História Eu princesa? - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Princesa, Principe, Romance
Visualizações 3
Palavras 349
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Capítulo 01


Já havia se passado da uma e meia da madrugada, do lado de fora da carruagem a chuva caía forte e os relâmpagos faziam um barulho alto. 

Pela janela, vi que já estávamos na ponte de pedra, que nos levaria direto para o castelo. No meio do caminho, um raio cai ao lado da carruagem, fazendo -a sair da pista e tombando em seguida. Em frações de segundo, me vejo ser lançada pra fora. O desespero me fez gritar alto, o baque do meu corpo na água foi forte, assim que fiquei imersa a correnteza começou a me levar pra longe. 

Quando a chuva se enfraqueceu e tive a certeza de que não ía me afogar nadando contra a correnteza, tomei força pra chegar na margem do rio, me seguro em um tronco de árvore caído e puxo o ar com força pra dentro dos pulmões.

Longos minutos se passaram, tentava me recompor e conseguir sair o mais rápido possível dali. A dor no meu corpo era insuportável, eu podia estar morta pela altura da queda... afasto este pensamento pra longe e foco a atenção em uma sombra que passará correndo próximo a mim.

-Tem alguém aí?Pode me ajudar?

Nada de respostas, a chuva estava começando a cair novamente , na chance de conseguir me levantar , algo acerta o meu pé causando uma dor terrível. 

No pânico, deixei a dor de lado e olhei a minha volta, alguém estava me jogando pedras! Meu olhar se deparou com uma silhueta não muito longe de mim, ele voltou a jogar pedras, estava querendo me machucar ,não tinha mais dúvida. Sem ter como correr e sem ninguém pra ajudar, o único jeito foi voltar para a água me arrastando. A correnteza me puxou novamente, mas isso não foi o suficiente pra pessoa parar de me atacar. Ele corria entre a beira da margem sem menção de parar. 

Sem ter o que fazer, a pessoa ataca uma pedra na lateral do meu rosto , tudo a minha volta começou a escurecer, comecei a me afogar, não podia desmaiar agora. Mas todo esforço foi em vão.



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