História Eu posso te ajudar - Capítulo 17


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Categorias Pokémon
Personagens Oshawott, Pikachu, Snivy
Tags Oshawott, Oshawott X Snivy, Romance, Snivy, Snivy X Oshawott
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Palavras 2.025
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo especial, talvez eu faça mais 3 ou 2 depende muito, esse foi grande me inspirei bastante, ele tem um pouco da historia principal é o resto de especial, estou fazendo isso por que eu quero que todos saibam como que é a vida dos personagens secundários e como eles tem o seu momento de principal na história. BEM ESSE CAP TEM HENTAI ENTÃO NÉ NÃO RECOMENDO QUE OS LEITORES COM UMA MENTE FRACA OU ABAIXO DE 18 ANOS LEIAM QUANDO APARECER ESSE SINAL (H) tudo dito fiquem com o cap Boa leitura ;D

Capítulo 17 - Cap especial 17- O cupido também se apaixona.


Mais dois dias haviam se passado e a Snivy ainda estava desaparecida, vários cartazes estavam nas ruas com um prêmio ainda não definido. Serperior Sceptile e Treeko ainda discutiam.

- Dou mais 2 semanas para isso, se não eu vou embora, não por não gostar do trato mas por que meu reino precisa de mim.- Sceptile suspirou sentando na cadeira.

- Entendo, tenho que voltar ao meu posto também.- Serperior concordou.

- Você não é apenas rei?- Treecko perguntou.

- Não, sou o capitão da guarda real também, ainda bem que o Pignite está no meu lugar, mas sabe, sinto saudades.

- Entendo, bem já esta ficando de noite, mais um dia sem progresso, amanhã a gente continua.- Sceptile suspirou saindo da sala junto com Treecko.

- Aonde se foi se meter em Snivy.

Serperior saiu da sala de reuniões e se deparou que Pignite e os guardas haviam acabado de voltar da expedição.

- Eai como foi?- Serperior perguntou a Pignite.

- Foi bem, conseguimos explorar a montanha de gelo inteira, parece que lá existe uma ótima fonte de minérios e talvez de para expandir o reino por ali.

- Perfeito, continue assim estou gostando.

- Como está indo a investigação?

- Nada bom, Sceptile me deu mais duas semanas, preciso achar ela se não eu vou perder uma grande fortuna.

Pignite então sentiu nojo do rei por dentro, usar a própria filha para bens materiais mesmo que ela esteja sofrendo ou não gostando daquilo, pensou em se rebelar mas decidiu deixar quieto, o castelo e a guarda real era o que o mantinha ali, seus amigos eram como a sua família, não queria perder o que havia conquistado em muito tempo.

- Entendo, bem já está ficando tarde , eu vou talvez dormir agora ou dar uma volta vou ver.

- Certo, amanhã se puder faça outra expedição ao norte daqui, preciso aumentar as terras do nosso reino mas não sei aonde ainda, acho que o norte a noroeste seja uma boa escolha.

Pignite apenas confirmou com a cabeça e foi em direção aos quartos, chegando lá o porco se deitou em sua cama e suspirou, ninguém estava ali apenas ele.

- Rebelar?

Um tempo se passa e Lucario entra no quarto, o mesmo então olha para Pignite que estava perdido em seus pensamentos.

- Ei Pig ta tudo bem?

O porco então voltou a realidade e concordou com a cabeça.

- Nem percebi que você veio.

- Tudo bem, se estava com uma cara estranha, aconteceu algo.

Pignite então abriu a porta e viu que ninguém estava por perto, o porco então olhou para o relógio que marcava oito da noite.

- Temos tempo ainda.- Pignite fechou a porta e se sentou na cama.- É sobre esse Sceptile é o rei.

- Sim, é o que tem?

- O rei é um tremendo babaca, ele está usando a filha para ter lucros, você não acha isso errado?

Lucario então suspirou.

- Sim, alias o Treecko sabe que eu e Gardevoir estamos contra o rei.

- Como assim?

- Eu estava no jardim com a Gardevoir nos tivemos uma pequeno discussão por algo besta e ele infelizmente ouviu tudo, agora eu e a Gardevoir estamos numa corda e o único que tem controle dela é o Treecko.

Pignite se enfureceu, queria socar a cara do Treecko ele era um dos mais culpados de tudo isso.

- Estou pensando em me rebelar, tirar o rei do poder, só que apenas eu estou com essa idéia.

- Não é só você, eu e a Gardevoir também, mas somos apenas 3 contra o rei mais a guarda real inteira, seremos mortos se isso acontecer.

Queria negar mas tinha que concordar, eles eram poucos precisavam de mais gente.

- Vou tentar encontrar Oshawott ele deve saber o que fazer.

- Eu não acho que o Oshawott vai sair do lugar dele.

- Como assim?

- Pensa comigo, ele deve estar com a Snivy em um casa talvez, os dois estão sendo procurados, Oshawott vai esperar a poeira abaixar antes de fazer qualquer coisa.

- Tem razão, eu preciso pensar, todas as minhas ideias estão indo erradas.

- Vai aonde?

- Sei lá, dar uma volta, ver a Emolga, alguma coisa eu vou fazer.

- A ok, até amanhã então.

- Até.

O Porco então saiu do castelo e foi andando sem rumo, podia ser de noite mas as ruas estavam bem movimentadas, alguns Pokémon estavam nos bares aproveitando a noite, já outros estavam em suas casas por não gostar de sair a essas horas ou por que tinham uma família e preferiam ficar em casa.

-Pignite.

O porco ao olhar para o seu lado vê Emolga voando até seu ombro.

- O que faz a essa hora nas ruas, você sempre diz que não gosta de sair de noite.- Emolga sorriu.

- Pensando sobre algumas coisas, sei la queria dar uma volta mesmo.

- Pensando sobre o que?

- Aliás nem eu sei direito, sobre a vida talvez, o futuro, é complicado de explicar.- Pignite suspirou.

- Acho que está escondendo algo de mim em.- Emolga riu.

- Eu não.- Pignite sentiu uma gota de água caindo sobre sua cabeça seguido de várias.- Emolga posso ficar na sua casa hoje, acho que não vou conseguir chegar no castelo a tempo.

- C-claro, não estamos longe da minha casa mesmo.- Emolga corou com o pedido.

Pignite correu para a casa do rato, abriu a porta e entrou no local.

- Tinha que chover justo agora em.- Pignite suspirou.

Emolga saiu do ombro de Pignite e se sentou no sofá.

- Pois é.

Pignite se sentou também e olhou para o relógio novamente.

- Oito e meia, tempo voa em.

- Ai meu Arceus, já está tarde, eu vou dormir estou muita cansada, tive que ajudar minha amiga hoje.-Emolga bocejo .

- A ok, boa noite.- Pignite se deitou no sofá.

- Vai dormir ai mesmo, a minha cama é grande e se sabe que eu não sou tão grande assim.- Emolga corou de leve.

- Sim, não quero te atrapalhar, e também já estou acostumado a dormir em um sofá mesmo.

- Ok então, boa noite.- Emolga suspirpu enquanto subia as escadas.- Mais uma chance perdida- Pensou.

Pignite tentava e tentava mas não conseguia dormir, o barulho da chuva era muito alto, consegui de vez em quanto soltar uns pequenos cochilo mas sempre acabava por acordar no meio da noite.

- Chuva desgraçada.- Pignite olhou para o relógio , já eram três da manhã.- Vou tomar uma água talvez ajuda.- Pensou.

O porco então caminhou lentamente até a cozinha, pegou um copo e encheu o mesmo, enquanto tomava ouviu um ruído vindo do quarto de Emolga.

- Que barulho foi esse?

O porco subiu as escadas até chegar na porta do quarto de Emolga, colocou seu ouvido perto até que ouviu seu nome bem baixinho.

-P-Pignite.

O porco então estranhou e abriu a porta devagar, fechou a mesma e adentrou no quarto, o local estava escuro mas Pignite já estava acostumado com o ambiente o que não foi um problema para ele.

- P-Pignite.

O porco então viu que na verdade era Emolga que estava fazendo os barulhos.

- Por que ela está falando o meu nome?

Pignite então olhou para o criado mudo e se deparou com um desenho dele com Emolga, os dois estavam abraçados e com sorrisos no rosto , a moldura tinha um formato de coração.

- Será que...- Pignite sussurrou enquanto encarava o desenho.

- E-eu.

Emolga fez de novo, O porco então olhou que a mesma estava segurando um livro, na capa estava escrito poemas.

- Ela gosta de poemas.- Pignite pensou.

O tipo lutador percebeu que o rato tinha marcado uma página, o livro estava semi aberto, mas infelizmente só deu para ler o título.

- Fogo e relâmpago.- Pignite sussurrou.

O porco então percebeu o que estava acontecendo, seu corpo começou a tremer um pouco, ele começou a se deitar lentamente na cama.

- Será que eu devo tentar?- Pignite pensou.

O porco então se aproximou do rato, o tipo lutador percebeu que Emolga estava mais quente do que o normal.

- Te amo.

Aquilo tinha sido o basta e Pignite então tomou os lábios de Emolga, o local ficou em total silêncio apenas o barulho da chuva e da respiração dos dois era audível.

- Ela nem está acordada, o que eu estou fazendo?

Um trovão então atingiu o local o que fez com que Emolga acordasse, o rato ficou em transe sem saber o que estava acontecendo, apenas sentia um extremo calor. Pignite cortou o beijo e se afastou um pouco.

- O- o que está acontecendo.- Emolga olhou para o lado e viu que Pignite estava na cama totalmente corado.- Pignite o que você está fazendo aqui?

O rato não conseguiu falar novamente tendo seus lábios calados pelo porco, infelizmente não durou muito é o porco cortou novamente.

- Se isso for um sonho não me acorde. Emolga corou já saindo um pouco do transe, o rato se sentou na cama e sorriu.- Eu te amo Pignite, ao menos no sonho eu consigo dizer isso.

O porco então corou fortemente, seus sentimentos haviam sido respondidos.

- I-isso não é um sonho, eu também te amo.

Emolga saiu de seu transe completamente e corou também.

- P-por que você veio no meu quarto?

- Você estava chamando o meu nome, eu fui ver se você estava ok, mas bem eu meio que vi algumas coisas e eu não consegui me conter.- Pignite corou se deitando na cama.

Emolga subiu em cima do porco colocando sua cabeça no pescoço do mesmo.

- Não estou acreditando que isso que isso não é um sonho.

- Acredite é a realidade.- Pignite beijou a testa de Emolga.- Bem eu vou dormir agora, amanhã a gente conversa mais.

O porco fechou os olhos mas Emolga os abriu.

- Eu não mandei você dormir, alias como você invadiu o meu quarto você vai ser punido, se é que me entende.


(H)

Pignite então corou, ia se pronunciar mas teve seus lábios  tomados por Emolga, seu membro já  estava ereto.


- Já  está  acordado em, hehe.


Emolga então  deu um pequeno pulo até  o membro de pignite, o rato então percebeu que na verdade talvez era ela quem seria punida.


- Se provocou, agora aguenta.- O porco riu.

Emolga abocanhou o membro de Pignite que gemeu com o contato, Emolga já  tinha lido uns livros sobre o assunto, por isso sabia muito bem como proseguir.

- Se é virgem?- Pignite perguntou.

Emolga concordou com a cabeça  ainda seguindo com o serviço.

- Não  parece.

Emola corou com o comentário  mas seguiu em frente, Pignite então  chegou ao ápice  é o rato engoliu tudo.


- Falei que você  aguentava .


Pignite então  ficou em cima de Emolga e começou  a beijar o pescoço  do rato que gemia baixo.

- Você  é virgem?- Emolga perguntou.

- Não, já  tive alguns relacionamentos  mas todos foram por prazer carnal nada demais.

Pignite então  começou a esfregar o seu membro na intimidade de Emolga que arrepiava com o toque.

- Promete que você  me ama e não  sera apenas por prazer?- Emolga suspirava.

- Sim, eu esperei isso ha muitos anos prometo que te amo.

- Pode ir então.


O porco então  adentrou na intimidade de Emolga que gemeu de dor. Pignite beijou Emolga enquanto acariava  a mesma para acalma-la, sabia que aquele momento era o pior de todos.

- Por que doi tanto?- Emolga chorou um pouco.

Pignite continuava a ir com calma até  chegar ao seu máximo, Emolga então  começou  a sentir prazer e não  mais dores.

-Pode ir se quiser.

O porco então  começou  com os movimentos  de vai e vem aumentando a velocidade com o tempo, Emolga já  havia chego ao seu climax ao menos cinco vezes, e mesmo em posições diferentes Pignite se recusava em chegar ao seu ápice .

- Você  é resistente em?- Emolga disse enquanto suspirava saindo saliva de sua boca.

- Nem tanto, essa é a primeira vez que eu seguro tanto.

O porco então  depois da setima posição  sentiu que estava perto, tirou seu membro de dentro de emolga e colocou novamente na boca da mesma.

- Não  pretendo ser pai ainda.

Emolga corou e  voltou com o trabalho, um tempo se passou e o porco finalmente  havia chego ao seu orgamos.

(H)

Os dois  se deitaram na cama exausto.

- Estou morta, na verdade eu acho que eu é quem fui a punida.

Pignite suspirou e beijou Emolga.

- Acho melhor descansarmos já  são 4 da manhã  temos compromisso amanhã.

- Verdade.

Emolga colocou novamente a cabeça  no pescoço  de Pignite e fechou os olhos, o porco sorriu e fechou os olhos também, talvez tenha achado alguém  que amava a sua pessoa e não  a sua aparencia ou o físico .


Notas Finais


Não esqueçam de comentar em até a próxima meu povo <3 : 3


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