História Eu não suporto você! - Capítulo 15


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Categorias Fairy Tail
Personagens Bisca Connell, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Fairytail, Nalu, Romance
Visualizações 230
Palavras 2.954
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Inhai bichas, tudo bom com vocês?
Ai gente, eu to malzona, peguei uma gripe fudida e pra piorar ta fazendo um frio horrível aqui, quero choraaaar.
Mas mesmo assim tamo aqui com capitulozinho novo pros meus nenens (ai cara amo vocês de mais puta que pariu)
Olha, espero que gostem, perdoem meus erros e uma ótima leitura pra vocês ❤

Capítulo 15 - Acabou.


Era oficial, o inverno tinha começado em Magnólia e, no meio de tanta gente indo pra lá e pra cá, lá estava ela, tentando não ser levada pela multidão de pessoas. Aquela cidade virava um caos quando dava 18 horas e Lucy odiava aquilo do fundo do coração. Aquele movimento todo era absurdo para uma segunda feira e tudo o que mais queria era já estar em casa, mas não, tinha marcado de encontrar Sting em uma praça ali perto e mentalmente ela amaldiçoava tudo e todos por não ter conseguido falar o que queria por celular.

“Eu odeio essa cidade. Eu odeio relacionamentos. Eu odeio essa merda de horário de pico. Uhg, eu odeio gente, inferno!”

Seu estado de irritação estava três vezes maior do que a pior das piores TPMs de sua vida e ela jurava que mataria um caso ele a tirasse do sério. Continuou caminhando por algumas quadras com cautela pra não trombar em ninguém e acidentalmente cometer um assassinato e depois de cinco minutos andando chegou a tal praça. A moto preta estava estacionada ali em frente mas ela não viu o loiro. Se sentou em um banco e ao passar os olhos pelo lugar pode avista-lo a alguns metros conversando com uma mulher desconhecida e quando ele notou sua presença se despediu cheio de sorrisos e com um beijo no rosto.

“Sting sendo Sting, filho da puta nojento”

Suspirou cansada, Lucy ficou feliz por não ter se incomodado tanto com aquilo pois normalmente teria ido até lá e estragado aquela cena ridícula, mas não, hoje não. Ela estava pouco se fudendo e aquilo a deixava imensamente feliz. Não que seu estresse tinha ido embora, ainda estava ali mas agora tinha lembrado do porque queria conversar com ele e se sentia mais motivada do que nunca. Ele chegou até ela e ao tentar cumprimenta-la com um beijo Lucy virou o rosto fazendo com que seus lábios repousassem sobre sua bochecha, o loiro não gostou daquilo então apenas franziu o cenho em descontento se sentando ao seu lado.

- Achei que não fosse me procurar, demorou um pouco dessa vez Blondie – ele passou um braço por atrás dos ombros dela fazendo com que a mesma chegasse mais perto. O estomago da loira embrulhou ao sentir o perfume feminino que vinha dele, mais um pra coleção de cheiros e mais uma fez se sentiu feliz por não se estar sendo afetada por aquilo, ela respirou fundo e se afastou para o lado mantendo uma certa distancia e ignorando as marcas de chupões no pescoço alheio.

- Eu te chamei pra conversar, nada mais Sting. – ela reafirmou pra deixar claro, não estava de brincadeira. O loiro enrijeceu e endireitou a postura, Lucy estava séria.

- Certo. – disse com cautela – o que houve? – lhe lançou um sorriso charmoso e a loira se perguntou quando que aquele gesto tinha parado de lhe atingir como antes, não sabia dizer ao certo se fora de imediato ou aos poucos mas agora ela tinha certeza, Sting não dominava mais seu coração, não se deixaria levar pelo emocional mais uma vez. Ela continuou impassível e apertou o tecido de sua calça pra tomar mais coragem e falou o que estava engasgado em sua garganta.

- Não ta dando. – ele lhe olhou confuso e um tanto assustado – e você sabe.

- Eu não estou entendendo Lucy, pode ser mais clara amor? – ouvir aquela palavra saindo da boca dele era como se alguém estivesse arranhando um quadro negro com as unhas, viu ele dar uma olhada no celular e sorrir ao receber uma mensagem – a gente pode terminar essa conversa outro dia? É que eu tenho um compromisso...

“Onde é que eu errei Deus? Me fala, porquê eu não to lembrando

Ela inspirou pelo nariz e soltou o ar pesadamente pela boca enquanto massageava as têmporas se levantou e apertou a alça de sua bolsa antes de começar a falar.

- Pode ir pra merda do sei lá o que que você tem pra fazer. Pode ir pros quintos dos infernos se quiser, chega. – ele a olhava confuso mas prestava atenção em cada palavra – Eu to por aqui com você Sting e não é de hoje – ela fez um gesto com a mão como se cortasse a própria testa para demonstrar o quanto estava exausta daquilo – To cansada dessa merda toda e- o loiro se levantou bruscamente a interrompendo.

- Lucy, Blondie, você não parece estar em condições de conversar se quise-

- Cala a porra da boca que eu estou falando – ela explodiu, finalmente – não consegue ter uma conversa seria sem que seja algo do seu interesse né? Presta bem atenção porque eu quero que grave essas palavras nessa sua cabecinha de merda: eu não quero mais, já deu. Cansei de você. Cansei do seu jeito ridículo de achar que tem poder sobre mim. Cansei de ser a trouxa que corre atrás quando é você que sempre faz merda. Cansei de me doar pra alguém que só me fere, que só destrói o meu coração – sua voz já estava embargada e chorar ali era a ultima coisa que ela queria fazer – Cansei de ignorar as marcas que as suas putas deixam em você. As lingeries que eu encontrava no seu apartamento. O modo como espantava qualquer pessoa que se aproximasse de mim. O jeito como me magoava com palavras e gestos. Foram três anos Sting, três anos, eu tentei juro que tentei mas você não colaborou e o que adianta eu tentar sozinha, não? Amei você com todo o meu coração e fechei os olhos pra muitas coisas que fazia mas chega – seu tom tremulava a cada palavra que falava – eu... não aguento mais.

Agora as lágrimas desciam sem que ela pudesse controlar e a loira amaldiçoava aquilo, chorava de exaustão, queria ir embora, queria sumir. Não pensava que aquilo iria ser tão difícil quanto estava sendo e jamais imaginou que seria tão dolorido botar tudo pra fora.

- Lucy, por favor, não faça isso. – ele se aproximou para limpar uma das lagrimas dela mas a mesma recuou cortando o contato – eu... eu te amo, não acabe com o que a gente tem. É só uma fase, eu sei que é assim como várias outras que tivemos vai passar – ele dizia sorrindo em negação fazendo com que ela finalmente olhasse em seus olhos com um olhar de súplica.

- Não, não vai passar. Não dessa vez. – levou as mãos aos olhos para seca-los e fungou – Se você me ama mesmo então por favor, por mim, por tudo o que já tivemos e vivemos apenas me deixe ir. Não me magoe mais Sting, eu imploro – mais lagrimas desciam queimando seu rosto e então ela viu o sorriso dele dar espaço pra uma feição desesperada, o loiro tinha caído em si.

- Você não pode me deixar Lucy, não pode fazer isso comigo, com a gente – ele segurou em seu braço para afirmar aquilo mas logo ela se desvencilhou e olhou no fundo de seus olhos.

- Não só posso como vou. Tchau Sting. – se virou em direção a rua e saiu andando, deixando ele pra trás, incrédulo de mais para fazer algo ou se quer gritar por ela. Estava tudo acabado e ela finamente estava livre daquelas correntes que lhe sufocavam.

(...)

Ao chegar em casa foi direto para o banheiro, vomitou tudo o que tinha no estômago e ficou sentada no chão por alguns minutos encarando o vaso a sua frente pra depois se levantar e dar a descarga. Resolveu tomar um banho pra triar o peso que estava sobre si por conta da conversa dura que teve com o seu – agora – ex namorado e ao mesmo tempo se sentia estranhamente leve mesmo com sua cabeça explodindo de dor. Já em baixo do chuveiro, parou pra pensar um pouco enquanto a água escorria em si e quando percebeu estava chorando novamente. Lembrou-se de quando descobriu estar apaixonada pelo loiro e como tinha sido bom o primeiro beijo deles, lembrou do primeiro encontro, das trocas de olhares, das carícias e de como ele à pediu em namoro na frente da família inteira do mesmo. Se encostou na parede do box e foi escorregando lentamente até que se sentou no chão frio e molhado, se encolhendo ali e abraçando os joelhos com força. Seus soluços saiam altos enquanto a água batia no chão ao cair e uma dor profunda tomava conta de seu peito, estava se tornando difícil respirar por conta do nó que estava em sua garganta. Se lembrou da primeira viagem deles juntos e dos sorrisos, brincadeiras e aventuras. Por mais que toda a dor que passou durante aquele relacionamento deixou marcas em seu coração era impossível se sentir feliz naquele momento, o namoro deles não tinha sido cem porcento ruim, pelo contrário, tiveram momentos incríveis juntos e abandonar aqueles momentos era como abrir um buraco em seu peito. Ela conseguia admitir pra si mesma que iria sentir falta do abraço gostoso dele e de como o mesmo colocava a franja dela atrás de sua orelha, amava aqueles pequenos gestos e amava o loiro. Só que acabou, era impossível negar e dar um fim a àquilo era o melhor a se fazer. Por mais que ela tivesse tentado remendar a ligação deles Sting sempre dava um jeito de arrebentar com tudo novamente e isso a exauriu de um jeito irreversível, lhe quebrou por dentro. Ao mesmo tempo que ela estava triste por ter acabado com tudo – claro que estaria, ela também era humana – estava com raiva. Raiva dele por ter destruído um sentimento que tinha sido tão lindo e raiva de si mesmo por ter deixado as coisas chegarem a tal ponto. Raiva de todas as situações horríveis em que chorou por noites e noites após suas brigas constantes, raiva de todas as vezes que ele traiu sua confiança, de todas as palavras que ele disse com intenção de lhe magoar que agiam em si como facas cravadas em seu peito. Raiva de como ele a culpava por todo e qualquer deslize dele próprio. Raiva de aceitar citações absurdas que lhe trouxeram a isso.

Lucy queria simplesmente desaparecer.

(...)

Uma semana. Tinham se passado sete dias dentro daquele apartamento. Não sentia fome nem vontade de sentir a luz do sol quem dirá ver gente. Sua única companhia era si mesma e sabia que uma hora ou outra teria que voltar para a vida em sociedade mas não agora. Suas amigas tinham vindo lhe procurar todos os dias e até mesmo Brandish tivera aparecido pra saber de seu paradeiro. Laxus quase pôs sua porta abaixo de tanto bater na madeira da mesma junto de Gray mas ela não tinha atendido ninguém. Seu celular estava desligado deis de segunda feira passada e não iria o ligar tão cedo, sabia que teria várias ligações perdidas e milhares de mensagens, coisas que não queria lidar agora. Tinha acabado de vestir seu pijama e estava pronta pra maratonar mais uma serie qualquer da Netflix quando as batidas começaram de novo. Pode ouvir a voz feminina do outro lado da porta e era Juvia, pela quinta vez.

- Lucy, da um sinal de vida por favor. – a voz saia abafada por conta da porta que as separavam – estamos todos preocupados com você, droga, você não pode fazer isso conosco. Eu só... só preciso ouvir sua voz, apenas isso. Não nos deixe no escuro, não deixe à mim no escuro. Somos seus amigos poxa. – ouviu ela suspirar pesadamente e um breve silêncio se seguiu até que ela resolvesse continuar – não sei o que aconteceu. Procuramos Sting pra saber mas nem conseguimos encontrar o paradeiro dele e isso me deixou mais desesperada ainda. Espero que... espero que não seja nada grave e... quando finalmente resolver sair dai lembre-se que estou aqui por você. Estamos. Vamos te esperar viu loira?

E com isso pode ouvir os passos irem se distanciado pra logo ficar tudo em silêncio. Sabia que era errado preocupar todos daquele jeito mas o que menos tinha agora era cabeça pra conversar com alguém. Duas horas se passaram e ela estava no sofá de frente para a TV ligada passando algum filme mas a mesma não assistia por estar divagando. Algumas batidas leves foram dadas em sua porta e ela ficou em silêncio esperando a azulada falar, achava que era Juvia novamente então apenas suspirou e aguardou. As batidas continuaram por pelo menos oito vezes em intervalos de cinco minutos. Na nona vez ela se irritou e finalmente resolveu abrir por impulso pra enxotar qualquer um que estivesse ali.

- Olha eu já vou avisando que não to legal então se quiser me fazer o favor de sumir daqui e parar de bater na minha porta eu agradeceria imensamente, caralho. – ela cuspiu as palavras rapidamente antes de ver quem era e ao levantar os olhos ficou confusa ao se deparar com aquelas orbes ônix lhe fitando com um brilho diferente.

- Achei que não abriria nunca, Luce. – ele a fitava de cima e logo a mesma percebeu seu olhar em seu decote e tentou se cobrir com as mãos, praguejando por estar com uma camisola quase transparente como aquela.

- Primeiro, o que quer aqui? Segundo, como sabe em qual andar eu moro? Terceiro, se não parar de olhar eu arranco os seus lindos olhos agora mesmo. – ele deu um sorriso galanteador e finamente desviou os olhos dela – obrigada pela consideração. E ai, vai responder ou não?

- Acha mesmo que meus olhos lindos? – ele perguntou a provocando sem perceber e a mesma ergueu uma sobrancelha para ele sem acreditar.

- Olha Natsu, eu poderia fingir mas realmente não estou com saco pra isso, ok? Fale de uma vez o que quer e depois vá embora – foi direta fazendo com que o mesmo perdesse a pose e suspirasse cansado.

- Tudo bem. Certo, eu vim conversar.

- E quem disse que eu quero conversar com alguém? Estou bem assim e-

- Luce! – ele advertiu com um tom irritado chamando a atenção dela – olha, apenas escute, está geral sem saber o que fazer por conta do seu exílio próprio. Aquela nanica maníaca por livros não dorme à dias, a doida cachacheira não põe uma gota de álcool na boca deis de que você parou de dar notícias, Mira chora pelos cantos, a namorada do Gray e ele estão pra lá e pra cá o tempo todo como dois hiperativos buscando por aquele seu namorado imbecil, Laxus está quase tendo uma crise de nervos, até o padrinho está preocupado, aquela ruiva demoníaca ficou estranhamente quieta de uma hora pra outra e isso está me dando medo. Bisca não aparece no serviço o que me prejudica muito já que ela é minha secretária e até eu estou preocupado mesmo a gente não sendo “amigos próximos” então por favor tenha a decência de pelo menos dar um sinal de vida para as pessoas que se preocupam com você e com a porra do seu bem estar. Se não esta afim de conversar então é só isso mesmo que eu tinha pra dizer, passar bem.

Ele se virou e se pôs a andar com passos firmes deixando a loira pra trás, com cara de taxo. Ela não pode fazer nada a não ser observar suas costas enquanto ele andava pelo corredor. Uma culpa enorme a abateu por não ter considerado como todos reagiriam com aquilo que ela estava fazendo e então se sentiu mal por ter feito aquilo com eles. Eram seus amigos e estavam com ela todas as vezes em que mais precisou. Uma coisa era ficar triste pelo término outra era se isolar do mundo e cortar relações apenas por estar magoada. Na verdade nem estava mais tão abalada como antes, apenas não tinha coragem de enfrentar o mundo lá fora então tinha se acomodado em sua “caverna”.

Entrou pra dentro e passou a procurar seu celular pra liga-lo na mesma hora, era obrigação sua informar a todos que estava apenas passando por uma fase ruim mas que logo iria tudo se normalizar. Tinha o dever de tranquiliza-los nem que fosse com uma mensagem, onde estava com a cabeça ao fazer aquilo?

Foi até a cozinha pra fazer um chá de camomila e depois de bebe-lo passou no banheiro para dar uma olhada no espelho, sua aparência estava deplorável. Seus cabelos sem brilho, enormes olheiras abaixo dos olhos e os lábios ressecados. Resolveu tirar o pijama e tomar um outro banho, um que seria renovador. Hidratou as madeixas loiras e tentou dar um jeito em sua pele com alguns cremes e loções depois de se depilar por inteira, estava realmente precisando daquilo. Fez as unhas das mãos e dos pés e depois se perfumou para então se jogar na cama. Era como se não fizesse aquilo à anos e foi muito, muito bom. Se sentia bem, leve, limpa e bem melhor como à dias não se sentisse. Fitou o teto por uns instantes e um pensamento que passou por sua cabeça a fez se desesperar, será que o rosado tinha notado o quão desgrenhada ela estava?

Gargalhou sozinha ao pensar aquilo e logo se lembrou de suas duras palavras, odiou ter levado uma bronca dele mas não podia deixar de se sentir feliz pelo fato do tão atarefado Natsu Dragneel ter vindo até si lhe dar lição de moral. Sorriu largamente lembrado daqueles olhos em si e suspirou despreocupada. Pôs as mãos no rosto para abafar um gritinho de puro êxtase e pensou “com que direito esse rosinha vem aqui brigar comigo hein? Olha a audácia desse merda” antes de cair no sono, um sono que seria melhor do que todos os outros que já tivera antes.


Notas Finais


Aaaaaaa eu sei que era necessário mas eu fiquei tão triste por ela. Tipo, nenhum término é facil sabe? Quem já passou por isso sabe porque além dos motivos que tiveram para chegar ao fim ainda existem as boas lembranças e doi de mais de uma certa forma, é inevitável. E quem nunca passou por isso eu desejo que não passe pois é um porre amores, eu garanto ksksksksksksk
Agora vou aplicar meu neosoro gostosim e capotar pq com essa gripe não ta dando não.
AHH eu ja ia quase me esquecendo, 00:19, SEXTOU CARAMBAAAAA, IRRAAAAAA
Beijos meus xuxuuuuus, até o próximo, espero que tenham gostado e fiquem bem belezuras ❤


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