História EU SEI QUE É AMOR... - Capítulo 72


Escrita por:

Postado
Categorias Michael Jackson
Tags Drama, Romance
Visualizações 90
Palavras 2.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Personas!!!
Tudo bem? Espero que sim!!!
Não vou ficar aqui me lamentando por não ter conseguido continuar com essa historia que eu mesma sou fã..
Pedir desculpas aos meus leitores seria inútil por que não cabe só desculpas por tanto tempo, mas espero que gostem e esperem por mais.
Obrigada por tudo!!!
Boa leitura...

Capítulo 72 - Depois de tudo...ainda bem que tenho Você...


Fanfic / Fanfiction EU SEI QUE É AMOR... - Capítulo 72 - Depois de tudo...ainda bem que tenho Você...

6 MESES DEPOIS...

- Eiiii Pessoasl!!! – ela gritou com os braços abertos assim que eles adentraram a casa.          

 - Mãe .... –Fernanda abraçou a mãe com tanta força como se pudesse exprimir toda a saudade que sentia.  Raquel não tinha a mínima noção do que sua voz estava a dizer, mas seu coração de mãe sabia que algo estava a acontecer com sua menina do meio, como ela mesma se referia filha...

-Quantas saudades minha filha! –Raquel emocionou-se ao retribuir o imenso abraço da filha. Aquele afeto representava muito pra Fernanda, ter sua família toda reunida em sua nova casa depois de muito tempo era como se fosse um sonho. Seus olhos lacrimejaram e os dos seus pais e irmãs fizeram o mesmo diante de seus sentimentos, ela havia tentado se controlar o dia todo para que suas emoções não fossem tão evidentes, acreditava que teria o auto controle de sempre e que suas dores não a trairiam.  Obviamente ela descornou toda dor que sentia em seu coração sem ao menos deixar que eles pudessem entender o significado de tudo aquilo.

Depois de cumprimentar á todos seus familiares todos caminharam abraçados a porta principal da casa Branca. Desde o episódio do sequestro Fernanda continuava com o tratamento intenso psiquiátrico, três vezes na semana pra dizer a verdade, o medo de novas recaídas mais bruscas sempre os rondavam,  então eles achavam que ela estaria mais segura se mantivesse consultas quase diárias com o Dr. Peterson.

 Michael ainda não se dava por convencido de que apenas aqueles dois foram capazes de tamanha crueldade com sua esposa, até porque ele tinha plena consciência de que o plano havia sido muito bem elaborado, e aceitar que aqueles dois idiotas fossem tão inteligentes não dava para descer goela a baixo, não mesmo.

Bill e seus amigos aposentados do FBI  continuavam com as investigações, sempre que podia Michael os cobrava uma resposta, mas Bill só o faria quando tivesse certeza. O homem de confiança de Michael  não admitia duvidas sobre nada e eles sabiam que estavam no caminho certo.

Michael estava fora da cidade a trabalho, muito a contra gosto, não se sentia bem longe da família. Sempre que dava ligava para a casa tentando controlar os dias de Fernanda e dos filhos, mesmo que fosse de longe, era medo, tensão na verdade  e até uma certa dose de psicopatia cautelosa para coma família. Era fato que todo o episodio havia o destruído como homem e ela como de costume sempre diria o quanto ele estava sendo exagerado para que pudesse ficar em paz com sua consciência feminina.

Depois de todo o tormento, Michael havia se fechado como uma ostra,  ver um sorriso sincero em seu rosto era algo quase inatingível. Fernanda por sua vez tentava manter os dias como se o tormento nunca tivesse acontecido pelo o menos com os de casa ela agia assim. Apenas o psiquiatra sabia da realidade que rondava em seu coração, do quanto ela chorava em seu consultório para que quando chegasse em casa pudesse vestir a mascara de mulher bem resolvida e não se sentir culpada por tornar  Michael aquele homem distante e enclausurado em sua dor.

Tudo mudou  drasticamente, tudo mesmo!  Recuperar aquela onda de amor e tranquilidade da qual viviam antes exigia muito esforço e principalmente entrega da parte dos dois, oque ambos fingiam muito mal.  Fernanda nunca perdeu as esperanças e ele, bem ele  no fundo sabia o quanto ela lutava para recuperar a paixão ardente que eles sentiam um pelo o outro.

-Onde estão meus sobrinhos fofos? – Pergunta Jacque, sua irmã mais nova. Afinal eles não os viam há muito tempo.

-Estou morrendo de saudades dos meus netos minha filha!- diz seu pai empolgado. Eram três da trade e os gêmeos dormiam como dois anjinhos.

-Eles estão na soneca depois do almoço...este é um raro momento em que posso me dispor de algum tempo pra mim rsrs... –ela passou e os olhou novamente com aquela carinha triste e alegre...- Mas eu estou tão feliz, tão feliz  que estejam aqui!!! Não imaginam o quanto!

-Nós também querida... -responde sua mãe a beijando novamente.

-E o Michael? Está viajando? – pergunta Fabi, a irmã mais velha enquanto todos sentavam-se á mesa para um lanche da tarde. Fernanda ajudava as meninas a arrumarem as porcelanas e os quitutes em cima da toalha de renda marfim.

-Sim! –disse empolgada e orgulhosa. -Ele está em Munich em um encontro de Chancelers se não me engano. Michael adora está envolvido em tudo que diz respeito à paz mundial. – ela se serviu uma xicara de chá quando seu pai comentou com aquele tom de sempre, uma das coisas que eu amo nele.

-Ele tem de entender que agora é um pai de família, não deve ficar nessas viagens pra cima e pra baixo como um homem solteiro!!

-Papai!!! – o repreende Jacque. Todos se olham e Fernanda coloca uma das mãos sobre a mão de seu pai...

-Papai, ele é o melhor homem que eu poderia escolher... Não diga isso, por favor, eu te peço... -sua voz soou compreensível, mas triste por aquelas palavras.

-Seu pai se expressou mal querida... - diz sua mãe o olhando furiosa enquanto ele mordia uma daquelas delicias preparadas por Remy. –Sabemos o quanto Michael é bom marido e bom pai. –Sr Roberto preferiu se calar afinal todas estavam contra ele, e elas sabiam da implicância dele para com o genro, alias, para com todos.

O telefone tocou em seguida e Rose voltou com o aparelho na mão. –Senhor Jackson ao telefone.

-Ok, obrigada Rose. –ela atendeu e logo se levantou para conversar de forma mais intimista com seu marido. – Oiii meu amor!-disse com o peito quase a doer.

-Fernanda...-soou ele com a voz embargada de saudade. Ela poderia até imaginar seu maxilar travado e seus olhos fechados com os cílios negros e grossos apertados um no outro, ela sabia exatamente a expressão que ele fazia ao ouvir seu tom de voz.

-Está tudo bem por aí? –perguntou ela. –Está com a voz estranha... –insistiu.

-Não suporto ficar longe de casa. - Ele se deteve apenas a essas palavras, mas ela já sabia o tamanho do significado pela sua respiração.

-Eu sei meu amor... Me sinto sufocada sem você por perto também.

-Sua família chegou bem? –ele preferiu mudar o tom melancólico da conversa.

-Há sim... Estamos todos tomando café agora, estão mandando beijos pra você! – disse ela sorrindo quando viu o aceno delas na mesa de longe.

-Menos seu pai não é mesmo... - respondeu sarcástico. –Mande beijos para elas também, diga que sinto muito por não estar presente para recebê-los.

-Porque vocês dois não podem pelo o menos fingir serem agradáveis um com o outro?
 

-Me desculpe, eu não queria...- ele arrependeu e ela aceitou , o entendia também. - E as crianças, tem como coloca-los ao telefone?

-Estão dormindo. Perguntam por você a cada dez minutos rsrs.. –ela sorri lembrando-se das insistentes perguntas das crianças.

-E eu penso em vocês o tempo todo... - isso sim soava triste demais... -  Vocês estão pensando em fazer algo especial esta noite?- É claro que o medo de saírem por aí sem ele por perto o rondava dia e noite.

-Pensei em leva-los para jantar no Claus’ Bar. Mas ainda não sei. O que acha?

-Hum...vou pedir para que  Jhon ligue para o Hart e reserve o restaurante.

-Eu mesma faço isso, pode ficar despreocupado. –ela insiste para que ele não perca a noite de sono pensando nela pelas ruas da Califórnia com seus familiares, Fernanda sabia o quanto significava pra ele saber que ela estava o tempo todo protegida. Ele até comentou com Brett e Cris certa noite que se pudesse não a deixaria sair mais de casa, mas ele sabia que isso era demais pra ela.

-Não quero surpresas. – pelo o tom da voz dele ela sabia que aquelas palavras eram o limite da sua insistência, era como se ele dissesse: “ quer me fazer ir embora agora mesmo?”

Sua família ficaria apenas três dias na casa de Fernanda e dez na terra do tio Sam, porque há muito estavam querendo fazer um tour pelo norte dos Estados Unidos e foi bem difícil pra Fernanda convence-los de que ela não poderia ir junto com os filhos nesta viagem de família. Na verdade ela não queria que, principalmente seus pais, soubessem sobre o sequestro. Não queria apavora-los e fazer com que o Sr. Roberto pensasse ainda pior sobre Michael. Não que o marido tivesse culpa pelo o acontecido, mas ela sabia o quanto lhe custava ter um pai super protetor...

Michael voltaria na noite seguinte e esse  não era bem o combinado. Ele até tentou evitar um jantar com alguns magnatas nesta noite, mas os caras não abriram mão e Fernanda teria que esperar mais um dia e uma noite para enfim encontrar seu amado.

No fim da tarde Jhon já havia conseguido uma reserva especial no restaurante do chefe Hart, obviamente ela não sabia que Michael pediu que negociasse com Hart sobre fechar o estabelecimento apenas para Fernanda e seus familiares. Fernanda achava que Jhon havia conseguido uma mesa para eles, parecia até que ela não tinha se acostumado com quem estava casada.  Alias, essa prioridade era pra poucos,  fechar um restaurante era algo quase inimaginável em termos financeiros, mas isso nunca foi problema para seu marido, principalmente quando o assunto era sua esposa.

 

***

A noite transcorreu tudo dentro da normalidade, eles se divertiram como nunca e mataram a saudade daqueles antigos jantares em família. Apenas quando foram fechar a conta e descobriram que tudo estava pago foi que Fernanda sacou toda a movimentação de Michael mesmo de longe. Seu pai ficou chocado ao perceber que eles não haviam notado que o restaurante permaneceu vazio toda noite e até que o pianista era brasileiro...”esse meu  esposo é sensacional” disse ela ao se levantarem.

 

***

 

Quarta Feira 20:25

 

A aeronave posou e Michael desembarcou assim que lhe foi dada a autorização, era como se estivesse voltando de uma longa turnê, pensou ele pisando em solo californiano. As SUV’S já estavam em fila aguardando enquanto Bill dava as boas vindas ao patrão, porque dessa vez quem o acompanhou foi Javon e outros membros da segurança. Michael não abriria mão de Bill na segurança de sua família, ele sempre foi seu melhor homem desde  os tempos de Richard o mesmo segurança de quando lançou Thriller, mas o bom homem  já havia se aposentado há muito tempo.

Enquanto Mark dirigia Michael perguntava a Bill como tudo ocorreu em sua ausência, como se não tivesse tido todos os relatórios diariamente, mas ele adorava responde ao patrão com até certo orgulho de como os dias foram tranquilos.

-Bill me passe o jornal local, por favor.

-Está aqui Senhor. –respondeu com o mesmo já nas mãos. Michael correu os olhos rapidamente pelas noticias e balançou a cabeça em negativo.

-Não sei por que ainda insisto em ler esses jornais, como se algum dia não tivesse coisas ruins e tristes...

- O Senhor sempre foi muito otimista, e isso é bom manter Sr. Jackson. –Michael apenas apertou os lábios como se a esperança não fizesse tanto sentido e Bill já estava acostumado com a falta de sorriso em seu rosto ultimamente, vê-lo assim era extremamente estranho mas estava se tornando quase normal.

Assim que adentraram a cidade Michael lembrou-se do quanto estava faminto. –Bill, poderia pedir ao motorista do carro de trás para nos comprar sanduíches naquele fast food da principal?- Bill sorriu pensando o quanto o patrão ficaria feliz com outro tipo de comida.

-A Senhora esta o aguardando com uma garrafa de vinho e uma massa que ela mesma fez...     E parecia maravilhosa porque o aroma era de matar. Se eu fosse o Senhor não cometeria essa indelicadeza rsrs...- Foi o primeiro singelo sorriso de lado que Michael expressou naquela face rígida. Bill sabia que apenas falar do quanto Fernanda devia estar ansiosa para vê-lo,  faria com que o patrão se animasse mais um pouco.

-Então nem pensar em desponta-la não é mesmo! Vamos para a casa. – disse sem olhar para o retrovisor como de costume, mas com os olhos ganhando um brilho especial.

Assim que adentraram na estrada que dava para o condomínio,  Fernanda ouviu o ronco do motor dos carros e seu coração subitamente palpitou como de uma garota apaixonada,  e  como sempre fazia... Saiu correndo para fora do jeito que estava enrolada em um roupão vermelho de lã porque achou que não dava tempo de colocar o lindo vestido que havia comprado para recebê-lo. O frio era de machucar naquela noite, mas nada disso afetaria suas emoções, foram quinze longos dias longe do seu amor e aquilo machucava mais do que a temperatura extremamente baixa. Os outros ficaram lá na sala de estar batendo papo e rindo da atitude infantil de Fernanda, na verdade mais plausível para quem amava até o fim do pote. Nesta noite seus amigos também estavam presentes, e ela queria muito que Michael se envolvesse e sentisse bem recebido...

 

 


Notas Finais


Obrigada por quem leu e espero que tenham gostado do retorno..
Criticas e sugestões são bem vibas...
Mil beijos


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