História Eu odeio ele... Certo? (Em revisão) - Capítulo 4


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Bondage, Colegial, Escolar, Gay, Incesto, Lemon, Longfic, Saga, Slash, Yaoi
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Palavras 3.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shounen, Slash, Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


[CAPÍTULO EDITADO]
Tentando postar esse cap pela 2 vez ;-;
Após a internet finalmente voltar... OLHA QUE VOLTOU TBM!!!!
hohohoho
Então senhoras e senhores, lhes trago um cap novo em folha diretinho do forno :v
Cheguei de ferias hoje e, tirando a ideia de ter que voltar para a escola, estou felizz.
Por falar na escola, por conta dela eu terei que postar apenas um cap por semana.
Psé, a culpem por isso.
Provavelmente será nas segundas.

Então chega de enrolação povo, vão ler.

Capítulo 4 - Capítulo três - Quem não conhece que te compre!


 

 

“Realmente não tem como nos darmos bem.”

 

  Mais um dia passado na bela mansão dos Hernandez e eu estava quase desenhando na parede aquelas contagens de prisioneiros. E não estou nem brincando, isso está realmente parecendo um tipo de calabouço.

  Não conheço nada e nem ninguém nesta cidade o que me fazia ter apenas a opção de ficar enfurnado neste lugar. Meu pobre celular já está até com a língua do lado de fora, tadinho.

  Logan sempre estava trabalhando carregando a linda mocinha Katherine pelos cantos e quase que não podíamos conversar e fora ele, não via ninguém com que pudesse passar meu tempo.

  As únicas que tinham eram os ocupados funcionários, uma também funcionária que era irritadíssima e sumia pelo período da tarde e manhã, e a Praga que... Não tenho mais nem o que falar.

  Felizmente ou infelizmente, não sei ainda, começariam as minhas aulas amanhã.

 “Então, Dylan, o que achou sobre seus materiais.” Perguntou o dono da casa.

 “Normais.” Respondi realmente como pensava. Não tinha muito a se dizer sobre eles.

 “Então não gostou?”

  Perguntou Katherine, a pessoa que tinha escolhido a dedo cada um. Fiquei com pena de negar, então apenas fiquei calado mesmo.

 “Encomendamos na editora os seus livros, mas eles ainda demorarão um pouco para vir. Terá que dividir com Caleb.”

  Encaro o dito cujo e o mesmo da um pequeno aceno para mim e... Espere, ele não deveria ser mais novo do que eu?

 “Mas, ele? O que?” Pergunto nada claramente confuso.

  Estávamos todos sentados nos sofás da sala de vídeo em quanto assistíamos um noticiário qualquer. Meu pai e Katherine me chamaram e como não tinha nada a fazer, acabei me juntando mesmo.

  Também dei a ideia de chamar a Praga e eles concordaram. Só de ver o rosto de irritação contida dele já sabia que tinha conseguido meu objetivo.

 “Isso me fez lembrar... Já faz alguns dias que esteve aqui, filho, mais ainda não foi devidamente apresentado a casa.” Após cinco dias que eu tenho passado aqui, ele vem lembrar-se disso agora?

 “Eleanor.” Katherine chama alguém animada com a ideia. “Venha aqui, por favor.”

  Me viro para ver quem era a nova empregada que eu iria conhecer e me deparo com ela, a estressadinha, e faço uma careta. Ela vê, mas finge nem me conhecer na frente de seus patrões.

 “Por que não mostra o local para Dylan?” Pergunta e foi agora a vez da tal Eleanor de fazer uma careta.

 “Tudo bem, senhora.” Fala e sai do local. Apenas acompanho.

  Mesmo eu já conhecendo praticamente todo o lugar, aceitei e fui atrás da garota, a mesma me mostrou todo o local sem dizer nada que não fosse sobre a casa.

 “Essa é a cozinha. Se me der licença, quero voltar aos meus afazeres.”

  Mas eu não fui. Me sentei em um dos bancos da bancada e fiquei a observando em quanto terminava de fazer algumas comidas.

  Ela tratava como se eu não existisse em quanto mexia a colher em uma mistura estranha no pote. Parecia realmente gostar do que fazia. Acabei me aproximando mais dela.

 “O que você que?”

 “Então o seu nome é Eleanor.” Falei e notei que segurou a colher com mais força.

 “E o que há?”

 “É um belo nome.”

  Percebo Eleanor ficar um pouco sem graça com meu comentário começando a fazer mais rápido os seus afazeres. Deu-me vontade de rir, mas fiquei sério. Seria um bom momento para conhecê-la.

 “Então você é quem cozinha para nós?” Perguntei inocente quando percebi que o que fazia se tratava de cobertura para bolo.

 “Quem é prescrito a fazer todas as refeições é o cozinheiro, Francis.” Noto novamente a diferença de humor nela, fica um pouco mais nervosa. “E apenas o ajudo quando vê a necessidade.”

 “Mas você gosta...” Começo parando para ver quando despeja toda aquela deliciosa coberta em um bolo de chocolate. “... E parece muito bom.”

  Um sorriso mínimo aparece em seus lábios finos.

 “É sempre um prazer cozinhar para o senhor e para a senhora Hernandez.”

 “Por falar nisso. Por que sempre é formal assim? Você tem quantos anos afinal.” Não, pergunta inoportuna Dylan, que burrice.

  Recebo um olhar feio da garota um pouco mais alta que eu que apenas pões o bolo na geladeira e logo depois sai. Mas eu estava tão perto de conhecê-la melhor...

   Olho para o relógio na parede e vejo que já estava ficando tarde e, mesmo que não fosse a hora que eu estava acostumado, tive que ir dormir para ir ao colégio no outro dia. Não demorou muito para adormecer.

  Eu não tenho certeza do que exatamente, mas estava tendo um sonho bom. Um sonho que não fazia questão de acordar tão cedo. Podia muito bem passar horas ali, dormindo. Foi ai que começo a escutar uma musica.

   k-pop saia de um celular desconhecido me fazendo acordar, e... Sério? K-pop? Conheço o gênero porque era o preferido de Kael, mas sempre a achei incrivelmente irritante.

   Enquanto uma voz fininha e chatinha continuava a sair do celular, sento-me na cama e fico olhando o aparelho que estava colocado estrategicamente ao lado de meu travesseiro.

   Sempre fui mal-humorado quando acordo principalmente quando estou tendo um sonho bom, mas hoje até eu me surpreendi com minhas ações.

   Pego o aparelho e jogo na cama do provável dono que acaba quicando e, por pouco, não cai no chão com tudo. Faço uma cara de decepção. A praga sai do banheiro ainda de pijama e cabelo bagunçado.

 “Bom dia, Dy-Dy...” Diz e para tudo oque fazia quando viu o celular quase morto, o que faz a minha ideia se concretizar. “Dy-Dy... Não sabia que era tão nervosinho logo cedo... Quase o matou!”

  Dou de ombros e me levanto.

 “Dê logo um jeito nessa musica idiota. E NÃO me chame DISSO.”

 “Que cruel Dy-Dy, oque você tem contra k-pop?” Diz o loiro ajoelhado com seu celular na mão, mas apenas o ignorei e fui me arrumar para o primeiro dia de aula...

  Claro que o senhor perfeição Praga demorou mais do que eu.

  E acabei por aproveitar isso para conversar com Logan sobre os últimos anos... Na verdade, essa seria o rumo da conversa se a PRAGA não tivesse chegado, sentado ao meu lado e se intrometesse sempre.

  Cansei e decidi que fossemos logo. Iria no carro de Caleb por mais que eu quisesse ir com Logan. Mesmo que o loiro ali já tivesse a sua habilitação, não duvidava que pudéssemos ter um acidente... Ou pior, um incidente...

  Entramos os dois no carro e quando íamos saindo da casa, vi Eleanor entrando no de Logan também vestindo o uniforme. Ela também vai a escola? Faz sentido pela sua idade e até explica o seu sumiço pelo período da manha e tarde.

  Mas por que não ia com a gente?

  O caminho também foi totalmente contra a minha vontade. O mais alto ia o caminho todo falando asneiras totais que muitas vezes eu até ignorava.

  Quando chegamos à escola eu levei um susto do tamanho daquilo, parecia uma universidade de tão grande. É minha gente, bem vindo ao mundo exagerado dos ricos.

  Estacionamos em um tipo de estacionamento que havia no colégio o que acabou não chamando atenção que achei que chamaria. Todos os carros que estavam no mesmo local era basicamente do mesmo patamar que o que eu estava. A verdadeira atenção começou quando loiro saiu do carro.

  MEU SENHOR.

  O que foi aquilo? Parecia que o próprio Brad Pitt estava ali pela quantidade de gente que fez “rodinha” ao redor de Caleb. A maioria eram garotas, mas também tinham alguns meninos perdidos no monte de gente.

 “Sim, sempre é assim.” Diz Logan soltando uma risada de minha cara de espanto em quanto chegava perto de mim.

  Observo de longe Eleanor caminhando por longe de toda a multidão totalmente despercebida. Tento a seguir, mas a perco de vista.

  Saio e ninguém percebe. Todos estavam tão vibrados conversando com a praga que nem me viram, achei bom e fui para a secretaria. Fui certamente é uma palavra muito forte, afinal, logicamente eu tive que pedir ajuda umas quatro vezes já que, certa Praga, não me ajudou.

  Assim que peguei os meus horários fui direto para minha primeira aula, que era historia.

  No corredor diferente da entrada, todos olhavam para mim. Provavelmente por eu ser um novato vários meses depois do inicio das aulas.

  Isso acabou me fazendo repensar sobre a escola. Como desde pequeno estive na minha (que tem o fundamental e o ensino médio juntos), já tinha me esquecido como era o primeiro dia de aula. Parece que voltarei a ficar sozinho como nas eras que eu não tinha o Kael.

  Fazendo como se eu não ligasse para os olhares curiosos, parei na frente da porta da sala. Solto um longo suspiro para me acalmar. Nunca gostei da escola, imagina está aqui. Minhas mãos estavam suadas.

  Abro a porta devagarinho e sinto, novamente, o peso de ter todos os olhares em cima de mim. Passo o meu olhar pela sala e encontro quem eu menos gostaria de encontrar.

  A Praga acena para mim e me mostra o banco ao seu lado vazio (as mesas são duplas), mas apenas ignoro e me sento um pouco longe dele.

  Quando penso que não, o loiro senta ao meu lado e recebo olhares de todas aquelas meninas que o rodeavam. Um olhar de fúria e ódio. Me levanto e sento na mesa atrás, mas ele me segue de novo.

  Já iria refazer a minha terceira “fuga” dele quando a professora chegou, infelizmente, me impossibilitando de fazer qualquer coisa.

  Só espero que não sejam lugares marcados...

 “Parece que seremos parceiros Dy-Dy” Disse dando ênfase a “parceiros”.

 “Pensei que fosse um ano mais novo que eu.” Digo Ignorando o loiro completamente e tentando esquecer que ele me chamou daquele apelido na frente de todos.

 “Digamos que eu seja meio... Adiantado. Meu intelecto não era compatível para aquele ano.” Diz de maneira convencida, o que me faz rolar os olhos.

   Tentei entender alguma coisa da aula, mas foi tentativa falha. Não me entendam mal, a professora Nath é muito meiga e sem falar que seu ensino é ótimo, com certeza é a melhor de historia que já tive, mas... Era impossível com alguém que não parava de falar ao seu lado.

  Nota mental: Nunca se junte com alguém tão sem escrúpulos quanto Caleb.

  Tento fugir da praga nas outras quatro aulas, mas era impossível... Sempre que eu pensava ter fugido de certo alguém, ele se encontrava novamente ao meu lado. Ele com certeza era pior que o mestre dos magos... Só faltavam as metáforas.

  Mas quando finalmente chega a hora do intervalo, finalmente escapo. Não sei nem se ele planejava algo, mas eu fujo.

  Começo a andar pelos corredores tentando achar algum banheiro para me alivia, mas tinha tantas pessoas de uniforme indo para um canto só que era a mesma coisa que nadar contra a correnteza.

  Encosto-me na parede já cansado mentalmente quando sinto alguém fazendo o mesmo ao meu lado. Graças aos céus, não era Caleb.

 “Ai meu deus, será que eles me viram?” Perguntou um garoto de óculos, novamente, mesmo que por pouco, maior do que eu.

  Ele murmurava agitadamente coisas sem sentido algum para mim. Pareci procurar por algo ao mesmo tempo em que fugia.

 “Mas que droga, é sempre mesma coisa. Eu não acredito que...” Parou finalmente de falar essas coisas estranhas quando me viu totalmente sem entender nada e também assustado.

 “Voc...”

 “Ali!” Gritou uma garota em quanto apontava para a nossa direção. “Foram eles!”

  As únicas coisas que eu consegui fazer foi: Primeiro, me perguntar porquê de seu nariz estar sangrando. Segundo: Perguntar para Deus o motivo de ter sido arrastado para isso. E por último, correr, correr muito.

  Dois caras grandes começaram a correr em nossa direção fazendo com que o garoto de antes pegasse na minha mão e começasse a correr que nem louco em quanto me arrastava.

  Socorro.

  O que está acontecendo.

  Corri, com todo o meu sedentarismo, mas mesmo assim eu corri acompanhado daquele desconhecido por causas totalmente desconhecidas para algum lugar que eu não sabia qual por que ainda nem conhecia a escola.

  Mas o que eu estou fazendo de minha vida?

  Empurrávamos todos que estavam na frente e quando dobramos o corredor, entramos em uma portinha despistando os dois brutamontes.

 “Essa foi por pouco.” Um sorriso presunçoso surgiu em seus lábios.

  Esse cara só pode ser louco. Em quanto respirava fundo pra recuperar podo o ar perdido, ele parece finalmente perceber a minha presença e a situação que me pôs. Olhou fixamente para mim e quando pensei ter explicações, ele apenas disse:

 “Quem é você mesmo?”

 “Eu quem deveria estar perguntando isso!” Grito com toda a minha indignação!

  Retiro o que disse sobre Caleb, a pior cara que eu já vi é a desse retardado em quanto pensa quem sou eu. Só aprece assim em minha vida.

  Por um instante ele abriu mais a boca em um semblante de quem havia lembrado e um totalmente não identificado.

 “Você é o menino que está todo muito falando!”

 “Falando... Como assim? Por quê?”

  O garoto arruma a sua franja para o lado. Seus cabelos eram quase da cor de mel, quase ruivos em quanto seus olhos era um azul escuro, eles transpassavam seu divertimento com tudo aquilo.

 “Está falando sério?” Perguntou arrumando a grava do uniforme pelo espelho. Estávamos no banheiro, agora olhando. “Um garoto de repente aparece tempos depois do início das aulas no carro que quem dirigia era nem mais e nem menos o Caleb.”

  Da forma com que ele falava, parecia que aquela Praga era um tipo de estrela famosa. Suspirei com raiva de toda a situação. Então todos aqueles olharem eram por culpa dele? Já nem tinha mais a vontade de usar o banheiro.

 “Afinal, quem é você.” Ele parecia apreensivo.

 “Meu nome é Dylan... Eu e ele...” Digo colocando entonação no ele. “Somos meio irmãos.”

  Agora ele parecia mais aliviado por algum motivo.

 “Bem, meu nome é Henrique, mas pode me chamar de Henri!” O seu sorriso era maior que sua cara. “Mas, vamos sair daqui, não é mesmo?”

  Saímos do banheiro olhando para os dois lados para ter a certeza que aquelas pessoas não estariam mais aqui.

  Henrique, ou Henri mesmo, parecia ser legal. Ele me mostrou uma pequena parte do colégio, já que não teríamos tempo para tudo, e fomos para o refeitório onde comemos e ficamos boas parte do tempo conversando.

  Ele era realmente legal...

 “Mas por que aqueles caras estavam o seguindo?”

  ...Mas, ele só conseguia ser um pouco...

 “Sabe aquela menina de nariz quebrado?” Então por isso que sangrava. Balanço a cabeça positivamente. “Fui eu quem fiz aquilo. Não queira saber o porquê.”

  ...Maluco.

  Meu queixo cai após aquela frase, mas ele parecia líder normalmente com a situação. Ele era realmente louco.

  Encaro as pessoas ao meu redor e via que elas estavam como antes. Todas olhavam para mim e falavam coisas que eu também achava ser sobre mim. Senti algo ruim em meu estomago com isso e acho que deixei transparecer.

 “Não se preocupem com eles, depois se acostumam.” Fala.

 “O que Caleb é para esse lugar? Um tipo de Deus?”

  Henri volta a fazer aquelas expressões estranhas de antes.

 “Tipo isso. As pessoas o veem como alguém totalmente perfeito. Bonito, boas notas, capitão no time de basquete, gentil com todos e basicamente um símbolo de, bem, pureza. Ninguém nunca nem o viu indo a festas e essas coisas.”

  Sem falar de um baita de um mentiroso.

  Dês que chegamos à escola, sua atuação duplicou. Na casa ou pelo menos nesses dias em que fique lá, geralmente fica apenas calado, estudando e no celular. Fingindo ser um bom filho. Mas na escola ele vive falando. O tempo todo com aquele tom de voz falso, aquele sorriso falso, tudo falso.

  Por falar nisso, não tinha parado para pensar ainda, mas... Por que será que ele faz isso? Ficar fingindo o tempo todo? E porque ele mostrou quem realmente é para mim?

  Encaro o menino de longe sentado com seus amigos. De vez em quando apareciam grupinhos - sempre, sempre garotas - para falar com Caleb. Henri me disse que isso acontecia por conta de sua personalidade gentil, educada e engraçada, fora a tamanha beleza. Pobres iludidas.

  No exato momento, me lembro de uma frase de minha avó.

 “Quem não conhece que te compre!” Penso.

  Ainda olhando ao meu redor, avisto Eleanor sozinha em umas das mesas. O meu mais novo amigo percebe e começa a me contar um pouco da tal “desconhecida”.

  Prece que a de cabelo preto vem estudando aqui dês do primeiro ano mesmo, mas sempre esteve sozinha. Ela afastava todos que tentavam se aproximar dela pela sua personalidade grossa. Por mais que fosse bonita, tinham medo dela e a caçoavam por isso.

  Minha curiosidade sobre ela aumentou um pouco, assim como a pena.

  Então o intervalo acabou e minhas últimas três aulas foram diferentes das de Caleb o que acabou sendo perfeitas... Eu acho.

  Uma coisa é certa, teria sido melhor se não fosse pelos olhares em que eu recebia... Em duas das três aulas, a empregada estava na mesma sala do que eu, mas, novamente igual a mim, ela estava sem ninguém.

  Por não estar mais com o loiro e por não ter os livros, precisei me juntar com alguém. Só sobrou ela. Mesmo, também novamente, contra sua vontade. Nos sentamos juntos.

  O parceiro da vez na última aula foi Henri mesmo.

  Não era horário para isso, mas conversamos mais. Percebi que ele era meio Geek que nem eu, o que me deixou mais a vontade com ele.

  Saímos da sala em quanto caminhávamos pela escola e eu conhecia mais dela. Ao chegar ao estacionamento, lá estava Caleb encostado em seu carro com a chave em mãos. Assim que nos viu já foi metendo a mascara em seu rosto.

 “Dy-Dy? Por onde esteve? Estive o procurando.”

  Procurando é uma égua. Égua.

 “Estava com Henri, ele sim se preocupa. Até me mostrou o lugar”

  Henri parecia estranhamente inquieto.

 “Então esteve cuidando de meu irmãozinho?” Já disse que eu sou o mais velho... “Obrigado.”

  O de óculos balbuciou algo que deveria ser um tudo bem, e sem falar mais nada saiu de perto de nós dois. Só me restou entrar no carro e ir embora pensando o quão estranho tudo era.

  Os motivos de Caleb, as reações de Henri, a própria Eleanor.

  Para piorar, teria que estudar todo o conteúdo que perdi nas duas semanas que eu me recuperava.

  Sem falar que ainda doía...

 “O que achou do primeiro dia de aula?” Pergunta meu pai assim que chegamos na casa.

 “Um saco...”

 “Você esta falando serio? Realmente pensei que se daria bem na escola.” Diz, mas não lhe digo mais nada em troca.

   Ele tinha razão, parece que esse primeiro dia não foi tão chato e solitário quanto esperava.

   Espero que continue assim por um tempo...


Notas Finais


Poxa Dylan, K-pop é legal...

Espero que tenham gostado, e...
Se lembrem, todas as segundas, heim?

[Eu do futuro: Eai, o que acharam da nova personalidade de Henri :v
Ele está realmente bem, mais bem mudado. Quem viu viu, quem não viu, bem... Não viu u.u
Tbm queria perguntar o que acharam da Eleanor, ela será importante para o novo futuro da fic sabe... Estou tentando adicionar mais coisas a ela como, por exemplo, novos pares.]


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