História Eu não suporto você! - Capítulo 20


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Categorias Fairy Tail
Personagens Alzack, Aries, Bisca Connell, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Happy, Igneel, Jackal, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Virgo, Zeref
Tags Fairytail, Nalu, Romance
Visualizações 290
Palavras 3.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi oi oi meus pimpolhos, tudo bom?
Mais um capitulozinho pra vocês, vou mostrar alguns flashbacks rapidinhos então espero que não fiquem muito confusos durante o cap, ok? Eu nunca fiz isso, lembrem-se ksksksk
Então boa leitura
Espero que gostem
Lerigou ❤

Capítulo 20 - Irmão.


“- Por que você chora tanto? – o pequeno se abaixou para fitar o rosto choroso dela, que fungava e tentava enxugar as lagrimas incessantes.

- Eu quero os meus pais – ela sentiu uma pequena mão acariciar o topo de sua cabeça e olhou para o alto com os olhos marejados – por quê eles me deixaram aqui? Não me queriam mais?

- Se deixaram era porque não queriam – a loira ficou horrorizada com a facilidade que o menino tinha dito aquilo – os meus também não me quiseram então não se preocupe, você não é a única. – oh, ele estava tentando reconforta-la, foi o que entendeu ao ver que o garoto sorria pra si.

- Por que você não brinca com as outras crianças do orfanato? – ela perguntou inocente por sempre ver aquele menino isolado.

- Eles não me entendem como eu gostaria.

Lucy deu de ombros sem entender o que aquilo significava e apenas ficou em silêncio ao lado daquele garoto estranho, ele parecia ser alguém legal então não faria mal ser amiga dele, faria?

- Ei, eu me chamo Lucy, Lucy Heartfilia e tenho oito anos - sorriu estendendo a mão em cumprimento – e você? Qual o seu nome?”



Lucy não sabia o que dizer. Tinha esquecido até como se respirava e toda a cor que havia em seu rosto tinha sumido em menos de um segundo. Aquilo só podia ser um pesadelo, um dos bem ruins, aceitaria até que fosse uma pegadinha de mal gosto, tudo menos a realidade. Tudo que fazia para sair daquele estado de choque era em vão, nenhum de seus sentidos respondiam, era como se alguém tivesse lhe desligado e até mesmo seus olhos estavam se escurecendo.

- Não vai vir cumprimentar seu irmão? Que falta de educação Lucy. Mas tudo bem eu entendo, deve ser o choque por conta da saudade, também senti sua falta.

Ela sentia no fundo do seu ser que tinha que correr dali, correr o mais rápido possível, para o mais longe possível.



“- O que vai fazer quando sair daqui? – ele perguntou enquanto chutava algumas pedrinhas no chão – desse lugar.

Já faziam quatro anos que Lucy havia sido deixada no orfanato e ele era o seu único amigo, assim como ela era a única dele. Caminhavam em direção a escolinha da pequena vila e as demais crianças estavam mais a frente, conversando animadamente. A pequena loira o olhou confusa como se não entendesse o que o garoto tinha dito, tinha percebido que ele pensava muito mais a frente que si e era por isso que os outros não chegavam perto dele mas ela, ela dava o máximo para compreende-lo pois o pequeno sempre estava ao seu lado.

- Não sei. Procurar meus pais?

- Eu já te disse Lucy, se eles não te queriam quando te abandonaram não vão querer agora. – ela ficou triste com aquilo mas não a afetava tanto quanto antes. Antes ela estava sozinha, agora tinha ele – sabe o que eu vou fazer?

Ela o fitou atenta e murmurou um “o quê?” enquanto o menino sorria para o horizonte.

- Construir uma família. É o meu maior sonho.

- Uau – ela não fazia a mínima ideia do que se tratava mas achou a ideia incrível – e como se faz isso?

- Não é fácil. Uma coisa importante é que pra ser família não precisa ter o mesmo sangue – Lucy prestava atenção em cada palavra que saia dele – e o mais legal é que pode ser com membros variados.

- Variados como? – perguntou em um misto de curiosidade e confusão.

- Tipo uma mãe e dois filhos. Ou apenas irmãos, você já sentiu vontade de ter irmãos Lucy? – ela pensou sobre aquilo e logo abriu um sorriso caloroso para ele.

- Eu já tenho um.

- Tem? – o menino sorriu de volta, tinha entendido perfeitamente o que ela queria dizer.

- Sim seu bobo, você!”



- Nossa, você mudou... deixou o cabelo crescer? – ele disse se levantando para o terror da loira que ainda estava estática.

- O-o o-que faz a-aqui? – as palavras saíram dificilmente pela sua boca mais como um sussurro sôfrego.

- Como eu disse Lucy, senti saudades. Você não? – nunca em sua vida pensou que seria tão difícil se manter consciente, ouvir aquela voz tão cínica e dissimulada a fazia ter arrepios de um medo tão primitivo que corroía até seus ossos – Vejo que ainda continua sem modos. – ele observou ao notar o silêncio dela balançando a cabeça em negação e fazendo um “tsc, tsc, tsc” com a língua.



“- Onde estava? – o seu tom denunciava toda a sua irritação, coisa que Lucy já tinha se acostumado pois sempre que saia com seus novos amigos seu “irmão” quase tinha uma síncope, e ela definitivamente não entendia o motivo daquilo. Era normal uma garota de quinze anos ter amigos, não? Então não tinha o porque dele ficar daquele jeito.

- Alguns amigos me chamaram para tomar um sorvete e eu fui. – respondeu simplista enquanto ia para o dormitório feminino, precisava de um banho e não estava a fim de lidar com as paranoias dele hoje mas parou ao ter seu braço segurado com uma força exagerada.

- Já disse que não gosto que saia assim, e ainda por cima não me avisou. Irmãos não fazem isso Lucy. – disse calmo mas com o olhar frio enquanto mantinha o aperto no braço da loira que o olhava assustada, ele nunca tinha feito aquilo consigo.

- Certo... – ela engoliu em seco diante da situação, não conseguia tirar os olhos da mão dele em seu braço – Tem razão, foi um erro meu – deu um sorriso nervoso encontrando os olhos frios dele – eu preciso tomar um banho, podemos conversar depois? Quero discutir sobre o que faremos no seu aniversário de dezoito anos.

Ele afrouxou o aperto e sorriu para a loira, mudando de humor no mesmo instante, coisa que ela também já tinha acostumado, e então assentiu concordando.

- Tenho algo a lhe contar, tome banho rápido. E não lave os cabelos, está tarde e é perigoso você se resfriar.

Lucy assentiu e seguiu seu caminho, ignorando a sensação de que havia algo errado com o irmão de consideração, ultimamente o mesmo estava agindo de modo estranho. Parava para se perguntar se ele sempre fora assim ou estava se tornando alguém diferente ao longo dos anos. Ignorou tudo aquilo e preferiu acreditar que era apenas preocupação consigo, isso mesmo, ele apenas era um pouco exagerado. Nada mais.

Como ele estava para completar dezoito anos e não tinha sido adotado, não poderia mais conviver ali, era assim deis de sempre e Lucy não poderia imaginar viver naquele lugar sem ele, de deito nenhum. Mais tarde se encontraram para comerem juntos, isolados de todos os outro pois era assim que ela gostava e então o assunto surgiu causando indignação na loira.

- Como assim fugir, eu não posso fazer isso!

- Irmãos ficam juntos Lucy. Como eu poderia ir embora sem levar você. – ele disse calmo e impassível – prefere que eu vá e te deixe, é isso que está dizendo?

- Eu jamais iria querer uma coisa dessas, mas é que... – ela apertou o tecido de sua bermuda buscando palavras para dizer que aquilo era loucura. Que mal tinha ela continuar ali? Ainda tinha esperanças de ser adotada e se não fosse esperaria até completar a maior idade para construir seu próprio futuro.

- É que...? – a fitou com os mesmos olhos frios de antes e a mesma se calou – partiremos amanhã, então fique preparada.

- E eu posso saber para onde? Que eu saiba não temos nem onde cair mortos – a loira estava irritada, odiava quando ele tomava as decisões assim como se fosse o rei da cocada preta.

- É segredo! – passou o indicador pela ponta do nariz de Lucy e sorriu calorosamente para ela.

A verdade era que ele tinha conseguido um emprego em uma lojinha de antiguidades na cidade vizinha e por sorte o dono da loja oferecia um quarto um tanto grande no fundo do estabelecimento para o funcionário, mobiliado com duas camas de solteiro, um sofá e móveis de cozinha. Assim como planejado, deixaram o orfanato no dia seguinte e mesmo relutante Lucy seguiu o irmão pela cidade até chegarem em seu destino final. Ficou surpresa ao perceber que ele realmente tinha tudo sob controle, um teto, um emprego, não passariam necessidades. Após algum tempo ele até mesmo tinha conseguido uma documentação – falsa, é claro – para que ela continuasse o ensino médio em um colégio próximo, onde conheceu as meninas, o que não o deixou muito feliz pelas amizades repentinas. Para ele aquilo era um sinal de que sua irmãzinha estava o deixando, e tudo por conta daqueles intrusos em suas vidas.

- Ei? Sua comida vai esfriar – Lucy estalou os dedos para chamar sua atenção.

- An? Ah sim. Estou distraído, me desculpe.

- Tudo bem – ela disse sorrindo – vou ao Fairy Tail hoje com o Jackal, tudo bem pra você?

Lucy sentiu o olhar dele sobre si. Sabia que o ciúmes que seu irmão tinha desenvolvido por ele era maior que o dos outros e não entendia da onde vinha tanto exagero.

- Não iríamos ao teatro hoje? – perguntou calmo enquanto apertava os talheres com força, coisa que não passou despercebido da loira.

- Eu tinha me esquecido – falou quase em um sussurro vendo os músculos da mandíbula alheia enrijecerem.

- Oh, entendo. – respirou fundo soltando os talheres – estou sem fome, vou me deitar um pouco.

E nisso se retirou da mesa, deixando uma Lucy cabisbaixa para trás.

Após alguns meses a loira tinha percebido que ele estava começando a restringir seus movimentos. À proibia de sair com as meninas e chegou até a lhe dizer que não queria que a mesma continuasse sendo amiga de Jackal, o que achou ser um absurdo pois ele era o seu amigo mais atencioso, tanto que até achava que tinha uma queda pelo mesmo e aquilo não agradava nadinha ao seu irmão, esse que ia se tornando cada vez mais estranho ao seus olhos. A relação que tinham de confiança mútua estava se tornando cada vez mais frágil, não conseguia mais contar as coisas a ele como fazia antes e suas mudanças repentinas de humor estavam começando a assusta-la, como ontem, quando o viu chutar uma cadeira com uma raiva que era desconhecida para si.”



Por que seu corpo não respondia aos comandos? Por quê ela continuava ali, parada diante dele? Como ele tinha achado seu apartamento? Como tinha entrado? Lucy não conseguia formular nenhuma resposta em sua cabeça, apenas perguntas, confusão e perguntas. O frio que percorria sua espinha a fazia soar e era impossível afastar as imagens horríveis que vinham a sua mente com uma velocidade absurda, para o seu azar.

- D-diga o que q-q-quer – ela fechou os punhos com tanta força que as unhas chegavam a rasgar o tecido de suas palmas.

- Quero minha irmãzinha de volta. Eu vim te buscar Lucy, nós vamos embora, onde eu posso encontrar uma mala para arrumar suas coisas? – ele sorria para si, um sorriso psicótico que a deixava apavorada.

Não, aquilo não podia estar acontecendo.

- C-como s-saiu? – a loira sentiu o olhar confuso dele e não precisou explicar para que logo a entendesse.

- Isso é o de menos, não se preocupe. O importante é que não temos muito tempo, eu te esperei por alguns dias, certo? E isso atrasou os meus planos.

Ele estava mesmo planejando levá-la para algum lugar. Aquilo fez com que a loira quisesse que alguém a resgatasse nessa mesma hora, poderia ser até o próprio satanás que pularia de bom grado em seus braços pois aquele homem a sua frente sim era um verdadeiro demônio.



“- O que eu lhe disse Lucy?

- Que não queria que eu continuasse sendo amiga dele – ela disse cabisbaixa após ter sido flagrada com Jackal em uma praça. Tinham saído mais cedo do colégio e foi impossível negar o pedido do amigo para comer alguns sanduíches consigo pois estava morrendo de fome. Quando se despediu dele, deu de cara com o irmão que estava a observando do outro lado da rua. – eu não entendo – ela disse encarando o olhar duro que ele lançava para si – por que implica tanto com ele? Não só com ele mais com todos que tentam se aproximar de mim.

- Viu, foi só você começar a se relacionar com essas pessoas que já está mudando até o jeito de falar – ele rebateu irritado – quer mais motivos do que isso? Você me disse que não estava mais mantendo contato com essezinho, e ai Lucy, agora você até mente para mim. Irmãos não mentem uns para os outros. Acha isso certo?

Pra ser sincera, Lucy já estava se saco cheio de toda aquela loucura. É certo que o considerava um irmão por sempre estar ao seu lado mas ele estava começando a extrapolar. Que mal tinha em ter alguns amigos? Que mal tinha em ser amiga de Jackal? Um rapaz tão doce e gentil consigo, que mal tinha nisso?”



Viu ele avançar um paço em sua direção e seu corpo finalmente reagiu a fazendo recuar outro, para sua felicidade e segurança, não queria ele perto de si de jeito nenhum. O sorriso do homem a sua frente se transformou em uma carranca tão rapidamente que seria difícil perceber que ele estava sorrindo a poucos segundo atrás.

- Lucy, não dificulte as coisas irmã, por favor – ele disse calmamente, em contraste com sua feição raivosa.

- V-você d-dveria estar p-preso! – queria que as palavras saíssem de si sem correr o risco de seu coração parar a qualquer momento.

- Sabe como é, né? Não aguentei ficar longe por muito tempo – disse dando de ombros fazendo com que a loira ficasse atenta a qualquer movimento alheio.



“ Era uma tarde de verão e estava se perguntado como as coisas haviam chegado à aquele ponto. Discutiam mais uma vez sobre o modo ‘estranho’ dele lidar com as coisas ultimamente assim como suas mudanças de humor repentinas e as proibições impostas para Lucy como até mesmo de fazer trabalhos escolares com colegas de classe, aquilo era um absurdo.

Ultimamente tinha se tornado difícil conviver em paz com o irmão e ela vinha se tornando cada vez mais distante de si. Até que um dia cometeu o seu primeiro erro: fugiu a noite para ir em um aniversário de uma das meninas.

Ao voltar, ele estava lá, esperando por si sentado em uma das cadeiras da mesa, para a surpresa da loira que jurava que o mesmo estaria dormindo naquele horário.

- Se divertiu? – ele perguntou a surpreendendo ainda mais, não estava bravo consigo? – espero que tenha pois vai ser a ultima vez que faz algo assim.

Disse simplista se levantando e indo para a própria cama em silêncio deixando Lucy confusa. No dia seguinte ela pode entender claramente, mas entrou em pânico pois ele tinha a trancado naquele vão. Portas e janelas com grossas correntes e cadeados. Custou a acreditar que aquilo estava mesmo acontecendo e se perguntou inúmeras vezes o porque de estar acontecendo. Seu irmão só poderia estar ficando louco ao fazer tal ato, quem em sã consciência trancafia alguém desse modo? Como iria para a escola? Precisava sair dali urgente.

Tentou inúmeras vezes mas não conseguiu retirar nenhuma das correntes e então resolveu desistir, optando por esperar ele chegar para tirar satisfação, realmente queria acreditar que aquilo era apenas uma brincadeira de mal gosto como castigo pela noite passada. Se levantou em um pulo ao ouvir o tintilar das correntes sendo retiradas pelo lado de fora e então ficou alerta o esperando aparecer.

- Que merda é essa? – perguntou raivosa, não era para menos.

- Está de castigo. Quando eu decidir que sim poderá sair.

- Com que direito?

- Eu sou seu irmão! Posso muito bem faz-

- Não, não é! – imediatamente levou as mãos a boca como se aquele ato fosse fazer com que elas voltasse para si mas era tarde de mais. Tinha falado merda e sabia disso. A face espantada do outro a sua frente era de puro horror, ele não acreditava que a loira tinha dito uma barbaridade daquelas, não poderia ser verdade. – me perdoa eu não quis-

Um estalar alto foi ouvido no vão. Seu rosto ardia por conta do peso da mão alheia e processar aquilo estava sendo difícil. Se sentou cobrindo a bochecha vermelha e dolorida com uma das mãos, embasbacada por conta de tal ato vindo dele e logo as lágrimas grossas vieram quase que imediatamente.

- Nunca mais repita uma merda dessas ou vai se arrepender! – ele vociferou quase que em um berro para então girar sobre os calcanhares e ir em direção a porta. A loira ouviu o barulho das correntes e quando olhou para a porta viu, estava trancada novamente.”



- Você não ouviu? – ele perguntou se aproximando cada vez mais. Lucy estava prestes a cair, suas pernas não aguentariam por mais tempo lhe sustentando. Ver aquela expressão serena no rosto dele junto do sorriso era como milhares de facadas em seu estomago. Não sabia se sentia raiva, medo, pavor ou ódio apenas sabia que tinha de sair dali.

E então sentiu. Aquela mão quente tocando a sua, o calor do corpo dele ao lado do seu, ele estava lá para si,  para o alívio de seu coração agora tudo ficaria bem. O rosado encarou o sujeito dentro do apartamento e olhou pra Lucy que estava ao seu lado, buscando por respostas. Tinha demorado pra subir pois a conversa com Zeref acabou se prolongando mas no meio de tudo sentiu uma sensação estranha se apossar de si, como um revirar no estomago então resolveu subir o mais rápido possível. Estranhou a porta do apartamento de Lucy estar aberta mais uma vez e quando entrou ela estava lá, parada olhando para o homem ruivo que ele não fazia a mínima ideia de quem era mas que a olhava de um jeito que dava calafrios. Percebeu que ela não se movia então pegou em sua mão rapidamente e ai que ela foi perceber que ele estava no cômodo, pode ver o alívio em seus olhos quando a mesma olhou pra si então entendeu que tinha algo de errado acontecendo.

Encarou o homem por alguns segundos que ao perceber sua presença ali o olhou mortamente, o deixando confuso. Ao julgar pelo estado de Lucy, pelo suor em suas mãos e a tremedeira a causa daquilo tudo estava bem à sua frente. Ficou alerta a qualquer movimento alheio e quando o outro se mexeu ele se preparou para o que quer que seja mas ficou confuso ao vê-lo estender a mão em cumprimento. Relutante, levou sua mão livre até a dele sentindo a loira apertar a que ela segurava e cumprimentou o estranho que sorriu falsamente para si.

- Prazer, eu sou Loki. Irmão da Lucy, ela já deve ter lhe falado de mim.


Notas Finais


Uuuuuuu eu vou explicar pq demorei dessa vez
O cap 20 já estava pronto, masss pra mim não tava do jeito que eu queria, faltava algo e eu jamais entregaria algo meia boca pra voces entendem? Então eu cheguei em casa e fui editar pq né ksksksk apaguei e escreci varias vezes e saiu isso, que eu li peguei e falei "agr sim" então ai está
Espero mt que tenham gostado nenens
Beijoss
Se cuidem e fiquem bem
Até o próximo ❤


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