História Eu quero você - Capítulo 6


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Armin Arlert, Eren Jaeger, Levi Ackerman "Rivaille", Mikasa Ackerman, Personagens Originais
Tags Aot, Attack On Titan, Eren Jaeger, Eren X Leitor, Eren X Leitora, Imagine, Imagine Anime, Personagem X Leitora, Romance, Romantico, Shingeki No Kyojin, Snk, Xleitora
Visualizações 51
Palavras 1.621
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


:)

Capítulo 6 - Nee-san...


Fanfic / Fanfiction Eu quero você - Capítulo 6 - Nee-san...

Flashback

As duas meninas estavam no subsolo, deitadas no centro do único lugar em que elas podiam ver o céu e as nuvens, conversavam e riam... Mesmo com (S/N) sabendo que essas risadas tinham validade.

— Nee-san? — Chamou a menina de quatro anos.

— Hm?

— Como é a sua casa?

— ... Eu não sei.

— Hm? Como assim? Você não mora nela?

— Não. Aqui não é a minha casa. Minha casa é fora daqui. Lá em cima — apontou para o céu, alargando o "lá".

— Me leva pra conhecer sua casa um dia?

— Claro.

— Jura? — Seus olhos brilharam. 

(S/N) sentiu um peso no coração quando lembrou que aquelas orbes castanhas tão lindas não durariam muito.

Ela não soube o que pensar ou o que responder, então apenas disse:

— Nunca saia do meu lado. 

Logo depois de ter dito-as, a mulher se arrependeu, pois lembrou que a "validade" de sua "irmã" era menor que a sua. 

Pensou que a menina ficaria triste consigo, e se surpreendeu quando viu um sorriso enorme e puro surgir em seu rosto.

— Hai!

Flashback off

A mulher acordou, estava deitada na enfermaria, vários cadetes em outras camas, alguns até no chão. A maioria estava dormindo e alguns estavam em coma. 

Sentiu um peso em sua mão e olhou para seu lado direito, vendo alguém que ela realmente não esperava. Mikasa estava deitada na cama ao lado, ela parecia estar consertando seu cachecol quando dormiu e segurou sua mão.

(S/N) também viu o ursinho que tanto atazanou seu sono e suas noites. Ela soltou a mão de Mikasa e pegou o ursinho, a morena parecia ter consertado ele também.

Ela ficou olhando aquele ursinho com botões nos olhos de diferentes cores e lembrou mais uma vez daquilo que tanto lhe perturba.

Flashback

Ela estava ajoelhada no chão, enquanto Levi segurava sua cabeça contra uma poça de lama, a menina estava amarrada e sendo segurada por dois cadetes. 

A mulher alternava o olhar entre Erwin, Levi e a garota. Bem, merda.

— Eu não vou.

Levi levantou sua cabeça, a chutou e a bateu novamente contra a poça de lama, logo sendo repreendido por Erwin. Porém, não parecer surtir algum efeito.

— NEE-SAN!

— Faça isso e matamos aquela pirralinha.

— Vai para o inferno.

Levi repetiu o mesmo gesto de levantar sua cabeça, porém, ele a segurou pelo pescoço.

— PAREM, POR FAVOR!

— Você não sabe com o que está lidando. Fale comigo assim de novo, pirralha imunda, e eu transformo a sua vida no verdadeiro inferno.

— Encoste um dedo nela e você vai ver o inferno em pessoa.

Os dois se entreolharam com ódio gravado em suas pupilas, mas o momento foi interrompido por Erwin.

— Ok, se você não quer, não podemos fazer nada...

— Erwin! — Levi exclamou.

— Porém, será muito bom ver a tão aclamada "Assassina de Rua" atrás das grades.

— Pode me levar, me prende, me tortura, me mata, não me interessa, mas não encoste um dedo nela.

— Não, com certeza não o faríamos, mas... Ela ficará aqui no subsolo e com você estando longe dela, muitas pessoas se aproveitarão da menina.

Eu te juro que, se Levi não estivesse a segurando, ela pularia e se agarraria no pescoço de Erwin. O capitão chegou a se surpreender com tal força e sede de sangue.

— QUEM IRÁ ME GARANTIR DE QUE EU ESTANDO LÁ, ELA ESTARÁ BEM AQUI?! VOCÊ NÃO PODE ME GARANTIR ISSO! SE EU FOR, ELA VAI! PONTO FINAL!

Quando Levi ia afundar sua cabeça na poça novamente, eles ouvem um estrondo vindo de cima, e, logo depois, vários gritos e sons nojentos e agonizantes.

Levi olhou para (S/N), a segurou pelo pescoço novamente e disse:

— ESTAMOS PONDO A HUMANIDADE NAS SUAS MÃOS, SEU SACO DE MERDA! AGORA TEM UMA CARALHADA DE TITÃS LÁ EM CIMA E TEMOS QUE IR LÁ! AGORA, SUA PIRRALHA DESGRAÇADA, VOCÊ VAI OU NÃO?!

(S/N) olhou para todos ali, até seu olhar parar na menina, esta que, sabendo da situação, apenas acenou com a cabeça. A mulher olhou para o capitão e disse:

— Me solta logo.

Levi soltou seu pescoço e a desamarrou, pegou o DMT e entregou para (S/N). Quando a mesma terminou de colocar seu equipamento, ela andou na direção da menina, se ajoelhou e disse:

— Eu vou voltar, tá? — A mais nova acentiu. — Eu prometo que eu vou voltar e te tirar daqui. Confia em mim?

— Nee-san... Eu confio. Mas, toma — a mais nova entregou seu ursinho, que, até então, estava sem um olho. — Leva o Gabe. 

— Garota... Eu não posso.

— Por favor. Se lembre de mim, tá?

Flashback off

(S/N) se sentiu horrível ao lembrar daquela promessa que fora esquecida e guardada por tantos anos. Quatro anos se passaram e essa promessa não fora cumprida. 

Como eu poderia me esquecer de você, bakayaro?

Mikasa, ao sentir sua mão vazia, ela olha para o lado e vê (S/N) segurando o urso. Mikasa, então, percebeu que aquele brinquedo velho deveria ser muito especial para ela. Então sorriu.

— Eu consertei — atraiu a atenção da capitã. _ Espero que não se importe.

— Não, sem problemas. Eu, na verdade, quero agradecer. Obrigada, Mikasa.

— Capitã, eu... Me desculpe por tudo o que fiz, o Eren não me beijou, eu o beijei. Eu o prendi contra a parede quando ouvi passos. Mil perdões — ela tentou se sentar, mas logo sentiu dor nas costelas e se deitou novamente.

— Não se esforce, Mikasa. Tá tudo bem. 

— Vai perdoar o Eren?

— .... Sim, eu acho que sim. Mudando de assunto, como vim parar aqui?

— Bom...

Mikasa contou a (S/N) o que realmente aconteceu e logo elas estavam conversando sobre coisas ridículas e rindo das palhaçadas que faziam. É, Mikasa é uma boa companhia.

E, como as duas são teimosas que só a deusa Ymir sabe, elas se levantaram com uma apoiando a outra. 

Quando estavam quase saindo do quarto, Mikasa percebeu que sua capitã parou de andar. Ela a olhou e percebeu que a mesma se olhava no espelho.

Estava com o corpo coberto por ataduras, apenas com a camisa de Eren a cobrindo, porém a camisa a cobria até acima dos joelhos, então não mostrou muita coisa.

— Hange-san não sabe o porque de você ter se transformado em titã e não ter se regenerado muito bem. É a primeira vez que acontece.

— Não tem problema. Eu tô viva, né? 

Mikasa sorriu e as duas continuaram andando em direção ao refeitório. No caminho, as duas riam e sorriam. Mikasa nunca havia visto esse lado de sua capitã, e de verdade, ela estava gostando.

Ao chegar no refeitório, todos ficaram pasmos com o que estavam vendo. Mikasa e (S/N) estavam sorrindo? Juntas?! Os titãs foram extintos?! 

— (S/N)! — Levi e Eren gritaram. Ambos foram na direção das mulheres. Levi, contra a sua vontade, carregou Mikasa até o banco para ela se sentar. Eren fez o mesmo, porém, ele colocou a mulher sentada em seu colo.

— Por que não está descansando?! Deveria estar dormindo! Você...! — Eren foi interrompido por um selinho vindo da mulher. Comentários altos e felizes sobre isso soaram no lugar. — Você me perdoa? Por tudo?

— Mikasa me explicou a situação e percebi que você não tinha culpa. Mas, não se ache, Jaeger...!

Ele a beijou e todos do refeitório gritaram de felicidade. Pulavam, se abraçavam, se beijavam. Eles se separaram e logo a mais nova disse:

— Me ajuda em uma coisa?

— Claro, o que?

— Quero que me acompanhe a um lugar.

.

.

.

— Ah... Amor?

— Hm?

— Por que estamos no subsolo?

— Vim buscar uma pessoa.

Eles andavam pelas ruas do subsolo em direção a moradia de (S/N), esta que, quando passava, os moradores a olhavam apavorados. Tal ato que não passou impune pelo castanho, muito menos por Hange e Levi, que os acompanhavam.

Eles chegaram diante de uma gangue, esta que estava na frente de uma casa. O que parecia ser o líder da gangue se levantou e andou até a mulher.

Eren pensou em andar na direção dos dois, mas lembrou que é de (S/N) que estamos falando. Ela não precisa.

— Por que uma pessoinha medíocre como você está aqui?

— Eu apenas vim buscar o que é meu.

— Esse não é mais o seu território, Assassina de Rua, cai fora.

— Esse furdunço? Eu não quero. Está no nível de vocês e não no meu — o rapaz rosnou —, mas eu vim buscar uma pessoa, e eu vou levar ela. Onde ela está?

— Nada aqui te pertence. Cai fora.

Quando a mulher olhou para a direita com raiva e bufando, ela a viu. Aquela pequena menina agora está com nove anos de idade. E está tão linda. Mesmo estando sem cabelos.

Quando a menina a viu, ela largou o pão que carregava no chão e ficou estática.

— Mei. 

A capitã a chamou. Estava crente de que a menina estava irritada consigo por só procurar cumprir a promessa agora. Quatro anos depois.

— Garota, me desculpa — se ajoelhou. — Eu não queria...

Foi interrompida por um abraço vindo da menina, esta que chorava sem parar. A capitã retribuiu o abraço e chorou junto.

— Me perdoa — ela acentiu. — Me perdoa, tá? — Acentiu novamente. — Ei, olha quem eu trouxe.

Mei se separarou do abraço e viu que nas mãos de sua "irmã mais velha" estava o ursinho.

— Gabe! — O abraçou. — Você cuidou dele!

— Claro que cuidei. Achou que eu não cuidaria? Que horror.

— Não, eu sei que cuidaria. Mas me surpreendi, ué.

— Tá bom, então. Vamos ir para casa? — Os olhos da mais nova se acenderam e ela apenas disse:

— Hai!


Notas Finais


Próximo capítulo: Final: Uma noite entre muitas outras.
:)


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