História Eu odeio te amar - Jortini Leonetta - Capítulo 17


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Categorias Jorge Blanco, Martina Stoessel, Violetta
Tags Jortini, Leon, Leonetta, Violetta
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Palavras 1.647
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, tem alguns aniversários que eu pulei durante a gravidez do Theo, não estranhem que as vezes um ou outro tem aniversário e tals..
Se não eu me perco hahah, é isso.
BOA LEITURA!

Capítulo 17 - Capítulo 17


Fanfic / Fanfiction Eu odeio te amar - Jortini Leonetta - Capítulo 17 - Capítulo 17


Povs Narrador


- Tem medo de um exame de DNA? - Pepe ria - Tem medo de que o resultado dê certeza que o filho é meu?


- ESSE FILHO É MEU! - gritou Jorge - SAÍA DAQUI.


- Que gritaria é essa aqui? - apareceu um segurança - Vocês estão em um hospital, respeitem!


- Esse cara entrou aqui sem autorização. - dizia Jorge - Chegou gritando aqui, parecendo um louco.


- Por favor meu jovem, venha comigo. - dizia o segurança para Pepe - Me acompanhe.


- Eu não vou te acompanhar para nenhum lugar. - respondeu Pepe - Preciso ver o meu filho e mãe dele.


- Minha filha não quer te ver. - dizia Alejandro - O filho não é dele, retire-o daqui.


- Eu exijo um exame de DNA. - Pepe deu mais um de seus gritos - EU QUERO FAZER O EXAME.


- Jovenzinho ou você vem comigo, ou eu serei obrigado a te levar na força. - dizia o segurança - Me acompanha até a recepção e lá você pede o que quiser.


- Eu vou. - disse Pepe - Mas só vou para exigir o DNA, vou provar que o filho não é seu.


Pepe foi acompanhado do segurança até a recepção. Minutos depois Alejandro, Fran e Mariana deixam o local onde estavam vendo Theo pois o horário não permitia mais. Jorge voltou para o quarto onde Martina estava..
Tini estava dormindo, Jorge ficou sentado e pensativo. Alguns minutos depois ela desperta.


- Que cara é essa? - perguntou Martina ao ver Jorge - Está tudo bem? Parece preocupado.


- Está tudo bem. - disse Jorge dando um sorriso forçado - Está tudo certo.


- Não é o que parece. - respondeu Martina - O que houve?


- Pepe está aqui. - disse Jorge - E está exigindo o exame de DNA.


- É sério? - Martina se espantou - Não deixa ele chegar perto do Theo, ele está surtando.


- Irei fazer o exame para mostrar que sou pai do Theo. - dizia Jorge - Quem sabe assim ele some de vez.


- Não precisa. - disse Martina - Esse filho é seu. Theo é nosso filho.


- Então, não há problemas algum eu fazer. - disse Jorge - Não quero Pepe ao nosso redor..


- Jorge, não precisa demonstrar fraqueza à ele. - dizia Martina - Eu estou te garantindo que esse filho é seu.


- Não é fraqueza. - respondeu - Você provavelmente terá alta logo, se não fizermos esse exame ele não nos deixará em paz.


- Então faz. - disse Tini - Mas eu te garanto que quando ele ver que ele não é o pai, ele piorará, vai ficar mais louco ainda.


- E o que fazemos então?


- Eu não sei. - disse - Só quero ele longe do Theo.


- Ele ficará. - afirmou Jorge - Eu não vou deixar ele chegar perto do Theo.


- É sério Jorge, não devemos deixar o Theo com babás, ou algo do tipo se precisarmos sair. - dizia Martina - Você não sabe do que ele é capaz.


- Por acaso o Pepe já te fez algo? - perguntou Jorge se levantando e cruzando os braços - Ele te agrediu? Te fez algum mal? Te ameaçou?


- N..Nã..Não, claro que não. - gaguejou - Ele sempre foi um cara bom.


- E por que esse medo todo dele? - perguntou encarando-a 


- Ele é meu ex. - disse - Não quero o meu ex envolvido com o nosso filho, só isso.


- Isso está muito estranho. - dizia Jorge - Se ele te fez algum mal eu...


- Ele não fez! - afirmou Martina - Esquece o que te disse, faz esse exame e pronto.


- Certo. - respondeu Jorge desconfiado


- Meus pais e meu irmão ainda estão aqui? - perguntou Tini


- Sim. - respondeu - Estão na recepção, junto ao Pepe.


- E sabe quando eu vou ter alta? - perguntou Martina


- Eu vou procurar algum médico e perguntar. - dizia Jorge saindo - Volto logo.


Jorge ainda desconfiado saiu e foi até a recepção a procura de Fran, que logo o chamou de canto.


- Que foi? - perguntou Fran sem entender - A Tini está bem?


- Está. - respondeu - Preciso da sua ajuda.


- Com que?


- Sua irmã. - disse - Falei sobre o Pepe, que queria o exame de DNA.. E ela disse que quer deixar o Theo longe dele.


- Tá, mas idaí? - Fran cruzou os braços - Eu iria querer o mesmo também.


- Fran, é estranho demais o jeito que ela disse. - dizia Jorge - Ela falou para deixar o Pepe longe do Theo, porque eu não sei o que ele é capaz de fazer.


- Ela disse com todas essas palavras?


- Sim, e repetiu para deixar o Theo longe dele. - disse Jorge - Eu achei estranho. 


- E aonde você quer chegar? - perguntou Fran começando a entender 


- O Pepe já chegou a agredi-lá ou ameaça-lá? - perguntou Jorge


- Claro que não, ela me contaria. - Fran deu uma leve gargalhada - Ela o amava, e ele não é nem louco de ter feito isso.


- Tenta conversar com a sua irmã. - dizia Jorge - Talvez eu esteja errado, espero que sim, mas pelo jeito que ela disse foi estranho.


- Eu vou conversar com ela. - disse Fran - Mas eu acho que é paranoia sua.


- Eu espero que sim.


No quarto, só podia 1 acompanhante. Jorge saiu e Fran foi autorizado a entrar.
Fran entrou e lá estava a médica de Martina conversando com ela, assim que terminou logo saiu.


- O que ela dizia? - perguntou Fran entrando após a saída da médica 


- O Theo está ótimo. - disse - E teremos alta amanhã de manhã.


- Que notícia boa. - ele sorriu 


- O pai e a mãe já foram? - perguntou Martina 


- Estão na recepção. - respondeu - Só pode entrar uma pessoa por vez agora..


- E o Pepe, já foi? - perguntou Martina - Ele vai ficar lá fora, né?


- Sim. - respondeu Fran - Mas ele estava querendo entrar, assim que eu sair deixo ele entrar.


- Não! - respondeu rapidamente - Não deixe-o entrar.


- E por que não? - perguntou desconfiado - Ele quer conhecer o Theo.


- Fran, não deixa. - respondeu - É sério.


- Já sabe que ele está querendo exame de DNA? - perguntou Fran - Jorge disse que vai fazer.


- Falei para o Jorge fazer, mas talvez seja pior. 


- Por que? - perguntou - O filho é dele?


- Claro que não. - ela riu - O filho é de Jorge, o problema é que quando ele ver que não é o pai.. surtará de vez.


- Ele só quer ver o Theo. - Fran estava contando umas mentiras para ver o que Martina falaria - Vou deixar, ok?


- Fran, eu já disse que não. - respondeu brava - Deixa o Theo longe dele, nem mostra o meu filho para o Pepe.


- Aconteceu algo no passado que eu não estou sabendo? - Fran foi direto - O que aconteceu?


- Não aconteceu nada.


- Eu não sou trouxa. - respondeu - Eu sei que aconteceu algo, dá para ver pelo jeito que você fala dele.


- É pedir muito que o cara que eu namorei ficar longe do meu filho? - interrogou Martina - Ele odeia o Jorge, odiará o Theo também.


- Martina, vou perguntar pela última vez. - Fran respirou fundo - Ou você me fala o que o Pepe te fez, ou então eu o trago aqui e mostro o Theo para ele. Não haveria problema algum.


- Se você fizer isso eu não olho mais na sua cara; - disse Martina - E quem ficará longe do Theo, será você.


Fran saiu bravo e ficou bastante arisco e voltou para recepção.
Alejandro e Mariana foram se despedir de Martina, porque Jorge dormiria como acompanhante.
Fran decidiu ficar ali na recepção para evitar que Pepe entrasse sem autorização.


- Você sabe se o Fran foi embora também? - perguntou Martina ao ver Jorge entrar


- Ficou lá na recepção. - respondeu - Pepe está lá, e ele está de olho.


- Ainda não foi embora? - Martina espantou - Que menino insistente. 


- Eu pedi o exame. - disse Jorge - A médica vem recolher meu sangue e o seu daqui a pouco.


- Essa horas? - dizia olhando no celular 


- É. - disse - Para sair o mais rápido possível.


Alguns minutos depois, dois médicos foram até o quarto recolher o sangue de ambos.
Assim que recolheram, deixaram Jorge e Martina a sós.


- Quero ir embora logo. - comentou Jorge 


- Eu também. - respondeu 


- Perguntei para médica a partir de quantos meses o Theo pode viajar de avião. - dizia Jorge - Ela disse que a partir de 1 mês, mas para ter segurança que não aconteça nada a partir de 4 meses é o ideal.


- E para onde vamos levar o Theo? - perguntou Martina 


- México. - disse - Meus pais e meu irmão querem vê-lo, mas vou pedir que venham para cá.


- Se ele estiverem ocupados, levamos até lá. - dizia Martina - Só vamos seguir as instruções dos médicos.


Jorge e Martina ficaram conversando, até que adormeceram.. 
Já de manhã a médica libera Martina. 
Fran estava na recepção com algumas coisinhas de Theo, que Jorge pediu que buscasse em sua casa.
Enfermeiras levaram Theo até Jorge, que logo o colocou na cadeirinha com ajuda de Fran.
Pepe havia ido embora, até que...


- Aonde pensam que vão? - apareceu Pepe - Vão fugir com meu filho?

 


Notas Finais


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