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História Eu odeio café - Capítulo 11


Escrita por:


Notas do Autor


Oie! Tentei cumpri o prazo e desta vez cheguei mais perto. Tá normalizando, eu juro!!

Eu tenho um aviso!! Por favor, leia isto! Não estou muito afim de ser xingada depois...

Seguinte.


Primeiramente. Este capítulo tem um lemon. Na verdade não chega a ser um lemon propriamente dito...

E como eu já disse anteriormente, essa é a minha primeira fanfic, logo, esse é o primeiro lemon que eu escrevo. Então, mil perdões se ficou uma bosta horrível, mas eu realmente tentei.


Em segundo lugar. Não romantizem tanto o shipp. Isso é um resultado de uma doença mental. Tem nos avisos da fanfic, mas acho que vale a pena lembrar...


Terceiro, mas não menos importante. Por favor, não tentem isso em casa. O seu/ a sua crush não vai gostar de você saudavelmente assim.

Piadas a parte. Eram somente os dois primeiros avisos mesmo.


Ah! Mais uma coisinha.

Obrigada por estarem acompanhando a história!! Eu realmente fico muito agradecida pelos favoritos. Sei que esta não é a super mega fanfic, mas se tem gente que favoritou, nem que seja para salvar ou incentivar o autor, eu já me sinto importante!! Obrigada mesmo!!

Agora chega de enrolação e boa leitura!!

Capítulo 11 - Querido


Desmaiado no chão era literalmente como ele estava naquele exato momento. Os policiais observavam tudo minuciosamente pelas câmeras instaladas o quarto. O bicolor colapsou novamente, mas desta vez, não berrou como um condenado. Chorou, riu, gritou mudo como se a dor sentida em suas memórias pudesse de alguma maneira ter sido passada de um estado mental para um estado físico. Era visível que aquele menino sofria. Mas pelo quê exatamente? Os homens que monitoravam o Todoroki junto com Sansa não entendiam o motivo das diversas emoções expressas em um período tão curto de tempo. Nem Sansa que teve um contato mais próximo podia entender. Quem poderia entender a mente fragilizada de um psicopata afinal? Voltaram a atenção para o menino desmaiado no chão. A expressão confusa e dolorida residia na face jovial. Qual memória era essa?

Sete minutos e o meio ruivo levantou-se do chão. O semblante enegrecido e sem expressão voltou tão rápido quanto tinha ido embora. Ele voltara a ser o menino quieto e ilegível que era assim que lhe fora tirado dos braços um homem claramente assustado. Um claro retrocesso aos polícias que o observavam há dois dias consecutivos. O jovem parecia ter dado seus primeiros indícios de ter emoções e se provar uma pessoa possivelmente normal quando ele pareceu querer brincar com todos e aparentemente escondeu todas aquelas energias para debaixo do tapete, enterrando todas as pistas de seu passado. Tamakawa nunca quis tanto ler mentes quanto agora.

O quarto do menino estava com uma aura pesada e fria, mas não esmagadora. Shouto sentou-se no meio da cama com as pernas pendendo na borda, balançando-as ao ritmo de uma música que seu amado costumava cantar. Ele não sabia que musica era aquela, mas tinha algo que o bicolor gostava naquele leve murmurar. Talvez fosse porque escutou aquilo sair primeiramente da garganta de Izu. Esse era um bom motivo. O melhor e mais plausível motivo. Sabia que existiam mais câmeras do que aquela enorme exposta que morava sua cama. Ele não duvidava que até em seu travesseiro e roupas existissem escutas, prontas para captar qualquer coisa que considerassem relevante. E o que era mais importante para o Todoroki mais novo era seu amado Izu.



Sua chama fora retirada de seus braços por outro alguém enquanto ele tentava sobreviver num lugar frio e escuro demais. Aquela pequena e delicada chama o aquecia e iluminava bravamente o chão, para que ambos não caíssem pelas pernas do bicolor em um buraco. E eles estavam indo muito bem. Tinham sua própria sincronia em meio aos gritos sôfregos de alguns. Mas quem ligava? Eram de outros, então não era algo que necessitaria de preocupar. No meio daquela escuridão, diversas mãos tentavam de alguma maneira tomar o calor de si. E com isso, as diversas mãos caiam ao chão, frias e sujas. Aquela impureza não merecia tocar no anjo que era Izu. Nada além dele merecia.



- Querido? - Chamou enquanto apreciava o rosto do homem deitado em sua cama. Ele era uns bons anos mais velho que si, mas de alguma maneira, eles pareciam não terem mais do que dois ciclos de diferença. No entanto, somente pareciam. O garoto debruçado na cama a espera do outro acordar acariciava e contornava as sardas que residiam nas bochechas medianamente cheias. - Querido? - Chamou novamente com a voz mais doce e mansa que podia fazer. Era sedutora e inocente ao mesmo tempo. O bicolor assistiu ao esverdeado lentamente abrir os olhos e revelar esferas esverdeadas como jades, sonolentos e semi abertos, ameaçando fecharem novamente apenas para aproveitar mais um pouco o macio que estava aquele lugar. As bochechas enrubesceram assim que os olhos heterocromáticos foram de encontro com os seus. Acordar daquela maneira era assustadoramente calmante. O esverdeado sorriu para o namorado. Estavam juntos há quase dois anos. Eram um casal lindo.

- Bom dia, meu girassol lindo. - Foi a vez do Todoroki falar. Ele acariciava ainda as bochechas sardentas do outro, que apreciava o carinho oferecido. Shouto era sem a menor sombra de dúvidas, a melhor pessoa que conheceu. Ele era atencioso demais consigo. E Izuku amava aquilo.

- Bom dia amor. - Falou baixo e com a menor rajada de ar que pôde. Oras, havia acabado de acordar. O mau hálito que tinha possivelmente estava muito forte. Não que o bicolor ligasse. Existiam vezes que até um beijo na manhã eles trocavam, ainda que o esverdeado não concordasse tanto com a ideia. Desvencilhou-se a contragosto dos braços finos do meio albino e rumou ao banheiro acoplado ao quarto. Escovaria os dentes ligeiramente para dar um beijo de bom dia decente ao amado.

Na espera, Shouto pegava a bandeja que continha a refeição matinal de ambos. Comiam na cama, com cuidado para não deixarem a comida cair nos lençóis. Ainda que fosse mais difícil, era infinitamente mais confortável daquele jeito. Aguardou o namorado, já sentado no colchão macio que antes abrigava os corpos agora afastados.

Izuku saiu do banheiro, sentindo-se infinitamente melhor e disposto a retribuir a atenção devida para o pseudo ruivo. Eles se amavam infinitamente e eram um casal lindo. Aquela não era uma casa de bonecas. Shouto odiava além de café, as bonecas. Eram tão vazias quanto sua própria existência quando estava longe de Izuku. Eles se completavam de uma maneira quase que poética.

Abraçados, comiam as fatias de pão simetricamente cortadas e melecadas com manteiga. O chá verde aguardava em copos apoiados na pequena mesa que o quarto tinha, na espera de ser ingerido. Não tardava muito e sua função era prontamente comprida. Sorviam o líquido com os olhos fechados e um semblante em paz. Calmos. Nada no mundo iria conseguir acabar com a felicidade de ambos. E Todoroki era o guarda e rei do castelo real, o soldado mais forte de seu reino que não sabia se era fantasioso ou real. Mas quem ligava? Ele protegeria do que quer que fosse sua mais preciosa joia esmeralda guardada em seu coração.

- Eu te amo. - Palavras simples e singelas que escorregavam com um peso tão verdadeiro da boca de Shouto que até pesavam o ar. Izuku o respondia mudo, com um beijo apaixonado e um abraçar possessivo em sua cintura. Como o Todoroki amava aquele aperto que nunca sentira antes. A sensação de submissão a um ser tão frágil era excepcionalmente maravilhosa. E com isso, caiam abraçados na cama em que se encontravam. Aquela era uma manhã normal para ambos. Era mais um dia perfeito que começava. Mais um dia no paraíso particular de ambos.

Os beijos se intensificavam com o tempo e logo, leves sons doces escapavam por entre os lábios de ambos. Não eram barulhentos, mas era possível escutá-los por todo o cômodo não tão grande assim. Arfares e nomes soltos ao ar, mãos lentas, carinhosas e pesadas passeavam pela pele leitosa e selares nos mais diversos lugares, marcando com uma certa força aquilo que já sabia que era seu.

O pescoço de ambos podia ser descrito como a mais bela obra de arte, com tons desde um leve vermelho até o mais profundo roxo, mesclados entre si, com as marcas dos dentes que facilmente lembrariam as estrelas de uma galáxia nova que era pintada na tela branca se suas peles. Apreciavam o trabalho bem feito, cada um em sua tela. As mãos grossas e firmes de Midoriya passeavam por todo o corpo a sua frente. Alisavam e apertavam certos pontos que arrancavam gemidos deleitosos do mais novo. A pintura continuava, chegava na parte do peitoral esquerdo e descia até a barriga, próxima a pelve. A mais linda de suas obras. O mamilo do peito pintado, antes rosado, encontrava-se inchado e vermelho. Em contrapartida o direito ainda se via ereto e carente de uma certa atenção. E vendo os olhos pidões do namorado, o mais velho logo sugou aquele que estava a implorar-lhe, sendo recompensado com um gemido leve e alegre. Era o que ambos desejavam.

- Izu. - O apelido demasiadamente carinhoso fora literalmente gemido. Ele entendia o que aquilo queria dizer. Iria por cima naquele dia então. O carinho excessivo era dado por ambos pois sabiam que o outro necessitava, mas não enxergavam neles mesmo a necessidade eminente de atenção. Eles não viam suas necessidades e priorizavam a de seu companheiro antes. Se encaixavam e se completavam muito bem.

Os sons iam ficando cada vez mais altos, mas não era como se eles se preocupassem com aquilo. Por Shouto, eles iriam fazer em praça pública apenas para mostrar ao mundo que aquele homem era seu e somente seu. O Midoriya no a entanto não tinha a mesma coragem do mais novo, não por não querer ser somente do bicolor, senão por ainda ter medo de ser julgado por estar um relacionamento quase que ilegal. Eles tinham quase uma década de diferença e começaram seu relacionamento quando o Todoroki tinha quinze. Era óbvio que algo assim não daria certo. Espantou os pensamentos negativista para longe. Não iria estragar um momento como aquele por algo idiota. Eles se amavam e era isso que importava. Essa era a lógica implantada pelo mais novo na cabeça de Izuku.

Os dedos entravam apertados e ainda que tentassem abrir certo espaço, não podia forçar o amado. Ele sabia que doía muito quando o processo não era feito com certa delicadeza. Os sons mostravam que o bicolor era um excelente masoquista no entanto. Os pedidos lamuriosos imploravam ao namorado que usasse um pouco mais de brutalidade. Talvez não fosse um real amante da dor, e estava esforçando-se para não demorar a dar o devido prazer que o outro merecia. Shouto suportaria a dor que fosse, desde que esta fosse causada pelo esverdeado.

Um grito mais agudo e alto foi solto pelo menino mais novo. Izuku havia acertado o ponto favorito do meio ruivo.


Notas Finais


Desculpa qualquer erro que eu possa ter cometido....

Obrigada por lerem (◍•ᴗ•◍)❤

Podem deixar críticas nos comentários, eu não fico magoada e posso tomar como críticas construtivas. Só queria saber se existe algo na minha escrita que eu possa mudar para os agradar e deixar a leitura mais fluída.

Kissus da Mitsu! (。・//ε//・。)

P.S.: Eu sei, interrompi a bagaça na metade... Não joguem pedras em mim, por favor!


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