História Eu não suporto você! - Capítulo 17


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Categorias Fairy Tail
Personagens Alzack, Aries, Bisca Connell, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jackal, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Virgo, Zeref
Tags Fairytail, Nalu, Romance
Visualizações 320
Palavras 3.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


vamo canta junto agora gente vai, e um e dois e tres e já: O QUE PENSA QUE EU SOU, SE NÃO SOU O QUE PENSOU ME LIBERA, NAO INSISTA VAI VIVER UM OUTRO AMOR
(Queria deixar claro meu amor por Djavu e é isto, aturem)
Uuuuuuuuu sabadou irraaaaaa
To chapadona de xarope e ibiprufeno mas to melhorando da gripe, amém!
Xente, perdoem meus erros
Desejo que gostem pq é agora que vai comecar os perrengue muahahahahahaha
Boa leitura bebes ❤

Capítulo 17 - Você prescisa ir.


Ele levantou em pulo, assustado por não saber onde estava e ao julgar pela luz do sol que entravam pelavas frestas da cortina já era dia mas não tinha a menor noção de que horas eram. Se viu sentando em um colchão no chão e ao lado tinha uma cama de casal o que o deixou ainda mais confuso, onde estava mesmo? Passou os olhos pelo vão e ao avistar um porta retrato com uma foto da loira com as amigas se lembrou, tinha dormido no apartamento de Lucy.

Se jogou de volta no colchão tapando os olhos com o antebraço e sorrindo ao lembrar que ela mesma tinha pedido para ele ficar. Tudo bem que não tinha sido na mesma cama mas pelo menos era no mesmo quarto, pra ele já era um avanço e ao lembrar do porque ela tinha permitido que ele dormisse ali não pode ficar menos confuso, ver ela vulnerável daquele jeito tinha lhe assustado de um jeito que jamais pensou que ficaria na vida. Ao mesmo tempo que pensava nisso também lembrava dela ter contado a ele que tinha terminado com o namorado babaca e aquilo deixava ele mais satisfeito do que a melhor das melhores fodas da sua vida.

Em meio a todos aqueles pensamentos sentia que estava se esquecendo de algo, algo muito importante mas não conseguia decifrar o que era. Sabia que não podia ser Happy, pois Mavis tinha dormido lá para ir ao pré natal hoje cedo, a clínica era do outro lado da rua do apartamento então ficaria mais fácil pra ela então consequentemente o gato não tinha ficado sozinho. Tinha trancado bem o Audi antes de subir correndo para o apartamento da loira então não era isso. Deveria passar na casa do pai para tomar um café com ele durante a tarde mas isso seria só após as reuniões de hoje.

As reuniões.

De hoje.

Se levantou em um pulo como se sua vida dependesse daquilo. Se perguntava como diabos tinha esquecido dos encontros mais importantes do ano na corporação e ter deixado o celular no carro tinha sido um erro, não sabia que horas eram, precisava ir pra casa por um terno adequado, precisava checar os documentos para ver se estava tudo certo.

Os documentos.

Não tinha terminado com a papelada ontem.

Merda. Merda. Merda. Merdaaaaaa

Praguejou e puxou os próprios cabelos agressivamente após guardar o colchão e foi correndo em direção a porta do quarto. Ao sair do corredor se deparou com uma sala e cozinha inteiramente cheias de fumaça e o cheiro de algo queimado pairava no lugar.

Encontrou uma Lucy tentando abanar uma frigideira que pegava fogo com um pano de prato e conseguiu identificar a fonte daquela fumaça toda. Correu em direção a ela e jogou a panela na pia enquanto abria a torneira para apagar o mini princípio de incêndio, queria saber como aquilo tinha acontecido. Cruzou os braços e ficou encarando a loira em busca de respostas até que ele pigarreou fazendo com que ela percebesse que ele queria algo.

- Estava querendo nos matar queimados? – viu seu semblante se fechar e engoliu em seco.

Eu não deveria ter dito isso

- Vai se foder. Eu tava tentando fazer a porra de um café da manhã pra gente comer pra agradecer por você ter ficado junto comigo nessa merda de apartamento então esse caralho começou a pegar fogo do nada. Eu não tenho culpa, pensei que acordaria com fome mas não você tinha que vir aqui por a culpa em mim por eu ter tentado fazer uma boa ação, é isso que as pessoas ganham quando tentam ser boas para as outras – ele olhava ela esbravejar calado até que desatou em risos fazendo com que Lucy ficasse ainda mais irritada por não estar entendendo nada – Que foi? – ele continuou rindo e a loira queria mata-lo – Se não falar eu juro que te jogo pela janela – ela ameaçou e então ele lhe lançou um sorriso deveras bonito, Lucy se arrepiou com aquilo mesmo protestando internamente.

- Você tem mal humor matinal – pousou a mão no topo da cabeça dela desarrumando a cabeleira loira e ganhando um olhar assassino da mesma – que bonitinha.

- Não fale comigo como se eu fosse um cão – afastou a mão dele de sua cabeça e o olhou irritada – e não mecha no meu cabelo, não te dei essa intimidade.

- Certo, certo. – ele continuava sorrindo e a loira o amaldiçoava pelo rosado ter um sorriso tão bonito – que horas são?

- Dez pras oito – ele percebeu que ela já estava vestida para trabalhar e sorriu mais ainda ao ver que a mesma voltaria para o serviço – o que foi? – Natsu saiu de seu transe e foi até a geladeira para pegar alguns ovos.

- Vou preparar algo. É melhor abrir as janelas pro resto da fumaça sair e eu aconselho trocar de roupa se não quiser ir para o serviço com cheiro de incêndio misturado com cremação.

Ela revirou os olhos mas foi fazer o que ele disse. Natsu fez ovos mexidos e um café preto bem forte para desperta-los, achou pão no armário e um pote de doce de leite na geladeira. Não estava mais com tanta pressa, a primeira reunião seria apenas as nove então daria tempo de comer tranquilamente.

Lucy voltou para a cozinha já com outras roupas no corpo e com o cabelo loiro amarrado em um rabo de cavalo.

- Onde fica o banheiro? – ele perguntou colocando um pano de prato nos ombros, ainda estava com as mesmas roupas sociais de ontem e precisava jogar pelo menos uma agua no rosto.

- Primeira porta do corredor, à esquerda. – ela se sentou já colocando um pouco de café para si em uma xícara.

Natsu foi até lá e logo voltou, Lucy percebeu que seus cabelos estavam mais organizados e ele tinha perdido a cara amassada de sono. O rosado se sentou de frente para ela e começou comer em silêncio. Depois de comerem ele a encarou por alguns segundos se perguntando se deveria ou não dizer algo sobre o modo que ela tinha acordado de madrugada e como se ela estivesse lendo seus pensamentos a mesma se pronunciou sobre o assunto lhe assustando.

- Não, eu não quero falar sobre o que aconteceu durante a noite e ficaria muito feliz se você não tocasse no assunto. – ela se ajeitou em sua cadeira – obrigada por... ter ficado.

- Certo... – Natsu estava curioso mas não queria invadir o espaço alheio.

- Bom, agora preciso ir, o que vai fazer?

- Vou pra casa. Tenho que tomar um banho e ir para a empresa.

- Então vamos, preciso trancar o apartamento, vai ser um milagre eu conseguir chegar antes das nove na clínica mas acho que a Brandish perdoaria um atraso em compensação a uma semana sem ir – riu pra si mesma se levantando e indo em direção ao quarto. Pegou seu jaleco e sua bolsa pra logo voltar para a sala.

Os dois saíram um seguido do outro em silêncio apenas com o barulho do tintilar das chaves do carro na mão de Natsu, que girava o objeto em seus dedos.

Ao chegarem lá em baixo se despediram e a loira começou a andar em direção a estação mas parou de andar ao ouvir ele a chamando.

- O que houve? – perguntou de longe mas logo voltando enquanto ele a chamava com um gesto de mão para que ela se aproximasse.

- Vem, eu te levo – ele disse já indo em direção ao carro.

- Ta doido rosinha, a clínica fica do outro lado da cidade.

- Anda logo Luce, não custa nada eu te dar uma carona. – ele entrou e viu a loira hesitar mas sorriu largamente ao vê-la entrar no veículo também a encarou por uns momentos até que ela entendeu o que o rosado queria e pôs os cintos.

- Satisfeito? – viu ele assentir e ligar o carro.

Chegaram na clínica em menos de vinte minutos e se despediram rapidamente, ambos estavam atrasados para seus afazeres. Lucy estava para entrar no edifício mas parou no meio do caminho ao ver Brandish e Áries sentadas em um banco do lado de fora enquanto comiam algo.

Se aproximou e deu um abraço nas duas pra logo se juntar a elas. Já tinha passado ali ontem para falar com elas e explicar o porque de ter sumido e que voltaria a trabalhar hoje então já esperavam por ela.

- Uuuuh, quem era o boy? – a esverdiada perguntou cheia de segundas intenções ganhando um revirar de olhos da loira.

- Era só o Natsu – ela já tinha comentado sobre ele para as amigas de trabalho mas apenas reclamações sobre o mesmo.

As duas se entreolharam e depois encararam Lucy que não estava entendendo o motivo daqueles olhares em si.

- Entendo – dessa vez foi Aries quem se pronunciou com um sorriso malicioso em seus lábios.

- Não vou ser alvo de suas especulações pervertidas – a loira se levantou – temos que trabalhar, vamos logo suas fofoqueiras.

- Ahn, agora ela quer trabalhar – Brandish se levantou junto com Áries e Lucy começou a andar – Não fuja de nós dona Heartfilia, você vai nos contar tudinho!

(...)

O dia se passou de vagar na empresa e Natsu parou para se perguntar a onde é que estava com a cabeça quando deixou para terminar as coisas hoje. Tinha chegado atrasado e teve que dar um jeito naqueles documentos em menos de meia hora e por sorte Bisca tinha ido trabalhar. Se atrasou quinze minutos para a primeira reunião o que acarretou o atraso de todas as outras e era impossível não perceber o olhar desaprovador que o pai tinha sobre si.

Diz que eu sou o pilar dessa merda mas ainda continua vindo pra me vigiar, tsc” pensou enquanto organizava sua mesa mas sabia que o pai não tinha culpa dele ter sido negligente com o trabalho no dia anterior.

Gray tinha vindo o visitar na hora do almoço e foi impossível não se irritar com todo aquele converseiro de “você precisa tranzar, já faz quanto tempo que não faz sexo?” como se aquilo fosse resolver seus problemas. Parando pra pensar era mesmo estranho ele não ter vontade de sair por ai como fazia sempre que estava solteiro, vários encontros causais por semana, baladas e bordeis, seduzir mulheres inalcançáveis. Não tinha vontade de fazer nada daquilo, não mais.

Não depois que conheceu ela.

Pra ajudar ainda tinha que lidar com os comentários sobre si por conta de uma matéria que tinha saído na Magos&Magos sobre o término dele e de Lisanna, que apenas para irrita-lo tinha dado uma exclusiva para a revista onde afirmava que ele ainda a procurava por carência, uma mentira descarada mas mesmo assim todos o estavam olhando com pena.

Vaca duas caras” pensou ao lembrar das inúmeras vezes que a albina tinha telefonado para si mesmo com ele ignorando.

Finalmente tinha acabado o expediente e felizmente não tinha mais nenhuma reunião ou papelada para lidar hoje então foi direto para casa, o dia tinha sido cansativo então estava precisando de um longo banho e uma ótima noite de sono.

(...)

- Ei Lucy? Ta ouvindo? – a azulada perguntou estalando os dedos em sua frente para lhe chamar atenção, a loira piscou algumas vezes e percebeu que tinha se distraído enquanto Levy falava algo sobre uma nova funcionária na biblioteca.

Elas estavam tomando um café em uma cafeteria próximo ao trabalho da baixinha e já se passavam das nove da noite, tinham marcado de se encontrar pois queriam conversar sobre algumas coisas e aquele lugar já era um ponto de encontro muito comum entre as duas por ser aconchegante e ter o melhor café de Magnólia.

- Pode repetir? É que eu estou meio avoada hoje. – ela deu um meio sorriso enquanto a menor a encarava fixamente – o que houve?

- Tem algo te incomodando? – Levy era muito perceptiva e estava certa, claro que tinha. As imagens de seu pesadelo não paravam de rondar sua cabeça e só de lembrar daquilo seu estomago se revirava todo, e pra completar estava como um mal pressentimento – se não quiser dizer tudo bem.

- Não precisa se preocupar, não é nada – mentiu forçando um sorriso e a amiga pareceu engolir aquilo – ele sente sua falta. – ela disse mudando de assunto o que não foi uma boa ideia pois a azulada odiava falar sobre aquilo.

- Parece que vai chover né? – ela disse ignorando descaradamente a loira.

- Levy, sabe que não somos mais crianças né? Saímos do colegial. A gente cresceu e ele também, eu te garanto que se conversar com ele você vai v-

- Não se atreva a me sugerir uma coisa dessas – esbravejou sem querer – eu... é... desculpa Lucy. Eu sei que já fazem anos mas eu ainda não superei. Acho que não cresci como vocês – disse tristonha fitando as próprias mãos em seu colo e ouviu a loira rir – qual foi a piada?

- É, você não cresceu mesmo baixinha – Lucy ria por conta da estatura da amiga enquanto a mesma a olhava com olhos estreitos – foi mal. Acho que já vou ir, preciso de um banho.

- Então vamos, te deixo em casa.

As duas se levantaram e saíram após pagarem a conta. Foram em direção ao carro da menor e o caminho foi bem tranquilo e rápido. Levy deixou Lucy em frente ao prédio da loira e foi embora tão rápido quanto veio.

Ao subir, entrou tirando os tênis jogando os sapatos em um canto qualquer e foi direto para o banheiro se lavar. Quando estava prestes a dormir viu algo brilhar no chão do quarto e se abaixou para ver o que era o tal objeto que tinha lhe chamado atenção.

Chegando mais perto pode ver que era um relógio, estava bem ao lado da onde o colchão onde Natsu dormiu tinha ficado e pegou a peça com cautela com medo de estragar ou até mesmo riscar pois era pesado e parecia ser de ouro.

Rosinha esperto, ele acha que me engana deixando isso aqui apenas para ter uma desculpa pra voltar” sorriu ao pensar naquilo pois não acharia ruim se ele voltasse. Guardou o relógio na gaveta do criado mudo e foi dormir pois o cansaço já estava tomando conta de si.

(...)

Acordou ofegante e suando, como sempre estava fria como gelo, mais uma vez tivera sonhado que os pais a deixavam em uma casa desconhecida e iam se afastando enquanto ela corria incansavelmente sem poder alcança-los. Era a quarta vez seguida que estava tendo aquele sonho apenas nessa semana e estava pensando seriamente em ir a um psicanalista pra entender o que estava acontecendo consigo. Se levantou com dificuldade e foi para o banheiro tomar um banho gelado para tirar aquela sensação pesada de si, era como se algo invisível estivesse a puxando para baixo.

A loira se arrumou e foi par ao serviço sem comer, tomaria café com as meninas como sempre. O dia foi corrido e ela agradeceu mentalmente por ser sexta feira, amanhã trabalharia apenas até as 13 horas então poderia descansar até segunda feira. O ruim era o medo que tinha de dormir e sonhar aquilo novamente, isso estava virando uma tortura sem fim.

Caminhou por entre as pessoas que iam e vinham de um lado para o outro como já era rotina daquela cidade principalmente naquele horário, seu celular tocou e ela o pegou para atende-lo ainda em movimento.

- Oi?

- Happy Hour hoje, aqui em casa, topa? – era Cana – só alguns drinks e uns quitutes.

- Não sei não em Cana, to meio cansada hoje acho que vou deix-

- Vai, por favor loira. Faz tempo que nós não fazemos algo do tipo, eu você as meninas, vai ser legal eu juro – ela implorou do outro lado da linha.

- Ta bom, você venceu. Só deixe eu ir para casa antes, preciso tomar um banho. Vê se alguma das meninas pode vir me buscar – ela desviou de uma pessoa indo em direção à escadaria da estação.

- Certo. Esteja pronta as nove, eu te busco – a morena disse e Lucy parou de andar na mesma hora.

- Você não! – quase gritou no meio das pessoas – Tu pilota aquela moto igual uma maníaca e eu prezo muito pela minha vida, não quero morrer jovem obrigada.

- Credo Lu, você é muito cruel! – Cana choramingou – eu estou mais devagar agora com a minha bebezinha – disse se referindo à sua Kawassaki branca.

- Ta, vou fingir que acredito – a loira pode ouvir um “tsc” vindo do outro lado da linha e depois de pensar um pouco cedeu – ok, mas se você não for de vagar eu te deixo careca, ta me ouvindo?

- É assim que se fala princesa – a morena comemorou enquanto Lucy revirava os olhos e entrava no metrô – agora preciso ir comprar umas coisinhas, tchau loira aguada.

A amiga desligou antes mesmo de se despedir e a loira não se importou pois Cana era assim deis de sempre.

Chegou até que rápido ao seu destino e teve que andar por algumas quadras até avistar o prédio onde morava. Virou a esquina e algo lhe dizia que tinha alguma coisa errada mas não conseguia identificar o que era até que viu a Ducatti preta estacionada em frente ao seu edifício. Quando o loiro a viu veio caminhando em sua direção e seu semblante desesperado fez com que o frio percorresse sua espinha. Tinha algo muito, muito errado acontecendo.

Percebeu que ele tremia e abria a boca e fechava varias vezes tentando lhe dizer algo e ela só conseguia ficar parada esperando que Sting falasse logo o que tinha acontecido.

- Eu... é... Lucy – ele pegou sua mão direita com ambas as mãos a assustando pelo tanto que tremia e apertou como se sua vida dependesse daquilo – eu sei que não estamos mais juntos mas isso não impede que eu ainda me preocupe com você certo? – ela assentiu confusa e desconfiada, ele estava muito frio – Não vim aqui pra pedir que volte comigo, já descartei essa opção semana passada sei que está melhor sem mim e quero que entenda que não é pra isso que estou aqui – ela assentiu mais uma vez percebendo o quanto a voz dele tremulava a cada palavra, sabia que algo ruim estava pra acontecer, queria sumir dali nesse exato momento – eu tinha que vir te contar, Blondie, você precisa ir embora. Tem que sair de da cidade.

Ela o olhava assustada, o que tinha acontecido? Por que ele tinha vindo falar isso pra si? Não conseguia entender mais nada e um medo crescente ia tomando conta de seu peito ao imaginar qual era o motivo daquilo tudo.

- Eu tava no centro hoje Lucy – apertou suas mãos com mais força e então ela lhe encarou, seus olhos estavam mergulhados em pânico – eu vi ele. Eu não sei como mas ele voltou pra cidade. Magnólia não é mais segura pra você.

Foi tudo o que ele disse antes dela perder a consciência. Seu mundo ficou escuro, suas pernas perderam as forças e ela simplesmente desabou.


Notas Finais


Ai gente é mt bom saber o que vai acontecer cara KKKKKKKKKKKKK sinto muito
Então por hoje é só, fiquem bem
Tomem água
Se alimentem
Descansem
E um ótimo fim de semana pra vocês
Espero que tenham gostado
Beijo na bunda e até segunda ❤


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