História Eu sedento ela sedenta - Imagine BBH - Capítulo 9


Escrita por: e Mandy_Mars

Postado
Categorias EXO
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Lu Han (Luhan), Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Wu Yifan (Kris Wu), Zhang Yixing (Lay)
Tags Byun Baekhyun, Byun Hot, Byunreed, Mandy Mars Fanfics, Universo Alternativo
Visualizações 95
Palavras 2.955
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, Literatura Feminina, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então pessoas, nos vemos nas notas finais e boa leitura!!! (Por favor leiam);

Capítulo 9 - Fim de festa...


Fanfic / Fanfiction Eu sedento ela sedenta - Imagine BBH - Capítulo 9 - Fim de festa...

Baekhyun desistiu de fazer a maior confusão... assim que ele ameaçou partir pra cima do anfitrião da festa – eu o imobilizei.

“Como você fez isso, S/N?”

Bem... enfiei a língua no lóbulo da orelha dele. Baekhyun só faltou ronronar – o pescoço dele é muito sensível – disso eu já sabia. Agora posso juntar a essa informação, qualquer parte da cabeça dele... ele se encolheu todo.

__ Tá ligado que a culpa dessa confusão é sua, né? – falei pra ele inadvertidamente, aérea até.

__ Ah é? – Ele respondeu desafiador.

__ É sim. Eu não aguento mais ficar esperando você tomar uma atitude... – continuei falando sem prestar atenção – Por isso beijei o Taehyung. Achei que era você, idiota. Além do mais, já estou meio bêbada e...

Ele me beijou cheio de uma fúria e paixão desconhecidos.

__ Eu disse pra você não beber, menina desobediente... – os lábios dele estavam inchados – o que me fez pensar que os meus estavam em igual estado.

__ Mas Baek, você estava bebendo – nada mais justo que eu fizesse o mesmo, não acha? Direitos iguais.

Ele apenas riu, olhando pra mim.

Se eu tivesse prestado atenção – veria que se desenhava em seu rosto um sorriso sacana quando eu falei de não aguentar mais esperar por ele. Pra logo em seguida, aparecer uma carranca de orgulho ferido, quando eu disse que beijei Taehyung por engano achando que era ele.

__ Chega de conversa.

Saiu me arrastando escada a cima.

Chegamos em nosso quarto... ele beijava e sugava o meu pescoço igual uma ventosa – ardia e me dava prazer. Lembrei do que a Halsey me disse sobre o vestido:

__ Baek... – disse meio ofegante, em meio à seus beijos.

__ Huh? – ele respondeu distraído.

__ Não podemos rasgar o vestido... – comecei incerta, ele sorriu de lado – além de ser finíssimo... não é meu!

__ Eu deixo você tirar... porque não me responsabilizo por nada que vai te acontecer...

Senti um arrepio na espinha com o que ele disse.

Eu tirei o vestido com todo o cuidado, e em momento algum, me ocorreu que ele estava lá observando. Eu não estava tentando ser sexy nem nada – então foi com uma cara de espanto, que me virei no exato momento em que o Baek teve um orgasmo batendo uma comigo de inspiração.

E constatei outra coisa também.

Estava de meia-calça preta e sutiã – nada mais.

Isso é o que dá, deixar seu “amigo colorido” tirar sua calcinha sem você ver.

__ Baek?... – me virei pra ele, revelando minha nudez parcial. – queria fazer o trabalho completo, tirar a roupa toda de uma vez.

__ Chega de esperar... – me suspendeu sobre uma cômoda, beijando minha boca, me fazendo delirar. – eu disse que ia esperar você tirar o vestido, não disse nada sobre a meia-calça e o sutiã.

__ Ah! – Dei um grito de susto, ao sentir seu membro procurando lugar pra entrar e se alojar em meu íntimo... – Você vai ter que abrir mais as pernas gatinha...

Sufocou meus gritos com seus lábios.

No início eram gritos de dor – veja bem, ele pôde até ter acesso ao meu corpo, me fazer queimar de desejo e me fazer ter um orgasmo enfiando seus longos dedos em mim. Mas é bem diferente, quando seus dedos são substituídos por seu pênis incandescente, grande e grosso.

Ardia, até porque esse indecente é muito grande.

Em dado momento – a dor que eu senti, foi substituída por uma onda quente de prazer. Baek estocava forte... nosso suor se misturava e fazia com que nossos cabelos grudassem em nossas testas.

Ele entrava e saia cada vez mais rápido – o atrito entre os sexos, tornando o ápice inevitável e próximo. Eu o prendia pelos quadris com as pernas, queria que aquela sensação nunca acabasse.

__ Mas forte, Baek... – Oh Deus, estou quase lá.

Ele intensificou.

Antes que eu pudesse me conter... gritei seu nome no momento do orgasmo.

Eu podia sentir seu sêmen preencher a camisinha. Quando o orgasmo acabou, ele saiu de dentro de mim pra descartar o preservativo. Só então, pude descer da penteadeira – e terminar de tirar a roupa.

Fiquei analisando minha imagem refletida no espelho... meus seios estavam maiores. Minha cintura firme, quadris arredondados, pernas torneadas... meu sexo estava avermelhado – entregando que há poucos minutos, fazíamos as gavetas daquela velha cômoda tremer... eu não tinha mais nada de menina...

Estava tão aérea, que não vi Baek voltar.

Ele me abraçou por trás, e percebeu o que eu estava fazendo. Se abaixou na altura do meu ouvido e sussurrou:

__ Somos a combinação perfeita... – estávamos nus, olhando nossos reflexos. Cada diferença nele se completava em mim. Ele me fez ficar á vontade com meu corpo – ele podia ser um anjo em um momento, e um demônio no seguinte.

Ele tocava meus seios, me fazendo ofegar.

__ Olhe pro espelho, S/N!

Eu estava de olhos fechados, era impossível mantê-los abertos, quando um certo pervertido cobria os bicos dos meus seios com os dedos, desenhando círculos imaginários.

Ele continuava atrás de mim, e era sensivelmente mais alto que eu.

Se vê-lo com a camisa aberta, me fez salivar – ele estar ali totalmente nu e ficando novamente excitado, me fez engolir em seco ansiando tê-lo novamente dentro de mim.

Sua ereção cutucava meu bumbum... sem resistir mais um minuto sequer – foi a minha vez de beijá-lo faminta, e arrastá-lo com igual urgência pra cama.

Ainda bem que não tinha em quê tropeçar no quarto... não paramos de nos beijar em momento algum. Estendi Baek sobre a cama – a ereção dele se tornou ainda mais flagrante... meu, como tudo aquilo coube em mim?

Deixa pra lá... o fato é que coube...

Rastejei sobre o seu corpo – Baek gemia em aprovação. Pus uma perna de cada lado do seu quadril, e nossa ligação realmente aconteceu. Enquanto seu falo em riste, me preenchia – fechei os olhos.

Quis me apropriar dessa sensação.

Antes mesmo de ter consciência do que estava fazendo, comecei a mover meu corpo em ondas... achava que transar era só aquilo – ondular, acelerar, ter um orgasmo e parar.

Nada poderia me preparar pra atingir o pico do prazer logo na terceira transa.

Isso aconteceu, quando em um dado movimento – Baek atingiu um ponto sensível em mim – me fazendo gritar.

__ Então é aqui...? – ele sorriu cafajeste.

O vale entre meus seios, escorria suor. Meu corpo inteiro queimava de desejo. Espalmei minhas mãos em seu tórax, á procura daquela sensação – mas ela me escapava.

__ Ah, Baek... estou ficando cansada... mas acho que não vou gozar... – gemia, ao falar.

__ Pera que eu te ajudo...

Nesse momento, ele se deitou sobre mim – invertendo nossas posições.

__ Ah!

Gritei, quando ele levantou minha perna e estocou – direto no meu ponto g.

Ele era ágil, perito em nos dar prazer.

Atingimos um ritmo frenético... ele acertava meu ponto g, me fazendo gritar – e se divertindo com isso. Era inebriante.

Nesse ritmo, sem parar pra respirar – gozamos forte.

A noite estava longe de acabar...

Nem sei como – mais em algum momento, fiquei ajoelhada na cama. Baek colocou outro preservativo – ele queria mesmo me arrebentar... ele sussurrou no meu ouvido:

__ É melhor você segurar no espelho da cama... eu não vou pegar leve com você.

Dizendo isso, deu um chupão ardido no meu pescoço.

__ O que você vai fazer, Baek...

Perdi as palavras.

Ele me penetrou por trás, segurando meu pescoço... aquilo era bom demais.

Cada nova estocada, fazia meus seios pularem.

Segurar no espelho da cama, serviu pra eu não cair... era muito mais fácil pra ele, acertar meu ponto g dali. Eu gritava seu nome descontroladamente:

__ Baekhyun! – Oh Deus, eu vou gozar...

__ Então goza.

Ele continuava me penetrando como um louco.

Meus seios saltavam, eu gemia pra ele – e no momento em que atingimos o ápice, nós dois gritamos o nome um do outro – só aí que a gente se deu conta que estávamos roucos.

Literalmente, transamos até cansar.

Dormi em cima dele, com a cabeça em seu peito – embalada pelas batidas de seu coração.

 

Na manhã seguinte

 

O cenário do pós-festa era caótico. Halsey dormiu com Chanyeol – mas eles foram discretos, e saiu um de cada vez do quarto dela. IU dormiu com Jungkook – e eu me perdi a respeito de quem dormiu com quem.

Levantamos perto de meio dia.

Minha periquita tava meio dolorida, assim como minhas coxas e bumbum... Baekhyun as maltratou demais noite passada. Noite passada ai, ai...

Nos vestimos e descemos as escadas – a novidade, é que diferente da última vez, descemos juntos – de mãos dadas. Baek e eu tínhamos um brilho diferente.

Estávamos muito apaixonados.

__ Uau, o casal de pombinhos arrulhantes acordou – Halsey nos recebeu com um boa tarde.

__ Ai, foda-se! – Baekhyun berrou de repente. – S/N, quer namorar comigo?

__ Achei que você nunca ia pedir, seu tonto!? – dei um peteleco na testa dele.

__ Ai S/N, isso dói... – esfregou o local.

__ Vamos amor – disse pra ele – ajudar na limpeza. Afinal, nós nos divertimos demais.

__ Estamos sabendo... – todos aqueles enxeridos falaram ao mesmo tempo.

__ Xô bando de urubus!? – disse na intenção de dissipá-los. Porém, Baek fez algo muito mais certeiro – me beijou.

__ Deixa amor – interrompeu o beijo por alguns segundos – eles estão com inveja... – e me beijou outra vez.

Depois que começamos a pôr a casa após a festa, Halsey me puxou para um canto:

__ Como é que você dá pro cara e ele não te pede em namoro em seguida?

Ela estava impressionada com essa história – só ela sabia que a minha primeira vez tinha sido com ele.

__ Ah! – exclamei desconcertada – ele me fez um favor. Eu era a única virgem do meu grupo. E pra não ser tratada diferente – Baek que sempre foi meu amigo, topou sair comigo e tirar minha virgindade.

__ Entendo... – ela riu cumplice.

__ Deu certo por um tempo, mas logo as meninas arrumaram namorados e eu fiquei sobrando de novo. – disse contrafeita.

__ Quando foi que você se deu conta, que era absolutamente louca pelo Baekhyun, hein? – Halsey continuou insinuante.

__ Sei lá... – quis despistá-la – talvez tenha sido quando ele demonstrou ciúme dos meninos... ou quando dançou em cima da mesa de camisa aberta... é isso – ela ria abertamente – eu soube que estava irremediavelmente apaixonada por ele, quando ele veio com os punhos da camisa enrolados até o cotovelo, marcando os músculos do peito e com as veias do braço saltadas... eu soube aí, que transaríamos naquela noite feito um casal de coelhos! Já estava fazendo amor com ele há horas...

Eu rolava os olhos.

Não importa que estava sendo brega... foi o que realmente aconteceu... transamos até ficar roucos – e de manhã, ele me pediu em namoro.

 

Algum tempo depois...

 

O lugar onde a gente mais se encontrava – era no campus.

Baekhyun é doido – só pode ser.

Da última vez que tivemos um horário vago, ele me puxou pelos vestiários – eu tinha me tornado cheer-leader então ainda estava de uniforme – quando ele arrancou minha calcinha e nós transamos ali mesmo.

Eu não podia gritar – mas cada vez que ele vinha pra mim, bombeando duro e forte pra dentro de mim – eu queria gritar.

Ele me suspendeu sob ele – me encostou na parede e veio com tudo.

No momento que tivemos um orgasmo, cravei meus dentes em seu ombro, disfarçando o melhor possível o som arrastado que fiz.

Dava enjoo de ver o tanto que a gente se divertia.

Ainda bem que eu coloquei um diu... depois do que rolou naquela festa, não conseguíamos mais manter as mãos longe um do outro. E nem sempre dava tempo de colocar uma camisinha.

Se bem que... quando estávamos juntos, inevitavelmente acabávamos tendo relação em algum lugar inusitado.

Como da vez em que estávamos com nosso grupinho almoçando. E Baekhyun me beijou – todo mundo começou a gritar “se comam logo” – bando de imbecis.

Baek disse pra mim apenas com o olhar, num convite mudo – balançando a cabeça me convidando pra sair dali. Assim que saímos da linha de visão deles, nos agarramos e nos beijamos com ainda mais vontade.

Estávamos perto dos banheiros – o sinal pra aula depois do almoço já ia tocar... quando Baek teve a maravilhosa ideia de matar aula, pra gente transar no banheiro.

Eu teria dito que isso era loucura... isso se ele já não tivesse me excitado ao máximo, sem realmente consumar o fato. Eu esfregava a pélvis na dele – necessitada, só pra constatar que ele estava tão excitado quanto eu.

Sem mais demora – entramos no banheiro feminino, numa cabine afastada – porque mesmo que na aula depois do almoço, os professores não deixassem os alunos irem ao banheiro, ainda dava pra ver as pernas do Baekhyun e suas calças abaixadas. Pode me chamar de covarde, mas eu não queria ser pega... sempre que eu o via assim, com o pênis em riste, eu queria chupá-lo. Era disso que as minhas amigas falavam quando “chupar um pau” vinha á baila. Não conseguia evitar – salivava todas as vezes.

__ Não me olhe assim... – Ele deve ter sacado, minha expressão tarada.

__ Assim como? – fiz essa pergunta na maior inocência.

__ Assim... como se fosse me chupar. – Safado, ele entendeu. – Que tal me chupar na minha casa? E não estivermos nos escondendo num banheiro?

__ Combinado. – Beijei-o selando nosso acordo.

Ele me penetrou devagar... eu revirava os olhos. Aquilo era bom demais... oh Deus...

Cada novo impulso dele se tornava mais forte.

 A sinfonia de gemidos, foi aumentando de intensidade e de volume.

Em dado momento, com o prazer indo e voltando – eu teria gozado. Mas ao invés de manter minhas pernas presas no quadril dele – ele desceu uma, me fazendo o encarar com uma expressão de dúvida, como quem diz: “O que você está fazendo?”

Ele me encarou – seu rosto estava suado, assim como o meu. Ele respondeu com o olhar, como quem pergunta: “Você confia em mim?”

Antes que eu pensasse em qualquer coisa, ele martelou dentro de mim – acertando direto no meu ponto g.

Gritei bem alto.

Eu tinha gozado com força – outra vez.

Ele mordeu meu pescoço, pra disfarçar um gemido esganiçado que ele deu – ele tinha gozado forte também.

Outra experiência da qual jamais vou esquecer – é da vez que transamos no vestiário masculino, pouco depois do final da aula.

Não tínhamos nos visto naquele dia – dá pra imaginar que estávamos mortos de saudade, né? Besteira – o Baek escalou a cerca-viva do meu jardim e entrou no meu quarto. Depois de fazer as paredes tremer – dormimos de conchinha. Ele foi embora pouco antes de amanhecer.

Pois bem, não tínhamos nos encontrado naquele dia.

O time de futsal dele perdeu.

Todo mundo foi curtir a derrota – e o mau humor em casa. Mas Baek (como o diferentão que era) ficou no vestiário, com uma toalha cobrindo seu rosto.

Procurei por ele em todos os lugares e nada. Já estava prestes a desistir, quando me lembrei do vestiário – a faculdade já estava quase vazia.

__ Ei moço! – o encontrei.

__ Oi raio de sol! – a toalha cobrindo o rosto, nem era tanto por causa da tristeza de perder... era mais por ele precisar dormir, sabe como é... o negócio é que ele dormiu demais – e ia acabar ficando trancado – naquela faculdade não tinha aula no período noturno.

Nem esperei convite pra sentar no colo dele.

Só que ao acordar no susto – o pênis dele tava todo “animadinho”.

__ Baek...? – olhei pro amiguinho dele.

__ Que foi? Você me acordou... e não raro eu acordo assim... – Apontou pro amigo “cheio de atitude” dele.

__ O que vamos fazer a respeito? – Perguntei sem grandes pretensões.

Ele me tirou de cima dele – pelo jeito, levando à sério minha sugestão.

Eu ia protestar, acabaríamos trancados ali, puxa vida!?

__ Sério isso, Baek? – Ele tinha perdido o juízo, não é possível.

Ele encheu a mão ao dar um tapa na minha bunda – doeu, mas antes que eu pudesse xingar ele e todos os parentes dele – ele deu outro tapa na minha bunda.

__ O que você está fazendo, seu arrombado? – Sibilei louca da vida.

__ Te preparando...

__ O quê...? – Me virei pra ele, no exato momento que ele adentrou meu íntimo de uma só vez.

Apertei o maxilar.

Nós nunca tínhamos transado daquele jeito.

Eu não podia ver seu rosto – só sentir suas estocadas brutas. Seu escroto batia em meu bumbum, enquanto ele ia cada vez mais fundo.

Um desavisado entrou no vestiário – lamentando a derrota. Não dava pra nos ver – mas não podíamos emitir som nenhum.

Foi bem difícil, ficar calada – com alguém literalmente colado no seu traseiro, dizendo as maiores obscenidades.

Quando o clímax chegou – Baek cobriu meus seios com as mãos me puxando o máximo que podia encostando minhas costas em seu tórax, sem me rasgar ao meio. Essa com certeza, foi a nossa transa mais afoita e perigosa.

Tudo o que veio depois disso é café pequeno. O cara foi embora.

Depois que voltamos a respirar normalmente:

__ Meu Deus, o que foi isso?

__ Esse sou eu dizendo que senti sua falta... – me beijou ternamente.

__ Porque a gente não começou a fazer isso antes?

__ A gente tinha que crescer primeiro... – disse fazendo piada com a minha cara.

__ Ah, pára com isso Baek!?

__ Antes, a gente era amigo... daí a gente transou.

Eu só queria beijar ele.

__ Agora, viramos namorados que transam.

Meu namorado. Só meu.

No nosso grupinho, que permaneceu unido durante todo o colegial e a faculdade – todas as meninas estavam namorando, eu não era uma exceção. A exceção é que a gente nunca se desentendia. Estávamos sempre trocando beijos apaixonados.

Eu continuo sendo meiga, educada e gentil. Mas posso me tornar devassa, indecente e cheia de luxúria – basta ter o incentivo certo.

 

 

 

FIM


Notas Finais


➵ Oi, é a @Mandy_Mars falando.
➵ A @ByunReed me pediu pra concluir esse imagine - porque já estava comprometida com vocês há um bom tempo;
➵ Não sei se ficou bom - vocês vão ter que favoritar e comentar;
➵ Já adianto que está um capítulo final bem ardente;
➵ A conclusão vai ser surpresa até pra ela;
➵ Ela me deu total liberdade pra escrever essa aqui, pra ela poder se concentrar no capítulo final de SEGUNDAS INTENÇÕES - se não leu ainda, favorita e lê!!! É bem legal;
➵ Sigam os nossos perfis - @ByunReed e @Mandy_Mars;
➵ Por enquanto é só - nos vemos nos comentários.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...