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História Eu nunca estarei só. - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Aiai kkkk caralha, Mano eu criei essa conta no Spirit tanto pra ler as Fanfics como pra TENTAR escrever algumas coisas.
Criei esse perfil em 2019, no meio do ano se não me engano, aí surgiram alguns problemas e acabei desinstalando é esquecendo...
MAS!!!!! Agora em 2020 retorno com esse "projeto", e enquanto a frequência com que vou postar, vou tentar postar dois ou três capítulos POR SEMANA, como hoje é sábado, o capítulo de hoje já está incluso dentro dos 3pS. Mas com esse período de quarentena eu poste mais por causa do tédio e por não ter muito o que fazer.

BOA LEITURA.♡

Capítulo 1 - O Eco em Minha Mente. (Parte 1)



*Sons de Sirenes*

???: Onde eu tô? Que barulho é esse?

???: HAHAHAHA ISSO SIM FOI DIVERTIDO!!!!!! Sinto muito mas você vai ter que lidar com o que vai vir, se cuida. - HAHAhaha(risadas se distanciando)

???: Divertido? Lidar com o que vai vir? Não me diz que...

Ao abrir os olhos vejo corpos de soldados jogados no chão, mas não vejo sinais de sangue, mas por conhecer bem "aquele" desgraçado sei que "não ter rastro de sangue" não é um "eles estão vivos". Quando olho em volta vejo pessoas assustadas. 

"Não é pra menos, eles viram 'Ele' com controle total do meu corpo."

Olhando mais atentamente em volta me virando lentamente para trás vejo duas viaturas paradas com 4 policiais apontando suas armas pra mim, olhando atrás deles, descendo a rua vinham mais viaturas. Um dos policiais chega perto de mim:

Policial 1: Vire-se lentamente com as mãos na cabeça. - Fiz o que foi dito. 

~Quebra de tempo~

Fui preso e me encontro em uma sala fechada e com um espelho ao lado, aqueles espelhos que você vê seu reflexo e não consegue ver através dele, mas as pessoas do outro lado podem, estou com quatro polícias a minha volta, os quatro bem armados, por ser quatro me pergunto qual é a munição, se é bala, borracha ou tranquilizante, mesmo algemado na cadeira de ferro consigo me mover com certa liberdade, observo atentamente eles, os equipamentos, armas e etc, olho para o maior entre eles, ele é branco, careca, forte, grande, usa óculos escuros mas percebo que ele me olha no fundo dos olhos e solta um sorriso firme e seguro, sinto que seja qual for a munição nessas armas provavelmentena arma dele não vai sobrar um único tiro. Estou esperando alguém, pelo que eu já vi de filmes policiais e tals, talvez seja algum detetive que vá me julgar ou algo assim, estou esperando a 40 minutos!!! #AquiJazMinhaPaciencia. Ah sim, não me apresentei ainda, vamos lá...

Características Físicas: Sou Moreno, cabelos pretos (que dependendo do bom humor dele é liso ou enrolado) e que passam a altura das minhas orelhas quase chegando no pescoço, meu cabelo é cortado em degradê no zero aos lados e atrás, eu não corto em cima, costumo usar amarrado, olhos castanhos, tenho mais ou menos 1.80cm de altura, pesando 60kg, tenho o corpo até que forte e definido, uso uma roupa de cores escuras, variando entre preto, vermelho e roxo, blusa larga, uma calça meio apertada mas que não limita nada minha movimentação, botas de couro preto, estilo rockeiro, alguns aneis, alargadores, "alguns" piercings, talvez tenha se perguntado "até onde vai esses piercings?", e talvez você não saiba até o desfeixo de tudo Isso, tenho 19 anos, e meu nome é...

Detetive Jonhson: Senhor Jazz, eu sou o detetive Jonhson, o senhor tem noção da sua gravidade?

Jazz: "Que eu saiba quem tem gravidade é planeta." -Não senhor, no momento eu estava alcoolizado e não estava consciente, no momento que me dei por mim, já estava sendo algemado.

Detetive Jonhson: Pois bem, imagino que tenha visto os corpos no chão no momento em que estava sendo preso.

Jazz: Sim...

Detetive Jonhson: O senhor sabe em eram eles?

Jazz: Não...

Detetive Jonhson: Pois bem, eles são soldados... -Eu coloco a mão na testa cobrindo os olhos como se dissesse "fudeu".

Detetive Jonhson: Do exército senhor. Gostaria de te desejar boa sorte pois o coronel responsável pela divisão deles quer falar com você. -Fudeu muito...

Jazz: Espero poder resolver essa situação civilizadamente podendo compensar o que fiz e sem maiores problemas.

Detetive Jonhson: Que Deus te ajude então rsrs.

Jazz: Obrigado. -Senti que isso foi mais uma zoação do que uma força, mas tudo bem. Ele olha para o espelho e acena com a cabeça, logo em seguida dois soldados militares entram na sala, os policiais atrás de mim soltam as algemas dos meus pés e das minhas mãos, os soldados abrem caminho e eu saio, do lado de fora da sala há mais seis, totalizando oito soldados, imagino que fora da delegacia tenha mais, pelo menos uns vinte e dois para totalizar trinta, já que viram que derrubei vinte deles. 

Chegando no lado de fora, eu não acredito no que vejo...cinco caminhões carregados de soldados, no fim da escada um carro tipicamente usado por militares, sem portas e aberto em cima, dentro havia o motorista (logicamente, não iriam me deixar dirigir né), ao lado um soldado armado, no banco de trás, havia um homem que parecia ser alguém de alta patente, que comandava aquele esquadrão, com ele outro soldado bem armado, na frente e atrás também tinham carros iguais, porém, apenas com soldados armados com fuzis e metralhadoras pesadas, o tipo de arma usada contra coisas grandes, sinceramente é desumano disparar algo assim contra uma pessoa, um tiro mesmo no estômago com toda certeza mata, e o buraco não seria pequeno. Desço as escadas e entro no carro, os veículos começam a se movimentar com uma certa velocidade, ou estão querendo chegar logo, ou é longe, imagino que seja longe.

Sargento: Então, senhor...Jazz Basã. -Olho para ele e ele lê algo que parece ser minha ficha. O senhor deve estranhar essa quantidade de soldados mesmo que seja para escoltar alguém que tenha nocauteado alguns soldados, mas isso tem explicação resumida em dois motivos, primeiro, eles eram os melhores entre os melhores, você nocauteou vinte dos que estavam entre os cem melhores, então merece ser escoltado com cautela, segundo, você não é o primeiro e tememos não ser o último a fazer isso, há mais como você.

Jazz: Como assim? Mais como eu? O senhor que dizer delinquentes bons de briga?

Sargento: Não, quem dera fossem apenas delinquentes, mas são coisas...seres bem piores, conversaremos melhor quando chegarmos lá.

Jazz: Para onde estamos indo afinal?

Sargento: Para nós, uma instalação militar, para você, talvez o purgatório.


_Na Delegacia_

Policial: Senhor detetive, posso saber o motivo do envolvimento dos militares nesse caso?

Detetive: Bom, como você é novo aqui não conhece a história do que ocorreu em uma região vizinha, não muito longe daqui...mas não há necessidade de falar sobre isso, volte ao trabalho.

Policial: Sim, senhor.

Detetive: Vou para minha sala agora. -Espero que seja um alarme falso, não podemos lidar com mais um, espero que você saiba o que fazer Lucas, que saiba como lidar e como reagir, ele parece ser um bom rapaz, se Jazz for mais do que uma pessoa normal, temos chances de virar o jogo.


Welcome to the jungle baby!!!


Continua...








Notas Finais


Bom, espero que tenham gostado, peço que comentem o que acharam e se tiver algum erro espero que me perdoem e que me ajudem a melhorar, toda crítica CONSTRUTIVA é bem-vinda. Não sei quando postarei o próximo capítulo mas acredito que logo logo, até mais.


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