História Eu Odeio Você Sabia? - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Damn Smile (Hot)


Fanfic / Fanfiction Eu Odeio Você Sabia? - Capítulo 4 - Damn Smile (Hot)

Point Of View Jaeden Lieberher

Minutos antes...


Eu tava jogado naquela cama do hotel, se fazer absolutamente nada.

Meu celular começou a tocar ao meu lado, me viro ficando de frente para a escrivaninha, e virando o celular para mim, vi a foto da Sophia na tela. 

Sophia nunca me liga, alguma coisa aconteceu.

Apertei no símbolo verde, esperei que alguém falasse, e escutei a voz de Finn.

Finn: Mano, você tem merda na cabeça?

Me: Quê? Do que você ta falando Wolfhard?

Finn: Você tem noção do que você fez a Hannah fazer? A Sophia tá quase chorando!

Me: O que? O que que eu fiz? 

Finn: Olha... A mãe da Hannah mandou mensagem pra mim, e falou que a Hannah ia  voltar para o Brasil.

Quando Finn falou aquilo, meu coração se apertou de uma forma inesquecível. Foi uma dor profunda, bem no fundo.

Me: Que?! Como assim?

Eu me levantei da cama rápido demais. O que me causou uma leve dor de cabeça.

Finn: Eu e Sophia pegamos um Uber, fomos até o aeroporto, até que achamos ela. Tentamos tudo, mas ela não quis ficar. Eu descobri por que ela estava chorando ontem quando saiu do hotel. Por culpa sua. 

Me: Mas... 

Finn: Não muda de assunto Pamonha! E se você não for atrás dela é pedir desculpa pra ela, juro que... Não vou nem falar. Cara, você tem noção do que você fez? O filme, a data de lançamento, tudo arruinado por culpa sua!

Me: Tchau! Eu tenho que ir. 

Desliguei  a chamada. E vesti uma calça, enquanto eu me vestia, não sei como, eu pedi um Uber. Vesti uma camiseta, e sai do quarto. Passei no quarto da minha mãe. Voltei e parei na frente da porta.

— Mãe! – Bati na porta. Bati de novo ao não obter resposta.

— O que foi Jae? – Disse ainda lá dentro. Depois abrindo a porta para mim.

— Vou sair e já volto tá? – Eu Perguntei e ela arqueou uma sobrancelha.

— E aonde vai? – A morena Perguntou e eu revirei os olhos descaradamente.

— Pro aeroporto, tchau! – Fui saindo mas ela me segurou pelo braço.

— Fazer o que? – Mamãe Perguntou.

— Concertar a cagada que eu fiz. – Eu disse me soltando dela e indo para o elevador.

— Jaeden! Ei! Espera! – Minha mãe gritou e eu entrei no elevador.

Tomara que ela não tenha embarcado ainda. O que que eu fui fazer? Tentei esconder os meus sentimentos para mim mesmo. Quem faz isso?!

Sai do elevador e vi o carro me esperando. Entrei e dei o endereço, o tio assentiu e deu partida no carro.

Foram mais ou menos uns cinco minutos de estrada até o aeroporto. Eu batia o pé no chão agoniado. 

O moço parou o carro mais ou menos de frente para o aeroporto. Paguei o cara, e sai do carro. Corri para dentro, e procurei por todos os lados.

Passei correndo no meio das pessoas, olhando para todos os lados. Fui até reconhecido por fãs, mas eu saí o mais rápido para que não me paracem. 

De longe, eu vi Hannah de costas, não sabia ao certo se era ela, mas parecia. Ela passou pelo detector de metais antes de eu a alcançar. 

Andei um pouco mais rápido, e cheguei ao pé da fila. O fila estava pequena, mas me atrasaria de qualquer jeito. 

Olhei para o lado, e vi um pequeno espaço ao lado do segurança que estava perto do detector de metais. Acho que talvez eu consiga passar por ali sem entrar no detector.

Sai da fila, e fui para lá. Me espremi ao máximo, e passei pelo pequeno espaço, ninguém me viu. Mas uma moça me barrou.

— Ei garoto! – A mulher me segurou pelo braço. — Por que passou por ali? 

— Desculpa eu tenho que ir. – Eu disse me soltando dos braços da mulher.

— Ei! Volte aqui! – A moça gritou e chamou a atenção de quem passava pelo detector de metais. 

Sai correndo, vi Hannah na fila para mostrar o passaporte. Meu coração se desmanchou ao ver que ela estava quase mostrando o passaporte para sair do país.

— Hannah! – Eu gritei tentando chamar a atenção. Ela olhou para os lados, e depois para trás. Andei mais rápido até chegar na frente dela. — Hannah, me desculpe. – Eu disse e a abracei e senti um alívio de pelo menos ver ela antes de partir.

— Acho que é tarde de mais para você falar isso, né? – Hannah foi seca se separando de mim, meu coração se apertou. Toma, quem mandou ser daquele jeito com ela.

—  E sério me desculpa. Eu vim o mais rápido quando soube que você partiria. – Eu disse perdendo as esperanças de que ela ficaria.

— E o que isso muda o fato de você ter me menosprezado aquele tempo todo? – Hannah foi seca de novo. 

— Eu fui um idiota. – Eu disse engolindo seco — É que eu... Eu... Eu te amava – Disse engolindo o meu orgulho. Vi a feição de raiva da Hannah sumir — Eu não queria aceitar que tinha me apaixonado, então tentei de odiar. Mas acho que no fim das contas, só te amei mais ainda. 

Respirei fundo, e a boca de Hannah se abriu um pouco. Ela corou levemente. Ela fica tão linda quando tá com vergonha.

— Por favor não vai, eu não sei o que eu faria sem você aqui. — Eu disse e Hannah abaixou a cabeça — Eu te amo – Disse e peguei no queixo dela, levantando sua cabeça. 

Lhe dei um beijo calmo. Um que eu devia ter dado ao invés de ter menosprezado ela. Eu parei o beijo com alguns selinhos e ela me abraçou.

— Eu também te amo.



Point Of View Hannah Andersson

Meses depois...



— Oi meu Bebê. – Disse enquanto eu entrava no camarim masculino, rolei os olhos pelo local, checando de que não avia mais ninguém ali.

— Oi Mamãe. – Jaeden disse meio sarcástico, se levantando do sofá e vindo até mim. Ele se aproximou mais de mim, e tomou o meu rosto com as duas mãos, selando nossas bocas. Jae me deu um breve selinho.

— Desculpa, eu ainda não comprei o seu presente de dois meses de que nós estamos juntos. – Disse e sorri torto. Jaeden deu um sorriso largo.

— Você já é o meu presente. – Ele disse e eu fiz uma expressão de apaixonada. 

— Awn, que fofo! – Disse e lhe dei vários selinhos. Apertei de leve a sua bochecha. Arrumei um pouco o seu cabelo, que estava meio bagunçado.

— Hannah. – Jae me chamou, o olhei. — Você sabe que ainda não oficializamos o nosso namoro, né? – Ele perguntou e o meu corpo recebeu uma carga de energia.

— Sei. – Eu disse colocando as minhas mãos em volta do seu pescoço.

— Então, – Jaeden olhou um pouco para baixo, e enfiou a mão dentro do bolso. — Você sabe que eu não sou muito bom com palavras Então... – Jae tirou uma caixinha preta coberta por veludo também preto. Minhas pernas tremeram. — Quer namorar comigo? – Jaeden abriu a pequena caixa, revelando um lindo bracelete banhado em ouro com vários pingentes em azul. Meu queixo caiu no chão.

— Sim! Com Certeza! Claro! – Praticamente pulei em cima dele, dando um beijo de tirar o fôlego. Terminei com vários selinhos. 

Jaeden Lieberher, esse é o nome do meu namorado. O Meu Namorado! Só meu! Sonhei com isso a anos! 

Jaeden pegou o meu pulso esquerdo, colocando o pulseira e fechando o fecho logo depois.

— Nossa, coube certinho. Fiquei com medo de não servir. – Ele disse me dando um selinho.

— Espera, você que tem que ganhar um presente. – Eu disse me separando do beijo. Ele revirou os olhos sorrindo. 

— Da pra curtir o momento? – Jaeden colocou uma mecha do meu cabelo atrás do minha orelha.

Ele segurou o meu rosto com as duas mãos, e me beijou. Um beijo com amor. Que ficou feroz e quente aos poucos. Suas mãos foram para a minha cintura e as minhas para o seu pescoço. Jaeden apertou de leve a minha bunda, o que me fez morder o lábio inferior dele e puxar. Senti um leve sorriso na se fomar na boca de Jaeden.

Ele me levantou, fazendo eu entrelaçar as minhas pernas na sua cintura. Jae me levou pra perto da penteadeira, e me sentou lá, enquanto ele ficou entre as minhas pernas. 

— E-espera... – Disse entre o beijo. Jaeden parou de me beijar, e me olhou. — Acho que você precisa trancar a porta, não acha? – Eu disse e um sorriso malicioso nasceu nos lábios carnudos de Jaeden. Maldito Sorriso. 

Ele saiu de perto de mim, e foi até a porta. Enquanto Jaeden trancava a porta, amarrei o meu cabelo em um coque. 

Lieberher veio em minha direção, e começou a atacar o meu pescoço. Na mesma hora, agarrei os seus cabelos. Senti as mãos dele dentro da minha blusa e indo pra perto do fecho do meu sutiã. 

Minhas mãos foram para o cós da sua camiseta listrada. A tirando com a ajuda de Jaeden. Ele voltou a atacar a minha boca, senti seus dedos gélidos deslizarem pelas minhas costas, e descendo para o cós da minha regata branca, a tirando logo depois.

Ele jogou a minha camiseta longe, e voltou a me beijar. Desabotoei a calsa de Jaeden, e puxei para baixo. Pude ver um leve volume no seu membro.

Jaeden arrancou "delicadamente" a minha calça, me deixando somente de lingerie. Que foi? Eu tenho lingerie sim.

Ele passou os beijos para o meu pescoço, senti um leve arrepio. Senti de novo seus dedos gelados nas minhas costas, só que agora indo em direção ao fecho do meu sutiã, senti o alívio do sutiã sendo retirado. 

Eu já tinha ficado de calcinha na frente do Jaeden, mas sem sutiã nunca. Meus seios estavam sendo prensados contra o peitoral nú de Lieberher. 

Jaeden parou de beijar o meu pescoço, e eu não perdi a oportunidade, e comecei a beijar o pescoço dele, deixando alguns chupões no lugar, as vezes dava umas mordidas.

Jaeden segurava forte na minha cintura, provalmente iria ficar marcas ali. Ele voltou a beijar a minha boca. Não aguentei mais aquela demora, eu tirei a boxer preta dele. 

Como "Vingança" Lieberher tirou a minha calcinha rendada de preto. Eu me ajeitei mais pra frente, ficando quase colada a ele. 

— Se eu te machucar, você avisa. – Jaeden Sussurrou no meu ouvido, eu balancei a cabeça em afirmação. Dito isso, ele me deu um beijo na bochecha e me penetrou.

Senti uma dor, por conta disso, mordi o meu lábio inferior, Tentando conter a dor. Jaeden foi aumentando a velocidade e com o tempo a dor se transformou prazer.

Jae começou a me beijar para conter os meus gemidos, que estavam um pouco quanto autos. Eu segurava nos ombros largos de Jaeden, e eu acho que ficariam arranhados ali.

Começei a arfar entre o beijo, e faltou ar para nós dois. Nós separamos, Jaeden afundou a cabeça no meu ombro, e ficou dando leve mordidas no mesmo lugar. 

Lieberher dava fortes estocadas, isso me fazia delirar. Senti Jaeden começar a morder o meu lóbulo da orelha. 

— Muito apertada. – Jaeden Sussurrou no meu ouvido em meio aos gemidos. Não sei se era um elogio, ou o que, mas eu só queria prazer naquela hora.

Arranhei mais ainda os ombros Quando senti que estávamos quase no ápice. Meus gemidos saíram um pouco mais autos. 

Foram somente alguns segundos, para mim sentir o líquido quente de Jaeden ser derramado dentro, logo depois eu cheguei ao meu ápice. 

Um maravilhoso orgasmo tomou conta do espaço que estávamos. Senti os lábios de Jaeden nos meus, fazendo assim, um beijo quente. Depois saindo de dentro de mim.

— Te machuquei muito? – Ele perguntou me olhando e sorrindo logo depois. Nossas respirações estavam aceleradas.

— N-não. – Disse e retribuí o sorriso. 

— Vem cá, Princesa. – Jaeden disse e me pegou no colo, e me fazendo entrelaçar as minhas pernas em sua cintura. 

Ele me levou até o sofá enorme que avia alí, Jae me deixou deitada em cima dele, um em cima do outro. Fiquei mexendo no seu cabelo. Depois na sua boca.

— Sabia, esse foi o melhor presente que você podia me dar. – Jaeden disse e eu sorri de lado.

— Que bom. Agora sei como te presentear ano que vem no seu aniversário. – Eu disse e nós rimos. Jae deu um leve suspiro, eu estranhei. Senti seus dedos passando pelos meus lábios os contornado, como se tivesse decorando tudo.

— Tá vendo isso aqui? – Ele Perguntou ainda com os dedos nos meus lábios. Deduzi que ele estivesse se referindo a minha boca.

— Tô. – Disse arqueando uma sombrancelha.

— Isso aqui, é meu. Ninguém pode encostar nisso a não ser eu. Ninguém pode te beijar, a não ser eu. – Jaeden disse e eu sorri de Lado.

— Eu sei disso. – Eu disse e lhe dei um beijo.

— Sabe o Chosen, então, nem ele. – Jaeden disse e senti as minhas mãos suarem.

— P-por que você ta falando isso? – Perguntei mesmo sabendo as resposta.

— Lembra de dois meses atrás, quando você e o Chosen se pegaram no camarim? Então, eu vi. – Ele disse e o meu sorriso se desmanchou.

— Eu vi você pelo reflexo do espelho. – Eu disse e abaixei o meu olhar para o seu peito.

— Vem cá.  – Ele pegou a minha mão, que tinha a minha mais nova pulseira. 

E guiou a minha mão para debaixo de mim. Senti uma coisa estranha. Não acredito que ele fez isso.

— Você jura, pelo instrumento dos deuses que você tem nas suas mãos, que você nunca, Nunca, vai beijar ou tranzar com ninguém que não seja eu? – Ele disse e eu ainda estava com a mão em seu membro. Dei uma risada.

— Eu juro.


Mau sabia eu, que eu tinha feito uma promessa que seria quebrada meses Depois.


Deitei a minha cabeça no peito de Jaeden, e quase cochilei. Fiquei sentindo a nossa respirações ofegantes sendo normalizadas aos poucos. 

 Jaeden, é a sua mãe. Abre aqui filho. – Escutei uma voz que eu bem conheço atrás da porta e batendo na mesma.

— Ah, porra. A minha mãe. – Jae  disse baixo para mim. Eu instantaneamente levantei a minha cabeça e sai de cima de Jaeden, ele se levantou logo depois. 

— O que a gente faz? – Disse baixo e ele parou pra pensar. Se não fosse eu, nós seríamos pegos no flagra.

— Espera. – Ele disse baixo para mim — Já vou mãe! É que eu tô... Tô me trocando! – Ele gritou para a mãe dele lá fora.

— Tá Bom. — A mãe de Jaeden disse lá de fora.

— Olha, fica aqui. Não faz nenhum tipo de barulho. Tabom? – Ele Sussurrou para mim, e balancei a cabeça em afirmação. —  Te amo. – Ele me deu um beijo na bochecha, e foi procurar as suas roupas.

Olhei para um canto do camarim, e vi os roupões azuis que nos costumávamos usar depois de gravar alguma cena. Fui até o cabide e peguei o que tinha escrito "Jaeden" na etiqueta.

Me vesti com o tecido azul, que praticamente, ficou um vestido em mim. E enrolei o pequeno cinto também azul que costuma vir junto aos roupões.


Point Of View Jaeden Lieberher


Terminei de vestir a minha camiseta, e quando olhei para Hannah, ela estava com o roupão azul que eu usava quando gravamos algo. Sorri e fui até ela.

— Você ta linda. Mas não faz nenhum tipo de barulho, vou tentar tirar a minha mãe daqui, aí você sai. – Eu disse e Hannah concordou.

— Filho, vamos logo, não tenho o dia todo! – Minha mãe disse lá de fora. 

Fui até a porta, e abri somente um espaço, para que não mostrasse Hannah perto dos espelhos. E sai de lá, minha mãe estava com a cara de tédio.

— Por que demorou tanto? – Ela perguntou.

— Puberdade. – Disse dando de  ombros. — Vamos?

— Espera, seu cabelo tá todo bagunçado. – Minha mãe passou a mão no meu cabelo, e eu Revirei os olhos. — O que...? O que que é isso no seu pescoço? 

Ah, Hannah. Filha da mãe, deixou chupões no meu pescoço! 

— Foi um... Inseto. Acho que eu tô com alergia. – Disse tirando a mão da minha mãe de lá. 

— Jaeden, tem mais alguém dentro desse camarim? – Minha mãe Perguntou e as minhas mãos suaram. Caralho, Mil vezes Caralho!

— N-não. Vamos logo mãe! Eu tô com fome. – Eu disse puxando mamãe para longe.

— Calma.

A Cena se passou em câmera lenta, Meu corpo todo tremeu. Minha mãe girou a maçaneta da porta, e entrou. Torci internamente para que Hannah estivesse no banheiro 

Segui ela e entrei no camarim, vi Hannah encostada na mesa da penteadeira. Ela olhou para cima, e viu a minha mãe. Sua cara era de espanto com medo.

— Hannah?! – Minha mãe Perguntou e eu suei frio. 

— Senhora Martell?! – A voz de Hannah saiu fraca. 

Ela segurou o roupão tampando o belo decote que ele deixava em seus seios, dando a entender que estava se sutiã, e por o que eu acho, minha mãe já viu que ela estava sem o resto da roupa.

 — Olha mãe.... – Tentei explicar mas minha mãe me cortou. 

— Não, eu já entendi. Jaeden, – Mamãe se virou para mim — Vou estar te esperando lá no pátio. 

Dito isso, minha mãe saiu do camarim. Olhei para Hannah e ela ainda estava com a cara de espanto.

— Meu Deus! O que ela deve estar pensando de mim agora?! – Hannah Perguntou e eu fui até ela.

— Hannah, Ela sabe que nós estavamos Juntos. Então, não tem problema nos Tranzarmos, eu acho... – Disse chegando mais perto.

— Fala baixo! Alguém pode escutar. – Hannah disse e eu ri da sua inocência. 

— A minha bebezinha nunca vai crescer. – Disse fazendo voz de "Bebê" e indo até ela.

Hannah Deu um sorriso de lado, eu dei um beijo calmo, terminamos em vários selinhos. 

— Vai se vestir, por que você ta me deixando duro de novo. – Eu disse e ela deu uma gargalhada gostosa.

— Estou desconhecendo esse Jaeden, cadê o Jaeden que tinha a voz de bebê e era inocente? – Hannah Perguntou arrumando o meu cabelo. 

— Esse Jaeden ficou no passado. – Eu disse e ela sorriu.  — Agora vai logo se trocar. A tia da limpeza vai vir daqui a pouco, e eu acho que ela não vai gostar de ver uma garota aqui.


Point Of View Hannah Andersson 

Uma semana depois...


— Ah, o Beijo. Que só tem no trailer, mais já abalou boa parte dos que gostam do Bill e da Beverly.– Jimmy falou. Estavamos em uma Intervista no "The Tonight Show". E o elenco todo estava lá.

— Sim. – Falei no meu microfone.

— Vou falar a verdade, fiquei com um pouco de dó da Beverly, sinceramente. — Finn disse e eu lancei um olhar matador pra ele, logo depois eu escutei as risadas de Jimmy e a plateia.

— Nossa, esse sofá é bem confortável. – Jack falou no seu microfone e pulando ainda sentado no sofá, eu ri. Estranhei, por que a horas atrás ele estava cabisbaixo, pois a Ellie tinha terminado com ele.

— Não confunda não, em Jack. – Wyatt disse do seu microfone, escutei outras risadas do auditório.

— Bill, como foi ter que aterrorizar mais outra criança no novo filme? – Jimmy Perguntou a Bill, se referindo a mim.

— Bom, digamos que pra mim foi fácil. – Bill disse e Jimmy deu uma leve risada. — Mas foi legal trabalhar com Hannah. 

— Ah, eu sei, sou incrível. – Fingi me gabar e todos rimos. 

— E aquele boato de você quase ter deixado o filme pra trás, foi verdade? – Jimmy me perguntou, minhas mãos suaram levemente, não sabia se eu poderia tocar naquele assunto já que eu e Jaeden já estávamos mais do que bem no nosso relacionamento.

— Ah... Bom, Quase né? Foi um contratempo, mas graças ao meu bom Deus eu não  voltei para o Brasil. – Eu disse. 

— Hum, Contratempo, Hum, sei. – Chosen disse e eu o olhei semicerando os olhos, escutei leves risadas do auditório e do próprio Jimmy.

Percebi que Jaeden ficou meio quieto, quer dizer, mais do que é, Depois que eu falei sobre o assunto de voltar para o Brasil. Nossas mãos que estavam entrelaçadas de leve, para ninguém perceber, foram separadas por ele que coçou a cabeça e depois colocou a mão na coxa. 

Estranhei, e puxei a mão dele de novo para perto da minha. Jae virou a cabeça para o outro lado, prestando atenção na Sophia que respondia a pergunta de Jimmy, como se estivesse me evitando, encostei a minha cabeça no seu ombro, e senti o seu perfume. Jaeden se ajeitou no sofá, o que me fez tirar a cabeça daquele lugar, inclinei a minha cabeça para perto do seu ouvido.

— O que foi? – Eu sussurrei no seu ouvido. Ele simplesmente ignorou, mas inclinou a cabeça para trás.

— Depois nós conversamos. – Ele disse também baixo, eu estranhei essa atitude dele.

[...] 

— Tá, agora me fala, o que deu em você? – Perguntei enquanto entrava no Quarto do Jaeden.

— Como assim "O que deu em mim"? – Ele perguntou se sentando na cama, a onde eu sentei ao seu lado.

— Você ainda não engoliu o que você fez comigo, não é? – Eu disse e o abracei de lado, recebendo um beijo na cabeça.

— Não... Nunca vou me perdoar. – Ele disse fazendo cafuné no meu cabelo. 

— Mas, eu já te perdoei, Aquilo ficou no passado. – Eu disse dando um beijo na sua bochecha. 

— Na verdade, eu te pedi desculpas, mas você não disse que tinha me perdoado, só disse que também me amava – Ele disse e eu fiz cara de tacho.

— Jaeden, é sério que você vai... – Eu ia falar, mas meu celular começou a tocar.

Tateei o bolso da minha calça, e peguei o aparelho dourado, e logo olhando para o visor e vendo "MELHOR PRIMA DE TODAS (ESTHER)". instantâneamente sorri de orelha a orelha. 

Me: Oi quenga!

Esther: Para, Hannah. Eu não gosto que me chamem assim!

Me: Nossa, Tabom. Mas o que foi? 

Esther: Eu já cheguei na cidade, tô aqui na casa da Tia Mary.

Me: Nossa, foi até rápido.

Esther: É, agora vem logo que o Justin tá me infernizando!

— "É mentira!" – Escutei a voz do meu irmão.

Me: Tabom, tô indo. Bye bye Bitch! 

Esther: Bye Mothefucker!

Desliguei a chamada, olhei para Jaeden e ele estava com a cara de tipo "Que porra você acabou de falar?!". Ri disso e lhe dei um selinho.

— Você tava falando com a sua prima Brasileira, não é? – Ele Perguntou e eu neguei com a cabeça.

— Eu já disse, ela é daqui, mas passou a infância lá no Brasil. – Disse me levantando da cama.

— A onde vai? – Jaeden me perguntou.

— Esther está lá em casa. Eu vou pra lá se não ela taca o Justin pela janela. E você vai comigo! – Eu disse e ele revirou os olhos e depois se levantou Também.

[...]

— Chegei Teté! – Eu gritei enquanto entrava em casa  junto a Jaeden, nossas mãos estavam entrelaçadas. Vi um ser descendo as escadas correndo e vindo até mim, abri os meus braços, en lhe dei um forte abraço.

— Ah que saudade! – Esther disse enquanto me apertava ainda mais. Nós separamos e rimos Juntas.

Olhei para o lado, e vi Jaeden jogando junto a Justin naquele videogame. Os dois viraram muito amigos, são dois idiotas que gostam das mesmas bostas. Os idiotas que eu amo.

— Hum, esse é O meu futuro parente? – Ela perguntou.

— É, e tira o olho! – Eu disse e nós rimos. — Vamos lá para cima. Eu tenho tanta coisa para te contar!



Continua?...



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