História Eu odeio tudo sobre você (Castiel) (Terminada) - Capítulo 2


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Categorias Amor Doce
Personagens Agatha, Alexy, Ambre, Armin, Bia, Boris, Castiel, Dimitry, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Peggy, Priya, Professor Faraize, Professora Delanay, Rosalya, Senhora Shermansky, Thomas, Viktor Chavalier
Tags Amor Doce, Castiel, Drogas
Visualizações 1.019
Palavras 1.455
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - "Spoiled"


Ninguém tinha falado comigo ainda, além do tal Nathaniel. E tudo bem, primeiros dias eram assim pelas minhas experiências.

Bom, eu troquei de escola por que, digamos que, a outra não me aceitava bem. Eu queria estudar mais música e artes. Queria ter aulas extras de biologia. Mas os outros não queriam isso. Então aqui estou; em uma escola cheia de clubes e atividades extracurriculares. E tudo bem que eles já começaram as aulas tem um tempinho, ainda estão no começo e eu sei que posso os alcançar. 

— Então! Gente, precisamos conversar sobre o comitê do baile! — Eu ouvi a voz de uma menina assim que entrei na minha sala. Ela estava em cima da mesa da professora; que estava toda suja de tinta já que era de artes. Eu parei encostada na parede atrás das classes a olhando, assim como os outros estavam fazendo. — Alguém se interessa? — Ela perguntou, mas ninguém respondeu. — Qual é pessoal... Querem um baile meia boca? — Algumas pessoas ergueram as mãos e ela anotou o nome. Quando foi descer da classe, alguns meninos correram para ajudá-la, mas era de se esperar; cabelos longos platinados, um vestido chique e uma maquiagem bem
feita. 

Eu sentei em uma classe do fundo largando minha mochila do lado. Peguei meu fichário e coloquei na classe. Logo, um garoto alto, de cabelo azul e roupas laranjas chegou perto de mim. — Querida, aqui a gente deixa tudo no armário. Só traz o que é da aula. 

— Bom, eu não sabia... Só ganhei uma chave de armário da diretora mas achei que fosse pra ginástica, como na minha outra escola. — Falei e sorri um pouco, já que ele estava sorrindo pra mim.

— Sabia que você era a aluna nova que falaram pra gente! — Ele me disse. — Rosa! — O garoto gritou me assustando, e a menina que estava falando no começo da aula, veio até mim. — Olha como a aluna nova é fofa.

— Que? — Fiquei um pouco vermelha - eu acho - já que senti minhas bochechas queimarem.

— Ah, é mesmo. E linda também. — Ela sorriu. Eu? Linda? Será que ela não se olha no espelho? 

— C-claro que não. — Eu ri, mas era de nervoso. 

— Como sou mal educado... — O garoto disse. — Me chamo Alexy e essa é a Rosalya. 

— Mas eu não gosto que me chamem assim, me chama só de Rosa. — A garota mais que depressa interrompeu. 

— Poxa, eu ia chegar lá. — Alexy disse e riu. 

— Eu me chamo Alyssa Parker. — Falei e sorri.

— Você conhece alguém aqui? — A tal Rosa perguntou. 

— Não, na verdade só o presidente do conselho, acho que seu nome é Nathaniel. — Respondi.

— Que bom, assim será nossa amiga. — Alexy disse fazendo os dois rirem. A platinada sentou em minha mesa afastando meu fichário e o garoto puxou uma cadeira e colocou seus pés no meu colo. 

— Abusados, não? — Falei rindo. 

— E você não viu o quanto, more. — Rosa disse. — Tudo bem. Precisamos falar sobre o baile de volta às aulas. 

— Volta as aulas? Mas fazem uns dois meses que vocês estão estudando. 

— Tivemos tantos problemas... — Alexy disse. — Que só será feito agora.

Concordei e então eles começaram a conversar e eu logo comecei também. Eles eram muito gentis, as melhores pessoas que conheci aqui hoje. 

[...]

— Então, o que mudaria se o nosso país fosse comunista? — O professor perguntou caminhando pela sala. Eu estava adorando a aula dele e levantei a mão, assim como outras pessoas. Mas ele não escolheu nenhum de nós. — Castiel? 

— Eu não levantei a mão. — O ruivo de mais cedo respondeu. Então seu nome era Castiel? 

— Mas, eu quero que me diga: o que mudaria se nosso país fosse comunista? 

— Talvez os professores tivessem um propósito na vida além de encher o meu saco. 

— Senhor Collins, já conversamos sobre isso. Sei que você é melhor do que isso. — O professor respondeu, como se o conhecesse muito bem.

O ruivo se levantou. — Talvez eu não seja melhor do que isso. — Ele foi até a porta.

— Eu não lhe dei permissão para sair. Sente-se.

— Eu não pedi permissão. — E por fim, ele saiu da sala. 

O que tinha sido isso? Nunca tinha visto um aluno enfrentar um professor desse jeito, e olha que eu já vi muitas brigas em sala. O professor abaixou a cabeça negando, e fechou o seu livro. Ele me parecia decepcionado, parecia que esperava mais de tal aluno e talvez fosse isso. Ninguém ousou fazer uma piadinha. Será que estavam acostumados? 

— Muito bem, turma. Abram os livros na página 14. — O professor disse e a aula voltou ao normal. 

— Ele é sempre assim com todo mundo? — Perguntei ao Alexy que sentava em meu lado e rosa se virou para nós. 

— Já falou com ele? — A platinada perguntou. 

— Já sim, de manhã. Ele foi grosso. — Respondi.

— Sim, ele é sempre assim. Ele é nosso amigo, então já não ligamos pra isso. Mas, eu não sei por que, esses dias está bastante distante de nós. Não é Rosa? — Alexy disse.

— Sim, Lysandre me disse que eles não conversam também. Então ele só fica perto dele. — Rosa disse. 

— Lysandre? — Pedi.

— Sim, um garoto bem elegante. Ta sempre com um bloco na mão. — Alexy disse, e o professor colocou a mão em seu ombro. 

— Bom, grupinho de melhores amigos, vamos voltar para a minha aula? — Ele perguntou. 

— Claro. — Respondi sorrindo e ele sorriu de volta. 

O resto do dia foi assim, foi um ótimo primeiro dia diga-se de passagem. Eu adorei tudo. Menos Rosa reclamando que eu gostava de vestir preto e que era mau humarada as vezes, mas eu não tenho culpa.

Coloquei tudo o que tinha na minha mochila, em meu armário. Era o 547, em cima.

Assim que terminei, o ruivo apareceu ao meu lado, também colocando algumas coisas no armário. Eu até queria conversar com ele, por que não é possível que alguém seja tão grosso. Mas achei melhor não provocar hoje, então, fechei o armário e comecei a andar. 

Mas assim que fiz isso, o garoto fez o mesmo e esbarrou em mim.

— Olha por onde anda, garota. — Ele disse, passando por mim e esbarrando em meu ombro. 

— Idiota! — Gritei e sai andando. 

Point Of View Castiel Collins

Ao chegar em casa, vi Dragon correr até mim. Me abaixei lhe fazendo carinho e entrei.

Em cima da mesa, estava um prato com um plástico por cima e um copo de coca cola ao lado. Provavelmente foi Luci. Eu não estava com fome, comeria depois. Fui para o meu quarto e mesmo que ninguém fosse entrar, fechei a porta com Dragon já dentro. 

Me deitei na cama e o cachorro deitou-se ao meu lado. — Ei amigão... Só você não me abandonou, em? — Eu não tinha vergonha de falar do que eu senti ao Dragon. Ele era de fato, meu melhor amigo. As vezes acho que só ele me entende.

Hoje não foi nada fácil, o professor fica tentando me mudar assim como todos daquela escola. Eles não me conhecem, não sabem pelo que eu passei nem pelo que passo. A garota me chamando de idiota, fez um pouco de diferença. Normalmente me chamam de babaca para baixo. 

Eu não vou mudar, eu sou assim mesmo e já me conformei. Não sou uma pessoa que merece ajuda, não mais. 

Peguei meu cigarro do bolso e me sentei acendendo um. Minha mãe não deixava que eu fumasse no quarto. Mas ela não está aqui. Fui até a cozinha e peguei uma cerveja na geladeira. 

Fiquei na área, bebendo e fumando até receber uma mensagem de uns amigos me convidando pra uma tal festa. Eu até que estava afim de umas garotas, mas hoje ficarei com Dragon mesmo.

Está tudo tão quieto, que chega a ser triste. É nessas horas que eu paro pra imaginar como a vida de quem tem alguém te esperando chegar em casa, é feliz.

Point Of View Alyssa Parker

Assim que abri a porta, vi tia Sam assistindo tevê, lhe dei oi e fui para a cozinha. 

— Oi vó, cheguei. 

— Ah, querida. Você está linda mesmo! Estava falando hoje de tarde com a Ana sobre o quanto estava bonita quando saiu de casa. — Ela sorriu. — Chegou cedo. Por que não sobe e toma um banho? Eu faço um lanche pra você. 

— Valeu, vó. — Sorri e subi correndo para o meu quarto ouvindo tia Sam gritar "Não corre na escada, garota. Quer morrer?", eu ri disso. 

Me joguei na cama, e fiquei pensando no dia em que tive hoje. E curiosamente meus pensamentos foram pro garoto ruivo. Ele era tão grosso, tão idiota. No mínimo deve ser bem mimado pelos pais. Um rebelde sem causa, ganha tanta atenção que não sabe o que fazer com ela. 

Mas admito que ele era no mínimo intrigante. 


Notas Finais


Muito obrigada pelos comentários do último capítulo! Logo irei responder <3 Fico super feliz que tenham gostado, e em quanto gostarem irei continuar <3 asdoro vocês


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