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História Eu nunca caí (de tão alto) - Capítulo 1


Escrita por: crowfox

Notas do Autor


olá!

primeiramente, eu gostaria de avisar que essa é a tradução em português de uma fanfic do ao3 chamada "never fallen (from quite this high)", do autor crystalcrow. ainda enquanto lia o primeiro capítulo já fiquei fascinada pelo ponto de vista do andrew e me ofereci para traduzir. como podem ver ele aceitou e todos os créditos vão para ele por ter escrito essa fanfic incrível. (thanks for letting me do this!)

e em segundo lugar, quem já leu os livros sabe dos gatilhos então, por favor, só leiam se não forem se sentir mal. de qualquer forma, eu deixarei avisado nas notas iniciais quando houver algum gatilho.

(o link da fanfic no idioma original estará nas notas finais)

Capítulo 1 - Capítulo Um


Andrew Minyard dá uma tragada em seu cigarro e finge que não consegue sentir o olhar fixo na lateral de seu rosto como um toque físico. Isso faz com que uma faísca de raiva queime em seu interior; está lá e então se vai um segundo depois, levada para longe pela diversão que o cerca como uma segunda camada de pele. A doce sensação de queimação da fumaça acre enrolando-se em sua garganta e pulmões desce e sobe até se juntar à névoa que turva sua mente e ele inclina a cabeça para trás contra o sentimento familiar.

Há algumas estrelas visíveis no céu escuro e se Andrew fosse qualquer outra pessoa na companhia de qualquer outra pessoa, talvez ele apontasse para as constelações que ele reconhece imediatamente. Agora, ele sente os cantos de sua boca se curvarem em um sorriso tão errado quanto as cartas que o destino dá a algumas pessoas e expira. A fumaça rodopia no ar, para a esquerda e então para a direita em círculos; a leve brisa faz com que ela valse antes de desaparecer. O cheiro acre vai penetrar em suas roupas e permanecer, e há algo fascinante sobre isso.

Há um bufar vindo do seu lado e o sorriso de Andrew fica maior, pelo som e pelo aborrecimento espesso no ar. “Podemos entrar agora?”

Andrew ainda pode ver como se tivesse acontecido ontem, sua memória tão confiável e devastadoramente perfeita como sempre foi. Kevin Day, estrela do mundo Exy e filho da inventora do esporte, Kayleigh Day, nascido uma estrela da cabeça aos pés, parado no campo de Palmetto, mão quebrada agarrada ao peito. Um corvo com a asa quebrada presa ao seu corpo em um ato de proteção, quase.

Ele olha para ele agora enquanto dá outra tragada, o pássaro que havia caído de seu ninho e sido deixado para morrer tão longe de Virgínia e do Castelo Evermore (um pássaro que ele havia pego relutantemente e colocado em sua cova próximo de seu irmão e primo), parado a direita de Andrew com seus braços cruzados e a ponta de seu pé direito batendo no chão impacientemente.

“Nós podemos?” Andrew pergunta e finge choque enquanto arregala bem os olhos antes de soltar a fumaça diretamente no rosto de Kevin. “Eu não acho.”

“And–” Kevin consegue dizer antes de começar a tossir.

Andrew deixa sair um bufo, move a ponta do cigarro para longe e abre a porta que dá para o saguão antes de olhar para trás. “Vamos lá, retardado, vamos nos atrasar para nosso compromisso importante!”

Eventualmente, Kevin para de tossir como o homem velho e patético que ele lembra Andrew as vezes e entra no saguão. Há algumas molduras na parede, preenchidas com fotos do time de Exy de Millport e Andrew para na frente de uma. Seus pensamentos zumbem ao redor de sua cabeça como uma incrível e infeliz mistura de uma simples abelha e um beija-flor.

“Irritante”, ele diz, apontando para alguém na foto e não olha antes de continuar, “irritante, entediante, irritante, entediante, irritante, entediante, irritante--” seu dedo corre pela moldura e ele se vira até apontar para Kevin, “Feio.”

Kevin não diz nada mas revira seus olhos em direção ao teto e se vira para se aproximar de um dos vestiários. Ele gesticula sobre seu ombro para ser seguido mas Andrew não se lembra de alguma vez ter sido um cachorro e seguir os comandos de ninguém, então ele não o faz.

“Irritante, obtuso, idiota, maçante, irritante, entediante.” ele continua a apontar para as pessoas paradas nas fotos e não se esforça o suficiente para olhar para elas. “Entediante, irritante, estúpid--”

Andrew para quando ouve um barulho alto no vestiário em que Kevin havia desaparecido e suas mãos encontram suas braçadeiras vazias, um movimento tão familiar que suas mãos as procuram sem pensar. Leva outro segundo para que Andrew reconheça o som como um armário sendo aberto e deixa suas mãos caírem ao lado de seu corpo.

“Kevin Day, Kevin Hay, Kevin May, Kevin Lay, Kevin Tray, Kevin Fe-- Oh!” Andrew toca seu tórax com uma mão quando Kevin caminha para dentro do saguão, suas mãos em volta de uma raquete amarela brilhante. “Você me trouxe uma lembrancinha?”

“Eu não-- Não, não é--”

“Você não precisava.” Andrew diz e facilmente tira o longo bastão das mãos que não resistem de Kevin, repentinamente entediado pela demora de Kevin para encontrar as palavras certas. Ele enfia os dedos na rede e a puxa algumas vezes; não forte o suficiente para abrir um buraco, mas forte o suficiente para esticar o material.

“Andrew--”

“Cuidado, Kevin.” Há fogo correndo em suas veias, raiva se espalhando pelo seu corpo como veneno e escurecendo seu humor ao som de seu próprio nome e ele bate no tórax de Kevin com a ponta da raquete, o empurrando um passo para longe sem muita força. “Você poderia machucar alguém com essa coisa, sabia?”

Ele observa enquanto Kevin levanta as mãos e depois se retira para o centro de entretenimento. Não demora muito para ele empurrar a TV para o lado e cobrir o espaço com papéis. Kevin levanta um dos inúmeros papéis depois de um minuto em um comando silencioso.

Andrew se vira e dá outro puxão forte na rede, sentindo uma das faixas se rasgar sob seus dedos sem fazer barulho. Ele ignora o longo suspiro de sofrimento de Kevin e puxa uma de suas braçadeiras de volta ao lugar.

E então-- passos. Sapatos atingem o chão ruidosamente, eles batem com força contra o chão e ficam mais altos à medida que se aproximam. Muito rápido para o gosto de Andrew (Andrew se lembra, ele se lembra, não se lembra? Através das nuvens em sua mente, Wymack e Kevin conversando sobre essa pessoa-- sobre Neil Josten. “Rápido” Wymack havia murmurado).

De sua posição privilegiada para a porta, ele pode ver uma figura entrando no vestiário e empurrando rapidamente a saída sem olhar para o chão.

Andrew levanta a raquete em suas mãos enquanto a pessoa -- Neil Josten -- entra no saguão e parece que ele está tentando fazer uma saída rápida, parece que ele está tentando correr para longe e eles não podem ter isso, podem? Então Andrew agarra a raquete com um pouco mais de força, e balança isso na tentativa de parar o corredor. A madeira faz contato com a barriga de Josten e ele desmorona no chão como uma cadeira dobrada ao meio, ele consegue se segurar nas mãos enquanto solta um ruído que estranhamente lembra Andrew de um balão com o menor dos furos.

“Maldito seja, Minyard.” Wymack soa furioso, mesmo através da névoa na cabeça de Andrew e ele olha para cima enquanto o homem adentra o saguão. Ele mal resiste ao impulso de levantar uma das mãos e gesticular com os dedos. “É por isso que não podemos ter coisas boas.”

“Ah, Treinador,” Andrew diz e olha para baixo para a figura ofegante de Josten. “Se ele fosse bom, ele não teria nenhum uso para nós, teria?”

“Ele não é útil para nós se você quebrá-lo.”

Há uma memória nadando pelo canto de sua consciência, de Wymack dizendo alguma coisa muito similar em uma tarde antes de Andrew ir para Columbia com uma das Raposas. Criar um vínculo, ele chamou assim e engoliu a verdade porque isso não teria sido útil para nenhum dos dois naquele momento. Josten faz outro som ofegante e Andrew pisca a memória para longe.

“Você preferia que eu o deixasse ir? Coloque um band-aid nele e ele estará novo em folha.”

Josten inala profundamente no chão, se engasga e imediatamente começa a tossir. Ele coloca um braço ao redor de seu abdômen quando o faz e Andrew puxa do bolso uma das pastilhas pegajosas e doces para a tosse que ele tirou do bolso de Wymack no aeroporto. Wymack lança um olhar indiferente para ele e Andrew coloca em sua própria boca enquanto Josten lentamente olha para cima.

Oh, Andrew pensa quando consegue dar uma boa olhada no rosto de Neil Josten; um rosto que é afiado e emoldurado igualmente por cabelos castanho escuros, com uma boca cheia puxada em uma carranca e olhos castanhos brilhando. Alguma coisa se move dentro de Andrew, alguma coisa quente como madeira que se parte sob o fogo e não demora mais que um segundo mas é longo o suficiente para que Andrew possa identificar isso sem problemas e ele decide que não gosta nem um pouco disso… Oh, Andrew pensa novamente com diversão cintilando sob sua pele enquanto ele bate dois dedos em sua têmpora em saudação, isso é um problema. “Mais sorte na próxima vez.”

“Vá se foder” Josten diz, e então seus olhos escorregam para baixo. “De quem é essa raquete que você roubou?”

“Peguei emprestado.” Andrew diz, não mencionando que foi Kevin quem pegou e joga para Josten quando o peso disso começa a incomodá-lo. “Aqui está.”

Há outro homem entrando no saguão atrás de Wymack, um homem que Andrew coloca um nome enquanto se lembra de Wymack o dizendo no telefone depois que pisaram para fora do aeroporto e para o ar fresco do Arizona. Treinador Hernandez olha ao redor e então se apressa para o lado de Josten. “Neil,” ele diz e pega o braço de Josten em suas grandes mãos para ajudá-lo a levantar. “Jesus, você está bem?”

“Andrew é um pouco rude nas maneiras” Wymack diz e, antes que Andrew tenha chance de intervir (ele não tinha atingido muito forte ou com força suficiente para quebrar algum osso, não havia nenhuma razão para ele querer isso), se aproxima para ficar entre seu novo jogador em potencial e Andrew. Andrew joga suas mãos para cima e levanta os ombros bem alto em um encolher de ombros; não é como se ele não tivesse os ajudado. Wymack olha Josten de cima a baixo. “Ele quebrou alguma coisa?”

Há algo na forma com que Josten pressiona suas mãos cuidadosamente entre suas costelas e respira, no jeito como ele encara a entrada atrás de Andrew, que faz com que Andrew queira o colocar sob um microscópio e o examinar. Ele também não se opõe em jogar um dardo em seu rosto para ver o que acontece.

“Eu estou bem. Treinador, estou indo. Me deixe ir.”

“Nós não terminamos” Wymack diz.

“Treinador Wymack--” Hernandez começa mas Wymack não o deixa terminar.

“Nos dê um segundo?”

Hernandez olha de Wymack para Josten, que tem o ombro quadrado e um brilho no rosto. “Eu estarei lá fora.” Há um chacoalhar enquanto ele chuta o suporte da porta para fora do lugar e a porta de trás balança fechada com um rangido antagônico.

Andrew se escora na parede perto das fotos e começa a nomear as pessoas em sua cabeça (“entediante, irritante, entediante, irritante”), enquanto a porta fecha e Josten fala de novo.

“Eu já te dei minha resposta. Não vou assinar com você.”

“Você não ouviu toda a minha oferta” Wymack diz. “Se eu pago para três pessoas voarem até aqui para te ver, o mínimo que você pode fazer é me dar cinco segundos do seu tempo, não acha?”

Há o som de um sapato batendo no chão e Andrew olha para cima e para de falar antes de completar “irritante” em sua cabeça. O rosto de Josten está pálido e ele envolve uma alça com uma mão enquanto diz, “Você não o trouxe aqui.”

E não é interessante? Josten parece que está prestes a começar a correr novamente, seus olhos estão arregalados e um músculo em sua mandíbula salta e a mente de Andrew é como uma praia, a névoa nublando sua mente indo e voltando e, não pela primeira vez, ele odeia sua medicação por desviar sua atenção. Ele está tão focado na maneira como Josten se inclina para trás que quase perde as próximas palavras de Wymack.

“Isso é um problema?”

Essa é a questão, não é? Do jeito que Josten parece um cervo pego pelos faróis, a tensão em seus ombros e em todo seu caminho até os pés, a resposta é um óbvio sim para Andrew.

“Não sou bom o suficiente para jogar na mesma quadra que um campeão”, é o que ele diz em vez disso e Andrew sente sua curiosidade borbulhar e azedar no segundo seguinte, em algo quente e perigoso, mas ainda acalmado pelo medicamento correndo pelo seu corpo.

Kevin levanta os olhos de onde ainda está sentado ao lado da TV. “Verdade, mas irrelevante.”

Os olhos de Josten se arregalam por uma fração de segundo, e Andrew passa a língua nos dentes para se livrar da doçura pegajosa da pastilha para tosse. É sem esforço que ele se lembra do que Kevin e Wymack falaram no avião, baixo, mas não o suficiente para as turbinas, os outros viajantes e a pulsação acelerada de Andrew abafá-los. Neil Josten estava jogando Exy há apenas um ano, um pouco desajeitado nas pernas e como um recém-nascido tentando aprender. Nada de especial, mas Kevin e Wymack viram algo nele.

Isso aborreceria Andrew ao extremo, e sua atenção se desviaria instantaneamente para se agarrar a algo mais emocionante, mais divertido, mas ele ainda vê Josten olhando para a saída e seus próprios olhos permanecem nele.

“O que você está fazendo aqui?”

“Por que você estava indo embora?” Kevin pergunta e, realmente, essa é uma maneira de perguntar a alguém por que ela queria fugir, não é?

“Eu perguntei a você primeiro.”

“O treinador já respondeu a essa pergunta”, diz Kevin, impaciente pintando suas palavras de um amarelo mesquinho. “Estamos esperando você assinar o contrato. Pare de desperdiçar nosso tempo.”

“Vimos seus arquivos”, Wymack interrompe de onde ainda está entre Andrew e Josten, como se ainda não tivesse certeza de que Andrew não iria atacar seu novo jogador em potencial. Jogada inteligente. “Nós escolhemos você.”

“Eu não vou jogar com Kevin.”

Wymack dá de ombros para ele e eles começam a falar sobre o arquivo de Josten e Andrew olha para o teto. É um bege opaco e sujo com rachaduras aqui e ali e teias de aranha e poeira o decoram. Parece algo que você poderia comprar em uma loja de Halloween e Andrew tem o desejo de pegar uma das facas escondidas em seu quarto na Carolina do Sul e jogá-la com força suficiente para prendê-la. Seus dedos coçam por um cigarro.

“Vou falar com ela esta noite”, diz Josten quando Andrew sintoniza de volta e há aquela expressão em seu rosto novamente; um cervo pego pelos faróis. Seus olhos escuros olham por cima do ombro de Wymack para a entrada, evitando Kevin completamente e Andrew realmente não é fã disso.

“Podemos te dar uma carona para casa.”

“Estou bem”, Josten responde instantaneamente e Andrew fica feliz. Ele não teria sido capaz de prometer não assustá-lo com a forma como ele olhou para Kevin. O olhar está ali, no fundo de sua mente e faz Andrew querer encontrar uma das feridas abertas de Josten. Isso o faz querer empurrar e puxar.

Wymack olha para Andrew por uma fração de segundo e depois para Kevin quando ele diz: “Vá esperar no carro”.

Kevin lança um olhar para Andrew antes de reunir seus arquivos, como se esperasse que Andrew o ajudasse e Andrew quer rir, sente isso borbulhando dentro dele e ameaçando escapar. Andrew se vira sem dizer nenhuma palavra e espera que Kevin o alcance e o segue para fora da sala.

O ar lá fora está frio, não o suficiente para pedir um casaco e Andrew resiste à vontade de puxar os cigarros e obedientemente entra no carro depois de Kevin. Ele desliza para o meio por um segundo e então se acomoda atrás de Kevin. Seus dedos começam a brincar com o botão que empurra a janela para cima e para baixo assim que a chave é colocada na ignição.

“O que você acha?”

“Oh, Kevin,” Andrew diz. Ele empurra a janela para baixo até a metade e depois para cima, já entediado com a direção que essa conversa está tomando -- que é a direção para a qual todas as conversas com Kevin estão sendo levadas. Para baixo, para cima, para baixo, para cima. “Você não vê que estou muito ocupado para ceder à sua pergunta inútil sobre essa sua obsessão?”

“A cerimônia de formatura dele é em 11 de maio”, continua Kevin, e Andrew deseja que haja um som agudo acompanhando o movimento do vidro entre ele e o mundo exterior. “Se Neil assinar e tudo correr conforme o planejado, podemos tê-lo no Aeroporto Regional de Upstate na sexta-feira, dia 12”.

Andrew pega outra das pastilhas doces para a tosse, não para de brincar com a janela enquanto a desembrulha e enfia na boca. "Eu não estava ciente de que você tinha problemas de audição."

Kevin bufa, puxa seus arquivos novamente e depois fecha.

A janela perde seu apelo e Andrew pega o isqueiro de Wymack. Ele liga e desliga, seus pensamentos correndo em sua cabeça, já a quilômetros de distância, no aeroporto, e leva tudo para não deixar seu pé se contorcer.

“Pare com isso” Kevin diz e tenta entregar a ele um dos arquivos, aparentemente sem ter aprendido nada, apenas para pegá-lo de volta e embalá-lo protetoramente quando Andrew quase consegue colocar fogo nele.

Wymack sai do prédio com Hernandez a reboque e Kevin sai do banco da frente, Andrew seguindo o exemplo. Ele não presta atenção ao que eles dizem, pega um “Neil é um bom garoto” de qualquer maneira e quer fumar todos os seus cigarros.

Eles rapidamente voltam para o carro, Wymack e Hernandez na frente e Kevin atrás, quando a porta é aberta novamente e Neil Josten sai. A sacola surrada pendurada no ombro bate em seu quadril e o olhar assombrado em seus olhos grita problema e --

-- e Andrew reconhece um problema quando vê um.

Ele segura a porta do SUV e ignora o olhar de Kevin para enviar um sorriso conhecedor e provocador para Josten quando ele passa por eles. “Muito bom para jogar com a gente, muito bom para andar com a gente?”

Josten não responde, apenas lança para ele um olhar frio de olhos escuros e acelera para uma corrida.

Wymack late para ele entrar no carro e parar de deixar o ar fresco entrar e Andrew lança um alegre “sim, sim, capitão!” para ele antes de entrar e fechar a porta. Ele lança um olhar para Josten se retirando rapidamente, embaçado e ficando menor a cada segundo, e pode sentir o sorriso em seus lábios ficando maior.

Isso vai ser um problema.


Notas Finais


link para never fallen (from quite this high): https://archiveofourown.org/works/28437807/chapters/69686379


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