de alegria, a loira amava aquela música.

Quando voltaram da casa do rosado todos já estavam alterados por conta da bebida então ao entrarem foram recebidos com gritos e assovios de comemoração sem entender nada. Cada um foi para o seu canto e ambos começaram a beber. A Heartfilia logo se empolgou e quis fazer o que mais amava em festas que é claro que seria dançar, retirou seus saltos sem cerimônias pois se mover do jeito que queria em cima deles seria desastroso e foi se juntar as meninas que estavam empolgadas ao som de alguma música animada. Foi impossível não notar o olhar do rosado sobre si assim como vários outros mas ignorou tudo a sua volta e simplesmente curtiu a música e o momento.

- Aaaaaah eu amo essa musica! – ela exclamou alegre e o puxando para o meio da pista.

- O que você ta fazendo Luce? – o rosado estava confuso com o toque daqueles dedos delicados em seu braço, o que ela queria? – Ah não, de jeito nenhum! Eu não aguento nem parar em pé não vou dançar com você. – reclamou ao perceber as intenções da loira mas logo desmanchou sua carranca ao ver um biquinho fofo nos lábios dela para lhe convencer, era óbvio que ela também estava embriagada pois se estivesse sóbria estaria o obrigando no mesmo momento e não apelando para uma careta de gato pidão – essa musica nem tem coreografia.

- Então invente uma – começou a se movimentar com um sorriso divertido nos lábios e murmurando a melodia da música.

- Eu não sei inventar uma dança, loira – ele ainda estava parado a encarando sem saber o que fazer ou quais passos fazer, jogar jogos de dança era fácil, agora botar isso em prática era outra história.

- Só cala a boca e se mexe, vai – ela disse impaciente e o rosado se assustou ao ter suas mãos tomadas pelas dela, que o incitou a se mexer junto da loira. A mesma balançava a cabeça no ritmo da musica o incentivando a fazer o mesmo e logo estavam os dois fazendo alguns passos improvisados, rindo de como eram desajeitados por conta da bebida. Natsu resolveu se soltar mais e quando percebeu já conseguia acompanhar ela em sua dança usando todos os membros de seu corpo para se movimentar. Ela soltou uma de suas mãos, o girou com a outra e o mesmo a imitou tirando gargalhadas dela. Ele tentou alguns movimentos com os punhos jogando eles para os cima e para baixo na diagonal enquanto mexia os ombros e Lucy passava os dedos em formato de “V” na frente dos olhos como se estivesse em uma discoteca. Nem perceberam quando se aproximaram para fazer o famoso passo em que uma pessoa se joga pra frente enquanto remexe os ombros e a outra pra trás, repetindo aquele vai e vem algumas vezes. Se afastaram se movendo frente a frente, como se fossem o espelho do outro, jogando a cabeça para a direita e pra esquerda e quando o refrão tocou novamente começaram a pular no lugar, jogando as mãos pra cima e cantando a melodia de modo desafinado e desastroso, ele tentou alguns passos de “robozinho” durante a batida da musica e Lucy parou pra se permitir observa-lo, era como se alguém tivesse isolado o som e só tinha os dois ali, ela reparou em tudo, o modo como os cabelos róseos e desgrenhados grudavam em sua testa por conta do suor, como suas presas pareciam maiores e mais afiadas que as dos outros quando ele sorria largamente, o jeito que ele fechava seus lindos olhos ônix para aproveitar melhor a música, seus traços que pareciam ser esculpidos por anjos e seu corpo alto e forte. Seguiu uma gota que escorria de seu maxilar até sua clavícula que estava um pouco exposta por conta da gola aberta da camisa e foi impossível não se perder ao por os olhos em seu peitoral que estava marcado pela camisa branca que parecia ser um pouco justa. Ele sorriu pra ela largamente fazendo com que seu coração palpitasse e continuou dançando enquanto a loira o observava, se mexia de modo divertido, não estava preocupado com nada e estar ali era a coisa mais gostosa do mundo para ambos. Ela saiu de seu transe e logo voltaram a pular e dançar animadamente puxando todos do lugar para iniciar um trenzinho, com Natsu na frente comandando a direção e Lucy atrás de si com as mãos em seus ombros largos o seguindo enquanto mais e mais pessoas iam se juntando a eles, rodeando pelo salão inteiro. No fim todos estavam pulando animadamente levantando seus copos para o alto e cantando a melodia em coral, fora do tempo, aquilo o encheu de alegria. Alegria por seu irmão ter voltado, por saber que seria tio, por estar com pessoas que ele gostava como Gray, Laxus, e por ter na sua frente a mulher mais linda que já vira em toda sua vida. Ele estava apaixonado.

Sem perceberem a musica acabou e a maioria foi descansar exaustos, e era o que ele iria fazer também se não fosse por uma loira que se desequilibrou caindo em cima de si quase os levando ao chão. Ele a segurou e olhou em seus olhos para se certificar que estava tudo bem mas ao perceber que a mesma estava mole resolveu puxa-la para fora do local tumultuado, a levando para tomar um ar. Saíram do bar e ele estava estranhando o silêncio de Lucy pois ela ainda não tinha protestado por ele ter lhe arrastado para fora em nenhum momento, o rosado ignorou esses pensamentos e se sentou próximo a uma parede se encostando nela e fez um gesto de tapinhas no chão para que ela se sentasse ao seu lado. A loira se sentou e apoiou os braços nos joelhos encaixando sua cabeça ali e ficando em silêncio.

- Você ta legal? – ele se atreveu em perguntar, ainda com a voz arrastada por conta do álcool.

- Não, mas vou ficar – ela afastou a própria franja dos olhos – Não devia ter bebido assim, é uma porcaria. – resmungo ganhando uma risada de Natsu.

- É eu também acho. Normalmente eu sou mais forte pra bebida mas hoje estou me estranhando – a loira levantou a cabeça e gargalhou ao ouvir aquilo.

- Você não é forte pra bebida coisa nenhuma, semana passada tombou com menos de quatro garrafas, na quinta já não aguentava mais.

- E a princesa ai não pode falar nada, tomou duas taças e já estava cambaleando – os dois riram ao lembrar – ei Luce?

- Fala rosinha. – brincou com uma mecha do próprio cabelo fitando a calçada.

- Nós somos amigos né? – o rosado estava receoso, eles se conheciam a quase dois meses, seus encontros não foram muito amigáveis e era agora que estavam se dando bem, queria saber se ela pelo menos o considerava um amigo, não sabia o porque mas aquilo era importante pra si.

- Acho que sim. Quer dizer, você não é o cara mais legal do mundo mas também não é impossível de se relacionar. Acho que aguento isso. – ela disse sorrindo pro nada e aquilo aqueceu o coração dele.

- Vamos fazer um jogo? – recebeu um olhar confuso da loira e continuou – é pra gente se conhecer melhor, um jogo de perguntas e respostas, nada de mais eu juro.

- E quem disse que eu quero te conhecer melhor em seu convencido? – ela brincou fingindo não estar interessada mas logo riu e se encostou na parede abraçando seus joelhos. – vai, me da um exemplo.

- Você me conta três coisas sobre você e eu escolho uma delas pra fazer uma pergunta sobre, você pode dar uma resposta curta ou até mesmo contar uma história sobre. E depois a gente inverte, certo? – ela acenou concordando – Então eu começo. Gosto de comidas picantes, odeio segundas e minha cor preferida é vermelha.

- Por que vermelho? – ela perguntou curiosa.

- São a cor dos olhos de Meus pais e irmão. – ela ficou surpresa com aquela resposta e resolveu não comentar nada, tudo o que menos queria era entrar no assunto família mesmo sabendo que não era obrigada a responder se não quisesse.

- Certo. Sou alérgica a milho, sei falar mais de quatro línguas e sei cantar todas as músicas do Frank Sinatra de cor. – a loira esboçou um sorriso orgulhoso ao dizer a última parte fazendo Natsu rir daquilo.

- Me fale sobre o milho – Lucy murchou por ele ter escolhido aquilo mas logo soltou um riso anasalado ao se lembrar de uma história.

- Uma vez eu estava em um encontro, na época do colegial, fomos comer pizza e ele não sabia que eu era alérgica á milho. Quando fui ao banheiro ele pediu uma portuguesa e na hora que a pizza chegou o milho estava por baixo do queijo e eu não vi – ela ria entre as palavras com ele vidrado em si – e então quando eu estava indo para o segundo pedaço meus lábios começaram a inchar junto com as pálpebras e eu não conseguia ver mais nada. Ele se desesperou e não sabia se chamava a ambulância ou um exorcista porque eu estava parecendo que tinha sido virada do avesso. Tirando a parte aterrorizante de não conseguir respirar direito por estar com a garganta se fechando e estar igual a um blobfish até que foi bem engraçado ver ele em pânico sem saber o que fazer. Depois de ir pro hospital comigo nós não saímos mais juntos, acho que ele se sentiu culpado pelo que aconteceu.

- Nossa. Vou lembrar de nunca dar milho a você – ele disse rindo ao imaginar a situação – Ok. Então, eu já fugi de casa três vezes, quase fiz faculdade de artes e coleciono miniaturas de carrinhos.

- Por que diabos fugiu de casa? – ela estava atônita com aquilo.

- Aquilo que você viu hoje foi um momento raro Luce. Meu pai não é carinhoso e sua rispidez nos afetava de um jeito meio drástico. Quando minha mãe foi embora eu tentei procura-la, fiz minhas malas e fui até Crocus sozinho, três vezes, e nas três meu pai mandou alguém pra me buscar de volta. Eu era moleque ainda não tinha noção de nada. – aquele assunto não mexia mais consigo como acontecia no passado, Natsu tinha crescido, superado o sumiço da mãe e no ultimo mês até conseguiu manter uma boa relação com o pai, estava tudo bem.

- Ah sim, entendo – mentiu pois não entendia, não tinha passado por aquilo pra entender – Agora eu. Odeio fazer faxina, sou péssima em esportes e ganhei uma medalha em um campeonato de quem comia mais sorvete.

- Como assim existe um concurso de quem come mais sorvete? – o rosado perguntou rindo, não conseguia acreditar naquilo de jeito nenhum, era loucura.

- Existe poxa! Acontece todo ano no interior de Fiore, um dia eu te mostro, to doida pra reconquistar meu titulo – seus olhos brilhavam como se falasse da coisa mais importante do mundo e Natsu só conseguia balançar a cabeça em negação.

- Você é estranha de mais. Continuando, faço box, estou no rank dos cinco mais lindos do pais segundo a revista Magos&Magos e sou hipotenso.

- O que é isso? Hipotenso? – sua face era um misto de curiosidade e confusão e ele murchou ao ver que ela não prestou atenção no segundo fato.

- Significa que eu tenho pressão baixa, por isso sempre ando com um desses no bolso – retirou do bolso da calça um sachê de sal mostrando para a loira que olhava atentamente – tem horas em que minha pressão cai drasticamente, eu fico tonto com tremores, minha cabeça dói e às vezes até desmaio. É claro que o sal não ajuda em todas as vezes mas da certo na maioria delas. – deu de ombros guardando o pacotinho de volta.

- Uau. Eu jamais imaginaria que você teria uma coisa dessas. – ela comentou fazendo com que ele a olhasse.

- Eu sei, sou bonito de mais pra isso – deu um sorriso convencido enquanto a loira revirava os olhos – agora chega de enrolação, me fala da sua adolescência.

- Você não vai querer saber, fui uma adolescente normal igual a todos os outros. Festava, estudava, tive alguns ficantes, participei dos projetos do colégio... essas coisas.

- Queria ter tido uma adolescência assim. Normal. – suspirou se lamentando.

- Como foi a sua?

- Uma merda. Brigas familiares, meu pai exigindo que fossemos bem sucedidos, aulas de espanhol, inglês, italiano, grego, futebol, natação, basquete, empreendedorismo, cálculo, etiqueta, pessoas se aproximando apenas pelo meu sobrenome, diversas brigas por ai, umas cinco tentativas de sequestro, seguranças me acompanhando em todo e qualquer lugar, as garotas que eu tranzava queriam engravidar de mim – parou para respirar e dar continuidade – foi uma loucura. Ainda é mesmo já fazendo uns anos.

- Caramba. Deve ter sido difícil – era o que ela pensava e por um momento Lucy abandonou a imagem de “burguês safado” que tinha dele.

- Sim um pouco.

- Como foi seu primeiro beijo? – aquilo o fez rir ao se lembrar de como era cercado pelas meninas no colégio.

- Eu tinha doze anos, estava tendo um festival no colégio e eu gostava de uma menina da minha turma, nesse dia ela se confessou pra mim e passamos a “namorar”, na hora de ir embora eu beijei ela, mas o seu pai viu pois estávamos na frente da escola. Depois disso fiquei sabendo que ela tinha sido transferida pra um colégio feminino por que a família era muito rígida e tradicional, nem lembro como era seu nome. – ele sorriu nostálgico e olhou pra loira – e como foi o seu?

- Um desastre. Um completo desastre. Eu tinha dezessete anos, sim eu não fui precoce como você – ela afirmou antes dele rir ou perguntar algo sobre a idade com que perdeu o bv – tinha ido em uma festa e junto estava um amigo meu que eu era apaixonada deis de o fundamental. Durante a festa ele bebeu tanto que não conseguia nem parar em pé e então todos resolveram jogar verdade ou desafio, eu boba, aceitei. Giraram a garrafa e caiu nele que foi desafiado a me beijar, e então ele veio se sentando em minha frente pra me beijar antes que eu começasse a protestar. Até ai tudo bem, o beijo estava bom mesmo eu sendo inexperiente e apesar do gosto do álcool em sua boca, o ruim foi o depois, quando nos separamos e ele vomitou praticamente seu café, almoço e janta tudo no meu colo. Foi horrível. – ela fez uma careta de nojo enquanto Natsu ria imaginando a situação.

- Tem pessoa mais azarada que você nesse mundo? – ela riu daquilo e fitou o céu estrelado.

- Tenho certeza que não. – um vento gelado bateu em ambos e Lucy se abraçou afagando seus braços desnudos se arrepiando por conta do frio. O rosado percebeu de imediato e tirou seu blazer pra colocar sobre ela à cobrindo e sem dar chance da mesma recusar. Se acomodou um pouco mais perto dela enquanto a ouvia murmurar um “obrigada” e passou a olhar as estrelas assim como a loira. Ficaram em silêncio por alguns minutos apenas ouvindo a musica abafada que vinha de dentro do bar e o barulho da cidade ao redor deles.

Se se concentrasse bem, Natsu estava conseguindo sentir o perfume da mulher ao seu lado, uma fragrância suave, não muito doce e que era muito agradável de se sentir. Quando o vento batia e seus cabelos balançavam, saiam deles o cheiro de seu shampoo que o rosado identificou ser de chocolate, aquilo era uma delicia pra si e se pudesse ficaria ali pra sempre. Com ela não estava sendo diferente, ainda mais com aquela peça de roupa dele sobre si, lhe embriagando com seu perfume cítrico e forte à fazendo desejar que ele nunca pedisee o blazer de volta.

Se viraram um para o outro com seus olhos se encontrando, se aproximando sem perceber e quando estavam a poucos centímetros Natsu desceu o olhar para os lábios rosados dela. Era como se algo estivesse a puxando para ele e ele para ela, como uma espécie de imã e aquela proximidade era perigosa. Ambas as respirações quentes se misturavam e então ele arriscou levando a mão sobre sua bochecha rosada pra aterrissar os dedos lá em forma de carinho e se surpreendendo ao ver que ela não achou ruim. Não sabia se ela ainda estava embriagada e uma fisgada deu em seu coração ao imaginar que ela só estava tão próxima de si por conta do álcool, mas logo se sentiu melhor ao subir os olhos encontrando aquelas lindas orbes castanhas que lhe fitavam com algo que ele nunca tinha recebido quando ela olhava pra si: ternura.

Abandonou todos os medos e receios, se ela surtasse por aquilo já estaria feito e aqueles poucos centímetros entre eles provava que a mesma não acharia tão ruim a ideia. Se inclinou para alcançar seus lábios mas foi interrompido por alguém que abriu a porta do estabelecimento bruscamente fazendo com que o som saísse de lá de dentro e que se afastassem quase que imediatamente.

- Gray está chamando vocês dois lá... o que estavam fazendo? – Erza perguntou curiosa ao vê-los vermelhos e se levantando às pressas. O rosado não disse nada e Lucy disfarçou dando um sorriso à amiga ao passar pela porta.

- Nada. Vamos? – e então entrou com os dois a seguindo para dentro.

(...)

Eram sete horas da manhã e a loira não tinha dormido nada. Voltou pra casa pelas três e não tinha trocado nenhuma outra palavra com Natsu depois que entraram pra ver o que Gray queria. Inventou uma dor de cabeça e pediu pra Laxus a trazer embora e ao entrar em seu apartamento percebeu que ainda estava com o blazer do rosado. O cheiro dele não a deixava dormir, sorte sua que estava de folga nesse domingo pois se não iria trabalhar completamente quebrada. Se lembrou de como eles estava quase se beijando e levou a mão aos lábios como se ainda pudesse sentir a respiração dele em si e logo chacoalhou a cabeça para tira-lo de seus pensamentos. Como podia alguém que ela se quer suportava trocar algumas palavras á alguns dias ser tão envolvente assim? Lucy não sabia a resposta para aquilo e preferia não saber.

Se levantou e ficou andando de um lado para o outro até que resolveu fazer o que estava evitando fazer à alguns dias, pegou seu celular e discou o número esperando se atendida o que aconteceu no primeiro toque.

- Sou eu, Lucy. A gente precisa conversar.


Notas Finais


To tentando dar uma agilizada nos dois mas eu não sei fazer isso de um modo rapido, queria trabalhar bem a relação deles e fazer ela evoluir de um jeito legal, sorry e pacience!
A musica que eu citei é essa ó https://youtu.be/HJb0VYVtaNc
Espero que tenham gostado meus anjos, até o próximo, beijãooo ❤


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